Leitura de verão: quatro livros incríveis para ler na praia

Ah, o verão! Apesar de estar cozinhando e tomando quatro banhos por dia, essa ainda é minha estação favorita. Principalmente porque é a época ideal para fazer uma das coisas que eu mais gosto: ler na praia. Um mate geladinho, um bom livro e… preciso de mais nada! Hoje selecionei quatro que me fizeram ótima companhia em 2018! Pra comprar qualquer livro na Amazon (e ajudar esse bloguinho) é só clicar no título.

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As Garotas

A história não é leve. Uma jovem adolescente se envolve com uma seita hippie na década de 1970 e, aos poucos, se vê envolvida em uma trama macabra de roubos e assassinatos. Soa familiar? Sim, o livro de Emma Cline é um “roman à clef” que reconstrói de maneira ficcional a história de Charles Manson e seus seguidores. Pode soar sinistro para uma leitura na praia, mas a verdade é que a leitura desenrola fácil e você logo se vê envolvida com os personagens. Vale muito a leitura, principalmente na era de denúncias contra gurus famosos como João de Deus, Sri Prem Baba e Osho.

O Que Alice Esqueceu

Quem acompanha este blog sabe que eu sou bem apaixonada pela escrita da Liane Moriarty (já falei dela aqui). Então, quando a Intrínseca lançou um dos primeiros romances da autora, eu corri para ler. A protagonista não chega a ser exatamente cativante, mas o enredo te coloca para pensar. Depois de um tombo na academia, Alice acorda pensando no marido, na sua gravidez e na reforma de sua casa. Acontece que ela já tem três filhos, está se divorciando, e perdeu 10 anos de memórias. O leitor acompanha de forma bem humorada as trapalhadas de Alice enquanto ela tenta resgatar suas lembranças. E você, do que se lembraria se perdesse uma década de vida?

Cem Anos de Solidão

“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía se lembraria da tarde remota em que seu pai o levara para conhecer o gelo”. É esta frase que abre Cem Anos de Solidão, a obra mais famosa de Gabriel García Márquez. E não é à toa. Ao contar a história da família Buendía, o autor faz um passeio pelo realismo fantástico e encanta o leitor. Uma narrativa com personagens femininas incríveis que você não pode deixar de conhecer!

A Elegância do Ouriço

Se você gosta de personagens irônicos, cativantes e bem-humorados, este livro é para você. A história se passa em um prédio da elite de Paris, e é narrada pela concierge e por uma jovem moradora com com fortes tendências suicidas. Apesar da diferença de idade e de classe social, as duas têm em comum a inteligência acima da média, e principalmente, a surpreendente erudição. Ambas não desejam revelar sua personalidade para os outros moradores, e com isso, acabam se conectando de maneiras inusitadas. Divertido e melancólico na medida certa, A Elegância do Ouriço merece ser degustado aos poucos!

Curtiu as indicações? Que livro não poderia faltar na sua lista?

Cinco coisas para fazer em dezembro que vão mudar seu 2019

Dezembro chegou e a nossa mente já se divide entre as confraternizações e os planos para 2019, certo? Pensando nisso, fiz uma lista de cinco coisas que você precisa fazer ainda este mês para começar o ano novo com mais calma, paz e foco. Bora ver?

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#1 Desapegue

Aprendi isso com a minha mãe, que AMA uma boa faxina de final de ano. Esse é o momento em que a gente revê tudo o que comprou durante o ano, o que não faz mais sentido guardar, o que pode ser doado, o que pede conserto. Gosto muito de passar o guarda-roupa a limpo, separando o que não tem mais nada a ver comigo e vendo o que eu preciso comprar para o verão. Aliás, passar a sua casa em revista é também uma maneira excelente de organizar e planejar seus gastos.

