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Categoria: Marketing & Branding

Preciso estar presente em todas as redes sociais?

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A dúvida aí do título é muito comum. “Agora que eu tenho a minha marca, preciso falar sobre ela em todas as redes sociais?”. Não! De jeito nenhum. Uma maneira simples de entender isso é comparar sua marca a uma pessoa de carne e osso. Imagine alguém que está em absolutamente todos os lugares. Todos os bares, todas as festas, todas as reuniões. Em algum momento as histórias começam a se repetir, as piadas ficam velhas, você já ouviu aqueles casos. Pois é, com as marcas acontecem a mesma coisa.

O truque para não cair na armadilha da onipresença é simples, e já ganhou até um post único (de tanto que o assunto rende): conheça seu público. Saiba quem ele é, que problemas precisa resolver e, principalmente, onde está. Somos mais de 7 bilhões de pessoas no mundo, metade com acesso às redes sociais (de acordo com a Global Social Media Research Summary 2019). Não se iluda, você não quer falar com todas elas. E juro, você não precisa nem tentar. O que você precisa é estudar o seu público e descobrir uma maneira efetiva não só de vender o seu produto, mas de criar relacionamento.

Ok, sei que toquei num ponto polêmico. Todo mundo que empreende quer vender, mas poucos são os que, de fato, entendem o poder do relacionamento neste processo. E você identifica facilmente os que já entenderam dos que ainda estão no processo. Sabe aquela empresa que só fala dela? Só faz oferta, mas não cria conversa, não tem assunto? Pois é. Poderia ficar horas falando sobre isso, mas o assunto já renderia outro post. De volta ao que interessa no momento, tenha apenas uma coisa em mente: redes sociais são sobre relacionamento. Elas criam conversas, comunidades, identificação. São seres humanos conversando com outros seres humanos usando um aparelhinho para isso. Mas o foco ainda são as pessoas.

E para que a equação funcione, você precisa conhecer as redes sociais. Não todas, só as principais. Vamos a elas?

YouTube

É a rede mais importante para os brasileiros. Não só porque o número de usuários cresceu 58% no país nos últimos anos, mas porque muitas marcas ainda não tem uma estratégia voltada para esta plataforma. Ou seja, excelente oportunidade para você e sua empresa, certo?

Facebook

Apesar do crescente declínio, o Facebook ainda é a rede social mais poderosa do mundo, com maior índice de engajamento. Entre os mais jovens, já começa a perder espaço para outras mídias como YouTube, Instagram e Snacpchat, mas entre os adultos continua em alta. Um ponto forte a ser avaliado se o seu público é mais velho, por exemplo. Vale lembrar que, só no Brasil, são 130 milhões de usuários. Nós somos o terceiro país mais ativo na rede, atrás apenas dos Estados Unidos e da Índia.

Whatsapp

Nem sempre pensamos no Whatsapp como uma rede social, mas aplicativos de mensagem instantânea também entram nesta categoria. Hoje, somos 120 milhões de brasileiros ativos diariamente no app e novas possibilidades começam a surgir com o Whatsapp Business. Criar uma lista de transmissão e enviar notícias fresquinhas para os seus clientes pode ser uma ótima forma de divulgação.

Instagram

Ele é o queridinho de muita gente, desde os usuários até os produtos de conteúdo. São 69 milhões de usuários no Brasil em 2019, e não é à toa. De tempos em tempos surgem novas funcionalidades, novos filtros para os stories, novos recursos. A imagem aqui é o ponto central do conteúdo, mas se você não tem um produto físico, não tem problema. Há diversos perfis de serviços com feeds atrativos, organizados e funcionais, basta procurar.

