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Cinco TEDs que você PRECISA ver!

Educação, saúde, beleza, finanças, ciência. Para todo e qualquer assunto que você imaginar é possível encontrar um TED. O formato de palestras de 20 minutos é hoje uma fonte inesgotável de informações e uma ótima forma de entrar em contato com outras ideias e realidades. Hoje eu selecionei cinco dos meus preferidos, mas poderia selecionar muito mais. Vamos a eles?

Hackschooling me faz feliz | Logan LaPlante

O que é mais importante? Aprender a fórmula de bhaskara, orações subordinadas, mitose, meiose, ou aprender a ser feliz? Esse menino de 13 anos (sim, TREZE anos.) mostra que com oito passos simples você pode mudar a sua vida para melhor. E ele ainda faz uma pergunta interessante: por que nós não aprendemos ainda na escola o caminho para a felicidade?

Aparência não é tudo. Acredite em mim, eu sou modelo. | Cameron Russell

Cameron Russell é tudo o que a gente espera de uma modelo: ela é alta, magra, e muito, muito bonita. Mas ao invés de se contentar com o fato de ter ganho a loteria genética, ela mostra que a beleza pode ser sim, extremamente superficial e excludente. Ou seja, exatamente o tipo de discurso que a gente NÃO espera de uma modelo.

O Poder dos Introvertidos | Susan Cain

A história da minha vida, resumida em um único TED. A advogada Susan Cain explica a diferença entre tímidos e introspectivos e mostra que, apesar do mundo ser programado para os extrovertidos, tem espaço para todo mundo.  Perfeito para quem, assim como eu, sempre se sentiu meio fora da casinha.

O Perigo de uma história única | Chimamanda Ngozi Adiiche

Pouca gente explicou tão bem a importância da representatividade quanto a escritora Chimamanda. Nigeriana, ela começou a ler aos quatro anos e a escrever ainda criança. Mas apesar de hoje ser uma das escritoras mais importantes da África, no início, suas histórias eram bem diferentes. Nesse TED, ela fala um pouco sobre identidade e, principalmente, sobre a importância de não se contentar com os clichês.

O poder das mídias sociais | Arnaldo Neto

Eu juro que este TED não está na lista porque o Arnaldo é meu amigo (ex-chefe e atual coach). Mas este vídeo tinha que estar aqui porque, afinal de contas, as mídias sociais fazem parte da minha vida. Eu acompanhei de perto a trajetória do Naldo – até porque ela se confunde com a minha – e vi de perto como o bom uso destas ferramentas pode sim, transformar sua vida profissional. E para uma fã de produção de conteúdo na internet, não tem nada mais gratificante.

Seu preferido não está nessa lista? Joga o link aqui nos comentários! 😉

Roberta Freitas: consultoria de estilo, feminismo e sustentabilidade

Moda pra mim é mais do que roupa. É comportamento, é expressão visual, é a sua personalidade traduzida em tecidos, cores e formas. Exatamente por isso, a Consultoria de Estilo me encanta tanto. E quando eu conheci a Roberta Freitas, numa live sobre autoestima, de cara me identifiquei com ela. Porque além de trabalhar ajudando seus clientes a se conhecerem melhor, a Roberta está alinhada com tudo o que eu penso sobre moda, estilo, feminismo e o jeito que a gente leva a vida. Então, leia essa entrevista até o fim e apaixone-se também! <3

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Moda & Estilo

O que é a moda para você hoje? De onde surgiu a vontade de trabalhar com isso?
Moda, pra mim, sempre foi comunicação e uma maneira de expressar e praticar criatividade todos os dias. Hoje, mais do que isso, consigo perceber que também é história e política. Não sei de onde veio, mas eu sempre quis trabalhar com isso – não com o fazer das roupas, mas com o transformar.

Quem são seus ícones? Quem te inspira na hora de vestir?
Eu me inspiro muito em comportamento e moda de rua mesmo, mas se for pra pensar em ícones… Iris Apfel, Giovanna Battaglia, Luiza Brasil, Vanessa Rozan, Leandra Medine e Solange Knowles.