#2 Escolha um método de organização

A internet está lotada de planners (gratuitos e pagos!) e dicas de como montar seu bullet jornal (aqui inclusive). Não importa o método que você vai escolher – isso é realmente MUITO pessoal – mas é muito importante que você tenha um. Só assim, a gente não deixa nenhum compromisso passar e começa a transformar os sonhos em metas. Por falar nelas…

#3 Estabeleça metas

Não adianta vir com esse papo de “desisti das resoluções de ano novo”. Por um motivo muito simples: você TEM QUE saber onde quer chegar para definir a rota até lá. Afinal, “se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve”. Mas como criar metas? Bom, para que uma meta deixe de ser um mero desejo e passe a ser um objetivo, é preciso que ela seja tangível, realizável, específica e ter um prazo para acontecer. Mais ou menos assim: “eu vou emagrecer 5 quilos até junho de 2019 e, para isso, me comprometo a cortar o açúcar e ir para a academia 5 vezes por semana. Pegou?

#4 Aprenda a meditar

Já falei muito sobre assunto por aqui, e até dei dicas de aplicativos que podem te ajudar. Aproveita que os especialistas dizem que só precisamos de 21 dias para criar um novo hábito e introduza a prática antes de 2019!

#5 Organize sua vida financeira

Deixei este item por último porque tinha certeza de que você ia desistir do texto assim que chegasse à essa parte. Pois é, falar de dinheiro ainda incomoda muita gente, mas se você quer uma conta bancária cheia em 2019, a hora é essa. Para começar, você precisa saber exatamente o que entra e o que sai. Ou seja, o que você ganha vs o que você gasta. Parece bobo, né? Mas muita gente não faz ideia de pra onde vai seu dinheiro. Então, comece por aí, negocie dívidas e, claro, separe uma verba todo mês para investir. No Me Poupe tem várias dicas maravilhosas!

 

Gastronomia: conheça o Joana Pizza Bar

Quem acompanha esse blog já deve saber que eu sou APAIXONADA por pizza. E hoje eu vou acrescentar mais um lugar na lista das minhas três pizzarias favoritas no Rio: o Joana Pizza Bar.

O espaço já ganha o visitante pela simpatia. Uma varanda na esquina das ruas Joana Angélica e Prudente de Morais é quase um convite para entrar e tomar um drink no bar, do lado de fora. As bebidinhas são uma atração à parte, tanto as com álcool quanto as versões “virgens”. Como eu fui em um domingo à noite, preferi uma pink lemonade e não me arrependi. Mas vou voltar lá para experimentar a Sangria e o C’Mon Mila, feito com gin, chá de camomila, espumante, xarope de cardamomo, limão e hortelã. Segura!

Tá bom, mas e as pizzas?

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O cardápio é simples, sem firulas, mas atende até o fã de pizza mais exigente. Além dos sabores tradicionais, você ainda pode montar sua própria pizza, experimentando as mais diversas opções. Tem até molho de abóbora, mas como eu não sou muito fã, fico devendo a opinião. 😛 Fui ~claro~ na de Parma, mas experimentei a margherita do amigo e também estava uma delícia.

A massa é fininha, com borda mais grossa, e o recheio é tipo na medida. Ou seja, dá para comer de boa e, dependendo da sua fome, até experimentar mais de um sabor. Porque sim, o custo-benefício é ótimo e às quartas-feiras as pizzas saem por R$ 20!

Vale lembrar que no Joana Pizza Bar não tem garçom, então não adianta sentar como eu fiz e esperar alguém te atender. O pedido é feito no balcão, o pagamento é rápido e o serviço mais ainda. Tudo bem descomplicado, com ar de pós-praia carioca.

Ah, e o lugar ainda é pet friendly! Tem coisa melhor nesses tempos tão difíceis para os bichinhos?

O que Anitta pode te ensinar sobre sua carreira

Você é dessas que torcem o nariz para Anitta ou das que aguardam ansiosamente cada lançamento de clipe? Sai da pista ao ouvir a buzina de Show das Poderosas ou passa horas treinando a Paradinha? Seja como for, uma coisa você não pode negar: Anitta é exemplo de mulher que sabe gerenciar a sua própria carreira. Hoje, conversamos sobre quatro coisas que a diva pop tem para te ensinar sobre trabalho. Quer ver?

