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Ilustração: três artistas incríveis para seguir no Instagram

O Instagram vem se consolidando como A mídia para descobrir coisas novas. É como se você tivesse acesso a 1 bilhão de universos novos, diferentes ou muito parecidos com você. Fotos com crianças, gatinhos ou pratos bonitos, claro, são as mais curtidas. Mas eu, particularmente, ando amando descobrir novos artistas. Hoje, fiz uma lista rápida de ilustradoras que vale muito a pena seguir. É só clicar no nome de cada uma! 😉

Brunna Mancuso

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Cores quentes, estampas e padronagens são as marcas registradas da Brunna, que tem o feminino como tema principal do seu trabalho. Depois de se formar em Design e Artes Visuais, ela agora dedica suas horas a criar artes para clientes diversos, usando materiais como aquarela, guache, e até a ilustração digital. E na hora de criar, tudo serve de inspiração: livros, filmes, viagens, animações. Ou seja, Brunna transforma a vida em arte. Tem coisa mais bonita?

Nina Pandolfo

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Dá um orgulho danado ver a arte da Nina Pandolfo ganhando o mundo. É que ela é dona de um dos traços mais bonitos do grafitti brasileiro. Sua ilustração tem um quê de surrealista e olhar seu trabalho é como mergulhar em um mundo encantador e desconhecido. E além de ter obras espalhadas por Nova York, Londres e Suécia, Nina ainda realiza parcerias com grandes marcas de moda, como a Fendi.

Marina Papi

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Eu amo a Marina porque ela ama o Rio. E não tem nada melhor do que compartilhar paixões. Misturando ilustração, fotos, aquarelas, animações, colagens, pinturas, ela constrói retratos incríveis da cidade maravilhosa… e o resultado é surpreendente! “Meu trabalho é uma tentativa de oferece um pouco de leveza e tranquilidade diante do caos (interno e externo) de cada dia.” E ela consegue, né? 😉

Tem alguma artista favorita que te inspira? Divide com a gente aqui nos comentários!

Águas especiais: termal, dermatológica e micelar!

Até pouco tempo atrás, a gente sabia exatamente o que era água. A combinação de duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio, que cobre cerca de 70% de nosso planeta, e está presente em 60% do nosso corpo. Mas aí as marcas de cosméticos começaram a introduzir outros tipos de água na nossa vida; a termal, a micelar e a dermatológica. No meio de tantos rótulos e tantas marcas, a gente se pergunta: para que raios serve cada uma delas?

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Água termal

Talvez a mais conhecida, a água termal é extraída de pedras e, por isso, é rica em minerais. Tem a função de nutrir, hidratar e acalmar a pele, principalmente depois de se bronzear. Também serve como primer, e funciona bem para quem passa horas no ar-condicionado.

Ideal para: peles sensíveis e/ou com tendência à rosácea.

Como usar: espirrar um pouco na pele e deixar secar naturalmente.

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Água dermatológica

É a versão ultrapower da termal, fabricada pela Profuse. Na fórmula tem minerais, arnica, pantenol, bioecolia e outros elementos, que tornam esta água um super hidratante. Além disso, ela acalma e refresca a pele, formando um filtro protetor com textura aveludada.

Ideal para: todos os tipos de pele.

Como usar: assim como a água termal, basta espirrar no rosto e deixar secar. Também pode ser utilizada no corpo e nos cabelos.

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Água micelar

Segundo o site de um dos fabricantes, ela canta, dança, interpreta e ainda te faz uma massagem nos pés. =P A grande vantagem dela é cumprir todos os passos dos cuidados com a pele de uma só vez. Ela limpa profundamente, purifica, hidrata e demaquila a pele. A ideia é que as micelas funcionem como um íma, “atraindo” toda as impurezas.

Ideal para: todos os tipos de pele.

Como usar: só aplicar no algodão e passar no rosto.

Qual é a mais indicada para você? Só sua dermatologista pode dizer com certeza! Mas também vale fazer o teste. As águas especiais estão disponíveis em várias marcas, com diversos valores. 😉

Botafogo: o que fazer no bairro mais descolado do Rio

Quem é do Rio deve se lembrar da época em que Botafogo era considerado um bairro “de passagem”. Diziam que ninguém, de fato, IA lá. Só passava por ali a caminho do Jardim Botânico, Lagoa ou Copacabana. Mas isso tem muito tempo, e agora a área é uma das mais bacanas da cidade. Tem de tudo: boa gastronomia, bons botecos, ótimas casas noturnas, cinemas, teatros e o que mais você imaginar. Fiz uma listinha com meus cinco programas favoritos. Bora?

