Cinco séries girl power para maratonar no feriado

O feriado chegou e eu só consigo pensar em uma coisa: piscina de dia, brigadeiro e Netflix à noite. Pensando nisso, joguei uma caixinha de perguntas lá no meu insta pedindo dicas de séries dignas de maratona e agora divido com vocês. Algumas eu já assisti, outras ainda não, mas todas parecem valer a pena. Vamos?

Insecure

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Comecei a ver essa série justamente porque ela passa na HBO logo antes da segunda exibição de GoT. A princípio, ela não teria nada a ver comigo, garota branca do Rio de Janeiro. Mas a verdade é que mulheres de trinta anos passam exatamente pelas mesmas crises, sejam elas de identidade, carreira ou no relacionamento. E essa é a parte mais bacana da série, a mistura de bom humor com realidade e zero glamour. Não vá esperando um novo Sex and the City, apenas receba Issa Rae (atriz e criadora da série) de braços abertos. Porque se para nós, mulheres brancas, já é difícil encontrar programas de TV que nos representem bem, para as negras é mais complicado ainda. E ela merece todos os aplausos.

Onde eu vejo? HBO

Scandal

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Shonda Rhymes é, de fato, uma das mulheres mais poderosas da televisão americana. No currículo ela carrega séries como Grey’s Anatomy, How to get away with murder e… Scandal! A série chegou ao fim ano passado e desculpem se eu estiver chovendo no molhado, mas se você ainda não assistiu, pode aproveitar o feriado para começar a maratona.

A trama gira em torno de Olivia Pope, uma ex-funcionária da Casa Branca que abre uma empresa de gerenciamento de crises. Interpretada por Kerry Washington, a personagem foi inspirada em Judy Smith, ex-assessora de imprensa de George W. Bush. Smith ainda é uma das produtoras executivas da série.

Onde eu vejo? Netflix

Game of Thrones

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E eu não poderia deixar de citar GoT! Porque surpreendentemente, ainda não é todo mundo que acompanha. Com Cersei, Daenerys, Sansa, Arya e Yara Greyjoy mostrando sua força, a série vem se destacando por suas heroínas bem construídas. A última temporada está começando, peças estão se encaixando, e se você ainda não deu uma chance ao maior fenômeno da televisão mundial, sugiro fortemente que use o feriado para começar. Mas já aviso: não se apegue à ninguém. 😉

Onde eu vejo? HBO

Coisa mais linda

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Produção nacional de qualidade, a série se passa na década de 1950 e conta a história de Maria Luiza (Maria Casadevall). Quando seu marido foge levando todo o seu dinheiro, ela é obrigada a recomeçar. Para isso, o Rio de Janeiro e seu amor pela música serão fundamentais. No elenco, temos ainda Pathy de Jesus, Fernanda Vasconcellos e Mel Lisboa. É o retrato de uma época, mas ainda traz reflexões importantes sobre o que é ser mulher.

Onde eu vejo? Netflix

Já assistiu alguma dessas? O que achou? Comenta aqui com a gente!

Ícones de estilo: minhas inspirações no Instagram

Eu sempre falo aqui da importância da inspiração na hora de encontrar seu próprio estilo. Observar é a chave para quem quer encontrar novas formas de usar determinada peça ou experimentar coisas novas. E na era das redes sociais, isso é ainda mais fácil.

Aqui cabe uma ressalva: não estamos falando de cópia e nem comparação, tá? O bacana mesmo é descobrir ícones de moda e usar aquilo de forma que faça sentido na sua vida. Procure por meninas que tenham um corpo e/ou estilo de vida parecido com e bote sua criatividade em prática! Hoje eu divido com vocês meninas que eu amo seguir no Instagram, no Pinterest e na vida!