#1 Estude, estude, e estude mais um pouco

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E quando achar que já sabe suficiente… volte duas casas e comece novamente. A cantora já deu algumas declarações dizendo que odiava as aulas de inglês, mas era obrigada pela mãe. O que para a Larissa adolescente era “um saco”, se transformou em uma ferramenta importantíssima para Anitta. Afinal, sem ela, a carreira internacional nunca deslancharia. E por falar nisso, estude com afinco o seu próprio mercado. Antes de se lançar lá fora, Anitta fez a lição de casa, estudou os players e chegou nos Estados Unidos sabendo onde estava pisando. Vale lembrar que em qualquer profissão, informação nunca é demais. Além de te tornar mais capaz, ainda dá aquele boost na confiança, que a gente sempre precisa.

#2 Estratégia, foco e confiança

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Por falar em confiança, ela não adianta muito se não vier acompanhada de foco e estratégia. Desde criança ela já sabia aonde queria chegar e traçou um plano para atingir seus objetivos.  Prova disso é o Projeto Check Mate, com o lançamento de um clipe por mês, em diferentes estilos, com músicas em inglês, português e espanhol, e parcerias com grandes nomes da música internacional. O que nos leva ao próximo tópico…

#3 Parcerias são a alma do negócio

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A competitividade do mercado faz a gente enxergar nossos pares como rivais, mas a colaboração é sempre o melhor caminho. Ao desenvolver um projeto, vale olhar com carinho pra quem tá do seu lado e até mirar alto e entrar em contato com aquele profissional que você admira. Anitta faz isso com nomes já consagrados como Alesso e J Balvin e com artistas “de nicho”, como Pabllo Vittar e Jojo Todynho. No final, sai todo mundo ganhando.

#4 Não tenha medo de se posicionar

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Nós mulheres ainda temos muita dificuldade de nos posicionar. A gente sempre acha que dá pra ganhar a discussão com uma certa doçura e deixamos escapar oportunidades importantes. Por sorte, esse comportamento vem mudando e Anitta é um grande exemplo. Ao ver que o clipe de “Vai, Malandra” estava estourando o cronograma, ela não teve dúvidas: demitiu a equipe e seu pessoal assumiu as gravações. O resultado você já conferiu, né?

No fim das contas, a gente precisa de uma boa dose de confiança e ousadia. E você, tem mais alguma dica para dar? 😉

4 dicas para usar tênis branco

Perdemos o timing ou ainda dá pra falar de tênis branco neste blog? Pergunto isso porque ando fascinada pelo Adidas Superstar e sempre que entro na loja zilhões de dúvidas surgem na minha cabeça. Será que eu vou usar mesmo? Será que combina comigo? Será que vai dar pra montar looks legais? Antes de gastar meu rico e suado dinheirinho, resolvi dar uma pesquisada e descobrir como as fashionistas andam usando tênis branco. Hoje compartilho com vocês algumas dicas!

Quanto mais “pesado” melhor

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Sim, parece que a época do Keds e do All Star branco já se foi. Eles abriram espaço para os “tênis de pai”, sabe? Aqueles modelos mais pesados, brutos, com carinha de anos 90. Como eu sou pequena – e tênis assim pesam um pouco no visual – sempre prefiro o meio termo. Ou seja, modelos como o Adidas Superstar ou Puma Heart Basket.

Eles viram o ponto focal do look

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Não adianta, viram mesmo. Então, se você for baixinha como eu, vale montar produções com tons mais claros para não quebrar a silhueta e causar aquele efeito “encurtador”. Isso, claro, se você for do tipo que se incomoda. Eu já assumi meus 1,54m e não to nem aí se vou parecer baixinha. Aliás, as minhas combinações preferidas são aquelas com calças pretas ou vestidos, vai entender.

