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“O Rei Leão” em versão live-action acabou de chegar aos cinemas e já é um sucesso de bilheteria. Só no Brasil, no fim de semana de estreia, foi assistido por mais de 1 milhão de espectadores. Eu já vi e claro que me encantei, me emocionei com a morte do Mufasa, torci pelo Simba e cantei juntos as músicas da infância. Mas lá pelo meio do filme comecei a refletir sobre tudo o que ele nos ensina sobre produção de conteúdo e selecionei três tópicos pra gente debater aqui!

Original é diferente de autêntico

“O Rei Leão” está longe de ser uma história original. A trama é baseada em Hamlet, tragédia de Shakespeare onde um jovem príncipe perde o pai depois de um golpe de seu tio. Mas isso não impede que a história seja autêntica. Mergulhamos na Savana, acreditamos nos personagens, torcemos por eles, nos conectamos. O bom conteúdo é assim: mesmo que não seja original deve passar verdade. É ok traduzir um artigo para o português, criar algo diferente com base em um livro que leu. O importante é que este conteúdo entregue valor e autenticidade, que tenha de fato a ver com você e sua marca.

Inovar é importante

Há quem diga que “O Rei Leão” não pode ser considerado um live-action pela ausência da chamada “captura de performance”, ou seja, atores atuando no set. O diretor Jon Fraveau concorda e define a tecnologia inédita como um “jogo multiplayer em realidade virtual”, onde câmeras utilizam sinais infravermelhos e sensores 3D para criar cenários, personagens, e o que mais a imaginação do cineasta mandar. Mas não é preciso criar novas tecnologias para passar sua mensagem com precisão. Saber usar de maneiras inovadoras os recursos disponíveis é mais importante. Isso significa pensar em formatos diferentes para as redes onde seu público já está. Qual foi a última vez que você criou um story inusitado? O Instagram é exemplo de uma rede que está sempre se renovando, e aproveitar estes formatos é uma excelente maneira de diversificar seu conteúdo.

Chame quem entende do assunto

A escolha do elenco foi crucial para o sucesso da nova versão. No original, Donald Glover (conhecido pela série Atlanta e pelo excelente clipe “This is America”) e Beyoncé dão voz ao Simba e a Nala. No Brasil, a escolha foi por Ícaro Silva e Iza. Em ambos os países, a Disney teve a preocupação de convidar personalidades importantes para a comunidade negra. Em uma época onde a representatividade é assunto cada vez mais em pauta, é de extrema importância chamar para o projeto quem realmente é capaz de agregar valor à narrativa. No caso da criação de conteúdo, não hesite em fazer colabs. Passe a ver quem faz conteúdo para o seu nicho como parceiro, e não como concorrência.  

E você, teve algum insight assistindo a algum filme? Conta aqui nos comentários!

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