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Categoria: Gastronomia

Receita: pavê de chocolate

Eu já falei aqui sobre minha aventura na cozinha? Em 2019, eu me impus duas metas: experimentar coisas novas na alimentação e, se possível, desenvolver uma habilidade nova. E como nem só de comida saudável vive esta pessoa que vos escreve, porque não experimentar um novo pavê nesta Páscoa?

Crocante embaixo, macio no meio, delicioso de todos os lados, ele é uma das minhas sobremesas favoritas. Um clássico do Natal, sempre faz muito sucesso nas festas de família por aqui. A receita tradicional é com coco e beijinho como recheio, mas para a Páscoa adaptei um pouquinho, coloquei um chocolate, e ficou uma delícia. Além de ser rápido e super simples de fazer. Bora experimentar?

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Ingredientes

Massa:

1 pacote de biscoito maisena ou similar

½ tablete de manteiga com sal

Recheio:

1 lata de leite condensado

3 colheres de sopa de achocolatado (eu uso Nescau, mas pode usar o da sua preferência)

Cobertura:

4 claras

12 colheres de açúcar

2 colheres de cacau ou chocolate em pó

Modo de preparo

Comece pela massa do pavê, triturando os biscoitos no liquidificador até conseguir uma farinha bem fina. Derreta a manteiga em fogo baixo com cuidado para não queimar e misture tudo. A ideia é chegar a uma espécie de farofa bem fininiha. Cubra um refratário com a massa, cobrindo o fundo e metade das bordas. Reserve.

Em outra panela, misture o leite condensado e o achocolatado em fogo baixo, mexendo sem parar. Quando o brigadeiro começar a desgrudar do fundo da panela, retire do fogo e cubra a massa no refratário. Deixe esfriar enquanto prepara a cobertura do pavê.

Para isso, misture as claras, o açúcar e o cacau e leve ao fogo baixo até derreter. Transfira para a batedeira e mexa bem em velocidade alta até atingir uma consistência firme. O ideal é levantar a massa e ela não cair do batedor. Feito isso, espalhe por cima do brigadeiro e leve à geladeira por duas horas. Seu pavê está pronto!

Depois me conta aqui se fez sucesso!

Guacamole: aprenda a fazer essa delícia mexicana

Cozinhar é alimentar a alma. A sua, do seu namorado ou namorada, dos amigos. A nossa relação com comida já rendeu filme, livros, zilhões de séries pra tv, mas é ali, no conforto (ou desconforto) da nossa cozinha que o bicho pega mesmo. Esse é um dos (muitos) assuntos que tem andado na minha cabeça: como é que a gente se relaciona com o que compra no supermercado, põe no prato e, principalmente, no corpo. Dá para economizar calorias cortando os lanches na rua? Dá pra economizar dinheiro? Eu consigo comer melhor? E é para tentar responder a todas essas perguntas que eu vou passar a falar mais de receitas aqui no blog. A de hoje é uma das minhas preferidas e, para a minha sorte, liberada pela nutri! Vem aprender a fazer guacamole!

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O que é guacamole?

Guacamole é um prato mexicano bem tradicional e beeeem antigo, lá da época dos Astecas. Dizem que a receita original levava chocolate, mas graças a Deus, ela já sofreu várias transformações com o tempo. Se você nunca experimentou, explico: o prato é basicamente um purê de abacate muito bem temperado que serve como molho para tortillas ou complemento para saladas. Eu como dos dois jeitos e amo, mas a minha receita é um pouco diferente da mexicana, que leva coentro e pimenta jalapeño. Vamos a ela?

Ingredientes:

2 avocados (ou 1 abacate, como preferir)
1 cebola roxa
2 tomates
Pimenta dedo de moça a gosto (ou jalapeño, caso você encontre com facilidade)
Suco de limão
Azeite
Sal
Tortilla Garytos ou pão árabe

Modo de preparo:

Nada mais simples! Comece abrindo os avocados, tirando a polpa e colocando em uma tigela. Eu gosto de amassar com o garfo, mas se você preferir, pode bater no processador. Só cuidado para que não vire uma pasta líquida, porque quanto mais “pedaçudo” melhor. Tire as sementes do tomate, corte em cubos pequenos e misture. Faça o mesmo com a cebola. Pique as pimentas, tomando o cuidado de retirar as sementes (que deixam a receita muuuuuuito picante) e misture também. Agora é hora de temperar com o suco de limão, o azeite e o sal. Prove e corrija o tempero, se necessário.