Cinemas da Voluntários

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Nada melhor do que dar uma passada na Livraria da Travessa e depois entrar em uma das salas de cinema da Voluntários e esquecer do mundo. O NET Rio e o NET Botafogo são excelentes tanto para assistir aos blockbusters quanto para filmes mais cults, fora do circuito tradicional. Além disso, sempre tem gente interessante circulando por ali. No fim de tarde, vale também encerrar a sessão passando na Void, logo ali do lado.

Canastra Rosé

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Depois do sucesso abissal em Ipanema, o Canastra abriu as portas também em Botafogo. Na nova casa, ali na Álvaro Ramos, você também encontra um cardápio delicioso e uma ótima carta de vinhos. Mas o melhor é o ambiente. No terraço, o lugar é perfeito para um date. No térreo, mesas e sofás acomodam com conforto os grupos de amigos. Se for na sexta, chegue cedo. O Canastra costuma lotar com a galera que vai fazer a pré e depois partir para o Bukowski.

Bar Bukowski

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Velho conhecido dos fãs de rock, o Bukowski também fica na Álvaro Ramos e lota aos fins de semana. O esquema ali é meio bar, meio night, com um bom espaço ao ar livre e direito à karaokê. Não é exatamente barato, mas numa cidade dominada pelo funk, vale o programa para escutar rock de verdade. O público também é mais velho. Então, se você já passou dos trinta e está com dificuldade de encontrar a sua galera, o Buko pode ser seu lugar.

SeteHum

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Se você gosta de vinho, bons drinks e boa comida, o SeteHum é a uma ótima opção (falei sobre ele aqui). Ali na Martins Ferreira, 71 (pegou, pegou? 😉), o gastrobar oferece gastronomia de qualidade a preços justos, preparada pelo chef Gui Ferreira. O espaço ainda tem dois salões, o que é ótimo para comemorar aniversários ou reunir os amigos para um happy hour. Minha dica: escolha a mesa mais próxima do bar e peça um drink para a Fabi, a melhor bartender do Rio de Janeiro! 😊

Baratos da Ribeiro

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Seu programa favorito em Bota está nessa lista? Não? Então, comenta aqui embaixo. Vamos trocar diquinhas!

Leia Mulheres: cinco livros para entrar na sua biblioteca

Uma olhada rápida nas livrarias já comprova: os homens são a esmagadora maioria entre os livros publicados. Não que as mulheres não produzam textos interessantes e de qualidade, mas ainda somos preteridas pelas editoras. Projetos como o Leia Mulheres vêm tentando diminuir esse gap entre nós, consumidoras, as escritoras. E apesar de eu ser uma leitora quase compulsiva, confesso que ainda não consegui balancear esses números na minha lista de leituras. Como ando lendo mulheres muito especiais, decidi dividir com vocês!

Autobiografia, Rita Lee

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Eu cresci achando que “Ovelha Negra” tinha sido escrita pra mim, e lamentando não ter olhos claros e cabelos ruivos. Nunca fui fã de ninguém, mas a Rita Lee tem algo que mexe comigo desde criancinha. Quando consegui ler a sua autobiografia, não me decepcionei. Ela é realmente aquela figura espetacular que fez parte dos Mutantes e depois seguiu em carreira solo “lacrando” em todos os álbuns. Ao escrever, ela dá a impressão de não poupar nada – nem a maneira bizarra com que perdeu a virgindade, nem a treta com Arnaldo Batista, nem o uso abusivo de álcool e drogas. O melhor de tudo? A linguagem divertida com que Rita escreve faz parecer que não estamos lendo, mas apenas ouvindo uma conversa na mesa do bar. Uma delícia!

Compre aqui: Rita Lee

Sejamos todos feministas, Chimamanda Adiche

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Leitura obrigatória no projeto Leia Mulheres, Chimamanda Adichie vai de romances (como Hibisco Roxo e Americanah) a discursos com facilidade. Um dos mais importantes é o Sejamos Todos Feministas, texto que ganhou uma versão editada pela Companhia das Letras. Em 24 páginas, a autora lembra a primeira vez que foi chamada de feminista e o efeito disso em sua formação como pessoa, escritora e mulher. Apresentado no TED, o discurso pode ser visto aqui. Mas acredite, vale a pena ter a versão escrita e quem sabe, dar de presente para as amigas!