Quebre a vibe esportiva com peças mais sofisticadas

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Se o seu ambiente de trabalho permite produções menos formais, mas você também não quer passar a impressão de que acabou de sair da academia, a dica é misturar materiais e cortes. Alfaiataria funciona superbem, assim como um bom blazer e camisa de botão. Também é bom prestar atenção nos acessórios, como bolsas e lenços. O truque é passar a impressão de que você pensou naquele look e não que calçou o primeiro sapato que viu na frente. 😉

Você não é adolescente para andar com tênis encardido

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A menos, é claro, que você tenha menos de 18 anos. Aí tá perdoada. Senão, vamos voltar ao básico: tênis limpo, sempre. Tenho moral para dar essa dica? Tenho. Você pode olhar os meus? Não. A maneira mais simples de limpar é misturando detergente e água sanitária a um copo de água morna e ir esfregando com uma toalha. Os cadarços você pode deixar de molho na água sanitária também. Só não deixe NUNCA a espuma secar no tênis para não causar manchas, ok?

E você? Também está apaixonada como eu? Alguma dica de look? Deixa aqui nos comentários!

 

 

O Milagre da Manhã: seis dicas para mudar sua vida

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Sempre que eu comento com alguém que treino de manhã antes do trabalho, recebo olhares meio espantados e meio de admiração. Como é possível acordar às 6h pra correr? Será um milagre?” Sim, não deixa de ser. Mas o responsável não é nenhum santo, e sim Hal Elrod, autor do best-seller O Milagre da Manhã.

Quem me acompanha há algum tempo já conhece a minha resistência a livros de autoajuda (ou autodesenvolvimento), e como aos poucos eu venho tentando quebra-la.Mas o que me atraiu em O Milagre da Manhã é que sua premissa é bem simples: o que você faz nas primeiras horas do dia influencia diretamente sua produtividade. Já viu CEO de grandes empresas acordando às 11h? Pois é. E ele explica isso através de seis passos simples, que eu mostro agora.

#1 Silêncio

O autor dá algumas sugestões para atividades que podemos praticar no silêncio (orar, agradecer, prestar atenção à própria respiração…), mas eu particularmente escolho a meditação. Neste post, eu te falei um pouco sobre os benefícios da prática e dei sugestões de app. Pra mim funciona muito bem e cinco minutos já me deixam pronta para encarar o dia!

#2 Afirmações

Nosso cérebro é programado para que algumas de nossas escolhas sejam quase intuitivas, certo? Pra isso, temos um arsenal de crenças à nossa disposição. Coisas que aprendemos com nossos pais, com a vida, com alguma experiência traumática. E as crenças podem ser engrandecedoras ou limitantes. A verdade é que todo mundo tem sua quota de limitações que nos impedem de ir além do mediano, em maior ou menos medida. Tirar cinco minutos por dia para fazer afirmações positivas tem um ótimo efeito a longo prazo. Anote as suas em um papel e leia todo dia ao acordar. No início é meio ridículo? Sim! Mas pensa que Will Smith e Oprah Winfrey fazem isso diariamente que rapidinho a vergonha passa.

#3 Exercícios

Ah, chegamos na raiz do problema. Agora você chegou aqui e deve estar pensando “nem ferrando que vou pra academia de manhã”. Olha, não precisa ser exatamente uma academia e nem precisa ser um treino longo. O importante aqui é acordar o corpo e deixa-lo preparado para o resto do dia. Eu corro e vou pra academia, mas se você não curte este ambiente pode dar uma caminhada ou até fazer um treino rápido usando algum aplicativo. Quanto mais tempo melhor, claro, mas 15 minutos já fazem uma super diferença.

#4 Leitura

Leitura é puro hábito. Ler 10 páginas por dia é relativamente simples e, ao final de um mês, você vai ter lido um livro de 300 páginas quase sem perceber. Comece com 5 minutos pela manhã, e veja a diferença que isso faz! Ah, e se quiser dicas de como ler mais e melhor, é só ler este post aqui!

#5 Escrita

Tirar um tempinho para esvaziar a mente colocando as ideias no papel é essencial para começar o dia zerado de verdade. Eu uso estes cinco minutos – juro, é só isso mesmo – para refletir rapidinho sobre o dia de ontem e agradecer. Quando eu sinto que estou sem tempo, anoto no papel três coisas boas que me aconteceram no dia e pronto!