Seu estilo é muito autêntico, você tem marcas registradas bem marcantes, como os acessórios e as cores. Você sempre colocou sua personalidade na forma de se vestir? Como seu estilo mudou ao longo dos anos?
Por incrível que pareça, quando eu era bem novinha eu tinha uma dificuldade imensa em me vestir porque tava sempre buscando aprovação da minha mãe. Na adolescência comecei a me arriscar mais, passear por “tribos” diferentes pra experimentar, e eu acho que foi justamente isso que me deu repertório e recurso pra entender melhor o que fazia sentido pra mim e o que não fazia. Depois dos 30 – não que tenha a ver com idade, mas prioridades! – aos poucos comecei a sentir mais vontade de adaptar essa criatividade pra uma linguagem mais madura. É isso, a gente vai se transformando e o estilo caminhando junto.

Tem alguma peça que não pode faltar no seu armário? E no armário alheio?
Cor e acessórios extravagantes! rs Não consigo imaginar mais de um dia usando preto ou branco, e me sinto nua sem um acessório de personalidade. Gosto muito de camisas também.

A consultoria ajuda a estudar e traduzir as vontades de cada um, mas só a partir das prioridades, preferências e história de vida que a pessoa já tem. Não existe isso de uma peça obrigatória pra todo mundo. A peça que não pode faltar é a que te faz feliz.

Moda e feminismo

Vivemos uma nova onda feminista, e estamos muito voltadas para assuntos como aceitação, autoestima e quebra de padrões. Como todas estas mudanças se refletem na forma como as pessoas se vestem?
Essa nova onda abriu os canais de comunicação pra discutirmos e questionarmos os padrões, o que nos fez olhar pra nossa autoimagem por um outro viés. Isso é ótimo! Porém, na era da internet, tudo toma proporções extremas, e sinto que a moda da “autoestima e empoderamento” acabou se tornando mais uma pressão pra muita gente (“Por que todo mundo consegue se amar, menos eu? Preciso aceitar meu corpo!”). Isso desvia a atenção do que realmente importa no feminismo: a necessidade de ter mulheres (negras, especialmente) na política e no poder, a equidade racial, a violência patriarcal, e por aí vai.

É maravilhoso que estejamos aproveitando esse momento pra repensar nosso lugar no mundo e o que nosso corpo representa. Eu sou SUPER a favor (e falo isso no meu instagram diariamente!) de termos menos medo da roupa, de experimentarmos coisas novas e arriscarmos mais. Mas é importante respeitar o próprio tempo, respirar fundo, começar olhando pra dentro e questionar a origem desses medos e inseguranças.

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Consultoria de Imagem

Qual é a importância de uma Consultoria de Imagem e Estilo hoje?

Depende do ponto de vista, rs. Se pensarmos pelo lado pessoal, de quem contrata, a importância vai de acordo com a demanda de cada um: expressar personalidade, sentir mais segurança na vida, nos relacionamentos e no trabalho, ter uma rotina mais organizada, gastar menos com roupa, se estressar menos e se divertir mais ao abrir o guarda-roupa, etc. Em termos de sociedade, acho que o ponto mais importante é em relação ao impacto que a indústria da moda tem no planeta. Não se entender com seu armário e com seu estilo, na grande maioria das vezes, resulta em compras desenfreadas, desnecessárias e, geralmente, sem bons resultados. Isso só alimenta a velocidade do mercado e agrava a situação.

Como é o seu processo? Em que ele pode ajudar quem está em busca de seu estilo pessoal?

O meu processo é 100% conectado com a personalidade e os desejos da cliente. Fujo ao máximo de regras de adequação – a menos que solicitado, é claro -, e questiono a nossa necessidade de validação. Quando você passa a se entender melhor e conhecer as ferramentas necessárias e possibilidades de cor, forma, tecido, acessório, etc, que funcionam pra você, a diversão é um caminho sem volta!

Tem alguma dúvida ou desejo mais recorrente nas pessoas que te procuram?

A maior dificuldade, inicialmente, costuma ser na combinação de peças/cores e na tradução do gosto pessoal, mas ao longo do processo muitas catarses acontecem, hahaha!

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O estilo e o consumo consciente

Hoje falamos muito sobre consumo consciente. Como isso se relaciona com a consultoria de imagem?

