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Etiqueta: estilo

Roberta Freitas: consultoria de estilo, feminismo e sustentabilidade

Moda pra mim é mais do que roupa. É comportamento, é expressão visual, é a sua personalidade traduzida em tecidos, cores e formas. Exatamente por isso, a Consultoria de Estilo me encanta tanto. E quando eu conheci a Roberta Freitas, numa live sobre autoestima, de cara me identifiquei com ela. Porque além de trabalhar ajudando seus clientes a se conhecerem melhor, a Roberta está alinhada com tudo o que eu penso sobre moda, estilo, feminismo e o jeito que a gente leva a vida. Então, leia essa entrevista até o fim e apaixone-se também! <3

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Moda & Estilo

O que é a moda para você hoje? De onde surgiu a vontade de trabalhar com isso?
Moda, pra mim, sempre foi comunicação e uma maneira de expressar e praticar criatividade todos os dias. Hoje, mais do que isso, consigo perceber que também é história e política. Não sei de onde veio, mas eu sempre quis trabalhar com isso – não com o fazer das roupas, mas com o transformar.

Quem são seus ícones? Quem te inspira na hora de vestir?
Eu me inspiro muito em comportamento e moda de rua mesmo, mas se for pra pensar em ícones… Iris Apfel, Giovanna Battaglia, Luiza Brasil, Vanessa Rozan, Leandra Medine e Solange Knowles.

Seu estilo é muito autêntico, você tem marcas registradas bem marcantes, como os acessórios e as cores. Você sempre colocou sua personalidade na forma de se vestir? Como seu estilo mudou ao longo dos anos?
Por incrível que pareça, quando eu era bem novinha eu tinha uma dificuldade imensa em me vestir porque tava sempre buscando aprovação da minha mãe. Na adolescência comecei a me arriscar mais, passear por “tribos” diferentes pra experimentar, e eu acho que foi justamente isso que me deu repertório e recurso pra entender melhor o que fazia sentido pra mim e o que não fazia. Depois dos 30 – não que tenha a ver com idade, mas prioridades! – aos poucos comecei a sentir mais vontade de adaptar essa criatividade pra uma linguagem mais madura. É isso, a gente vai se transformando e o estilo caminhando junto.

Tem alguma peça que não pode faltar no seu armário? E no armário alheio?
Cor e acessórios extravagantes! rs Não consigo imaginar mais de um dia usando preto ou branco, e me sinto nua sem um acessório de personalidade. Gosto muito de camisas também.

A consultoria ajuda a estudar e traduzir as vontades de cada um, mas só a partir das prioridades, preferências e história de vida que a pessoa já tem. Não existe isso de uma peça obrigatória pra todo mundo. A peça que não pode faltar é a que te faz feliz.

Moda e feminismo

Vivemos uma nova onda feminista, e estamos muito voltadas para assuntos como aceitação, autoestima e quebra de padrões. Como todas estas mudanças se refletem na forma como as pessoas se vestem?
Essa nova onda abriu os canais de comunicação pra discutirmos e questionarmos os padrões, o que nos fez olhar pra nossa autoimagem por um outro viés. Isso é ótimo! Porém, na era da internet, tudo toma proporções extremas, e sinto que a moda da “autoestima e empoderamento” acabou se tornando mais uma pressão pra muita gente (“Por que todo mundo consegue se amar, menos eu? Preciso aceitar meu corpo!”). Isso desvia a atenção do que realmente importa no feminismo: a necessidade de ter mulheres (negras, especialmente) na política e no poder, a equidade racial, a violência patriarcal, e por aí vai.

É maravilhoso que estejamos aproveitando esse momento pra repensar nosso lugar no mundo e o que nosso corpo representa. Eu sou SUPER a favor (e falo isso no meu instagram diariamente!) de termos menos medo da roupa, de experimentarmos coisas novas e arriscarmos mais. Mas é importante respeitar o próprio tempo, respirar fundo, começar olhando pra dentro e questionar a origem desses medos e inseguranças.

