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Categoria: Comportamento

Como melhorar a sua autoestima

Foram várias sessões de terapia, outras tantas de coaching e mais algumas hora de conversas com as amigas para eu perceber a falta que a autoestima faz na vida. Parece um papo meio bobo de “você tem que se amar antes de tudo”, “se você não se gostar, quem vai?”, mas é fato que existe verdade nos clichês. Sem a tal da autoestima a gente se enfia nos mais bizarros relacionamentos abusivos, aceita trabalhos aquém da nossa capacidade. Mais do que isso, a gente deixa de curtir a vida como ela pode ser, e se encaixa numa realidade bem sem-gracinha.

Hoje, eu divido algumas dicas com vocês, sem a MENOR pretensão de que isso vá resolver a vida de alguém. Pelo contrário, ganhar autoestima/autoconfiança é um processo de construção e, como todos, leva tempo! Mas a graça é justamente se entregar a ele agora, e colher os frutos no futuro.

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#1 Se conheça

A internet está cheia de memes que mostram a importância da terapia. E não é porque todo mundo é maluco, mas sim porque todo mundo precisa de AUTOCONHECIMENTO. Na era da internet, em que a gente passa o tempo todo rolando o feed do Instagram, se conhecer e saber quem você é de verdade é fundamental. Só assim a gente para de se colocar em situações desconfortáveis e começa a determinar o que, de fato, vale a pena viver. Vale pra relacionamento, vida profissional e até pra roupinha que você quer comprar sem ter o dinheiro. Quanto mais a gente se conhece, menos a gente quer impressionar os outros.

#2 Estude

Estude muito. Escolha temas do seu interesse e realmente se debruce sobre eles. Política (tem dicas ótimas aqui), culinária, moda, como cultivar um jardim, não importa. Escolha dois ou três assuntos e realmente se dedique a entendê-los a ponto de poder dar uma palestra sobre cada um. Conhecimento é algo que ninguém nunca vai tirar da gente, e quanto mais confiança ganhamos neste quesito, mais inteligente nos sentimos.

#3 Olhe para o lado

Não se compare, mas olhe para o lado. Principalmente se você for mulher, é extremamente provável que alguém do seu lado esteja passando pelo mesmo tipo de problema. Entenda que nessa de não se curtir, não estar satisfeito consigo mesma, dificilmente você estará sozinha. A autoestima feminina sempre foi atrelada a um homem e isso criou gerações inteiras de mulheres que se sentem assim, meio sem valor. Olhe para o lado, identifique quem está na mesma situação que você e se una. Crie grupos no whatsapp para debater questões em comum, marque encontros, fale sobre o que você sente.

#4 Valorize o ócio

A falta de autoestima faz a gente se cobrar o tempo todo. O tempo todo mesmo! Mas não há cérebro que dê conta de estar ligado 24 horas por dia. Em alguns momentos é preciso se entregar ao ócio. Veja uma série, leia um livro, medite. Fique quieta olhando para o teto. Mas se policie para, de fato, tirar um tempo para você. E nestes momentos – que podem durar meia hora, uma tarde ou um fim de semana inteiro – não deixe os sentimentos de culpa te pegarem!

#5 Cuide de você

Pra muita gente, vaidade é pecado. Para outras pessoas, é uma cobrança. Cabe a você encontrar o equilíbrio nisso tudo. Mas já te adianto: não há nada melhor para a autoestima do que dedicar um tempo a cuidar de você. Isso inclui exercícios frequentes – e com constância -, uma boa alimentação e bons hábitos. Até escrever um diário conta como autocuidado. Experimente!

#6 Valorize o que já é seu

Nem sempre a gente tem tudo o que quer, é verdade. Mas o sentimento de gratidão pelo que já se tem é fundamental. Aprenda a valorizar as pequenas coisas: os elogios sinceros daquela amiga que te ama, a sua disposição para o trabalho, as relações de família. Não é papo de autoajuda, é real. Vale até pegar um caderninho e anotar diariamente coisas pelas quais você é grata. Se a falta de autoestima mora nas ausências, vamos aprender a valorizar as presenças.

Dá para ser produtivo no home office?

Antes de trabalhar na HQT, eu trabalhei em uma agência que funcionava no esquema de home office. Foram os melhores e piores anos da minha vida. Melhor porque eu amava o que fazia e aprendi muito na época. Piores porque eu tinha a sensação de que trabalhava 24 horas dia. E às vezes era quase isso mesmo. Com o tempo, eu fui entendendo meus limites e organizando minha rotina. Hoje, minhas horas em casa são dedicadas aos estudos e ao blog. E claro, são muito mais produtivas. Vamos às dicas?