Hariana Meinke

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Eu comecei a seguir a Hari pelo que ela escrevia, mas quando me deparei com o seu perfil no Instagram me apaixonei logo de cara. O estilo da Hariana é básico, mas está longe de ser sem graça. As produções são todas usáveis, mas tem sempre uma bossa, um charminho. Meus preferidos? As camisas sociais que dão um ar romântico sem imprimir doçura em excesso, e os acessórios delicados.

Camilla Brunetta

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A Camila é a típica garota-carioca, mas não cai no estereótipo do mega estampado com cara de hippie. Pelo contrário. Ela vai da camiseta ao vestido longo com muita naturalidade e eu sempre fico me perguntando como alguém consegue ser tão camaleônica. Vale ficar de olho: nos jeans e nos biquínis, claro.

Beatriz Ferreira

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O que eu mais gosto no estilo da Beatriz é a leveza – o corte de cabelo ajuda! 😛 As combinações são descomplicadas, tem informação de moda, mas ao mesmo tempo são fáceis de se identificar. As cores escolhidas por ela são neutras, quentes e passam aquele ar de elegância sem esforço – tão comum nas cariocas. Inspiração máxima? As camisas e as calças cropped.

Luiza de Andrade

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Uma das pessoas mais divertidas dessa internet, a Lu dá ótimas dicas de maquiagem. Mas os looks também não ficam atrás. Com um estilo mais esportivo, a Lu usa e abusa do hi low e sempre mostra achadinhos de fast fashion ou de marcas ainda pouco conhecidas. Aliás, se você quer conhecer lojas novas, ela é A pessoa para seguir.

E quais são os seus ícones de estilo? Comenta aqui, vamos trocar figurinhas! 🙂

Home Office: como usar a decoração do espaço ao seu favor

Outro dia a gente falou aqui sobre produtividade no home office. As dúvidas são inúmeras, mas um ponto é unanimidade: você precisa de um espaço organizado para trabalhar. E, neste caso, a decoração está longe de ser um supérfluo. Pelo contrário, pode determinar o quanto você vai achar agradável trabalhar de casa. Pensando nisso, divido algumas dicas que me ajudam muito no dia a dia. Vamos a elas?

#1 Pense na ergonomia do home office

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Você vai passar longas horas sentada no computador – talvez mais até do que se estivesse no escritório. Então, o conforto é a palavra-chave. Escolha uma mesa ou uma bancada (um tampo de madeira com um cavalete é uma ótima opção) que te possibilite ficar com os cotovelos apoiados. A cadeira deve ter assento e encosto confortável. Vale também investir em um suporte para o laptop, já que a tela deve ficar na altura dos olhos ou um pouco abaixo.

#2 Invista em acessórios úteis…

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Quanto mais arrumado for o seu home office, melhor. E para isso, os organizadores são essenciais. Se você trabalhar com muitos papéis, invista em um gaveteiro. Ele é perfeito para guardar não só documentos, mas também todas as miudezas de papelaria, como post-its, clipes, etc. Objetos como murais, porta-lápis, caixinhas, calendários organizam visualmente o espaço e clareiam a mente. Parece besteira, mas não há crise de criatividade que resista a um lugar mais “clean”.

#3 … e nos inúteis!

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Que atire a primeira pedra quem nunca comprou um objeto incrível… e completamente inútil. Faz parte do processo de trabalho encontrar aquelas peças que deixam o ambiente mais leve e divertido, como quadros, toy arts, vasinhos de planta, etc.

#4 Preste atenção na iluminação

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Uma boa luz é essencial para não cansar a vista. Se seu home office não tiver uma boa iluminação natural, vale investir em luminárias ou abajures. Se puder posicionar o computador perto da janela, tente coloca-lo de lado, sem que a luz bata diretamente nos olhos ou na tela.

#5 Tire a poluição visual da sua frente

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Não tem nada mais irritante do que aparelhos eletrônicos sem bateria ou tomadas que não funcionem. Por outro lado, aquela confusão de fios deixa o home office com cara de eterna bagunça. Opte por gadgets sem fio sempre que possível, e esconda os demais com canaletas.