#6 Visualização

Essa é a parte mais gostosa da manhã. Você já deve ter ouvido falar nisso – principalmente se leu O Segredo – e a ideia é bem simples mesmo: parar e visualizar o que vai acontecer quando atingir seus objetivos. Eu me imagino fechando um projeto, comemorando e, dependendo da inspiração do dia, consigo até visualizar a roupa que estou usando. Mas o exercício de visualização não serve só pra sonhos de longo prazo. Se você tem uma reunião ou precisa ter uma conversa séria com alguém, esta também é uma excelente maneira de ganhar mais confiança.

“Tá, já entendi. Mas que horas eu preciso acordar pra fazer isso tudo?” Bom, conversa franca aqui. Eu sei que sou extremamente privilegiada por morar perto do trabalho, e sei que nem todo mundo tem esse tempo de manhã. O importante é tentar encaixar os rituais na sua rotina. Meditar, por exemplo, é algo que depois de um tempo de treino, dá pra fazer até no ônibus ou no metrô. Acredite, faço muito isso. Mas, se você tem tempo e sente que seus dias começam sempre tumultuados, vale deixar a preguiça de lado e ligar o despertador uma horinha mais cedo. Depois você me agradece aqui nos comentários, tá? 😉

Tatuagem: três estilos diferentes para se inspirar!

Todo mundo que manifesta o desejo de fazer uma tatuagem ouve a frase “cuidado, isso vicia”. E olha, é verdade. Até eu que tenho pânico de agulha me rendi à “mania” das tattoos e tenho três. A impressão que dá é que estes desenhos, que surgiram depois dos meus 28 anos, me completaram. Fizeram com que eu me tornasse mais “eu”. Estranho, não? Como algo que não nasceu comigo pode fazer parte da minha identidade. Quase como se eu retomasse controle da minha beleza, do meu corpo, da minha estética.
Talvez por isso eu gaste uma boa parte do meu tempo livre na internet pesquisando imagens e inspirações para a próxima tatuagem (porque sempre haverá uma próxima). Pensando em você, que vai fazer a sua primeira (ou a décima), selecionei três dos meus estilos preferidos!

Minimalismo

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Pequenas e delicadas, sem muitos detalhes, as tatuagens minimalistas são ideais para quem vai encarar a agulha pela primeira vez. Vale também para quem tem uma profissão que não permite tattoos aparentes. O importante é escolher um tatuador que tenha o traço firme e leve, para evitar que as bordas saiam borradas.

Pontilhismo

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Outro estilo que exige muito talento do tatuador é o pontilhismo. Aqui, os desenhos são formados por pequenos pontos, em diferentes concentrações, criando a noção de claro e escuro. Prepare-se para algumas horas no estúdio, mas o resultado costuma valer a pena.

Aquarela

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A aquarela é hoje o que o tribal foi nos anos 90, quem não tem já quer a sua. A boa notícia é que cada vez mais profissionais estão se especializando nesta técnica que reproduz desenhos com tinha e água para criar o efeito degradé, com borrões e nuances de tinta.
Vale lembrar: não importa o estilo escolhido, é preciso escolher um profissional de confiança, seguir suas recomendações e nunca, jamais, abrir mão do filtro solar! 😉

Meditação: três aplicativos para quem quer começar a praticar

Se a cada vez que você ouve falar sobre meditação pensa logo “isso não é pra mim, sou muito agitada”, preste atenção. Esse texto foi escrito especialmente para você. Veja bem, eu já fui essa pessoa, que só de pensar em meditação ou yoga já sentia um espasmo de ansiedade. Que olhava com descrença para quem dizia que respirar fazendo “oooommmm” poderia me ajudar. Mas sim, acredite, pode.