Como falei acima, o mercado de moda nos instiga o tempo todo. A nossa falta de (auto)conhecimento deixa as portas abertas pra vontade de adquirir todas as tendências e preencher vazios com roupas novas. Quando nos conectamos com o nosso estilo e nossas reais demandas, aprendemos sobre tecidos, manutenção das peças e a aproveitar o nosso guarda-roupa em toda a sua potencialidade, comprar vai se tornando menos tentador e necessário e mais assertivo.

Que dica você daria para alguém que não se reconhece mais nas suas roupas?

Primeiro tentar entender o porquê. Foi alguma mudança na sua vida que gerou essa insatisfação, como uma mudança de emprego, gravidez ou separação? Se foi, você já pode fazer um planejamento pra entender como resolver a situação. Precisa de roupas mais formais, de balada, ou com modelagens que também vão te atender após o parto?

Se não, pode ser bacana você investigar suas demandas do dia a dia e fazer uma super revitalização no guarda-roupa. Deixar lá só o que você AMA, usa bastante e combina entre si, com boa variedade e uma proporção de mais partes de cima do que partes de baixo. Ah, partes debaixo incluem macacão e vestido!

Sentiu que tá faltando coisa? Faz uma listinha e vai comprando aos poucos, com cuidado, parcimônia e carinho. E mão na massa! Monte o máximo de looks que conseguir e fotografe também os que você tá usando no dia a dia. Isso super ajuda a visualizar as suas repetições, preferências e a pensar em maneiras de melhorar. o/

 

 

Dia Mundial do Livro: os cinco livros que mudaram minha vida

Este blog está cheio de dicas literárias. Volta e meia eu venho aqui comentar sobre algo que li e acho imperdível, comento algo que aprendi em algum livro, dou dicas e enalteço meus autores favoritos. Já falei sobre Liane Moriarty, Elena Ferrante, Stephen King. Mas nunca fiz um compilado dos meus livros favoritos da vida, aqueles que formaram o meu caráter e me fizeram refletir sobre algum tema específico. Mesmo sabendo que esta lista pode mudar da noite para o dia, resolvi aproveitar o Dia Mundial do Livro para falar daqueles que mudaram o meu mundo. Ah, e para comprar, você já sabe: é só clicar no título!

Livros_preferidos

Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o seu pai o levara para conhecer o gelo”. Este livro começa com uma das frases mais bonitas da literatura e todo o resto não fica atrás. Ao contar a saga dos Buendía – baseada livremente na história da própria família -, Gabo cria a narrativa que ficou conhecida como a base do realismo fantástico. Mesmo que o gênero tenha surgido centenas de anos antes, muito longe da Colômbia. A fictícia Macondo é parecida com diversas cidades do interior da América, mas ainda assim é um universo único, que todo mundo precisa conhecer.

A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende

Há quem diga que a escritora tentou mimetizar neste romance a aura fantástica de Cem Anos de Solidão. Eu até reconheço alguns elementos, mas tenho que dizer que Isabel Allende fez um excelente trabalho no A Casa dos Espíritos. Aqui, ela conta a história de várias gerações da família Trueba, dos anos 1920 aos 1970, culminando na ditadura chilena. A mesma ditadura que matou Salvador Allende, tio da autora. Se Gabo foca nos personagens masculinas, as personagens femininas criadas por ela são simplesmente incríveis, numa mistura inusitada de delicadeza, sensualidade e força.

O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo

O Brasil também produz excelentes sagas familiares. Com sua trilogia sobre a família Cambará, Érico Veríssimo não nos deixa mentir. Nos sete livros de O Tempo e o Vento (dividido em três grandes partes), o autor mistura narrativas muito pessoais de seus personagens com a história do sul, desde a colonização até a Ditadura Militar (que existiu sim, tá gente?). Te desafio a não se apaixonar por Ana Terra e Rodrigo Cambará.

Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, de Marçal Aquino

Homens apaixonados rendem os melhores livros. O fotógrafo Cauby – solteirão convicto e totalmente cético no amor – decide se mudar de São Paulo para o interior do Pará. Lá ele conhece Lavínia, mulher de um pastor evangélico, que vira sua vida de cabeça para baixo. O ambiente é hostil a quem vem de fora, mas nada parece intimidar Cauby quando ele se apaixona por ela, nem a possibilidade de estar se envolvendo em um triângulo perigoso.