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#1 Organize sua rotina

Quando se trabalha de home office, há o risco de se cair em duas armadilhas: tudo vira trabalho ou  qualquer pausa vira lazer e toma o dia inteiro. Então, determinar horários e rituais ajuda o seu cérebro a entender que, a partir de determinada hora, você está trabalhando. Se o seu dia começar às 9h, desligue o computador às 18h e se esforce ao máximo para almoçar e lanchar mais ou menos no mesmo horário.

#2 Vista-se de acordo

Trabalhar de pijama é uma ilusão. E uma ilusão que prejudica sua produtividade. Ninguém está dizendo que você precisa usar salto ou gravata em casa, mas vale a pena tomar um bom banho, trocar de roupa e só então começar a trabalhar.

#3 Busque um método de produtividade

Cada um tem o seu. E fique calmo, é normal experimentar vários até encontrar aquele que funciona melhor para você. Pra mim, o Bullet Journal é fundamental. É ali que eu anoto minhas metas mensais, semanais e as tarefas diárias, além de toda a programação do blog. No dia a dia, o Pomodoro me mantem focada. Programo o timer do celular para 25 minutos, faço o primeiro item da lista, e sigo daí. Quando o tempo acaba, dedico 5 minutos para relaxar ou para resolver alguma pendência pessoal. Vale experimentar.

#4 Coloque o celular em modo avião

Quem inventou esta função no celular merece todo o meu respeito e gratidão. Por mais que a tecnologia facilite muito a nossa vida, as notificações mais atrapalham do que ajudam. Eu trabalho constantemente nas redes sociais, mas confesso que a sensação de estar “indisponível” no momento é uma delícia. E claro, me deixa muito mais focada no trabalho. Aprenda a usar o modo avião também na vida real, deixando quem mora com você ciente de que não é porque você está em casa que está à toa. É um processo, mas com o tempo eles vão entender.

#5 Cuide do seu espaço

Uma das maiores vantagens do home office é poder definir e organizar seu próprio espaço de trabalho. Vale investir tempo e (algum) dinheiro nisso, escolhendo uma mesa adequada, uma cadeira confortável e boa iluminação. Para os mais visuais, um mural também pode ajudar, assim como um gaveteiro para guardar documentos, eletrônicos e material de papelaria. Pode parecer bobagem, mas deixando as ferramentas à mão, seu trabalho vai fluir muito mais facilmente.

Ansiedade tem solução: seis dicas para se livrar dela!

Quem me conhece pessoalmente ou acompanha esse blog já sabe: eu sou uma pessoa extremamente ansiosa. Graças a Deus, eu sou uma pessoa extremamente ansiosa que não tem a menor vergonha de dizer isso para quem quiser ouvir. Por um motivo muito simples: quem tem ansiedade acha que é o único do mundo, e é um alívio da p* quando você descobre que não é bem assim. Aqui tem textão sobre isso, mas hoje decidi compartilhar algumas dicas que tem me feito muito bem!

#1 – Faça exercício físico

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Você pode estar aí pensando “nossa, que clichê…” e eu vou ser obrigada a concordar com você. Mas do fundo do coração, faz MUITO bem. Pode ser que você ame musculação e se sinta super bem fazendo isso, mas se essa não é sua praia, trate de encontrar algo diferente. Eu descobri que a corrida me ajuda muito, principalmente ao ar livre. Mas você pode tentar nadar, dançar, fazer pilates, ou até mesmo praticar yoga. O importante é que seja algo que te dê prazer e que exija o mínimo de concentração, nem que seja no modo como você está respirando. Isso ajuda a manter o foco no agora, e não no que está causando a ansiedade.

#2 – Organize-se

Isso me ajuda muuuuuuuito! Inclusive, o Bullet Journal, método de organização que eu já expliquei aqui, me ajudou muito a priorizar tarefas, metas, sonhos… Mas a organização vai além disso. Um ambiente organizado dá clareza mental, então o primeiro passo é eliminar a bagunça da sua vida. Não precisa passar um dia inteiro fazendo faxina, mas você pode tirar 15 minutos por dia para limpar as superfícies da sua casa. Olhe bem para a sua mesa de trabalho e veja se ela não está entulhada demais, por exemplo. Casa/ escritório arrumados? Agora é hora de organizar a sua rotina. Saber exatamente o que você tem que fazer nas próximas horas dá a paz de espírito que toda pessoa ansiosa precisa.