Twitter

Mais voltada para notícias, a plataforma acumula 28 milhões de contas no Brasil, que tem o segundo maior número de usuários – só fica atrás dos Estados Unidos. É uma excelente ferramenta para quem trabalha com produção de conteúdo, até porque aumentou consideravelmente o limite de caracteres permitido nos posts. Mas não abuse: o Twitter continua não sendo o lugar ideal para textões. 😉

LinkedIn

Se seu negócio é B2B, o LinkedIn é O lugar para se estar. No Brasil, temos 29 milhões de contas ativas e um potencial enorme para explorar. A plataforma ainda é muito usada para quem quer se recolocar no mercado, mas poucas marcas entendem o potencial de marketing da rede. Explore o LinkedIn, encontre seu público, e monte uma estratégia condizente com o ambiente digital. As chances são enormes, as possibilidades quase infinitas.

Pinterest

Particularmente é uma das minhas redes favoritas e tem um potencial incrível de gerador de tráfego para sites e blogs. É ideal para quem tem produtos e serviços com potencial visual, mas se não for o seu caso, use e abuse de esquemas, infográficos e artes bem elaboradas. No Brasil, apenas 8,5% das empresas presentes na internet tem perfil no Pinterest, o que torna a rede solo fértil para quem está entrando agora.

E agora, já sabe onde vai investir seu tempo? Ainda está com dúvidas? Comenta aqui embaixo e vamos conversar sobre o assunto! 😉

Você conhece o seu público-alvo?

publico_alvo

Desde que eu comecei a trabalhar com produção de conteúdo, uma situação se repete com frequência. Ao perguntar para um cliente qual é o público-alvo da sua empresa a resposta geralmente é: “todo mundo”. Ou o clássico “classe A”. É como se fosse o dia da marmota para quem trabalha com posicionamento de marcas.  Frustração define. Porque a verdade é que dificilmente um produto – com exceção das Havaianas – pode ser assim, pra “todo mundo”. Por mais maravilhoso que ele seja.

É natural e até compreensível. Quem é dono de uma marca quer atingir um grande número de pessoas possível, ou passar a ideia de exclusividade. Mas na hora de comunicar o que você faz é preciso focar. Ou melhor, se POSICIONAR. E para isso, definir o público-alvo é fundamental. ⠀⠀⠀

Tá, mas o que é público-alvo? Trata-se de um grupo de pessoas com características ou comportamentos semelhantes. É com base neste grupo que você vai definir suas estratégias de marketing. Como chegar a ele? Te conto neste post!

# 1 – Faça uma pesquisa entre os seus clientes

Crie formulários personalizados, use as enquetes dos stories, use o TypeForm. Não importa a ferramenta, o essencial é fazer as perguntas certas. E lembre-se: um incentivo pode ajudar a captar mais respostas. Vai dizer que você nunca ganhou uma entrada do Outback depois de responder uma pesquisa?

# 2 – Faça as perguntas certas

Há alguns anos, os dados demográficos e a classe social eram suficientes para definir o consumidor, mas hoje é preciso ir além. Pesquise sobre hábitos de consumo, comportamento de compra, consumo de conteúdo, e o que mais você conseguir reunir de informação. Perguntas como maior medo, maior sonho, problemas que quer resolver não cabem numa pesquisa quantitativa, mas uma simples caixa de perguntas no Instagram já pode te ajudar!

#3 – Use o que você já tem

Se a sua marca tem um site ou está presente nas redes sociais você já tem acesso a uma infinidade de dados. Use as informações do Facebook, Instagram, Google Analytics, Google Adwords Tools. Qualquer tutorial no YouTube é capaz de te ensinar o básico, e o resto você pega com o tempo.

#4 – Observe a concorrência

Por mais que seu público-alvo não seja exatamente o mesmo que o do seu concorrente há grandes chances de que eles tenham semelhanças entre si. Entre nas redes sociais, observe, faça perguntas – só não seja invasivo.

#5 – Converse

Seu negócio é físico? Você tem um ponto de vendas? Tire proveito disso e observe. Preste atenção em quem entra na sua loja, quem de fato consome seu produto e quem passa direto. O mesmo vale para as redes sociais. Qualquer comentário é uma chance de criar relacionamento e, consequentemente, conseguir novas informações sobre o público-alvo.

E saiba: este processo de “autoconhecimento” nem sempre é simples e leva tempo, mas é absurdamente recompensador. Quem conhece seu público-alvo vende muito mais gastando muito menos! 😉