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Consultoria de Imagem

Qual é a importância de uma Consultoria de Imagem e Estilo hoje?

Depende do ponto de vista, rs. Se pensarmos pelo lado pessoal, de quem contrata, a importância vai de acordo com a demanda de cada um: expressar personalidade, sentir mais segurança na vida, nos relacionamentos e no trabalho, ter uma rotina mais organizada, gastar menos com roupa, se estressar menos e se divertir mais ao abrir o guarda-roupa, etc. Em termos de sociedade, acho que o ponto mais importante é em relação ao impacto que a indústria da moda tem no planeta. Não se entender com seu armário e com seu estilo, na grande maioria das vezes, resulta em compras desenfreadas, desnecessárias e, geralmente, sem bons resultados. Isso só alimenta a velocidade do mercado e agrava a situação.

Como é o seu processo? Em que ele pode ajudar quem está em busca de seu estilo pessoal?

O meu processo é 100% conectado com a personalidade e os desejos da cliente. Fujo ao máximo de regras de adequação – a menos que solicitado, é claro -, e questiono a nossa necessidade de validação. Quando você passa a se entender melhor e conhecer as ferramentas necessárias e possibilidades de cor, forma, tecido, acessório, etc, que funcionam pra você, a diversão é um caminho sem volta!

Tem alguma dúvida ou desejo mais recorrente nas pessoas que te procuram?

A maior dificuldade, inicialmente, costuma ser na combinação de peças/cores e na tradução do gosto pessoal, mas ao longo do processo muitas catarses acontecem, hahaha!

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O estilo e o consumo consciente

Hoje falamos muito sobre consumo consciente. Como isso se relaciona com a consultoria de imagem?

Como falei acima, o mercado de moda nos instiga o tempo todo. A nossa falta de (auto)conhecimento deixa as portas abertas pra vontade de adquirir todas as tendências e preencher vazios com roupas novas. Quando nos conectamos com o nosso estilo e nossas reais demandas, aprendemos sobre tecidos, manutenção das peças e a aproveitar o nosso guarda-roupa em toda a sua potencialidade, comprar vai se tornando menos tentador e necessário e mais assertivo.

Que dica você daria para alguém que não se reconhece mais nas suas roupas?

Primeiro tentar entender o porquê. Foi alguma mudança na sua vida que gerou essa insatisfação, como uma mudança de emprego, gravidez ou separação? Se foi, você já pode fazer um planejamento pra entender como resolver a situação. Precisa de roupas mais formais, de balada, ou com modelagens que também vão te atender após o parto?

Se não, pode ser bacana você investigar suas demandas do dia a dia e fazer uma super revitalização no guarda-roupa. Deixar lá só o que você AMA, usa bastante e combina entre si, com boa variedade e uma proporção de mais partes de cima do que partes de baixo. Ah, partes debaixo incluem macacão e vestido!

Sentiu que tá faltando coisa? Faz uma listinha e vai comprando aos poucos, com cuidado, parcimônia e carinho. E mão na massa! Monte o máximo de looks que conseguir e fotografe também os que você tá usando no dia a dia. Isso super ajuda a visualizar as suas repetições, preferências e a pensar em maneiras de melhorar. o/

 

 

Ícones de estilo: minhas inspirações no Instagram

Eu sempre falo aqui da importância da inspiração na hora de encontrar seu próprio estilo. Observar é a chave para quem quer encontrar novas formas de usar determinada peça ou experimentar coisas novas. E na era das redes sociais, isso é ainda mais fácil.

Aqui cabe uma ressalva: não estamos falando de cópia e nem comparação, tá? O bacana mesmo é descobrir ícones de moda e usar aquilo de forma que faça sentido na sua vida. Procure por meninas que tenham um corpo e/ou estilo de vida parecido com e bote sua criatividade em prática! Hoje eu divido com vocês meninas que eu amo seguir no Instagram, no Pinterest e na vida!

