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Etiqueta: arte

Ilustração: três artistas incríveis para seguir no Instagram

O Instagram vem se consolidando como A mídia para descobrir coisas novas. É como se você tivesse acesso a 1 bilhão de universos novos, diferentes ou muito parecidos com você. Fotos com crianças, gatinhos ou pratos bonitos, claro, são as mais curtidas. Mas eu, particularmente, ando amando descobrir novos artistas. Hoje, fiz uma lista rápida de ilustradoras que vale muito a pena seguir. É só clicar no nome de cada uma! 😉

Brunna Mancuso

Ilustração_Brunna

Cores quentes, estampas e padronagens são as marcas registradas da Brunna, que tem o feminino como tema principal do seu trabalho. Depois de se formar em Design e Artes Visuais, ela agora dedica suas horas a criar artes para clientes diversos, usando materiais como aquarela, guache, e até a ilustração digital. E na hora de criar, tudo serve de inspiração: livros, filmes, viagens, animações. Ou seja, Brunna transforma a vida em arte. Tem coisa mais bonita?

Nina Pandolfo

Ilustradoras_Nina

Dá um orgulho danado ver a arte da Nina Pandolfo ganhando o mundo. É que ela é dona de um dos traços mais bonitos do grafitti brasileiro. Sua ilustração tem um quê de surrealista e olhar seu trabalho é como mergulhar em um mundo encantador e desconhecido. E além de ter obras espalhadas por Nova York, Londres e Suécia, Nina ainda realiza parcerias com grandes marcas de moda, como a Fendi.

Marina Papi

ilustração_Marina
Eu amo a Marina porque ela ama o Rio. E não tem nada melhor do que compartilhar paixões. Misturando ilustração, fotos, aquarelas, animações, colagens, pinturas, ela constrói retratos incríveis da cidade maravilhosa… e o resultado é surpreendente! “Meu trabalho é uma tentativa de oferece um pouco de leveza e tranquilidade diante do caos (interno e externo) de cada dia.” E ela consegue, né? 😉

Tem alguma artista favorita que te inspira? Divide com a gente aqui nos comentários!

#Ilustração: 7 perguntas para Laura Loyola

Esse é um daqueles posts que ficam guardados no caderninho de ideias por um longo tempo, mas você sabe que quando sentar para escrever, vai ser só amor. E não deu outra. Eu quis falar do trabalho da Laura Loyola por aqui desde que a conheci através de uma das minhas melhores amigas (beijo, Mari!).  Não só porque ela é uma ilustradora mega talentosa, mas também porque eu achava que na hora em que fosse falar sobre arte no blog, tinha que ser com alguém que respirasse isso. Nada de um entrevistado que colocasse o assunto num pedestal inacessível, mas que conseguisse o belo mais pra perto da gente. Leia a nossa conversa e depois me diz se eu não acertei! 😉

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Quando e como você começou a desenhar? E como decidiu se dedicar a isso?

Acho que desde que eu era pequena, eu sempre gostei de desenhar e criar coisas. Na adolescência, tive a fase da fotografia e também a fase da escrita (tanto que cursei Letras). O engraçado foi que, durante a faculdade, o meu lado criativo apareceu no desenho, e não na escrita. Desenhava muito nessa época e fiz diversos cursos livres, aprimorando o meu traço. Aos poucos fui tentando mostrar o meu trabalho para amigos, para depois participar de feiras e compartilhar com pessoas fora do meu círculo de amizades. Hoje, trabalho com ilustração e desenvolvo projetos criativos.

A literatura tem um papel importante na sua arte?

Sim, tem! Acredito que a literatura influencia bastante no meu trabalho. De certa maneira, parece que a leitura ajuda a oxigenar o cérebro. Certos livros me inspiram a criar novos trabalhos, me ajudam a refletir, imaginar, a buscar referências em minha mente, desenvolvendo assim, um universo para um enredo que não está sendo visto de fato. A literatura permite, assim como a arte, a imaginar novos mundos.

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Tudo o que você faz tem um charme especial e dá para ver que tem muito da sua personalidade na sua arte. Tem algum trabalho preferido?