Harry Potter, de J.K. Rowling

Os sete livros de Harry Potter marcaram minha vida, da infância à idade adulta. Infância porque eu tinha 12 anos quando li o primeiro e adulta porque há uns dois anos resolvi reler todos e, para minha surpresa, vi que a saga envelheceu bem. Depois de anos, damos novas conotações aos acontecimentos e descobrimos significados que antes passavam totalmente batidos. Alguém aos 12 perceberia que os dementadores são uma excelente analogia para depressão?

O Sol é Para Todos, Harper Lee

Racismo, injustiça social, estupro. Os temas de “O Sol é Para Todos” são extremamente pesados, mas necessários no Brasil de hoje. Harper Lee se baseou livremente nas suas memórias de infância para escrever a história do advogado Atticus Finch. No sul dos Estados Unidos, ele decide defender um negro acusado de estuprar uma mulher branca. A narrativa é contada através da perspectiva de Scout, filha de Atticus, e surpreende pela voz infantil. Vale demais a leitura!

Seus preferidos estão aqui? Indica aqui nos comentários aqueles tem-que-ler!

Como melhorar a sua autoestima

Foram várias sessões de terapia, outras tantas de coaching e mais algumas hora de conversas com as amigas para eu perceber a falta que a autoestima faz na vida. Parece um papo meio bobo de “você tem que se amar antes de tudo”, “se você não se gostar, quem vai?”, mas é fato que existe verdade nos clichês. Sem a tal da autoestima a gente se enfia nos mais bizarros relacionamentos abusivos, aceita trabalhos aquém da nossa capacidade. Mais do que isso, a gente deixa de curtir a vida como ela pode ser, e se encaixa numa realidade bem sem-gracinha.

Hoje, eu divido algumas dicas com vocês, sem a MENOR pretensão de que isso vá resolver a vida de alguém. Pelo contrário, ganhar autoestima/autoconfiança é um processo de construção e, como todos, leva tempo! Mas a graça é justamente se entregar a ele agora, e colher os frutos no futuro.

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#1 Se conheça

A internet está cheia de memes que mostram a importância da terapia. E não é porque todo mundo é maluco, mas sim porque todo mundo precisa de AUTOCONHECIMENTO. Na era da internet, em que a gente passa o tempo todo rolando o feed do Instagram, se conhecer e saber quem você é de verdade é fundamental. Só assim a gente para de se colocar em situações desconfortáveis e começa a determinar o que, de fato, vale a pena viver. Vale pra relacionamento, vida profissional e até pra roupinha que você quer comprar sem ter o dinheiro. Quanto mais a gente se conhece, menos a gente quer impressionar os outros.

#2 Estude

Estude muito. Escolha temas do seu interesse e realmente se debruce sobre eles. Política (tem dicas ótimas aqui), culinária, moda, como cultivar um jardim, não importa. Escolha dois ou três assuntos e realmente se dedique a entendê-los a ponto de poder dar uma palestra sobre cada um. Conhecimento é algo que ninguém nunca vai tirar da gente, e quanto mais confiança ganhamos neste quesito, mais inteligente nos sentimos.

#3 Olhe para o lado

Não se compare, mas olhe para o lado. Principalmente se você for mulher, é extremamente provável que alguém do seu lado esteja passando pelo mesmo tipo de problema. Entenda que nessa de não se curtir, não estar satisfeito consigo mesma, dificilmente você estará sozinha. A autoestima feminina sempre foi atrelada a um homem e isso criou gerações inteiras de mulheres que se sentem assim, meio sem valor. Olhe para o lado, identifique quem está na mesma situação que você e se una. Crie grupos no whatsapp para debater questões em comum, marque encontros, fale sobre o que você sente.

#4 Valorize o ócio

A falta de autoestima faz a gente se cobrar o tempo todo. O tempo todo mesmo! Mas não há cérebro que dê conta de estar ligado 24 horas por dia. Em alguns momentos é preciso se entregar ao ócio. Veja uma série, leia um livro, medite. Fique quieta olhando para o teto. Mas se policie para, de fato, tirar um tempo para você. E nestes momentos – que podem durar meia hora, uma tarde ou um fim de semana inteiro – não deixe os sentimentos de culpa te pegarem!