Mais alguma dica essencial? Divide com a gente aqui nos comentários!

Guacamole: aprenda a fazer essa delícia mexicana

Cozinhar é alimentar a alma. A sua, do seu namorado ou namorada, dos amigos. A nossa relação com comida já rendeu filme, livros, zilhões de séries pra tv, mas é ali, no conforto (ou desconforto) da nossa cozinha que o bicho pega mesmo. Esse é um dos (muitos) assuntos que tem andado na minha cabeça: como é que a gente se relaciona com o que compra no supermercado, põe no prato e, principalmente, no corpo. Dá para economizar calorias cortando os lanches na rua? Dá pra economizar dinheiro? Eu consigo comer melhor? E é para tentar responder a todas essas perguntas que eu vou passar a falar mais de receitas aqui no blog. A de hoje é uma das minhas preferidas e, para a minha sorte, liberada pela nutri! Vem aprender a fazer guacamole!

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O que é guacamole?

Guacamole é um prato mexicano bem tradicional e beeeem antigo, lá da época dos Astecas. Dizem que a receita original levava chocolate, mas graças a Deus, ela já sofreu várias transformações com o tempo. Se você nunca experimentou, explico: o prato é basicamente um purê de abacate muito bem temperado que serve como molho para tortillas ou complemento para saladas. Eu como dos dois jeitos e amo, mas a minha receita é um pouco diferente da mexicana, que leva coentro e pimenta jalapeño. Vamos a ela?

Ingredientes:

2 avocados (ou 1 abacate, como preferir)
1 cebola roxa
2 tomates
Pimenta dedo de moça a gosto (ou jalapeño, caso você encontre com facilidade)
Suco de limão
Azeite
Sal
Tortilla Garytos ou pão árabe

Modo de preparo:

Nada mais simples! Comece abrindo os avocados, tirando a polpa e colocando em uma tigela. Eu gosto de amassar com o garfo, mas se você preferir, pode bater no processador. Só cuidado para que não vire uma pasta líquida, porque quanto mais “pedaçudo” melhor. Tire as sementes do tomate, corte em cubos pequenos e misture. Faça o mesmo com a cebola. Pique as pimentas, tomando o cuidado de retirar as sementes (que deixam a receita muuuuuuito picante) e misture também. Agora é hora de temperar com o suco de limão, o azeite e o sal. Prove e corrija o tempero, se necessário.

A maneira de servir vai depender do seu gosto. Quando não me preocupo com calorias, vou de Garytos sem medo de ser feliz. Quando estou controlando a alimentação, prefiro levar duas fatias de pão árabe à frigideira por dois minutos e esperar ficar crocante. Só não curto muito comer com Doritos, porque acho o tempero forte demais para um prato que deveria ser leve. Mas fica, lógico, a seu critério!

Dica:

para evitar que o guacamole escureça, guarde na geladeira em um vidro bem vedado com o caroço do avocado.

Curtiu? Conta aqui nos comentários que receitas você gostaria de ver por aqui, que eu vou adorar experimentar coisas novas! 😉

Vestido branco: como usar no resto do ano?

A gente costuma associar vestido branco ao Réveillon e às vezes temos até uma  dificuldade de aproveitar o look durante o ano, né? Mas poucas peças são mais básicas do que essa! Pensando nisso, separei aqui adicas – testadas e aprovadas – para reciclar aquele vestido maravilhoso que você usou pela última vez no dia 31 de dezembro. Olha só!

#1 – Acrescente uma peça

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Quem gosta de moda já conhece o poder da terceira peça. Aqui, como estamos falando de vestido branco, vamos usar a segunda como se fosse a terceira, combinado? Rs. O importante é acrescentar um quê a mais: uma jaqueta, um cardigan, um lenço, uma blusa amarrada na cintura ou…

#2 – Brinque com sobreposições

sobreposição

… uma camiseta, por exemplo! Adicionar uma blusa básica, um top ou até uma camisa por cima do vestido faz com que ele se transforme em uma saia.  Dependendo do tecido, a textura funciona quase como uma estampa, e faz com que o look ganhe “interessância”.