A maneira de servir vai depender do seu gosto. Quando não me preocupo com calorias, vou de Garytos sem medo de ser feliz. Quando estou controlando a alimentação, prefiro levar duas fatias de pão árabe à frigideira por dois minutos e esperar ficar crocante. Só não curto muito comer com Doritos, porque acho o tempero forte demais para um prato que deveria ser leve. Mas fica, lógico, a seu critério!

Dica:

para evitar que o guacamole escureça, guarde na geladeira em um vidro bem vedado com o caroço do avocado.

Curtiu? Conta aqui nos comentários que receitas você gostaria de ver por aqui, que eu vou adorar experimentar coisas novas! 😉

Êtta Bar: mais um gastrobar incrível em Botafogo

Botafogo é O lugar para quem gosta de comer bem e já é conhecido como polo gastronômico do Rio. Além dos botecos clássicos da Nelson Mandela, os tradicionais Aurora e Plebeu, o bairro tem também o Etta Bar, ali na Real Grandeza esquina com a rua Henrique de Novaes (para os cariocas, mais conhecida como “rua da Casa da Matriz”). Se vale a pena? Vem ver.

Vamos beber?

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O Etta funciona como um gastrobar, com focos em drinks e petiscos saborosos. Por lá, meu preferido da ala etílica é o Êêêêêêttaaa, feito com Absolut Vanilla, purê de morango, mix cítrico e pepino. Doce e refrescante ao mesmo tempo! Mas quem gosta de cerveja artesanal ou vinho também não vai se decepcionar. A carta é variada com preços justos.

Para petiscar

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Quem acompanha esse blog sabe o quanto eu sou viciada em burrata. Já comi tantas que dá até pra fazer um top 5 aqui no blog. Para minha sorte, a do Etta não decepciona. Acompanhada de pesto, tomate seco e torradas, é um bom começo para o jantar. O mesmo vale para a porção de parma, servida com torradinhas. Felicidade no prato, juro!

Quem curte peixe e frutos do mar também tem ótimas opções. Uma delas é o tartar de salmão, muito bem temperado (de verdade, até eu que não sou fã de peixe pediria novamente). Também vale pedir a porção de lula com camarões. E pode ir sem medo que o prato é bem servido.

E se você não come carne, recomendo fortemente as duplas de bruschetta. A de cogumelos é simplesmente maravilhosa!

E o ambiente?

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É aconchegante, daqueles que não dá vontade de ir embora. Se você procura algo mais intimista (olha o #tinderdate aí!), vale ficar no salão que tem iluminação mais baixa. Se a ideia é juntar a galera, fique do lado de fora. O atendimento é excelente nos dois espaços – coisa raríssima no Rio!

Curtiu a dica? Então, conta aqui nos comentários o seu bar preferido na cidade!

Salomé Bistrô: vinho bom e comida deli no Leme

E aí que o ano mal começou e eu já tenho um novo amor gastronômico! Quem acompanha este blog já deve ter percebido que poucas coisas me deixam mais feliz do que vinho e comida. Mas a combinação de vinho a preço justo + burrata gostosa + ambiente aconchegante ganha meu coração. É o caso do Salomé Bistrô, no Leme.

Aconchego com vista para o mar

Quem é do Rio logo nota a semelhança. O Salomé lembra muito o Canastra, bar já tradicional em Ipanema. A proposta é parecida – o dono é o mesmo! -, mas o Salomé tem um bônus: vista para o mar. Sim, pra visita ficar gostosa mesmo, a dica é aproveitar o fim de tarde por lá, curtindo a área externa.

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O menu que deixa qualquer happy hour mais feliz!