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E não é papo esotérico, não. Estudos científicos apontam que a meditação traz uma série de benefícios para o organismo. Além de reduzir significativamente o estresse, a prática constante melhora o sistema imunológico, reduz a probabilidade de depressão (falamos sobre o assunto neste post), melhora a qualidade do sono e aumenta a concentração. Porque sim, meditar constantemente tem efeitos práticos no trabalho e nos estudos. E por onde começar? Pelo seu celular! Hoje falamos de três aplicativos essenciais para quem quer aprender a meditar!

Headspace

Talvez seja o mais clássico deles. O Headspace oferece um módulo de dez passos gratuito para quem está iniciando a prática e, claro, versões pagas para quem quer continuar meditando. A interface é bem amigável. A única desvantagem é que ele é totalmente em inglês. Mas se você já está familiarizada com a língua, pode baixar que a linguagem é bem simples.

Disponível para Android e iOS.

Zen

Criado pela youtuber (e ex-BBB) Juliana Góes, o Zen é um dos meus preferidos. Além do curso básico de 21 dias (segundo especialistas, o tempo que você precisa para adquirir e consolidar um novo hábito), o app ainda oferece programas para melhorar o sono e aumentar a concentração.

Disponível para Android e iOS.

Insight timer

Uma das coisas mais bacanas do Insight Timer é que ele funciona também como uma rede social. Através dele, é possível ver quem está meditando perto de você. O conteúdo também é colaborativo, com aulas feitas pela própria comunidade. Mas para quem está começando a dica é o curso básico de meditação em sete dias!

Disponível para Android e iOS.

E você, usa algum destes aplicativos? Tem alguma dica pra compartilhar? Deixa aqui nos comentários!

Copacabana: um roteiro rápido pela Princesinha do Mar

Não rolou de viajar esse feriado? Não tem problema! Uma das coisas mais bacanas (e econômicas) de se fazer é turistar pela própria cidade. Esse é, aliás, um excelente método para sair da bolha e começar a expandir seus horizontes, sem precisar ir muito longe. Tenho tentado fazer esse exercício com alguma frequência e hoje te dou um roteiro completo pra curtir o “meu país”, Copacabana. Ah, e vale também para quem não é do Rio e quer conhecer a “princesinha do mar”.

Comece com um bom café da manhã

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Se você não é ninguém antes de comer, comece seu passeio com um café da manhã de verdade. O lugar mais tradicional do bairro é a Confeitaria Colombo, dentro do Forte de Copacabana. A vista é espetacular e o menu, nem se fala. Outra opção é a padaria Pão & Companhia, que tem um buffet completíssimo com pães, bolos, tapiocas, frios, frutas, etc, etc, etc.

E vá gastar as calorias no calçadão!

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Eu sou apaixonada pela sensação de liberdade que correr na praia me proporciona. Quando eu vim morar no bairro há quatro anos, meu momento preferido da manhã era pegar a bicicleta e ir pedalando até o Leblon. Hoje, troquei a bike pela corrida, mas continua sendo a minha maneira preferida de começar o dia. Vale até dar um mergulho e tomar um banho rápido no posto.

Um pouco de arte sempre faz bem

Copacabana não é famosa pelos seus museus, mas as suas galerias são um sucesso. Uma das minhas preferidas é a Movimento, dentro do Shopping Cassino Atlântico. Foi lá que eu vi de perto as obras do Toz pela primeira vez. Hoje, eles têm peças do Tinho e do Mateu Velasco. Vale a pena conhecer!

Bora comer?

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O que não falta por aqui é restaurante bacana. Um dos meus preferidos para almoço é o Cumpadres, na Av. Nossa Senhora de Copacabana com a República do Peru. Por lá, geralmente eu peço a Tábua Mediterrânea, com legumes grelhados e tapenade. Para finalizar, um brigadeirinho de panela, que ninguém aqui é de ferro.
À noite, o leque de opções é ainda melhor. Quem ama sanduíches tem que conhecer o Seu Vidal, ou o tradicionalíssimo Cervantes. Se a ideia é comer pizza, Zero Zero e Magistrale (falei dela aqui) são excelentes. Para drinks, o El Born, na Bolívar é o meu preferido.

E para curtir a noite?