#3 – Adicione textura

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Na mesma vibe da dica anterior, se o vestido escolhido para o Réveillon foi branco liso, a dica é incluir na produção algo que tenha um “peso” diferente. Por peso, a gente quer dizer uma composição diferente. Exemplos: renda, tricô de linha, um casaco de pelinho no inverno, ou até um paetê fosco.

#4 – Troque o estilo

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Seu vestido branco é ultrarromântico? Que tal deixa-lo mais despojado com uma jaqueta jeans? A ideia aqui é de brincar com os opostos. Modelos mais básicos e assimétricos, por exemplo, podem ganhar uma bossa com acessórios estampados. Dosando bem a “quantidade de informação” da produção, até aquele vestido boho pode ir para o escritório.

#5 – Varie os acessórios

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Aqui, não estamos falando apenas de brincos, pulseiras ou colares, mas também bolsas, sapatos e lenços. Fuja dos dourados, já que essa combinação remete rapidamente à virada do ano, e prefira outros tons. As mais básicas podem investir no preto, cinza e azul marinho (um dia eu chego nessa elegância!), enquanto as mais modernas podem investir em cores vibrantes e estampas.

Anotou? Curtiu as inspirações? Então depois conta pra gente se você já conseguiu tirar o vestido do armário! 😉

Fotos: Instagram, Pinterest, Ana Capri, Lale, Oqvestir, Via Mia, Miallegra

Ilustração: três artistas incríveis para seguir no Instagram

O Instagram vem se consolidando como A mídia para descobrir coisas novas. É como se você tivesse acesso a 1 bilhão de universos novos, diferentes ou muito parecidos com você. Fotos com crianças, gatinhos ou pratos bonitos, claro, são as mais curtidas. Mas eu, particularmente, ando amando descobrir novos artistas. Hoje, fiz uma lista rápida de ilustradoras que vale muito a pena seguir. É só clicar no nome de cada uma! 😉

Brunna Mancuso

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Cores quentes, estampas e padronagens são as marcas registradas da Brunna, que tem o feminino como tema principal do seu trabalho. Depois de se formar em Design e Artes Visuais, ela agora dedica suas horas a criar artes para clientes diversos, usando materiais como aquarela, guache, e até a ilustração digital. E na hora de criar, tudo serve de inspiração: livros, filmes, viagens, animações. Ou seja, Brunna transforma a vida em arte. Tem coisa mais bonita?

Nina Pandolfo

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Dá um orgulho danado ver a arte da Nina Pandolfo ganhando o mundo. É que ela é dona de um dos traços mais bonitos do grafitti brasileiro. Sua ilustração tem um quê de surrealista e olhar seu trabalho é como mergulhar em um mundo encantador e desconhecido. E além de ter obras espalhadas por Nova York, Londres e Suécia, Nina ainda realiza parcerias com grandes marcas de moda, como a Fendi.

Marina Papi

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Eu amo a Marina porque ela ama o Rio. E não tem nada melhor do que compartilhar paixões. Misturando ilustração, fotos, aquarelas, animações, colagens, pinturas, ela constrói retratos incríveis da cidade maravilhosa… e o resultado é surpreendente! “Meu trabalho é uma tentativa de oferece um pouco de leveza e tranquilidade diante do caos (interno e externo) de cada dia.” E ela consegue, né? 😉

Tem alguma artista favorita que te inspira? Divide com a gente aqui nos comentários!

Águas especiais: termal, dermatológica e micelar!

Até pouco tempo atrás, a gente sabia exatamente o que era água. A combinação de duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio, que cobre cerca de 70% de nosso planeta, e está presente em 60% do nosso corpo. Mas aí as marcas de cosméticos começaram a introduzir outros tipos de água na nossa vida; a termal, a micelar e a dermatológica. No meio de tantos rótulos e tantas marcas, a gente se pergunta: para que raios serve cada uma delas?