Às quartas, o programa fica ainda melhor com a dose dupla de espumante rosé no happy hour. E quando você está lá, embriagada de emoção (a dose dupla nada tem a ver com isso), vem o menu. O que eu recomendo que você peça de olhos fechados? A burrata com pesto e tomatinhos, o carpaccio com batatas fritas e a tábua de queijos e frios.

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E os bons drinks?

Para quem gosta de frutos do mar, o Salomé Bistrô também tem ótimas opções. Mas, por motivos de alergia, não posso recomendar nenhum prato específico. Já os drinks… Esses eu experimento feliz, né? Minha dica é pedir um Aperol Spritz, que já virou um clássico nos bares cariocas. Por lá, vale experimentar também a gin tônica.

E já adiantando as perguntas: sim, o Salomé é perfeito para um date, já que o ambiente é bem intimista. Mas claro, sempre vale reunir as amigas em um bar com vinho, né? 😉

Endereço: Avenida Atlântica, 994 – Leme

Gastronomia: conheça o Joana Pizza Bar

Quem acompanha esse blog já deve saber que eu sou APAIXONADA por pizza. E hoje eu vou acrescentar mais um lugar na lista das minhas três pizzarias favoritas no Rio: o Joana Pizza Bar.

O espaço já ganha o visitante pela simpatia. Uma varanda na esquina das ruas Joana Angélica e Prudente de Morais é quase um convite para entrar e tomar um drink no bar, do lado de fora. As bebidinhas são uma atração à parte, tanto as com álcool quanto as versões “virgens”. Como eu fui em um domingo à noite, preferi uma pink lemonade e não me arrependi. Mas vou voltar lá para experimentar a Sangria e o C’Mon Mila, feito com gin, chá de camomila, espumante, xarope de cardamomo, limão e hortelã. Segura!

Tá bom, mas e as pizzas?

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O cardápio é simples, sem firulas, mas atende até o fã de pizza mais exigente. Além dos sabores tradicionais, você ainda pode montar sua própria pizza, experimentando as mais diversas opções. Tem até molho de abóbora, mas como eu não sou muito fã, fico devendo a opinião. 😛 Fui ~claro~ na de Parma, mas experimentei a margherita do amigo e também estava uma delícia.

A massa é fininha, com borda mais grossa, e o recheio é tipo na medida. Ou seja, dá para comer de boa e, dependendo da sua fome, até experimentar mais de um sabor. Porque sim, o custo-benefício é ótimo e às quartas-feiras as pizzas saem por R$ 20!

Vale lembrar que no Joana Pizza Bar não tem garçom, então não adianta sentar como eu fiz e esperar alguém te atender. O pedido é feito no balcão, o pagamento é rápido e o serviço mais ainda. Tudo bem descomplicado, com ar de pós-praia carioca.

Ah, e o lugar ainda é pet friendly! Tem coisa melhor nesses tempos tão difíceis para os bichinhos?

Rio: os três melhores couverts da cidade

Eu viveria fácil de entradinhas e petiscos. Na verdade, já perdi a conta de quantas vezes escolhi o restaurante pelo couvert ou deixei de pedir o prato principal porque já estava plenamente satisfeita. E é pensando em você, que fica feliz só de ver uma travessa de pão e pastinhas, que eu montei esse post com três couverts que você P-R-E-C-I-S-A experimentar!

La Mole

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Vamos começar pelos clássicos do clássicos? Super tradicional no Rio (não sei se tem em outras cidades), o La Mole ficou famoso pelo seu super couvert. Tem brioche, grissini, torradinhas com parmesão, pizza branca, patê de fígado e o melhor patê de ricota da história. Você pode tanto pedir no restaurante quanto em casa, numa versão bem mais farta. Excelente pedida na hora de receber os amigos!