# 3 – Medite

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Cada vez que eu falo isso para algum ansioso de carteirinha ele fala “imagina, ficar quieto durante 20 minutos? Impossível”. Então, é possível e faz milagres. Acompanha aqui o raciocínio: a ansiedade é causada, entre outras coisas, pela aceleração mental. Sabe aquela sensação de querer descansar, mas a mente não calar a boca? O objetivo da meditação é justamente esse, o que faz da prática o melhor remédio para quem quer paz interior. Eu fiz um curso de meditação transcendental com o Klebér Tani, aqui no Rio, mas existem vários métodos em diversas cidades do Brasil. É só abrir a mente e escolher o melhor para você.

#4 – Ouça música

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Tenha a sua preferida para os momentos de crise. Eu tenho duas: Shut Up and Dance, do Walk the Moon, e Sweet Child O’Mine, cantada pelo elenco de Capitão Fantástico. Existem diversos estudos que mostram que algumas músicas tem o poder de acalmar a ansiedade e vou fazer uma playlist com algumas delas, mas isso é assunto para outro post… 😉

#5 – Controle seus pensamentos negativos

Óbvio que durante uma crise de ansiedade isso é impossível. Parece que seu cérebro perdeu a capacidade de produzir qualquer coisa boa, eu entendo. Estou falando aqui de filtrar os pensamentos ruins enquanto você ainda está exercendo algum controle sobre sua mente. O namorado demorou a responder a mensagem? Vá ouvir uma música. O chefe chamou para uma conversa? Vá esperando o melhor. Exercitar o otimismo fora das épocas de crise ajuda a passar por elas de uma maneira mais serena!

#6 – Procure um especialista

Por último, mas não menos importante (muitíssimo pelo contrário): não hesite em procurar ajuda profissional. A ansiedade é sim, o mal da nossa geração, mas tem fatores químicos e biológicos que podem contribuir para aumentar o problema. Ter um espaço para falar sobre sua vida, seus pensamentos e seus anseios é muito importante, e nem sempre os amigos vão dar conta do recado. Mais do que isso, psicólogos são excelentes para avaliar o seu caso e te encaminhar para um psiquiatra, se houver necessidade de tratamento medicamentoso.

Tem mais alguma dica? Divide com a gente aqui nos comentários!

Fotos: Unplash.com

Dinheiro: como organizar a sua vida financeira

dinheiroSe você sente um arrepio correndo pela espinha a cada vez que pensa em olhar seu extrato bancário ou conversar sobre dinheiro, esse post é para você. Eu passei anos e anos da minha vida nesse esquema. A cada vez que eu tinha que pagar uma conta, dava até um aperto no coração. Evitei olhar para a minha vida financeira por tanto tempo que o resultado não poderia ser outro além do nome sujo. Está nessa também? Calma que tem solução! Preste atenção nestas cinco dicas e se comprometa a coloca-las em prática. Já aviso que não é molezinha. É preciso compromisso, mas dá certo!

#1 Mude seu mindset

Não é papo furado. Seu extrato bancário é um reflexo de como você se relaciona com dinheiro. Eu passei anos associando dinheiro à felicidade. Estar triste ou insatisfeita com alguma coisa era um excelente motivo para ir ao shopping e tentar preencher o vazio com coisas que eu não precisava. O resultado eu nem preciso dizer, né? Um desespero básico sempre que chegava à fatura do cartão de crédito. As coisas só começaram a mudar quando eu passei a entender que dinheiro representa – pelo menos pra mim – segurança e liberdade. Quando a chave virou, eu passei a dar mais valor ao que eu ganhava e a pagar os boletos com a sensação de dever cumprido.

#2 Se informe

Ganhar dinheiro é fácil. Basta trabalhar. Difícil mesmo é administrar o que se ganha. E para isso só tem uma solução: sentar a bundinha e estudar. Para nossa sorte, ninguém precisa de faculdade de economia para isso. Na internet não faltam fontes bacanas, como o canal Me Poupe, da Nath Arcuri, e o canal da Easynvest. Os livros também estão aí, com linguagem acessível e dicas importantes. Recomendo muito o “Me Poupe: 10 passos para nunca mais faltar dinheiro no seu bolso” e o “Ganhar, gastar e investir: o livro do dinheiro para mulheres”.

