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Categoria: Música

Favoritos de outubro: Espinosa, japa delícia, Sarah Oliveira…

Às vezes eu tenho a sensação de que só tem post de Favoritos do Mês nesse blog. Mas é aquela coisa, né? Início de mês, muitas ideias de post, e lá pelo meio do caminho a gente se perde. Hehehehehe… Enfim, bora lá falar de tudo de bom que Outubro trouxe!

Livro: O silêncio da chuva

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Há séculos meu pai e minha madrasta me falaram de Espinosa, detetive carioca criado pelo escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza. E eu vivia adiando a leitura, até resolver descobrir se era bom mesmo. Bom, se você está esperando um Sherlock Holmes ou um Hercule Poirot dos trópicos, esquece. Espinosa não tem arrogância e nem inteligência acima da média (pelo menos nada que tenha saltado aos olhos nesse livro de estreia), pelo contrário. Ele é um cara comum, com uma vida amorosa falida e grande interesse por literatura e filosofia (com esse nome, a gente não podia esperar nada de diferente). Ou seja, muito mais fácil de a gente se identificar, certo? Na primeira aparição, o detetive vai tentar desvendar a morte de um empresário no centro do Rio que, a princípio, parece simples, mas vai ganhando complexidade a medida que pessoas vão desaparecendo. Bônus para os cariocas: reconhecer os cenários por onde os personagens passam é uma delícia à parte!

Ah, e pra comprar, é só clicar no título lá em cima! Você economiza com os preços da Amazon e ainda ajuda o blog! 😉 

Filme: Ele está de volta

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Vivemos tempos sombrios. Em uma época em que políticos de extremamente intolerantes, como Jair Bolsonaro, vão se tornando cada vez mais populares, talvez seja uma boa assistir a este filme. “Ele está de volta” é uma comédia satírica que mostra o que aconteceria se Hitler ressurgisse na Alemanha nos dias de hoje. O que ele diria? O que pensaríamos sobre ele? Baseado no livro de Timus Vermes e dirigido por David Wnendt, o longa arranca risadas logo nas primeiras cenas (observe o Fürher reclamando com um professor de boas-maneiras que ninguém mais o cumprimenta adequadamente), mas não deixa de ser perturbador. Tudo começa quando um repórter freelancer “descobre” Hitler perdido na Alemanha do século XXI e resolve leva-lo para a TV. Lá, ele vira um comediante de sucesso com suas ideias polêmicas (para dizer o mínimo). Enquanto alguns apoiam, outros riem do ridículo. Alguma semelhança com a realidade?

Música: SOS, The Corrs

Quem foi adolescente no final dos anos 1990 deve se lembrar de uma banda irlandesa The Corrs. E, se a memória te falha, essa música vai te ajudar! Dreams tocava na rádio, em trilha de novela, e até a MTV fez um acústico (o melhor até hoje), com os quatro irmãos. Pois bem depois de um hiato gigantesco, a banda de folk voltou com SOS. É a melhor música? Não, tá longe de ser. Mas é um brinde muito justo à minha adolescência e eu to aqui esperando ansiosa os próximos lançamentos!

Ah, se você quer conhecer The Corrs DE VERDADE, escute esse álbum aqui!

Youtube: Canal da Sarah Oliveira

Por falar em adolescência, você com certeza se lembra do Disk MTV, né? A Sarah era presença certa nas tardes de todo adolescente no ínicio dos anos 2000 e até hoje sinto falta dela falando de música. Ou melhor, sentia. Recentemente, descobri o “Canal da Sarah Oliveira” no YouTube. Vale acompanhar a playlist “Minha Canção”, com compactos dos programas da rádio Eldorado, de São Paulo. Por lá, ela fala de artistas como Amy Winehouse, David Bowie, The Smiths, entre outros. Pra conhecer ou relembrar, vale a pena se inscrever!

Restaurante: Gurumê

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Sim, tem restaurante novo nos favoritos desse mês! Nem sempre essa categoria aparece por aqui, por um motivo simples: eu AMO repetir restaurante e, geralmente, costumo repetir até o prato. Então, o quesito novidade fica meio prejudicado. Mas vamos falar do Gurumê! Quem é do Rio já deve conhecer, se não pessoalmente, pelo menos de nome. Se você curte um bom japa e ainda não conhece, recomendo fortemente que você experimente, mesmo deixando por lá alguns golpinhos. Veja bem, o restaurante tem uma pegada moderna e aconchegante, e o cardápio segue a mesma proposta, com releituras de pratos da culinária japonesa. Não saia de lá sem comer: salmão guacamole, atum burrata e, claro, o brownie com cobertura de doce de leite e sorvete. Sem palavras, sério.