Via Farani

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Meio italiano, meio japonês, o Via Farani é um daqueles restaurantes que pouca gente conhece, mas que quem conhece AMA. Um dos motivos é claro, o couvert. O ponto alto? A pizza branca, o pãozinho de banana, o antepasto de berinjela e os picles. Serve tranquilamente duas pessoas, mas quando eu estou empolgada, peço um só pra mim. 😛

Casa do Couvert

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E quando a gente acha que não poderia ficar melhor, transformaram nossos sonhos em realidade. A Casa do Couvert é especializada em delivery de entradinhas, cada uma mais gostosa do que a outra. Um dos meus combos preferidos é o Couvert Mexicano, com tortillas chips, tortilla de trigo e recheios pra você montar sua própria quesadilla. Maravilhoso!

E você, incluiria mais algum nessa lista?

Rio: os melhores lugares para tomar um bom vinho

Vinho é bom e todo mundo gosta! E por mais que o Rio combine muito com chopp, cerveja e caipirinha, cada vez mais surgem bares incríveis para tomar um bom vinho (a preços variados) na cidade. Hoje eu te conto meus três preferidos, mas ó, a lista tende a aumentar!

Bar Canastra

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Localizado numa ruazinha de Ipanema, bem ao lado da estação General Osório, o Canastra chama a atenção pelos contrastes. No nível da rua, um bar intimista, bom para reunir as amigas. No subsolo, um porão com cara de “inferninho”, para quem quer juntar a galera ou levar o crush para um espaço mais íntimo. Mas o meu programa preferido mesmo é sentar na mureta do metrô e saborear ali mesmo uma porção de Presunto na Faca do Beni, com uma garrafa de rosé Don Guerino. Às terças, chegam ostras fresquinhas para acompanhar os vinhos gelados. O preço é justo, os petiscos são saborosos e a energia é boa! Ah, eles só aceitam cartão de débito, ok? Vá avisado! 😉
Endereço: Rua Jangadeiros, 42 – Ipanema

SeteHum

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A fórmula do SeteHum é certeira: ambiente acolhedor, comida sensacional, preço honesto… e excelente carta de vinhos. E o melhor, assim como o Canastra, é bem eclético, perfeito para dates, reuniões da galera ou até jantares de família. A dica é começar pelo trio de bruschettas: pomodoro, cogumelo paris e salmão com caviar de tangerina. As tiras de mignon com molho roti são uma excelente pedida de prato principal, mas é a sobremesa que faz o passeio valer a pena. Peça a rabanada com doce de leite e ganache de brigadeiro. Ah, mas estamos aqui pra falar de vinho, certo? A dica é ir de Prunus, para quem gosta de um bom tinto português, ou pedir um Klein Kloof, para quem curte um sauvignon blanc da África do Sul.
Endereço: Rua Martins Ferreira, 71 – Botafogo

El Born

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E já que estamos falando de gastrobar, vale conhecer o El Born, em Copacabana. O bar leva o nome de um dos bairros mais boêmios de Barcelona e tem um cardápio ideal para quem gosta de tapas – os famosos petiscos espanhóis. Meus favoritos? A coca de jamon e as papas bravas! Outra boa notícia é que por lá vale muito a pena pedir uma taça de vinho. Ela vem muito bem servida e compensa o valor gasto por lá, já que o El Born não é a opção mais barata desta lista. Mas olha, vale cada centavo!
Endereço: Rua Bolívar, 17 – Copacabana

E aí, conhece mais algum lugar perfeito para tomar um vinho? Conta aqui nos comentários!

Rio: onde comemorar o Dia da Pizza?

Poucas coisas me deixam mais feliz do que uma boa pizza. E, para minha sorte, ultimamente o Rio anda ganhando excelentes opções para quem é fã como eu! Das mais básicas às mais gourmets, hoje eu fiz uma seleção curtinha, com três opções de restaurantes para você curtir o dia da Pizza amanhã! Bora?

