O mês de agosto passou com a promessa de que escreveria mais por aqui, mas foi um fail grandão. Não por falta de assunto, mas por correria e imensa vontade de colocar a vida em ordem. Tá, e alguns esportes olímpicos também, vai. Bom, agosto, esse mês de 365 dias acabou, e agora vamos com tudo. Os meus preferidos estão aqui, e eu estou aguardando o de vocês aqui nos comentários!

Que horas ela volta?

cms-image-000463135Se você ainda não viu, veja. Simples assim. Mas já aviso logo: o filme, dirigido pela Anna Muylaert,  é extremamente incômodo.  O longa conta a história de Val (Regina Casé), uma doméstica pernambucana que epois de anos morando na casa dos patrões, vai receber a filha que foi à São Paulo prestar vestibular para arquitetura.  Se você tem alguma ideia pre´-concebida de como deveria se comportar a “filha da empregada”, pode esquecer. A Jéssica (Camila Márdila) não é nada disso. Mas prepare-se: você vai sentir vergonha alheia e culpa. Vai amar e odiar. Mas sem dúvida vai sair do filme com uma ideia bem diferente da realidade das domésticas do Brasil.

Trinta e poucos

antonioprata

Quando eu gosto de um autor, eu realmente GOSTO de um autor. A ponto de ler tudo e absolutamente qualquer coisa que ele escreve, desde romances à lista do supermercado. O Antonio Prata se encaixa nessa categoria. Algumas de vocês devem se lembrar da coluna da última parte da revista Capricho (#saudadescapricho!) lá pelos idos de 2000 e poucos. Pois bem, era o Antonio que escrevia!  Hoje, ele é um dos melhores cronistas em atividade no Brasil e acaba de lançar essa compilação de crônicas deliciosa de se ler! As melhores? Dupla personalidade, Gênesis, revisto e ampliado e a linda Carta para Daniel.

Elke Maravilha

11v27jpfh5sy317zcmt77yozfNo meio do mês, perdemos Elke Maravilha! Digo “perdemos” porque pra mim foi uma perda real e bem sentida. Se você só conhece a Elke de fotos ou de programa de calouros, e não sabe nada sobre a sua história, vale a pena ver o De Frente com Gabi, de 2013. Lá ela conta um pouco da sua vida, sua trajetória desde que saiu da Rússia aos 7 anos e veio para o Brasil com a família, fugindo da ditadura de Stálin. Pena que ela era avessa a biografias… A dela teria sido bem interessante!

Good Grief

Apesar de se chamar algo como “boa tristeza”, a música do Bastille é uma das músicas que eu costumo ouvir de manhã para dar uma animada no dia. E para quem é fã da banda, vale anotar na agenda: “Wild World” vai ser lançado dia 9 de setembro! #ansiedadedefine

Suculentas na decoração

Suculenta

Já fazia um tempo que eu andava sonhando com uma mesa amarela com vasos de suculentas em cima. Sabe lá Deus porque. Agora eu consegui essas duas gracinhas, que batizei de Adelaide & Adalgisa (#soudessas)! E o melhor? Moleza de cuidar!

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