#3 Invista

“Ah, mas meu dinheiro não sobra pra eu investir…”. É porque o pensamento já está errado. O investimento deve ser o primeiro “boleto” a ser pago. E nada de poupança, pelo amor de Dadá! Conheça seu perfil de investidor, saiba o nível de risco que você está disposta a assumir e pesquise. Investidoras como a Easynvest facilitam muito a vida de quem está começando, mas você sempre pode pedir uma ajudinha para o seu gerente de banco.

#4 Viva um degrau abaixo

Essa talvez seja a dica mais difícil de colocar em prática, mas é sem dúvida a mais importante. Eu mesma sigo lutando para chegar neste nível de plenitude. Mas a verdade é que a estabilidade financeira depende muito da sua capacidade de gastar menos do que você ganha. Como dividir? A dica é da Nath Arcuri (sim, ela de novo): destine 55% para o que é essencial para você, 10% para aposentadoria, 5% para educação, 20% para objetivos de médio a longo prazo e 10% para gastar com o que você quiser. Quer saber mais? Leia este post aqui!

#5 Descubra suas fraquezas

Às vezes a gente tem a impressão de que o dinheiro está descendo pelo ralo. E olha, às vezes está mesmo. Tudo culpa da nossa “kryptonita”, das comprinhas que a gente não resiste a fazer, por mais que estejam fora do nosso orçamento. Ou seja, aquelas coisas que a gente compra meio no impulso. Eu tenho duas: livros e comida. Uma visita à livraria e uma passadinha no restaurante quase sempre é a farra do cartão de crédito. Como são coisas importantes para mim, tento não me privar delas, mas sim incluir nos gastos mensais, sem prejudicar o resto do boletos.

Se você chegou ao final deste texto, já deve ter percebido que autoconhecimento é essencial na hora de organizar a vida financeira. Por isso, vale sempre a reflexão do que você quer no momento e o que você quer a longo prazo. 😉

Dia da Mulher: quatro perfis feministas para seguir

Eu não costumo engrossar o coro de quem diz que não quer flores nem parabéns no Dia Internacional das Mulheres, e sim respeito. Acho que eles não são excludentes. Mas se eu pudesse desejar a todas nós algo mais do que respeito e igualdade hoje, seria informação. É pela falta dela que ainda encontramos mulheres que lutam por uma vida mais justa, mas não se dizem feministas. É pela falta dela que os homens torcem o nariz para mulheres que dizem com orgulho que são sim, feministas. E aí, mana, perco eu, perde você, e perde o movimento como um todo. Então, vamos disseminar informação por aí? Hoje eu selecionei três perfis feministas que você precisa seguir nas redes sociais!

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@modices

Acho que não tem ninguém aqui que não conheça Carla Lemos, certo? Mas peço licença para chover no molhado aqui porque foi o Modices que me pôs em contato com muitas questões importantes pra gente como autoestima, sororidade, empatia, saúde mental e mais um tanto de coisa. Vale ver, acompanhar, repostar…

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@eai.taboa

O “E aí, Tá boa?” é um perfil de entrevistas feito por e para mulheres. Comandada por Natália Fava, Mariana Hasselmann e Hariana Meinke, a plataforma conta com um tema por mês e entrevistas com várias minas diferentes, mostrando sempre novas perspectivas sobre um determinado assunto. É uma fonte infinita de inspiração e a prova de que, quando a gente se junta, projetos incríveis saem do papel.

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@maselenuncamebateu

Este perfil é do tipo “utilidade pública”. Ele mostra, de maneira rápida e direta, todos os tipos de agressão que as mulheres podem sofrer e porque nem sempre a vítima percebe o que está vivendo. Se você está sente que está em um relacionamento abusivo, mas não tem certeza, vale ler alguns dos relatos expostos ali.

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@letticia.muniz

O feminismo é, para muita gente, um assunto espinhoso. Para Letticia Muniz, a dona deste perfil, o humor é a maneira mais bacana de derrubar barreiras e explicar didaticamente o que é esta luta diária. De quebra, ela ainda torna o ambiente do humor (ainda misógino para os dias de hoje) um pouco mais inclusivo!

E aí, faltou algum perfil nesta lista? Deixa aqui nos comentários!

Corrida: como eu deixei de ser sedentária e comecei a correr

Olha, se há dois anos me contassem que hoje eu estaria escrevendo um texto sobre como comecei a correr, eu não acreditaria. Sedentarismo sempre foi o meu nome do meio e levantar para pegar o controle remoto era o que eu chamava de esforço. Então, espere antes de tudo um retrato realista sobre a corrida.