Hariana Meinke

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Eu comecei a seguir a Hari pelo que ela escrevia, mas quando me deparei com o seu perfil no Instagram me apaixonei logo de cara. O estilo da Hariana é básico, mas está longe de ser sem graça. As produções são todas usáveis, mas tem sempre uma bossa, um charminho. Meus preferidos? As camisas sociais que dão um ar romântico sem imprimir doçura em excesso, e os acessórios delicados.

Camilla Brunetta

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A Camila é a típica garota-carioca, mas não cai no estereótipo do mega estampado com cara de hippie. Pelo contrário. Ela vai da camiseta ao vestido longo com muita naturalidade e eu sempre fico me perguntando como alguém consegue ser tão camaleônica. Vale ficar de olho: nos jeans e nos biquínis, claro.

Beatriz Ferreira

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O que eu mais gosto no estilo da Beatriz é a leveza – o corte de cabelo ajuda! 😛 As combinações são descomplicadas, tem informação de moda, mas ao mesmo tempo são fáceis de se identificar. As cores escolhidas por ela são neutras, quentes e passam aquele ar de elegância sem esforço – tão comum nas cariocas. Inspiração máxima? As camisas e as calças cropped.

Luiza de Andrade

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Uma das pessoas mais divertidas dessa internet, a Lu dá ótimas dicas de maquiagem. Mas os looks também não ficam atrás. Com um estilo mais esportivo, a Lu usa e abusa do hi low e sempre mostra achadinhos de fast fashion ou de marcas ainda pouco conhecidas. Aliás, se você quer conhecer lojas novas, ela é A pessoa para seguir.

E quais são os seus ícones de estilo? Comenta aqui, vamos trocar figurinhas! 🙂

Vestido branco: como usar no resto do ano?

A gente costuma associar vestido branco ao Réveillon e às vezes temos até uma  dificuldade de aproveitar o look durante o ano, né? Mas poucas peças são mais básicas do que essa! Pensando nisso, separei aqui adicas – testadas e aprovadas – para reciclar aquele vestido maravilhoso que você usou pela última vez no dia 31 de dezembro. Olha só!

#1 – Acrescente uma peça

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Quem gosta de moda já conhece o poder da terceira peça. Aqui, como estamos falando de vestido branco, vamos usar a segunda como se fosse a terceira, combinado? Rs. O importante é acrescentar um quê a mais: uma jaqueta, um cardigan, um lenço, uma blusa amarrada na cintura ou…

#2 – Brinque com sobreposições

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… uma camiseta, por exemplo! Adicionar uma blusa básica, um top ou até uma camisa por cima do vestido faz com que ele se transforme em uma saia.  Dependendo do tecido, a textura funciona quase como uma estampa, e faz com que o look ganhe “interessância”.

#3 – Adicione textura

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Na mesma vibe da dica anterior, se o vestido escolhido para o Réveillon foi branco liso, a dica é incluir na produção algo que tenha um “peso” diferente. Por peso, a gente quer dizer uma composição diferente. Exemplos: renda, tricô de linha, um casaco de pelinho no inverno, ou até um paetê fosco.

#4 – Troque o estilo

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Seu vestido branco é ultrarromântico? Que tal deixa-lo mais despojado com uma jaqueta jeans? A ideia aqui é de brincar com os opostos. Modelos mais básicos e assimétricos, por exemplo, podem ganhar uma bossa com acessórios estampados. Dosando bem a “quantidade de informação” da produção, até aquele vestido boho pode ir para o escritório.

#5 – Varie os acessórios

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Aqui, não estamos falando apenas de brincos, pulseiras ou colares, mas também bolsas, sapatos e lenços. Fuja dos dourados, já que essa combinação remete rapidamente à virada do ano, e prefira outros tons. As mais básicas podem investir no preto, cinza e azul marinho (um dia eu chego nessa elegância!), enquanto as mais modernas podem investir em cores vibrantes e estampas.