Mixtape: Run, baby, run!

E aí eu comecei a correr. Real, oficial. Tem dois meses e eu já participei da minha primeira prova de 5k (sim, 5k porque quem corre esquece do “m” de km, e tá tudo certo)! Eu poderia dizer que foi o desafio que me impulsionou, que a sensação de vencer obstáculos é uma metáfora da vida e (apesar de brega) eu estaria sendo sincera. Mas como aqui nesse blog a gente só trabalha com a verdade, vou dizer o que me ajudou: música.

Quem tá começando a correr costuma ser totalmente dependente do fone de ouvido e comigo foi exatamente assim. Então, a dica é montar uma playlist porreta, pra não dar aquela desanimada no meio do treino. Quem quiser baixar a completa, pode ficar à vontade (tá aqui no Spotify), mas separei cinco que não podem faltar!

 

Quer ouvir a playlist completa? Tá aqui no Spotify!

MixTape: On the Road para este feriado!

Só quem gosta de viajar (e como assim tem gente que não gosta?!) sabe o efeito que uma estrada e um bom som têm na alma. Não importa se você está dirigindo ou sentada no banco do carona, só a sensação de estar num carro partindo de um lugar conhecido para outro, é algo que tem o poder instantâneo de elevar meus níveis de endorfina. E para isso, uma boa playlist é fundamental. Neste feriado, preparei uma mixtape com algumas músicas que não podem faltar na hora de botar o pé na estrada. Ah, e claro, todas elas – e mais algumas – estão aqui na playlist do Spotify

MixTape: as mais tocadas no (meu) Spotify

Eu não sei vocês, mas quando eu descubro uma música, tenho a tendência a deixa-la tocando no repeat até enjoar – ou alguém ameaçar quebrar a caixa de som.  Ultimamente, cinco músicas tem se alternado no meu Spotify e, como não tem graça ficar viciada sozinha, hoje eu mostro todas elas para vocês.

Be Yourself, do Audioslave

Não é nova, mas com a morte do Chris Cornell semana passada resolvi relembrar a adolescência como forma de homenagem. Triste pensar que ele era um dos tripés que sustentavam o grunge e agora o gênero depende basicamente do Eddie Vedder, né? O rock já esteve em melhor forma. De qualquer maneira, fica aí a lembrança do (gatíssimo) líder do Soundgarden e do Audioslave.

Something just like this, Coldplay & The Chainsmonkers

Na primeira vez que ouvi essa música me amarrei no ritmo, mas não prestei atenção na letra. Foi só no dia seguinte que eu percebi que ela fala de algo muito comum nas relações atuais: a auto expectativa que às vezes nos impede de conviver e nos deixar conhecer pelo outro. Acrescenta a isso a voz maravilhosa de Chris Martin e pronto, habemus hit viciante! <3 Pra cantar de olhos fechados: But she said, ‘Where’d you wanna go?, How much you wanna risk?, I’m not looking for somebody with some superhuman gifts, some  superhero, some fairytale bliss, just something I can turn to, somebody I can kiss”

Woman, Harry Styles

Olha, o novo álbum do Harry Styles é a prova de que a gente não pode alimentar preconceitos musicais. Harry é um dos muitos astros pop que resolveu investir na carreira solo depois de sair de uma boy band. A diferença é que, ao contrário da maioria, o disco de estreia realmente é MUITO bom. Com uma pegada meio anos 70, tipo Bowie e Beck, as músicas misturam baladas, com outras mais animadinhas, mas todas com muito suingue. Du-vi-do você não viciar…

NaaNaaNaa, Cory Henry

Descobri o Cory Henry meio por acaso, quando um amigo me ofereceu ingressos para o show dele. Sabe aquela fase de experimentar coisas novas e, inclusive, ir ao show de um artista que você nunca ouviu falar? Pois então. Ocorre que Henry é um dos maiores artistas de jazz da atualidade e a apresentação dele é um verdadeiro SHOW, no sentido mais puro da palavra. Sem pirotecnia, ele ganha a plateia no carisma e no talento. Mas o ponto alto mesmo é quando ele toca NaaNaaNaa…

Mess in Mine, Vance Joy

Quem viu 13 Reasons Why com certeza se lembra dessa música. Uma das mais bonitas do Vance Joy, ela também era uma das mais tocadas da série. Daquelas músicas boas para ouvir na estrada, no sábado de manhã, dando um rolé de bike, só no relaaaaax…. Delícia! 