Como tudo começou

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Era 2017 e eu tinha acabado de fazer aniversário. Subi na balança depois das comemorações e vi o ponteiro da balança nunca tinha subido tanto. Eu tinha acabado de completar 31 anos entregue ao mais completo sedentarismo. Mas além de estar me sentido desconfortável com o meu corpo, eu sabia que precisava cuidar da saúde. Tinha passado por um período difícil de depressão no início daquele ano e todos os médicos batiam na mesma tecla: alimentação saudável e exercícios físicos. E eu, que sempre odiei academia, comecei a ver na orla de Copacabana uma pequena possibilidade.

A minha meta? Chegar ao calçadão e tentar correr um quilômetro sem parar. Um único quilômetro. O que pra mim equivalia ao esforço físico de correr uma hora sob um sol de 40°C. Estão entendo o que eu quero dizer quando falo de sedentarismo?

Como acontece toda vez que você se dedica a algo, as coisas começaram a acontecer. Uma amiga percebeu meu interesse e minha (ainda muito pequena) evolução e me convidou para a minha primeira prova: a Meia Maratona Internacional do Rio. Falando assim, pode parecer grande, né? Nada, o meu circuito era de apenas cinco quilômetros. E 48 minutos depois (sim!) eu cruzei a linha de chegada explodindo de orgulho.

E a evolução na corrida?

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O tempo foi passando e nada de evolução. Eu estava completamente estagnada. No final de 2017, eu já conseguia correr 3k sem parar. Mas a corrida estava começando a perder a graça. Foi aí que surgiu outro anjo. E apesar de a corrida ser um esporte individual na maioria das vezes, quem corre sempre conta com a ajuda de outras pessoas. Uma das minhas melhores amigas me indicou o seu treinador, e olha… isso fez toda a diferença. Na primeira ligação, já deixei bem claro pra ele que eu não tinha um GRANDE objetivo. Eu queria melhorar meu desempenho e, se possível, perder alguns quilinhos no processo. O Marios entendeu exatamente o que eu queria dizer e montou uma planilha totalmente de acordo com a minha realidade, mas sem deixar de me desafiar. E falou sem dó aquilo que eu não queria ouvir: quem quer levar a corrida a sério, precisa levar a musculação a sério.

A primeira lesão

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Aqui eu preciso confessar: eu fugi totalmente da academia. Enquanto eu pudesse evitar, não colocaria meus pés naquele ambiente de luzes artificiais e música alta. E foi aí que meu joelho direito começou a reclamar. As dores pós-corrida ficaram mais frequentes – e mais fortes -, subir escadas era um sacrifício e eu comecei a me sentir insegura para caminhar. A impressão que dava era que meu joelho não dava mais conta de segurar o meu peso. Que, aliás, já tinha diminuído consideravelmente. Fui a um ortopedista e depois de um raio-x veio o diagnóstico: tendinite pata de ganso causada pela falta de fortalecimento muscular e uma canelite.

Ambas as lesões são extremamente comuns em quem corre e se resolvem naquele ambiente de que eu tanto fugi. Como a corrida sempre foi minha prioridade, saí do consultório e entrei na primeira academia que eu vi. Hoje, alguns meses de musculação depois, as dores passaram, o desempenho melhorou e eu me preparo para a minha terceira prova: o Circuito das Estações Outono, no dia 31 de março.

Os benefícios da corrida

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Você com certeza deve estar se perguntando qual é a graça. Afinal, qual é a vantagem de acordar às 6h da manhã, calçar o tênis e começar a correr de um lado para o outro? Bom, no meu caso, posso dizer sem exagero que a corrida mudou a minha vida. Além da vantagem óbvia de ter me tirado do sedentarismo e ter me apresentado a uma rotina muito mais saudável, o esporte me tirou da depressão. A ciência não mente. Correr eleva os níveis de dopamina e endorfina, os hormônios ligados à felicidade e ao prazer. E mais do que tudo isso, a corrida me deu disciplina, tão necessária em outras áreas da vida.

Com ela, veio também a minha vontade de superar desafios – nula, até então – e a certeza de que eu sou capaz de fazer qualquer coisa, desde que me empenhe. Afinal, o esporte exige muito do corpo, mas sem a mente você não chega a lugar nenhum. Sem exagero. É preciso foco e concentração para não parar de correr quando o corpo cansa e te manda parar. É sobre encontrar um lugar de paz no desconforto, já que ele vai te fazer companhia por vários quilômetros. A corrida é quase uma metáfora da vida. A evolução vem aos poucos. Às vezes, tão devagar que você não percebe que ela está ali. Mas é a paciência de perseverar que traz resultados maiores e mais consistentes.