#5 Cuide de você

Pra muita gente, vaidade é pecado. Para outras pessoas, é uma cobrança. Cabe a você encontrar o equilíbrio nisso tudo. Mas já te adianto: não há nada melhor para a autoestima do que dedicar um tempo a cuidar de você. Isso inclui exercícios frequentes – e com constância -, uma boa alimentação e bons hábitos. Até escrever um diário conta como autocuidado. Experimente!

#6 Valorize o que já é seu

Nem sempre a gente tem tudo o que quer, é verdade. Mas o sentimento de gratidão pelo que já se tem é fundamental. Aprenda a valorizar as pequenas coisas: os elogios sinceros daquela amiga que te ama, a sua disposição para o trabalho, as relações de família. Não é papo de autoajuda, é real. Vale até pegar um caderninho e anotar diariamente coisas pelas quais você é grata. Se a falta de autoestima mora nas ausências, vamos aprender a valorizar as presenças.

Receita: pavê de chocolate

Eu já falei aqui sobre minha aventura na cozinha? Em 2019, eu me impus duas metas: experimentar coisas novas na alimentação e, se possível, desenvolver uma habilidade nova. E como nem só de comida saudável vive esta pessoa que vos escreve, porque não experimentar um novo pavê nesta Páscoa?

Crocante embaixo, macio no meio, delicioso de todos os lados, ele é uma das minhas sobremesas favoritas. Um clássico do Natal, sempre faz muito sucesso nas festas de família por aqui. A receita tradicional é com coco e beijinho como recheio, mas para a Páscoa adaptei um pouquinho, coloquei um chocolate, e ficou uma delícia. Além de ser rápido e super simples de fazer. Bora experimentar?

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Ingredientes

Massa:

1 pacote de biscoito maisena ou similar

½ tablete de manteiga com sal

Recheio:

1 lata de leite condensado

3 colheres de sopa de achocolatado (eu uso Nescau, mas pode usar o da sua preferência)

Cobertura:

4 claras

12 colheres de açúcar

2 colheres de cacau ou chocolate em pó

Modo de preparo

Comece pela massa do pavê, triturando os biscoitos no liquidificador até conseguir uma farinha bem fina. Derreta a manteiga em fogo baixo com cuidado para não queimar e misture tudo. A ideia é chegar a uma espécie de farofa bem fininiha. Cubra um refratário com a massa, cobrindo o fundo e metade das bordas. Reserve.

Em outra panela, misture o leite condensado e o achocolatado em fogo baixo, mexendo sem parar. Quando o brigadeiro começar a desgrudar do fundo da panela, retire do fogo e cubra a massa no refratário. Deixe esfriar enquanto prepara a cobertura do pavê.

Para isso, misture as claras, o açúcar e o cacau e leve ao fogo baixo até derreter. Transfira para a batedeira e mexa bem em velocidade alta até atingir uma consistência firme. O ideal é levantar a massa e ela não cair do batedor. Feito isso, espalhe por cima do brigadeiro e leve à geladeira por duas horas. Seu pavê está pronto!

Depois me conta aqui se fez sucesso!

Cinco séries girl power para maratonar no feriado

O feriado chegou e eu só consigo pensar em uma coisa: piscina de dia, brigadeiro e Netflix à noite. Pensando nisso, joguei uma caixinha de perguntas lá no meu insta pedindo dicas de séries dignas de maratona e agora divido com vocês. Algumas eu já assisti, outras ainda não, mas todas parecem valer a pena. Vamos?

Insecure

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Comecei a ver essa série justamente porque ela passa na HBO logo antes da segunda exibição de GoT. A princípio, ela não teria nada a ver comigo, garota branca do Rio de Janeiro. Mas a verdade é que mulheres de trinta anos passam exatamente pelas mesmas crises, sejam elas de identidade, carreira ou no relacionamento. E essa é a parte mais bacana da série, a mistura de bom humor com realidade e zero glamour. Não vá esperando um novo Sex and the City, apenas receba Issa Rae (atriz e criadora da série) de braços abertos. Porque se para nós, mulheres brancas, já é difícil encontrar programas de TV que nos representem bem, para as negras é mais complicado ainda. E ela merece todos os aplausos.