Compre aqui: Sejamos todos feministas

Má Feminista, Roxane Gay

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E por falar em feminismo, como fazer para não confundir o movimento – tão importante e necessário – com o radicalismo de quem acaba não nos representando? A americana-haitiana Roxane Gay tem a resposta: para ela, vale ser uma “má feminista” do que não ser feminista de forma alguma. Ela tenta conciliar a militância com o fato de amar ler a Vogue e dirigir ouvindo “Blurred Lines”, enquanto fala com muito bom humor sobre a condição feminina nos dias de hoje. Importante para entender como o machismo está tão inserido na cultura pop que, por vezes, nem nos damos conta dele. Imperdível!

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Casa dos Espíritos, Isabel Allende

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Neste Leia Mulheres não poderia faltar Isabel Allende. Numa época em que falar de direito das mulheres era motivo de riso, a família Trueba se mantinha unida graças às suas três mulheres: Clara, Blanca e Alba. Casa dos Espíritos passa pelos primeiros anos do século XX e vai até a ditadura de Pinochet, que tirou Salvador Allende do poder em 1973. Clara, a matriarca, tem o dom da clarividência e é responsável pela aura mágica da narrativa, misturando assuntos como socialismo e ditadura com a sensibilidade feminina e mesas que dançavam. Vale também ver o filme, com Meryl Streep, Winona Ryder e Vanessa Redgrave!

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Histórias de ninar para garotas rebeldes

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Nada de contos de fada onde a princesa só pode ser feliz se encontrar o príncipe. Agora, é a vez das garotas “rebeldes”. Rebeldes como Nina Simone, Jane Austen, Coco Chanel e Frida Kahlo, que passaram longe dos padrões pré-estabelecidos e hoje são personagens deste livro fofíssimo publicado pela VR Editora. A cada página, uma pequena biografia de cada uma e uma ilustração que valeria um quadro. Vale dar de presente para a filha, sobrinha, irmã mais nova, para a afilhada, ou até pra você mesmo.

Compre aqui: Histórias de Ninar Para Garotas Rebeldes

Moda e cinema: cinco fashion filmes imperdíveis

Moda e cinema sempre andaram de mãos dadas. Na verdade, é quase impossível pensar no seu filme preferido sem se lembrar de algum detalhe do figurino. O que seria de “Bonequinha de Luxo” sem o pretinho básico de Holly Golightly ou de Julia Roberts sem seu vestido vermelho em “Uma Linda Mulher”? (Aliás, falei sobre o figurino de Mamma Mia aqui!) E, para nossa sorte, a Netflix está cheio de títulos bacanas para quem ama moda. Entre filmes, séries e documentários, divido com vocês meus preferidos!

Bonequinha de Luxo (1961)

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Não é todo mundo que percebe à primeira vista, mas o filme inspirado na obra de Truman Capote trata de uma prostituta. Interpretada por Audrey Hepburn, Holli Golightly é na verdade uma garota de programa que adora tomar seu café da manhã observando a vitrine da Tiffany’s. Além das joias, o filme também ajudou a eternizar o pretinho básico de Givenchy e o trench coat da Burberry, até hoje peças-desejo no guarda-roupa das mulheres.

Cinderela em Paris (1957)

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E por falar em Audrey Hepburn, ela também ajudou a associar o rosa à feminilidade com este filme, de 1957. Nele, a atriz apresenta Jo Stockton, uma jovem nada vaidosa descoberta pelo fotógrafo Dick Avery. Contratado por uma revista de moda, ele convence sua editora a levar Jo para Paris, onde ela vai participar de um ensaio. O figurino foi elaborado pela lendária Edith Head e as peças criadas por Givenchy.

As Patricinhas de Beverly Hills (1995)

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Quem tem mais de 30 anos com certeza vai se lembrar deste filme, inspirado no romance Emma, de Jane Austen. Cher (Alicia Silverstone) é a garota mais popular – e fashionista – do colégio. Sua vida começa a mudar quando ela percebe que está apaixonada por Josh (Paul Rudd). Acontece que o rapaz é o enteado de seu pai, e totalmente diferente da patricinha. O figurino é o retrato dos anos 1990: blazer ovesized, xadrez (no auge do grunge), conjuntinhos, e sobreposições.