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Água termal

Talvez a mais conhecida, a água termal é extraída de pedras e, por isso, é rica em minerais. Tem a função de nutrir, hidratar e acalmar a pele, principalmente depois de se bronzear. Também serve como primer, e funciona bem para quem passa horas no ar-condicionado.

Ideal para: peles sensíveis e/ou com tendência à rosácea.

Como usar: espirrar um pouco na pele e deixar secar naturalmente.

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Água dermatológica

É a versão ultrapower da termal, fabricada pela Profuse. Na fórmula tem minerais, arnica, pantenol, bioecolia e outros elementos, que tornam esta água um super hidratante. Além disso, ela acalma e refresca a pele, formando um filtro protetor com textura aveludada.

Ideal para: todos os tipos de pele.

Como usar: assim como a água termal, basta espirrar no rosto e deixar secar. Também pode ser utilizada no corpo e nos cabelos.

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Água micelar

Segundo o site de um dos fabricantes, ela canta, dança, interpreta e ainda te faz uma massagem nos pés. =P A grande vantagem dela é cumprir todos os passos dos cuidados com a pele de uma só vez. Ela limpa profundamente, purifica, hidrata e demaquila a pele. A ideia é que as micelas funcionem como um íma, “atraindo” toda as impurezas.

Ideal para: todos os tipos de pele.

Como usar: só aplicar no algodão e passar no rosto.

Qual é a mais indicada para você? Só sua dermatologista pode dizer com certeza! Mas também vale fazer o teste. As águas especiais estão disponíveis em várias marcas, com diversos valores. 😉

Botafogo: o que fazer no bairro mais descolado do Rio

Quem é do Rio deve se lembrar da época em que Botafogo era considerado um bairro “de passagem”. Diziam que ninguém, de fato, IA lá. Só passava por ali a caminho do Jardim Botânico, Lagoa ou Copacabana. Mas isso tem muito tempo, e agora a área é uma das mais bacanas da cidade. Tem de tudo: boa gastronomia, bons botecos, ótimas casas noturnas, cinemas, teatros e o que mais você imaginar. Fiz uma listinha com meus cinco programas favoritos. Bora?

Cinemas da Voluntários

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Nada melhor do que dar uma passada na Livraria da Travessa e depois entrar em uma das salas de cinema da Voluntários e esquecer do mundo. O NET Rio e o NET Botafogo são excelentes tanto para assistir aos blockbusters quanto para filmes mais cults, fora do circuito tradicional. Além disso, sempre tem gente interessante circulando por ali. No fim de tarde, vale também encerrar a sessão passando na Void, logo ali do lado.

Canastra Rosé

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Depois do sucesso abissal em Ipanema, o Canastra abriu as portas também em Botafogo. Na nova casa, ali na Álvaro Ramos, você também encontra um cardápio delicioso e uma ótima carta de vinhos. Mas o melhor é o ambiente. No terraço, o lugar é perfeito para um date. No térreo, mesas e sofás acomodam com conforto os grupos de amigos. Se for na sexta, chegue cedo. O Canastra costuma lotar com a galera que vai fazer a pré e depois partir para o Bukowski.

Bar Bukowski

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Velho conhecido dos fãs de rock, o Bukowski também fica na Álvaro Ramos e lota aos fins de semana. O esquema ali é meio bar, meio night, com um bom espaço ao ar livre e direito à karaokê. Não é exatamente barato, mas numa cidade dominada pelo funk, vale o programa para escutar rock de verdade. O público também é mais velho. Então, se você já passou dos trinta e está com dificuldade de encontrar a sua galera, o Buko pode ser seu lugar.