Mixtape: Rock in Rio 2017

Todo mundo com os ingressos do Rock in Rio na mão? Hoje é dia de tirar o pó de uma das sessões mais antigas do blog: a Mixtape. Pelo menos até agora, o festival tem mantido a tradição de agradar a todos os públicos, do rock ao pop. E onde mais você imaginou que ouviria uma playlist com Lady Gaga e Offspring? Então, dá o play e aproveita para conferir o setlist completo no Spotify (só clicar aqui)!

 

Para começar a semana no clima!

 

 

Top 5: os preferidos de outubro!

Outubro foi mês de férias. O que significa dizer que, embora eu tenha tido muito tempo livre depois que elas começaram, o início do mês foi aquela correria para colocar tudo em ordem a tempo de viajar. Por falar nisso, já viram minha listinha de lugares preferidos na Vila Madalena em São Paulo? Viagem foi curta, porém incrível, e caso você esteja lendo isso na quarta-feira, dia 2, é bem provável que eu esteja esparramada em alguma praia de Búzios. Sem mais “delongas”, aqui vão meus preferidos de outubro!

Pequena Abelha

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Te desafio a entrar numa livraria, pegar o Pequena Abelha, ler a contracapa e não comprar! Você vai ver que a editora Intrínseca optou por contar bem pouco da história escrita por Chris Cleaver, e que isso é uma parte importantíssima da experiência. Como fazer com que você leia este livro sem estragar isso? Acho que contando que ele é sobre duas mulheres que se encontram em circunstâncias bem adversas e depois são obrigadas a encarar as consequências. E que a personagem que dá nome ao livro é uma das mais cativantes que eu já conheci. Vale também lembrar que este é um livro sobre perda, superação e o mais importante de tudo: amor ao próximo. Imperdível, inesquecível!

Ah, e comprando pela Amazon, você ajuda este blog a ganhar dinheirinho (para gastar em… livros, claro! :)) Basta clicar no nome do livro aí em cima!

A Garota do Livro

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Emily van Camp (lembra de Revenge?) trabalhando numa editora já me basta para ter vontade de ver um filme. E apesar de lá pela metade da narrativa você perceber que está um pouco afogada num oceano de clichês (o da garota-que-quer-ser-escritora-mas-não-consegue, o da adolescente-que-tem-um-caso-com-um-cara-mais-velho-com-ar-de-professor, o do pai-dominador-que-causa-problemas-no-relacionamento-da-filha-com-os-homens), a história de Alice acaba nos tocando em alguns pontos. Seja nos erros ou nos acertos, todo mundo tem um pouco de Alice, todo mundo tem um sonho que acaba deixando correr meio frouxo por medo e/ou insegurança. E se nada mais servir, o figurino da protagonista é uma boa inspiração para quem quer montar looks românticos para o trabalho. 😉

The O.C

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“Tanananananaaaam, tanananananaaaam, Califooooornia, here we cooooomeeeee!” Impossível pensar em The O.C e não se pegar cantando a musiquinha, né? Pois agora nessas férias eu decidi me entregar com força às lembranças da adolescência e revisitar Ryan, Marissa, Seth e Summer. Dez anos depois, é meio inevitável pensar no quanto as coisas mudaram no mundo. Whatsapp, Instagram, Snapchat, Facebook, o quanto todas essas mídias transformaram nossas vidas e o quanto alteraria o enredo da série? Viagens à parte, sempre uma delícia relembrar a juventude (e Adam Brody!).

Baiana System

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Eles acabaram de ganhar o prêmio de melhor disco no Multishow, fazem parte da trilha do Fifa 2016 e tem lugar cativo na minha playlist de verão no Spotify. Mas preciso confessar que eu demorei pra me acostumar com a sonoridade do Baiana System. É que o som da banda é bem diferente do que estamos acostumados a escutar. Algo como uma mistura de rap, rock, batidas eletrônicas e música baiana. Inclusive eles fazem muito sucesso no Carnaval de Salvador. Pra entender melhor só ouvindo! Comece pela excelente Playsom e pela Dia da Caça!

Poderoso Shampoozão & Poderoso Cremão

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Já fazia um bom tempo que eu queria experimentar os produtos da Lola, de tão apaixonada que eu estava pelas embalagens com uma pegada retrô. Depois de procurar um pouco e me indignar um pouco com os preços (em média R$ 40, cada um), resolvi testar. Como a marca é vegana (e cruelty free!), sem muita química, quem está acostumada com produto que faz muuuuita espuma pode estranhar um pouco. Mas relaxa, o resultado vem depois e é real! O cabelo fica mais leve, mais solto e com aquela cara de saudável, sabe? Aprovadíssimo!