O Diabo Veste Prada (2006)

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Baseado no livro de Lauren Weisberg, ex-assistente de Anna Wintour, o filme é quase uma aula sobre carreira. Andy (Anne Hathaway) sonha em ser uma jornalista “séria”, mas consegue um emprego na revista “Runway”. Lá, ela vai trabalhar com a editora Miranda Priestley (Meryl Streep), uma chefe extremamente exigente. Preste atenção na cena no cinto. Ela explica exatamente como funciona a indústria da moda.

Coco Antes de Chanel (2009)

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Uma coisa é inegável: Chanel é um dos grandes nomes da moda mundial. Foi ela que libertou as mulheres do espartilho e redefiniu a silhueta feminina (obrigada!). Mas a verdade é que sua personalidade é controversa. Ela chegou até a ser acusada de ser espiã de Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. Neste filme, conhecemos um pouco mais de Gabrielle, antes de se tornar a grande estilista que foi. Sua infância, juventude e dificuldades amorosas são muito bem retratadas com Audrey Tatou no papel principal. Vale assistir!

Estampa de oncinha: cinco dicas para escolher a sua

Há algum tempo, eu falei aqui no blog sobre estampas clássicas que podem animar seu guarda-roupa. A de oncinha, claro, está na lista. Tão básica quanto um jeans, a print é uma das minhas favoritas e está em alta na estação. Isso significa que você TEM QUE TER a sua? Não! Mas se você é fã como eu, vai encontrar boas opções por aí. Hoje eu te conto como escolher uma versão que vai te acompanhar por muitos anos. Consumo sustentável, lembra?

#1 Encontre um equilíbrio

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Geralmente, a estampa de onça é associada à sensualidade. Talvez pelo próprio animal, naturalmente selvagem. Se a sua ideia é encontrar um caminho mais elegante para a print, a dica é equilibrar. Fuja do look total onça e combine com itens mais básicos, como mom jeans, pantalonas, blazers, jaquetas, tênis esportivos, e etc. Preste atenção também na modelagem das peças. Para passar o ar de elegância, vale escolher aquelas mais fluidas, menos ajustadas ao corpo. Mas se você segura a vibe sexy, pode apostar sem medo nos vestidos mais justos, croppeds, batom vermelho e etc. O importante é se sentir representada na roupa.

#2 Invista nos acessórios

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Sapatos, cintos e bolsas ajudam a compor a produção sem roubar o protagonismo das outras peças. Neste caso, a oncinha vai bem com tons neutros, como o vinho, o marinho, o cinza, o marrom, o caramelo e alguns tons de vermelho. Uma combinação pouco óbvia, mas que eu gosto muito é a animal print com listras. Vale experimentar!

#3 Procure marcas que tenham a ver com seu estilo

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Hoje é difícil entrar numa loja e não encontrar pelo uma peça com a estampa de oncinha. Mas quanto mais você se identifica com aquela marca, maiores as chances de você conseguir introduzir a print no seu guarda-roupa. De uma maneira que te possibilite várias combinações, é claro. Gávia, Bris e Bazis criaram peças tão básicas quanto lindas. No meu guarda-roupa, por exemplo, é muito mais fácil de combinar do que uma peça incrível da ATeen, marca que eu amo, mas não tenho no armário.

#4 Escolha peças atemporais

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Com certeza vai surgir por aí uma ciganinha ou um cropped de oncinha. Você está proibida de comprar? Lógico que não! Mas vamos voltar ao nosso exercício lá do armário-cápsula e só colocar pra dentro o que de fato vai durar mais do que uma estação. Pense em camisas, cardigans, calças retas, blazers, scarpins, sapatilhas, clutches…

#5 Vá pela elegância

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Lá em cima eu disse que a oncinha tem muito a ver com sensualidade. Porém, há quem diga que ela tem um quê de vulgar. Eu estou longe de acreditar nisso, mas entendo que algumas estampas tenham mais “sofisticação” do que outras. Algumas dicas na hora de escolher a sua: dimensão das bolinhas, material, e cor. Quanto mais próximo do verdadeiro – se possível com textura! – melhor.

Dá para ser produtivo no home office?