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Eu não sou exatamente uma pessoa de balada, mas sei que Copacabana tem lugares ótimos pra quem curte virar a noite dançando. Além dos rooftops dos hotéis (o do Pestana é o meu preferido), e do pub Mud Bug, tem também a Fosfobox, para os mais alternativos.

E você? Tem algum cantinho preferido em Copa? Compartilha aqui nos comentários!

Depressão, eu? Sim, eu.

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E aí, um belo dia eu descobri que estava com depressão. Foi no meio de uma sessão de terapia e a minha terapeuta me deu a notícia com um tom leve, como quem diz: “me passa a manteiga”. Mas pra mim, caiu como uma bomba. Depressão, eu? Sempre tão engraçadinha, sempre fazendo piada, cheia de amigos? Eu? Com diversos casos na família? Eu, que tinha acabado de perder meu pai? Eu? Jamais. Só que sim. Eu.

Tá, mas e agora? O que que eu faço?

“Vou te dar o telefone de uma psiquiatra e você marca uma consulta”. Psiquiatra? Remédio tarja preta? Eu? Sim. Eu. Eu marquei, eu fui, eu peguei a receita azul e fiquei um tempão olhando pra ela. Ali tinha o nome de um princípio ativo, mas pra mim aquelas palavras estranhas só diziam uma coisa: eu era maluca. Tinha passado 24 anos fugindo desse diagnóstico, mas agora era um fato consumado. Eu era maluca. Doidinha de pedra. Preconceituosa, eu? Sim, eu.

Demorou alguns anos pra eu começar a encarar o diagnóstico de frente e entender que, na verdade, aquilo fazia parte de mim. “Desequilíbrio químico”, me explicou a segunda psiquiatra que eu visitei. “E digo mais, pelo seu histórico, você tem depressão desde os 7 anos de idade. Provavelmente é genético”. Oi? Eu nem sabia que isso era possível.

O que era pra ser uma notícia terrível, na verdade, foi um motivo de alívio. Eu não era chata, eu não era antissocial. Na real, eu não era nem maluca. Eu estava doente. Um desequilibriozinho químico, uma rápida pane no cérebro, uma gripe na alma. Neurônios que não fazem a sinapse como deveriam, baixa quantidade de hormônios. Um tratamento rápido, e pronto. Vai dar pra resolver.

E hoje?

Hoje, eu olho pra trás e percebo que não foi o diagnóstico que mudou. Foi a minha maneira de olhar pra ele. E pra mim. E pra todas as coisas ruins que eu pensava sobre mim mesma. Se boa parte da minha personalidade era efeito da depressão, como eu seria sem ela? E se eu pudesse tomar um remédio e, de repente, ver a vida mais leve?

A verdade é que, desde que eu soube que tinha depressão, e teria que conviver com ela de tempos em tempos, eu passei a ser mais feliz. “Oi? Mas é doida mesmo”, você deve estar pensando. Veja bem, eu passei a me olhar com mais amor, a ser mais gentil comigo mesma e aprender o que o Neymar já aprendeu e já até tatuou: isso também vai passar. Dias bons, dias ruins. Todos, sem exceção, vão passar.

Uma amiga, ao me ver com uma crise fortíssima de ansiedade – causada, claro, pela depressão – um dia definiu: parece que você está se afogando em terra firme. Olha, eu não poderia explicar melhor. A sensação é exatamente essa. Só que agora eu aprendi a tomar o caldo. Respira fundo, se afoga e deixa o corpo ir. Meio Maya Gabeira nas águas de Nazaré. Só que eu não morro, já aprendi. Meu cérebro me sacaneia, me sabota, me maltrata, mas no fundo, é só uma brincadeira de mau gosto. E isso também vai passar.

Vai doer na hora, você vai passar alguns dias na cama, trocar o dia pela noite, ficar sem banho um dia. Mas com remédio, terapia, boa alimentação e um exerciciozinho, adivinhe? E sim, de todas as coisas que eu poderia te falar agora, acho que só essa é capaz de dar algum conforto: vai passar.