Onde eu vejo? HBO

Scandal

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Shonda Rhymes é, de fato, uma das mulheres mais poderosas da televisão americana. No currículo ela carrega séries como Grey’s Anatomy, How to get away with murder e… Scandal! A série chegou ao fim ano passado e desculpem se eu estiver chovendo no molhado, mas se você ainda não assistiu, pode aproveitar o feriado para começar a maratona.

A trama gira em torno de Olivia Pope, uma ex-funcionária da Casa Branca que abre uma empresa de gerenciamento de crises. Interpretada por Kerry Washington, a personagem foi inspirada em Judy Smith, ex-assessora de imprensa de George W. Bush. Smith ainda é uma das produtoras executivas da série.

Onde eu vejo? Netflix

Game of Thrones

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E eu não poderia deixar de citar GoT! Porque surpreendentemente, ainda não é todo mundo que acompanha. Com Cersei, Daenerys, Sansa, Arya e Yara Greyjoy mostrando sua força, a série vem se destacando por suas heroínas bem construídas. A última temporada está começando, peças estão se encaixando, e se você ainda não deu uma chance ao maior fenômeno da televisão mundial, sugiro fortemente que use o feriado para começar. Mas já aviso: não se apegue à ninguém. 😉

Onde eu vejo? HBO

Coisa mais linda

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Produção nacional de qualidade, a série se passa na década de 1950 e conta a história de Maria Luiza (Maria Casadevall). Quando seu marido foge levando todo o seu dinheiro, ela é obrigada a recomeçar. Para isso, o Rio de Janeiro e seu amor pela música serão fundamentais. No elenco, temos ainda Pathy de Jesus, Fernanda Vasconcellos e Mel Lisboa. É o retrato de uma época, mas ainda traz reflexões importantes sobre o que é ser mulher.

Onde eu vejo? Netflix

Já assistiu alguma dessas? O que achou? Comenta aqui com a gente!

Ícones de estilo: minhas inspirações no Instagram

Eu sempre falo aqui da importância da inspiração na hora de encontrar seu próprio estilo. Observar é a chave para quem quer encontrar novas formas de usar determinada peça ou experimentar coisas novas. E na era das redes sociais, isso é ainda mais fácil.

Aqui cabe uma ressalva: não estamos falando de cópia e nem comparação, tá? O bacana mesmo é descobrir ícones de moda e usar aquilo de forma que faça sentido na sua vida. Procure por meninas que tenham um corpo e/ou estilo de vida parecido com e bote sua criatividade em prática! Hoje eu divido com vocês meninas que eu amo seguir no Instagram, no Pinterest e na vida!

Hariana Meinke

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Eu comecei a seguir a Hari pelo que ela escrevia, mas quando me deparei com o seu perfil no Instagram me apaixonei logo de cara. O estilo da Hariana é básico, mas está longe de ser sem graça. As produções são todas usáveis, mas tem sempre uma bossa, um charminho. Meus preferidos? As camisas sociais que dão um ar romântico sem imprimir doçura em excesso, e os acessórios delicados.

Camilla Brunetta

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A Camila é a típica garota-carioca, mas não cai no estereótipo do mega estampado com cara de hippie. Pelo contrário. Ela vai da camiseta ao vestido longo com muita naturalidade e eu sempre fico me perguntando como alguém consegue ser tão camaleônica. Vale ficar de olho: nos jeans e nos biquínis, claro.

Beatriz Ferreira

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O que eu mais gosto no estilo da Beatriz é a leveza – o corte de cabelo ajuda! 😛 As combinações são descomplicadas, tem informação de moda, mas ao mesmo tempo são fáceis de se identificar. As cores escolhidas por ela são neutras, quentes e passam aquele ar de elegância sem esforço – tão comum nas cariocas. Inspiração máxima? As camisas e as calças cropped.