SeteHum

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Se você gosta de vinho, bons drinks e boa comida, o SeteHum é a uma ótima opção (falei sobre ele aqui). Ali na Martins Ferreira, 71 (pegou, pegou? 😉), o gastrobar oferece gastronomia de qualidade a preços justos, preparada pelo chef Gui Ferreira. O espaço ainda tem dois salões, o que é ótimo para comemorar aniversários ou reunir os amigos para um happy hour. Minha dica: escolha a mesa mais próxima do bar e peça um drink para a Fabi, a melhor bartender do Rio de Janeiro! 😊

Baratos da Ribeiro

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Seu programa favorito em Bota está nessa lista? Não? Então, comenta aqui embaixo. Vamos trocar diquinhas!

Leia Mulheres: cinco livros para entrar na sua biblioteca

Uma olhada rápida nas livrarias já comprova: os homens são a esmagadora maioria entre os livros publicados. Não que as mulheres não produzam textos interessantes e de qualidade, mas ainda somos preteridas pelas editoras. Projetos como o Leia Mulheres vêm tentando diminuir esse gap entre nós, consumidoras, as escritoras. E apesar de eu ser uma leitora quase compulsiva, confesso que ainda não consegui balancear esses números na minha lista de leituras. Como ando lendo mulheres muito especiais, decidi dividir com vocês!

Autobiografia, Rita Lee

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Eu cresci achando que “Ovelha Negra” tinha sido escrita pra mim, e lamentando não ter olhos claros e cabelos ruivos. Nunca fui fã de ninguém, mas a Rita Lee tem algo que mexe comigo desde criancinha. Quando consegui ler a sua autobiografia, não me decepcionei. Ela é realmente aquela figura espetacular que fez parte dos Mutantes e depois seguiu em carreira solo “lacrando” em todos os álbuns. Ao escrever, ela dá a impressão de não poupar nada – nem a maneira bizarra com que perdeu a virgindade, nem a treta com Arnaldo Batista, nem o uso abusivo de álcool e drogas. O melhor de tudo? A linguagem divertida com que Rita escreve faz parecer que não estamos lendo, mas apenas ouvindo uma conversa na mesa do bar. Uma delícia!

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Sejamos todos feministas, Chimamanda Adiche

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Leitura obrigatória no projeto Leia Mulheres, Chimamanda Adichie vai de romances (como Hibisco Roxo e Americanah) a discursos com facilidade. Um dos mais importantes é o Sejamos Todos Feministas, texto que ganhou uma versão editada pela Companhia das Letras. Em 24 páginas, a autora lembra a primeira vez que foi chamada de feminista e o efeito disso em sua formação como pessoa, escritora e mulher. Apresentado no TED, o discurso pode ser visto aqui. Mas acredite, vale a pena ter a versão escrita e quem sabe, dar de presente para as amigas!

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Má Feminista, Roxane Gay

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E por falar em feminismo, como fazer para não confundir o movimento – tão importante e necessário – com o radicalismo de quem acaba não nos representando? A americana-haitiana Roxane Gay tem a resposta: para ela, vale ser uma “má feminista” do que não ser feminista de forma alguma. Ela tenta conciliar a militância com o fato de amar ler a Vogue e dirigir ouvindo “Blurred Lines”, enquanto fala com muito bom humor sobre a condição feminina nos dias de hoje. Importante para entender como o machismo está tão inserido na cultura pop que, por vezes, nem nos damos conta dele. Imperdível!

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Casa dos Espíritos, Isabel Allende

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Neste Leia Mulheres não poderia faltar Isabel Allende. Numa época em que falar de direito das mulheres era motivo de riso, a família Trueba se mantinha unida graças às suas três mulheres: Clara, Blanca e Alba. Casa dos Espíritos passa pelos primeiros anos do século XX e vai até a ditadura de Pinochet, que tirou Salvador Allende do poder em 1973. Clara, a matriarca, tem o dom da clarividência e é responsável pela aura mágica da narrativa, misturando assuntos como socialismo e ditadura com a sensibilidade feminina e mesas que dançavam. Vale também ver o filme, com Meryl Streep, Winona Ryder e Vanessa Redgrave!