Em poucas palavras, fica aqui um conselho: corra. Não se deixe levar pelos acessórios. No início, você só vai precisar de um tênis, de um aplicativo instalado no seu celular e de um fone de ouvido. Só corra. E depois vem aqui me contar o que você sentiu depois de alcançar sua primeira meta, ok?

Por que escrever um diário?

Não tem jeito. Não tem ano que comece por aqui sem um caderninho novo. Ideias, desabafos, brigas imaginárias, cartas a mim mesma, listas, tudo vai para lá, para o diário. O hábito de escrever começou ainda criança, quando eu ganhei do meu pai um livro chamado “Minha Vida de Menina”, da Helena Morley. No livro, a autora inglesa narrava dia a dia como foi sua chegada ao Brasil, para morar em Diamantina. De lá pra cá, foram muitas agendas, cadernos, blocos… Tudo que servisse para colocar pensamentos. Escrever diariamente tem tantos benefícios que eu precisei tentar te convencer a fazer um diário também. Vamos a eles?

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Escrever acalma a mente

Só o ato de sentar, pegar um caderno e uma caneta já te coloca em outra vibe. O ideal é que seja uma atividade analógica para evitar que você se distraia e realmente entre em contato com seus pensamentos. Vale fazer logo ao acordar – como prega O milagre da manhã – ou à noite, como uma forma de registrar o que aconteceu no dia. Desabafe, xingue, rasgue, desenhe. O importante é deixar no diário o que você está sentindo e, assim, desanuviar a mente, percebendo melhor a real dimensão das suas questões.

É uma maneira de registrar a vida

E evitar que você se esqueça de momentos/sentimentos importantes. Depois que escrever se torna um hábito, é comum passar a prestar mais atenção no dia a dia, como uma maneira de registrar melhor o que viveu. Também é uma ótima forma de perceber melhor que a vida vem em ciclos, e que por maior que seja o desconforto, ele também vai passar. É a sua evolução como ser humano ali, toda registrada no papel!

Faz você refletir sobre suas ações

No calor da discussão, estamos sempre muito certos do que estamos fazendo ou falando. É na solidão das páginas que a gente começa a refletir. A pausa é necessária pra repensarmos ações, falas, pensamentos e convicções. Às vezes vai bater uma vergonha de escrever sobre algo, mas não pare. Lembre-se que só você vai ler o diário. É um registro pra você e para mais ninguém.

Te permite ter ideias ruins

Na era das redes sociais, onde todo mundo é lindo e bem-sucedido, estamos super valorizando as boas ideias. Tanto que a gente até esquece que até elas chegarem, passamos por um monte de ideias ruins. Seu diário é o lugar para isso. Pense, rabisque, rascunhe. Sinta-se livre para criar, rasgar, rasurar. O papel não julga.

É um exercício de auto-conhecimento

No Templo de Delfos, lá na Grecia, os visitantes se deparam com uma inscrição logo na entrada: “conhece-te a ti mesmo”. Os gregos já sabiam que a chave da felicidade passava pelo autoconhecimento. E vocês que frequentam este blog sabe o quanto eu sou fã de ferramentas que fazem com que a gente se conheça melhor. Assim como terapia e meditação – duas práticas que eu gosto muito – o diário é excelente para você se conhecer, se perceber e entender seu lugar no mundo.

Cinco coisas para fazer em dezembro que vão mudar seu 2019

Dezembro chegou e a nossa mente já se divide entre as confraternizações e os planos para 2019, certo? Pensando nisso, fiz uma lista de cinco coisas que você precisa fazer ainda este mês para começar o ano novo com mais calma, paz e foco. Bora ver?

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#1 Desapegue

Aprendi isso com a minha mãe, que AMA uma boa faxina de final de ano. Esse é o momento em que a gente revê tudo o que comprou durante o ano, o que não faz mais sentido guardar, o que pode ser doado, o que pede conserto. Gosto muito de passar o guarda-roupa a limpo, separando o que não tem mais nada a ver comigo e vendo o que eu preciso comprar para o verão. Aliás, passar a sua casa em revista é também uma maneira excelente de organizar e planejar seus gastos.