Mamma Jamma

Mamma Jamma

Falar de Mamma Jamma é quaaaase chover no molhado. É que a pizzaria é super tradicional no Rio – a primeira casa abriu no Jardim Botânico. Mas, como sempre é tempo de comer uma boa redonda, recomendo conhecer o novo espaço da marca, que acaba de abrir em Botafogo, no shopping Casa & Gourmet. O cardápio é vasto, mas a minha preferida é a Parma Tartufata, com presunto de Parma, azeite trufado, alho poró, mussarela de búfala e pimenta calabresa.  Hummm…

Rua General Severiano, 97 – Botafogo

Magistrale

magistrale

Em Copa, a Magistrale fica num ponto excelente para quem gosta de comer bem, a rua Bolívar. Aberta há mais de um ano, mas ainda um pouco desconhecida do grande público, a pizzaria abriu onde antes ficava o Zot. Hoje reformada, com cara de cantina italiana, o espaço conta com forno a lenha, e cardápio enxuto, porém certeiro. Por lá, vale experimentar a de pesto, tomate cereja, mussarela de búfala e grana padano. Delícia!

Rua Bolívar, 21 – Copacabana

Ella

Ella

O Jardim Botânico é o lugar certo para quem gosta de comer uma boa pizza. No bairro, além da Mamma Jamma que eu comentei acima, você encontra Bráz, Capricciosa e agora, a Ella! Aberta em um casarão mega charmoso, a pizzaria oferece massa de fermentação natural e carta de drinques criada pelo Alex Mesquita. Lá, eu fui de margherita – um clássico que eu amo! -, mas obviamente não abri mão da entrada, né? Comece pela porção de bordas com os três molhinhos servidos na pizza. É só sucesso!

Rua Pacheco Leão, 102 – Jardim Botânico

Ah, e se você não quiser sair de casa, não tem problema. Conheça aqui a Pizza do Amor!

Dona Désirée: cozinha contemporânea com o tempero de Minas!

Se tem uma coisa que eu gosto de fazer nessa vida é comer. O que é engraçado, porque eu fui uma criança bem fresca e, até uns dois anos atrás, abominava queijo. Juro, tinha ojeriza. Mas por sorte aprendi a experimentar coisas novas. E sorte de vocês também, essas seis pessoas que leem esse bloguinho, porque agora vai ter muito mais dica de restaurante por aqui. Como por exemplo, o Dona Désirée!

O que é o Dona Désirée?

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Quem é do Rio e tem seus trinta e poucos anos com certeza vai se lembrar de um lugar chamado Gente Fina, no Leblon. Tinha um bar no primeiro andar, uma nano boate no segundo, e fez a alegria de muitas noites de sábado. Pois bem, o bar fechou, mas graças a Deus abriu o Dona Désirée no espaço.

A proposta é simples, e como quase tudo o que é simples, maravilhosa. Homenagear a vó do dono com gastronomia brasileira contemporânea. A cozinha é comandada pelo chef mineiro Paulo Maneira, mas o Bernardo Montenegro – o neto da dona Désirée – também tem participação no cardápio, com o Hamburguer do Bê, entre outras coisas. Ainda não experimentei, mas pelas fotos que vi… Vale a ida ao restaurante!

O espaço

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Outra coisa que me chamou a atenção foi o cuidado com a decoração, que reproduz aquele clima de casa de vó. Livros, plantas, quadros – com todas as coisas que a dona Désirée gostava – louças e lustres fazem com que a gente tenha vontade de fazer zilhões de stories. (Me contive porque estava com fome). A ideia é ser um ambiente descontraído para um date, um jantar com a família, um almoço com as amigas. Tomar um drink antes da balada também pode ser uma boa pedida.

O que eu comi, afinal?

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Foi um sufoco pular o couvert, porque eu poderia me alimentar só disso. Mas preferi experimentar a porção de pão de queijo com barriga de porco, rúcula e maionese de limão, porque, né? Não é todo dia que a gente come um pão de queijo assim. Como prato principal, pedi uma picanha na brasa com aipim frito, farofa, molho à campanha e pão de alho.  Para acompanhar, tive que pedir uma porção de batata rústica com maionese do Bê, porque sou insuportável com abstinência de batata. 😛 Eu já estava encantada com o cardápio, mas aí veio a sobremesa e passei do flerte ao relacionamento sério: TEM ALGODÃO DOCE. Al-go-dão do-ce. Você está zoando meu paladar infantil a essa altura? Não ligo! Por que eu já falei que tem algodão doce? Gigante, num prato, com flores. Sim, você pode comer as flores. E o algodão doce! Dona Désirée já é o meu lugar no mundo.