Luiza de Andrade

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Uma das pessoas mais divertidas dessa internet, a Lu dá ótimas dicas de maquiagem. Mas os looks também não ficam atrás. Com um estilo mais esportivo, a Lu usa e abusa do hi low e sempre mostra achadinhos de fast fashion ou de marcas ainda pouco conhecidas. Aliás, se você quer conhecer lojas novas, ela é A pessoa para seguir.

E quais são os seus ícones de estilo? Comenta aqui, vamos trocar figurinhas! 🙂

Home Office: como usar a decoração do espaço ao seu favor

Outro dia a gente falou aqui sobre produtividade no home office. As dúvidas são inúmeras, mas um ponto é unanimidade: você precisa de um espaço organizado para trabalhar. E, neste caso, a decoração está longe de ser um supérfluo. Pelo contrário, pode determinar o quanto você vai achar agradável trabalhar de casa. Pensando nisso, divido algumas dicas que me ajudam muito no dia a dia. Vamos a elas?

#1 Pense na ergonomia do home office

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Você vai passar longas horas sentada no computador – talvez mais até do que se estivesse no escritório. Então, o conforto é a palavra-chave. Escolha uma mesa ou uma bancada (um tampo de madeira com um cavalete é uma ótima opção) que te possibilite ficar com os cotovelos apoiados. A cadeira deve ter assento e encosto confortável. Vale também investir em um suporte para o laptop, já que a tela deve ficar na altura dos olhos ou um pouco abaixo.

#2 Invista em acessórios úteis…

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Quanto mais arrumado for o seu home office, melhor. E para isso, os organizadores são essenciais. Se você trabalhar com muitos papéis, invista em um gaveteiro. Ele é perfeito para guardar não só documentos, mas também todas as miudezas de papelaria, como post-its, clipes, etc. Objetos como murais, porta-lápis, caixinhas, calendários organizam visualmente o espaço e clareiam a mente. Parece besteira, mas não há crise de criatividade que resista a um lugar mais “clean”.

#3 … e nos inúteis!

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Que atire a primeira pedra quem nunca comprou um objeto incrível… e completamente inútil. Faz parte do processo de trabalho encontrar aquelas peças que deixam o ambiente mais leve e divertido, como quadros, toy arts, vasinhos de planta, etc.

#4 Preste atenção na iluminação

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Uma boa luz é essencial para não cansar a vista. Se seu home office não tiver uma boa iluminação natural, vale investir em luminárias ou abajures. Se puder posicionar o computador perto da janela, tente coloca-lo de lado, sem que a luz bata diretamente nos olhos ou na tela.

#5 Tire a poluição visual da sua frente

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Não tem nada mais irritante do que aparelhos eletrônicos sem bateria ou tomadas que não funcionem. Por outro lado, aquela confusão de fios deixa o home office com cara de eterna bagunça. Opte por gadgets sem fio sempre que possível, e esconda os demais com canaletas.

Mais alguma dica essencial? Divide com a gente aqui nos comentários!

Guacamole: aprenda a fazer essa delícia mexicana

Cozinhar é alimentar a alma. A sua, do seu namorado ou namorada, dos amigos. A nossa relação com comida já rendeu filme, livros, zilhões de séries pra tv, mas é ali, no conforto (ou desconforto) da nossa cozinha que o bicho pega mesmo. Esse é um dos (muitos) assuntos que tem andado na minha cabeça: como é que a gente se relaciona com o que compra no supermercado, põe no prato e, principalmente, no corpo. Dá para economizar calorias cortando os lanches na rua? Dá pra economizar dinheiro? Eu consigo comer melhor? E é para tentar responder a todas essas perguntas que eu vou passar a falar mais de receitas aqui no blog. A de hoje é uma das minhas preferidas e, para a minha sorte, liberada pela nutri! Vem aprender a fazer guacamole!

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O que é guacamole?

Guacamole é um prato mexicano bem tradicional e beeeem antigo, lá da época dos Astecas. Dizem que a receita original levava chocolate, mas graças a Deus, ela já sofreu várias transformações com o tempo. Se você nunca experimentou, explico: o prato é basicamente um purê de abacate muito bem temperado que serve como molho para tortillas ou complemento para saladas. Eu como dos dois jeitos e amo, mas a minha receita é um pouco diferente da mexicana, que leva coentro e pimenta jalapeño. Vamos a ela?