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Histórias de ninar para garotas rebeldes

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Nada de contos de fada onde a princesa só pode ser feliz se encontrar o príncipe. Agora, é a vez das garotas “rebeldes”. Rebeldes como Nina Simone, Jane Austen, Coco Chanel e Frida Kahlo, que passaram longe dos padrões pré-estabelecidos e hoje são personagens deste livro fofíssimo publicado pela VR Editora. A cada página, uma pequena biografia de cada uma e uma ilustração que valeria um quadro. Vale dar de presente para a filha, sobrinha, irmã mais nova, para a afilhada, ou até pra você mesmo.

Compre aqui: Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes

Moda e cinema: cinco fashion filmes imperdíveis

Moda e cinema sempre andaram de mãos dadas. Na verdade, é quase impossível pensar no seu filme preferido sem se lembrar de algum detalhe do figurino. O que seria de “Bonequinha de Luxo” sem o pretinho básico de Holly Golightly ou de Julia Roberts sem seu vestido vermelho em “Uma Linda Mulher”? (Aliás, falei sobre o figurino de Mamma Mia aqui!) E, para nossa sorte, a Netflix está cheio de títulos bacanas para quem ama moda. Entre filmes, séries e documentários, divido com vocês meus preferidos!

Bonequinha de Luxo (1961)

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Não é todo mundo que percebe à primeira vista, mas o filme inspirado na obra de Truman Capote trata de uma prostituta. Interpretada por Audrey Hepburn, Holli Golightly é na verdade uma garota de programa que adora tomar seu café da manhã observando a vitrine da Tiffany’s. Além das joias, o filme também ajudou a eternizar o pretinho básico de Givenchy e o trench coat da Burberry, até hoje peças-desejo no guarda-roupa das mulheres.

Cinderela em Paris (1957)

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E por falar em Audrey Hepburn, ela também ajudou a associar o rosa à feminilidade com este filme, de 1957. Nele, a atriz apresenta Jo Stockton, uma jovem nada vaidosa descoberta pelo fotógrafo Dick Avery. Contratado por uma revista de moda, ele convence sua editora a levar Jo para Paris, onde ela vai participar de um ensaio. O figurino foi elaborado pela lendária Edith Head e as peças criadas por Givenchy.

As Patricinhas de Beverly Hills (1995)

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Quem tem mais de 30 anos com certeza vai se lembrar deste filme, inspirado no romance Emma, de Jane Austen. Cher (Alicia Silverstone) é a garota mais popular – e fashionista – do colégio. Sua vida começa a mudar quando ela percebe que está apaixonada por Josh (Paul Rudd). Acontece que o rapaz é o enteado de seu pai, e totalmente diferente da patricinha. O figurino é o retrato dos anos 1990: blazer ovesized, xadrez (no auge do grunge), conjuntinhos, e sobreposições.

O Diabo Veste Prada (2006)

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Baseado no livro de Lauren Weisberg, ex-assistente de Anna Wintour, o filme é quase uma aula sobre carreira. Andy (Anne Hathaway) sonha em ser uma jornalista “séria”, mas consegue um emprego na revista “Runway”. Lá, ela vai trabalhar com a editora Miranda Priestley (Meryl Streep), uma chefe extremamente exigente. Preste atenção na cena no cinto. Ela explica exatamente como funciona a indústria da moda.

Coco Antes de Chanel (2009)

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Uma coisa é inegável: Chanel é um dos grandes nomes da moda mundial. Foi ela que libertou as mulheres do espartilho e redefiniu a silhueta feminina (obrigada!). Mas a verdade é que sua personalidade é controversa. Ela chegou até a ser acusada de ser espiã de Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. Neste filme, conhecemos um pouco mais de Gabrielle, antes de se tornar a grande estilista que foi. Sua infância, juventude e dificuldades amorosas são muito bem retratadas com Audrey Tatou no papel principal. Vale assistir!