Antes de trabalhar na HQT, eu trabalhei em uma agência que funcionava no esquema de home office. Foram os melhores e piores anos da minha vida. Melhor porque eu amava o que fazia e aprendi muito na época. Piores porque eu tinha a sensação de que trabalhava 24 horas dia. E às vezes era quase isso mesmo. Com o tempo, eu fui entendendo meus limites e organizando minha rotina. Hoje, minhas horas em casa são dedicadas aos estudos e ao blog. E claro, são muito mais produtivas. Vamos às dicas?

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#1 Organize sua rotina

Quando se trabalha de home office, há o risco de se cair em duas armadilhas: tudo vira trabalho ou  qualquer pausa vira lazer e toma o dia inteiro. Então, determinar horários e rituais ajuda o seu cérebro a entender que, a partir de determinada hora, você está trabalhando. Se o seu dia começar às 9h, desligue o computador às 18h e se esforce ao máximo para almoçar e lanchar mais ou menos no mesmo horário.

#2 Vista-se de acordo

Trabalhar de pijama é uma ilusão. E uma ilusão que prejudica sua produtividade. Ninguém está dizendo que você precisa usar salto ou gravata em casa, mas vale a pena tomar um bom banho, trocar de roupa e só então começar a trabalhar.

#3 Busque um método de produtividade

Cada um tem o seu. E fique calmo, é normal experimentar vários até encontrar aquele que funciona melhor para você. Pra mim, o Bullet Journal é fundamental. É ali que eu anoto minhas metas mensais, semanais e as tarefas diárias, além de toda a programação do blog. No dia a dia, o Pomodoro me mantem focada. Programo o timer do celular para 25 minutos, faço o primeiro item da lista, e sigo daí. Quando o tempo acaba, dedico 5 minutos para relaxar ou para resolver alguma pendência pessoal. Vale experimentar.

#4 Coloque o celular em modo avião

Quem inventou esta função no celular merece todo o meu respeito e gratidão. Por mais que a tecnologia facilite muito a nossa vida, as notificações mais atrapalham do que ajudam. Eu trabalho constantemente nas redes sociais, mas confesso que a sensação de estar “indisponível” no momento é uma delícia. E claro, me deixa muito mais focada no trabalho. Aprenda a usar o modo avião também na vida real, deixando quem mora com você ciente de que não é porque você está em casa que está à toa. É um processo, mas com o tempo eles vão entender.

#5 Cuide do seu espaço

Uma das maiores vantagens do home office é poder definir e organizar seu próprio espaço de trabalho. Vale investir tempo e (algum) dinheiro nisso, escolhendo uma mesa adequada, uma cadeira confortável e boa iluminação. Para os mais visuais, um mural também pode ajudar, assim como um gaveteiro para guardar documentos, eletrônicos e material de papelaria. Pode parecer bobagem, mas deixando as ferramentas à mão, seu trabalho vai fluir muito mais facilmente.

Dia do Jornalista: os melhores livros do jornalismo literário

Vivemos tempos difíceis para os jornalistas. Na era da pós-verdade, onde opiniões viram fatos e fatos viram opiniões, contar uma história não é só criar uma narrativa. É também registrar acontecimentos e permitir que as próximas gerações tenham memória. Tudo isso numa época em que as pessoas parecem decididas a transformar suas lembranças em verdades absolutas. Esta é, aliás, a primeira lição que recebemos na faculdade de jornalismo: a verdade tem diversos lados, e nós devemos nos dedicar a contemplar todos eles nos conteúdos que produzimos.

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Na lista abaixo, minha pequena homenagem ao Dia do Jornalista, reuni alguns títulos do meu gênero preferido: o jornalismo literário. Todos os autores citados são mestres em mergulhar nas histórias alheias para criar a sua própria. Recomendo fortemente a leitura e, claro, a reflexão!

A Sangue Frio, de Truman Capote

A Sangue Frio é considerado por muitos teóricos um dos livros fundadores do jornalismo literário. Ele relata o assassinato brutal de uma família inteira numa pequena cidade do Kansas, em 1959. Capote leu sobre o caso em uma matéria do New York Times e, menos de um mês depois chegou a Holcomb para acompanhar as investigações. Além de entrevistar os moradores, o escritor também entrou em contato com os assassinos Dick Hickock e Perry Smith, e acabou tendo uma relação intensa com um deles. Publicado em 1966, no mesmo ano em que os criminosos foram executados, o livro se tornou um best-seller e rendeu (ainda mais) fama a Truman Capote, que já era conhecido por Bonequinha de Luxo. Se você tiver que escolher apenas um livro desta lista, escolha este.