Obrigada! Tudo o que eu faço, por mais clichê que isso soe, faço com muito carinho e dedicação. Eu adoro quando encomendam ilustrações e me contam histórias pessoais, dando liberdade para eu desenvolver o meu trabalho a partir do que foi contado. Adoro  traduzir essas histórias que são especiais para as pessoas e ver depois as suas reações quando veem o desenho pronto. Gosto muito de ter a memória como lugar de inspiração, e isso vale para quando faço um trabalho autoral e também sob encomenda.

Como surgem suas ilustrações? Existe algum processo de pesquisa por trás?

Quando surgem encomendas e trabalhos mais comerciais, é mais fácil ter foco, pensar em prazos e organizar a minha rotina a partir disso. Muitas vezes já me dão referências e outras eu busco o que eu acho que poderia encaixar melhor para o que foi pedido. Já o meu processo criativo pessoal pode ser meio caótico, mais intuitivo, as ilustrações podem surgir a partir de imagens aleatórias, conversas, filmes, livros e etc. Anoto a ideia e faço um rascunho (meus rascunhos são uma bagunça só!), já imaginando mais ou menos o resultado final, que técnica quero utilizar. Tenho o meu próprio tempo quando é algo pessoal, posso fazer na hora que tenho livre e outras vezes posso demorar dias ou semanas para finalizar uma ideia.

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Como você encontrou seu estilo?

O meu estilo eu fui desenvolvendo com o tempo, desenhando bastante, vendo o que eu gostava e o que eu não gostava, buscando referências e trabalhando a técnica. Gosto de testar coisas novas também, fugir um pouco do que eu faço normalmente, mas na maioria das vezes volto e caio no mesmo estilo e nos elementos que gosto de desenhar. Acho que as coisas que mais gostamos de fazer, acabamos fazendo muitas vezes.

Que técnicas você utiliza?

Gosto muito de nanquim, aquarela e lápis de cor. Às vezes começo desenhando no papel e finalizo no computador. Gosto também de misturar técnicas.

O que te inspira?

Filmes, fotografias antigas, seriados e conversas. No geral, coisas que de alguma forma contam boas histórias.

Gostou? Então segue a Laura aqui e aqui!

Arte com Lego: conheça a imperdível The art of the Brick

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Como filha única e rodeada de primos homens achar alguém pra brincar de Barbie era um sacrifício. As brincadeiras, geralmente masculinas, eram determinadas pelos Power Rangers, Comandos em Ação, e claro, LEGO! De longe meu brinquedo preferido, as pecinhas coloridas me fascinavam de tal forma que, mesmo quando eu ajoelhava em cima de uma (ui!), a paixão não diminuía. Casas com jardins, carros, foguetes, o que eu quisesse dava pra construir. Então imagina a minha felicidade quando eu descobri o artista Nathan Sawaya e a exposição “The Art of the Brick”, em cartaz no Museu Histórico Nacional aqui no Rio..

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O americano tinha tudo para ser um advogado de Wall Street daqueles bem coxinhas, mas em determinada fase da vida viu que o que o alimentava mesmo era usar a criatividade. Pra você ver que em qualquer lugar do mundo tem gente que se vê numa encruzilhada: seguir a carreira tradicional ou se jogar no que te faz feliz de verdade! Para nossa sorte, Nathan decidiu seguir o que o alimentava de verdade. Em entrevistas, ele disse que até já fez esculturas de outros materiais, mas é o Lego, esse brinquedinho que quase todo mundo tem em casa, que aproxima a arte das pessoas. E não é que é verdade?

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Bom, nem todo mundo tem o talento de Sawaya. Entre as obras expostas, réplicas de quadros famosos como Monalisa, Noite Estrelada, O Grito, o Beijo. Mas as originais chegam a ser mais impressionantes, como as caveiras, o homem de peito aberto, construído com blocos amarelos, e o T-Rex de seis metros de comprimento. Ao todo, foram usadas mais de um milhão de peças em toda a exposição.

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Daquelas mostras bem impressionantes que você não pode deixar de ver! Vai até o dia 5 de fevereiro, no Museu Histórico Nacional. E aposto que você vai sair de lá como eu: querendo um balde gigantesco de Lego! 😛