Ingredientes:

2 avocados (ou 1 abacate, como preferir)
1 cebola roxa
2 tomates
Pimenta dedo de moça a gosto (ou jalapeño, caso você encontre com facilidade)
Suco de limão
Azeite
Sal
Tortilla Garytos ou pão árabe

Modo de preparo:

Nada mais simples! Comece abrindo os avocados, tirando a polpa e colocando em uma tigela. Eu gosto de amassar com o garfo, mas se você preferir, pode bater no processador. Só cuidado para que não vire uma pasta líquida, porque quanto mais “pedaçudo” melhor. Tire as sementes do tomate, corte em cubos pequenos e misture. Faça o mesmo com a cebola. Pique as pimentas, tomando o cuidado de retirar as sementes (que deixam a receita muuuuuuito picante) e misture também. Agora é hora de temperar com o suco de limão, o azeite e o sal. Prove e corrija o tempero, se necessário.

A maneira de servir vai depender do seu gosto. Quando não me preocupo com calorias, vou de Garytos sem medo de ser feliz. Quando estou controlando a alimentação, prefiro levar duas fatias de pão árabe à frigideira por dois minutos e esperar ficar crocante. Só não curto muito comer com Doritos, porque acho o tempero forte demais para um prato que deveria ser leve. Mas fica, lógico, a seu critério!

Dica:

para evitar que o guacamole escureça, guarde na geladeira em um vidro bem vedado com o caroço do avocado.

Curtiu? Conta aqui nos comentários que receitas você gostaria de ver por aqui, que eu vou adorar experimentar coisas novas! 😉

Vestido branco: como usar no resto do ano?

A gente costuma associar vestido branco ao Réveillon e às vezes temos até uma  dificuldade de aproveitar o look durante o ano, né? Mas poucas peças são mais básicas do que essa! Pensando nisso, separei aqui adicas – testadas e aprovadas – para reciclar aquele vestido maravilhoso que você usou pela última vez no dia 31 de dezembro. Olha só!

#1 – Acrescente uma peça

segunda_peça

Quem gosta de moda já conhece o poder da terceira peça. Aqui, como estamos falando de vestido branco, vamos usar a segunda como se fosse a terceira, combinado? Rs. O importante é acrescentar um quê a mais: uma jaqueta, um cardigan, um lenço, uma blusa amarrada na cintura ou…

#2 – Brinque com sobreposições

sobreposição

… uma camiseta, por exemplo! Adicionar uma blusa básica, um top ou até uma camisa por cima do vestido faz com que ele se transforme em uma saia.  Dependendo do tecido, a textura funciona quase como uma estampa, e faz com que o look ganhe “interessância”.

#3 – Adicione textura

Lale

Na mesma vibe da dica anterior, se o vestido escolhido para o Réveillon foi branco liso, a dica é incluir na produção algo que tenha um “peso” diferente. Por peso, a gente quer dizer uma composição diferente. Exemplos: renda, tricô de linha, um casaco de pelinho no inverno, ou até um paetê fosco.

#4 – Troque o estilo

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Seu vestido branco é ultrarromântico? Que tal deixa-lo mais despojado com uma jaqueta jeans? A ideia aqui é de brincar com os opostos. Modelos mais básicos e assimétricos, por exemplo, podem ganhar uma bossa com acessórios estampados. Dosando bem a “quantidade de informação” da produção, até aquele vestido boho pode ir para o escritório.

#5 – Varie os acessórios

acessorios

Aqui, não estamos falando apenas de brincos, pulseiras ou colares, mas também bolsas, sapatos e lenços. Fuja dos dourados, já que essa combinação remete rapidamente à virada do ano, e prefira outros tons. As mais básicas podem investir no preto, cinza e azul marinho (um dia eu chego nessa elegância!), enquanto as mais modernas podem investir em cores vibrantes e estampas.

Anotou? Curtiu as inspirações? Então depois conta pra gente se você já conseguiu tirar o vestido do armário! 😉

Fotos: Instagram, Pinterest, Ana Capri, Lale, Oqvestir, Via Mia, Miallegra