Fama e Anonimato, de Gay Talese

Imagine receber a missão de escrever um perfil sobre um cantor famoso, mas ser impedido de conhecê-lo pessoalmente. Gay Talese deveria se encontrar Frank Sinatra, mas o cantor estava gripado e não poderia dar entrevistas. O repórter acabou escrevendo o que se tornou uma referência para jovens jornalistas. Este e outros textos estão reunidos em Fama e Anonimato, que trata de personagens pitorescos de Nova York, como o mergulhador que ganhava a vida buscando pertences perdidos na baía. Uma verdadeira aula de jornalismo.

Hiroshima, de John Hershey

Um dos episódios mais terríveis do século XX ganhou uma abordagem mais humana no livro de John Hershey. Na primeira parte, a reportagem clássica traz relatos de seis sobreviventes da bomba atômica. Na segunda, escrita 40 anos depois, John reencontra os personagens para entender como a tragédia continua afetando suas vidas. Graças ao livro, o mundo pode entender com clareza um dos episódios mais marcantes da Segunda Guerra Mundial. Jornalismo em sua melhor forma!

Todo dia a mesma noite, de Daniela Arbex

Mesmo tendo acompanhado o noticiário na época do incêndio da boate Kiss, ler sobre isso é um soco no estômago. Daniela conta com detalhes o resgate, o trabalho de salvamento dos feridos, a identificação dos corpos, a dor das famílias e de Santa Maria. A beleza do livro está na escolha dos depoimentos, que dão a exata dimensão do que aconteceu na cidade. Mas principalmente, do que é preciso fazer para que isso não se repita nunca mais.

Missoula, Jon Krakauer

Jon Krakauer ficou conhecido por “Na Natureza Selvagem” e “No Ar Rarefeito”, mas Missoula também merece ser lido. Aqui, ele conta como a cidade em Montana se tornou a “capital do estupro” e disseca a relação passional dos moradores com os atletas do Grizzly, time de futebol americano. Jon conversa com mulheres, policiais, advogados, promotores, professores e toda a rede que cuida – ou deveria cuidar – das vítimas de estupro. É sobre Missoula, mas também é sobre os Estados Unidos, o Brasil e todos os lugares onde a violência sexual não é devidamente combatida.

O Dono do Morro, Misha Glenny

O Nem, ex-traficante da Rocinha, é uma figura lendária entre os cariocas. Não só porque foi um dos maiores chefões do tráfico de drogas na cidade, mas também pela sua história peculiar. Nem entrou para o crime depois que sua primeira filha foi diagnosticada com uma doença rara e ele precisou pedir dinheiro emprestado para o único “banco” da favela: o tráfico. Partindo deste ponto, o jornalista britânico Misha Glenny, passeia pela vida de Nem da infância até sua prisão em 2011. Com fluidez e ritmo cinematográfico, o livro é extremamente importante para compreender o cenário do crime no Rio de Janeiro.

Seu preferido ficou fora desta lista? Compartilha a dica aqui nos comentários!

Êtta Bar: mais um gastrobar incrível em Botafogo

Botafogo é O lugar para quem gosta de comer bem e já é conhecido como polo gastronômico do Rio. Além dos botecos clássicos da Nelson Mandela, os tradicionais Aurora e Plebeu, o bairro tem também o Etta Bar, ali na Real Grandeza esquina com a rua Henrique de Novaes (para os cariocas, mais conhecida como “rua da Casa da Matriz”). Se vale a pena? Vem ver.

Vamos beber?

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O Etta funciona como um gastrobar, com focos em drinks e petiscos saborosos. Por lá, meu preferido da ala etílica é o Êêêêêêttaaa, feito com Absolut Vanilla, purê de morango, mix cítrico e pepino. Doce e refrescante ao mesmo tempo! Mas quem gosta de cerveja artesanal ou vinho também não vai se decepcionar. A carta é variada com preços justos.

Para petiscar

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Quem acompanha esse blog sabe o quanto eu sou viciada em burrata. Já comi tantas que dá até pra fazer um top 5 aqui no blog. Para minha sorte, a do Etta não decepciona. Acompanhada de pesto, tomate seco e torradas, é um bom começo para o jantar. O mesmo vale para a porção de parma, servida com torradinhas. Felicidade no prato, juro!