#2 Escolha um método de organização

A internet está lotada de planners (gratuitos e pagos!) e dicas de como montar seu bullet jornal (aqui inclusive). Não importa o método que você vai escolher – isso é realmente MUITO pessoal – mas é muito importante que você tenha um. Só assim, a gente não deixa nenhum compromisso passar e começa a transformar os sonhos em metas. Por falar nelas…

#3 Estabeleça metas

Não adianta vir com esse papo de “desisti das resoluções de ano novo”. Por um motivo muito simples: você TEM QUE saber onde quer chegar para definir a rota até lá. Afinal, “se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve”. Mas como criar metas? Bom, para que uma meta deixe de ser um mero desejo e passe a ser um objetivo, é preciso que ela seja tangível, realizável, específica e ter um prazo para acontecer. Mais ou menos assim: “eu vou emagrecer 5 quilos até junho de 2019 e, para isso, me comprometo a cortar o açúcar e ir para a academia 5 vezes por semana. Pegou?

#4 Aprenda a meditar

Já falei muito sobre assunto por aqui, e até dei dicas de aplicativos que podem te ajudar. Aproveita que os especialistas dizem que só precisamos de 21 dias para criar um novo hábito e introduza a prática antes de 2019!

#5 Organize sua vida financeira

Deixei este item por último porque tinha certeza de que você ia desistir do texto assim que chegasse à essa parte. Pois é, falar de dinheiro ainda incomoda muita gente, mas se você quer uma conta bancária cheia em 2019, a hora é essa. Para começar, você precisa saber exatamente o que entra e o que sai. Ou seja, o que você ganha vs o que você gasta. Parece bobo, né? Mas muita gente não faz ideia de pra onde vai seu dinheiro. Então, comece por aí, negocie dívidas e, claro, separe uma verba todo mês para investir. No Me Poupe tem várias dicas maravilhosas!

 

O que Anitta pode te ensinar sobre sua carreira

Você é dessas que torcem o nariz para Anitta ou das que aguardam ansiosamente cada lançamento de clipe? Sai da pista ao ouvir a buzina de Show das Poderosas ou passa horas treinando a Paradinha? Seja como for, uma coisa você não pode negar: Anitta é exemplo de mulher que sabe gerenciar a sua própria carreira. Hoje, conversamos sobre quatro coisas que a diva pop tem para te ensinar sobre trabalho. Quer ver?

#1 Estude, estude, e estude mais um pouco

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E quando achar que já sabe suficiente… volte duas casas e comece novamente. A cantora já deu algumas declarações dizendo que odiava as aulas de inglês, mas era obrigada pela mãe. O que para a Larissa adolescente era “um saco”, se transformou em uma ferramenta importantíssima para Anitta. Afinal, sem ela, a carreira internacional nunca deslancharia. E por falar nisso, estude com afinco o seu próprio mercado. Antes de se lançar lá fora, Anitta fez a lição de casa, estudou os players e chegou nos Estados Unidos sabendo onde estava pisando. Vale lembrar que em qualquer profissão, informação nunca é demais. Além de te tornar mais capaz, ainda dá aquele boost na confiança, que a gente sempre precisa.

#2 Estratégia, foco e confiança

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Por falar em confiança, ela não adianta muito se não vier acompanhada de foco e estratégia. Desde criança ela já sabia aonde queria chegar e traçou um plano para atingir seus objetivos.  Prova disso é o Projeto Check Mate, com o lançamento de um clipe por mês, em diferentes estilos, com músicas em inglês, português e espanhol, e parcerias com grandes nomes da música internacional. O que nos leva ao próximo tópico…

#3 Parcerias são a alma do negócio

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A competitividade do mercado faz a gente enxergar nossos pares como rivais, mas a colaboração é sempre o melhor caminho. Ao desenvolver um projeto, vale olhar com carinho pra quem tá do seu lado e até mirar alto e entrar em contato com aquele profissional que você admira. Anitta faz isso com nomes já consagrados como Alesso e J Balvin e com artistas “de nicho”, como Pabllo Vittar e Jojo Todynho. No final, sai todo mundo ganhando.

#4 Não tenha medo de se posicionar

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Nós mulheres ainda temos muita dificuldade de nos posicionar. A gente sempre acha que dá pra ganhar a discussão com uma certa doçura e deixamos escapar oportunidades importantes. Por sorte, esse comportamento vem mudando e Anitta é um grande exemplo. Ao ver que o clipe de “Vai, Malandra” estava estourando o cronograma, ela não teve dúvidas: demitiu a equipe e seu pessoal assumiu as gravações. O resultado você já conferiu, né?