Curtiu? Quer conhecer? Anota aí!

Dona Désirée

Av. General San Martin, 359 (esquina com Carlos Gois), Leblon

(21) 2323-6919

Favoritos de agosto!

Tinha tempo que eu não fazia um post com os favoritos do mês, né? Pra compensar a ausência até dei uma caprichada nas categorias! 😉 Então, sem mais delongas (to numa fase de gírias vintage), vamos a eles!

Livro: Enclausurado, do Ian McEwan

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Tenho uma paixãozinha por livros com narradores inusitados, então, o mais recente do Ian McEwan (autor de Reparação, que eu comentei aqui) me pegou já na sinopse. A novela é uma versão inusitada de Hamlet, narrada por um feto ainda no útero. Mas nada daquela linguagem infantil – quem leu Quarto, de Emma Donoghue sabe do que eu to falando. O narrador fala como um adulto erudito, é inteligente, irônico, e extremamente interessante. As frases são incrivelmente bem construídas e a leitura flui que é uma beleza. Se você ainda não leu nada do autor, pode ser uma boa começar por esse.

Filme: Em ritmo de fuga

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Se você ama as cenas de ação de Velozes e Furiosos, mas acha que a franquia já deu o que tinha que dar, com certeza vai gostar de Em Ritmo de Fuga (ou Baby Driver, no original). Ansel Engort interpreta um piloto de fuga que trabalha para uma quadrilha e é apaixonado por música. No elenco, estão ainda Kevin Spacey (eterno Frank Underwood), Jon Hamm (eterno Don Draper) e Jamie Foxx (o eterno Django e o que mais ele quiser porque o cara é f…!). Ah, dica: vai lembrando que é filme de ação e portanto, puro en-tre-te-ni-men-to. 😉

Série: Gipsy

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Mais uma produção Netflix um pouco controversa. Naomi Watts interpreta Jean Holloway, uma terapeuta com zero escrúpulo e sem o menor pudor de se envolver na vida pessoal dos pacientes. E quando eu digo pessoal, é pessoal MESMO. Ela chega a ter um caso com a namorada de um cliente, e põe em risco seu casamento com Michael (Billy Crudup). Daquelas séries lentas, mas que deixam o nível de expectativa crescer até beirar o desconforto. Indico principalmente para aqueles que amam enredos que se passam em um consultório.

Restaurante:  Botekim do Japa

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Olha, eu nem sou muito fã de comida japonesa (#teampizza), mas preciso confessar que o Botekim do Japa sempre supera minhas expectativas. A começar pelos especiais que eles oferecem assim que você senta, geralmente maravilhosos. Não costumo comer o rodízio, mas os combos são excelentes e os ingredientes estão sempre fresquinhos, além de ter um preço bem justo para o que entregam. Para quem não conhece, o Botekim fica em Copacabana, na Xavier da Silveira. De-lí-cia!

Música: All I Can Think About is You

O ingresso para o show do Coldplay em São Paulo está comprado, a playlist no Spotify está completa, e All I Can Think About is You está tocando no repeat. Pessoas que não gostam da banda: quem são, o que comem, onde vivem, por Deus, vocês já ouviram essa música?

Vídeo do YouTube: Car Pool com Chris Martin

E por falar em Coldplay, foi Chris Martin que me fez maratonar os vídeos do Car Pool, com James Corden. Se ainda não viu, por favor! Para tudo o que você tá fazendo e vai até o YouTube. Outros episódios igualmente sensacionais: Stevie Wonder, Adele e Katy Perry (explicando a treta com Taylow Swift). Tá fazendo dieta? Acordou de TPM? Brigou com o namorado? Vai com fé que Car Pool é a receita pra curar qualquer mau humor.

E você? O que tem feito sua cabeça nos últimos tempos? Compartilha aqui, vamos trocar figurinhas! 😛