Quem curte peixe e frutos do mar também tem ótimas opções. Uma delas é o tartar de salmão, muito bem temperado (de verdade, até eu que não sou fã de peixe pediria novamente). Também vale pedir a porção de lula com camarões. E pode ir sem medo que o prato é bem servido.

E se você não come carne, recomendo fortemente as duplas de bruschetta. A de cogumelos é simplesmente maravilhosa!

E o ambiente?

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É aconchegante, daqueles que não dá vontade de ir embora. Se você procura algo mais intimista (olha o #tinderdate aí!), vale ficar no salão que tem iluminação mais baixa. Se a ideia é juntar a galera, fique do lado de fora. O atendimento é excelente nos dois espaços – coisa raríssima no Rio!

Curtiu a dica? Então, conta aqui nos comentários o seu bar preferido na cidade!

Política nas redes sociais: influenciadores que você precisa seguir!

Falar de política nas redes sociais é um desafio. Dificilmente um debate consegue se manter no nível das ideias, sem descambar para uma briga entre os participantes. Sempre tem alguém culpando “o outro lado”, sem se importar muito com a lógica ou com a História. O que, na verdade, não surpreende muito. O Brasil viveu anos de ditadura, período em que falar de política não só era difícil, como perigoso. Ainda estamos engatinhando nesse campo, e o caminho é longo. Por sorte, tem gente muito legal e competente falando disso nas redes sociais. Hoje, selecionei alguns perfis que gosto de seguir e divido agora com vocês!

Debora Baldin (@baldin.debora)

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Debora Baldin foi uma das criadoras do Canal das Bee, no YouTube. Em abril de 2017, ela seguiu em “carreira solo” e hoje é uma das instagrammers que eu uso como contraponto à grande mídia. Militante feminista e LGBT, Debora foi uma das vozes que ajudaram a entender as eleições do ano passado e suas consequências para o Brasil. Vale ficar de olho no seu novo canal no YouTube, e também nos Destaques do instagram, onde ela fala sobre a questão da Venezuela, sobre Cuba, dá dicas de livros e outras indicações!

Sabrina Fernandes (@teseonze)

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Feminismo, Socialismo, Comunismo, Liberalismo, Veganismo. Como todos estes ismos convivem neste mundo de hoje? É o que tenta explicar Sabrina Fernandes, no seu canal Tese Onze. Formada em Sociologia, Sabrina tem a didática de te explicar temas espinhosos como a questão Palestina e a habilidade para responder os haters. É praticamente impossível ouvir Sabrina falando sobre tudo isso e não sentir vontade de ler e aprender mais sobre esse mundo que nos cerca. Instigante é a palavra.

Spartakus Santiago (@spartakus)

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Conheci Spartakus com a polêmica sobre Anitta e apropriação cultural. Mas o influencer bombou mesmo na época da Intervenção Militar no Rio, quando ele lançou um vídeo sobre como sobreviver a uma abordagem indevida. O vídeo tem três minutos, mas dói no coração. Como mulher branca, dificilmente eu vou entender a magnitude do que eu ouvi, porém, mais do que nunca é preciso mergulhar neste universo e tentar sair da própria bolha. No seu canal, Spartakus fala sobre representatividade, racismo, como é ser gay e negro. Necessário!

Carol Burgo (@carolburgo)

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Conheci o Instagram da Carol através da sua marca, a Prosa. Depois de um tempo eu passei a me encantar não só com seus looks, mas também com as opiniões da Carol. Mais do que isso: com a leveza que ela tem para falar sobre política, feminismo, autocuidado, aborto e outros temas tão atuais. Aliás, é essa leveza e naturalidade que torna o conteúdo tão atrativo. É tudo orgânico, pensado para jogar uma luz nos acontecimentos e não para angariar likes. É aquele instagram que te dá vontade de maratonar, sabe?

Nátaly Neri (@natalyneri)

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Há tempos atrás eu fiz um post aqui sobre como sair da sua bolha. Nesta pesquisa, uma das influencers que eu comecei a seguir foi a Nátaly, do canal Afros e Afins. Em seus vídeos, ela fala sobre racismo, colorismo, feminismo e, claro, política. Sempre com muito embasamento, já que ela é cientista social de formação. Vale também ouvir o que ela tem a dizer no seu TED sobre Afrofuturismo. Vai dizer que você já tinha pensado nisso?

Segue mais algum influenciador que merece estar nessa lista? Comenta aqui embaixo!