No fim das contas, a gente precisa de uma boa dose de confiança e ousadia. E você, tem mais alguma dica para dar? 😉

O Milagre da Manhã: seis dicas para mudar sua vida

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Sempre que eu comento com alguém que treino de manhã antes do trabalho, recebo olhares meio espantados e meio de admiração. Como é possível acordar às 6h pra correr? Será um milagre?” Sim, não deixa de ser. Mas o responsável não é nenhum santo, e sim Hal Elrod, autor do best-seller O Milagre da Manhã.

Quem me acompanha há algum tempo já conhece a minha resistência a livros de autoajuda (ou autodesenvolvimento), e como aos poucos eu venho tentando quebra-la.Mas o que me atraiu em O Milagre da Manhã é que sua premissa é bem simples: o que você faz nas primeiras horas do dia influencia diretamente sua produtividade. Já viu CEO de grandes empresas acordando às 11h? Pois é. E ele explica isso através de seis passos simples, que eu mostro agora.

#1 Silêncio

O autor dá algumas sugestões para atividades que podemos praticar no silêncio (orar, agradecer, prestar atenção à própria respiração…), mas eu particularmente escolho a meditação. Neste post, eu te falei um pouco sobre os benefícios da prática e dei sugestões de app. Pra mim funciona muito bem e cinco minutos já me deixam pronta para encarar o dia!

#2 Afirmações

Nosso cérebro é programado para que algumas de nossas escolhas sejam quase intuitivas, certo? Pra isso, temos um arsenal de crenças à nossa disposição. Coisas que aprendemos com nossos pais, com a vida, com alguma experiência traumática. E as crenças podem ser engrandecedoras ou limitantes. A verdade é que todo mundo tem sua quota de limitações que nos impedem de ir além do mediano, em maior ou menos medida. Tirar cinco minutos por dia para fazer afirmações positivas tem um ótimo efeito a longo prazo. Anote as suas em um papel e leia todo dia ao acordar. No início é meio ridículo? Sim! Mas pensa que Will Smith e Oprah Winfrey fazem isso diariamente que rapidinho a vergonha passa.

#3 Exercícios

Ah, chegamos na raiz do problema. Agora você chegou aqui e deve estar pensando “nem ferrando que vou pra academia de manhã”. Olha, não precisa ser exatamente uma academia e nem precisa ser um treino longo. O importante aqui é acordar o corpo e deixa-lo preparado para o resto do dia. Eu corro e vou pra academia, mas se você não curte este ambiente pode dar uma caminhada ou até fazer um treino rápido usando algum aplicativo. Quanto mais tempo melhor, claro, mas 15 minutos já fazem uma super diferença.

#4 Leitura

Leitura é puro hábito. Ler 10 páginas por dia é relativamente simples e, ao final de um mês, você vai ter lido um livro de 300 páginas quase sem perceber. Comece com 5 minutos pela manhã, e veja a diferença que isso faz! Ah, e se quiser dicas de como ler mais e melhor, é só ler este post aqui!

#5 Escrita

Tirar um tempinho para esvaziar a mente colocando as ideias no papel é essencial para começar o dia zerado de verdade. Eu uso estes cinco minutos – juro, é só isso mesmo – para refletir rapidinho sobre o dia de ontem e agradecer. Quando eu sinto que estou sem tempo, anoto no papel três coisas boas que me aconteceram no dia e pronto!

#6 Visualização

Essa é a parte mais gostosa da manhã. Você já deve ter ouvido falar nisso – principalmente se leu O Segredo – e a ideia é bem simples mesmo: parar e visualizar o que vai acontecer quando atingir seus objetivos. Eu me imagino fechando um projeto, comemorando e, dependendo da inspiração do dia, consigo até visualizar a roupa que estou usando. Mas o exercício de visualização não serve só pra sonhos de longo prazo. Se você tem uma reunião ou precisa ter uma conversa séria com alguém, esta também é uma excelente maneira de ganhar mais confiança.

“Tá, já entendi. Mas que horas eu preciso acordar pra fazer isso tudo?” Bom, conversa franca aqui. Eu sei que sou extremamente privilegiada por morar perto do trabalho, e sei que nem todo mundo tem esse tempo de manhã. O importante é tentar encaixar os rituais na sua rotina. Meditar, por exemplo, é algo que depois de um tempo de treino, dá pra fazer até no ônibus ou no metrô. Acredite, faço muito isso. Mas, se você tem tempo e sente que seus dias começam sempre tumultuados, vale deixar a preguiça de lado e ligar o despertador uma horinha mais cedo. Depois você me agradece aqui nos comentários, tá? 😉