Anotou? Curtiu as inspirações? Então depois conta pra gente se você já conseguiu tirar o vestido do armário! 😉

Fotos: Instagram, Pinterest, Ana Capri, Lale, Oqvestir, Via Mia, Miallegra

Keka Paiva: moda, feminismo e consumo consciente!

Há algum tempo, eu entrevistei a Keka Paiva, co-criadora da Kapê. Lá em julho de 2017, ela estava no início da sua carreira como empreendedora e estilista. Hoje, ela e a sua mãe, também sócia da marca, continuando na ativa, produzindo vestidos de noiva e de festa como poucas. Este é o primeiro #TBT do blog, e achei mais do que justo começar por elas. Vamos ver?

A ética jornalística exige que eu dê um aviso bem claro logo no início deste post: não teremos imparcialidade por aqui. Isso porque a minha entrevistada de hoje é uma das pessoas mais queridas dessa vida! Eu e Keka Paiva não somos exatamente amigas próximas, mas com a gente rolou aquela “simpatia à primeira vista”, sabe? Em outras palavras, a “energia bateu”. Além disso, temos uma paixão em comum: a moda. Então, quando eu soube que ela estava abrindo um ateliê para criar roupas de festa sob medida, respeitando o shape, o estilo e a personalidade de cada cliente, nem pensei duas vezes. Chamei logo pra esse papo que você lê a seguir!

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VOCÊ É FORMADA EM PUBLICIDADE, CERTO? DE ONDE VEIO SEU AMOR PELA MODA? QUAL É A SUA RELAÇÃO COM ESTE UNIVERSO?

Sim, me formei em Publicidade na PUC-Rio, em 2013, mas meu amor pela moda vem desde muito cedo.  Lembro que quando eu tinha uns 7 anos, pedi a minha avó dinheiro para comprar esmaltes e uma caixa de grampos de cabelo para personalizá-los. Ela morava numa vila e fui batendo de porta em porta vendendo os grampinhos coloridos, cada um com um estilo diferente e pedia R$ 0,25 por cada um!  Então, pra tentar resumir minha paixão por todo esse universo, acho que a principal ideia que a moda me passa é de liberdade de ser e de transmitir alguma coisa, sabe? Nesse caso, através de roupas, de criações com a personalidade de quem vai vestir aquilo. Vejo a moda como uma ferramenta de comunicação, por isso acho que primeiro cursei Comunicação Social e depois fui me especializar no Design de Moda mesmo.

DE ONDE VEIO A IDEIA DE CRIAR ROUPAS SOB MEDIDA? COMO É ESSE PROCESSO CRIATIVO?

Bom, como disse, acho que a roupa tem que ter o jeitinho de cada um e o “sob medida” possibilita isso. Mais do que uma modelagem feita para o corpo daquela mulher, é também uma ideia desenvolvida exclusivamente para representá-la. Daí surgiu a ideia, junto com a minha mãe, de criar um negócio para atender mulheres que pensem assim e que só precisem de alguém que coloque na prática o que está na cabeça delas.

Na verdade, a ideia central, que desenvolvi no meu projeto final da faculdade de Design de Moda, é justamente quebrar padrões e tradições nos vestidos de noiva e de festa. É seguir sempre buscando o tal do diferencial. E, por isso, nossas criações sempre tendem a seguir um estilo mais livre e contemporâneo. A moda traz muitos padrões estéticos que podem não agradar todo mundo e eu acredito que estejamos, cada vez mais, caminhando para a era do “personalizado”.

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Dentro do processo criativo rola esse levantamento do que é o ideal daquela cliente específica. Não gosto da ideia de que as pessoas devem procurar uma modelagem que seja “a correta” para “x” tipo de corpo. Acho que não existe o certo e o errado no estilo “Fashion Police”. As pessoas devem usar aquilo que se sentem bem, que sempre quiseram vestir, essa satisfação é a verdadeira chave pra se sentir maravilhosa e diva do red carpet. Hahaha. Primeiro, a gente pensa junto com a cliente o que ela gosta, fazemos pesquisas de cor e tecido e definimos o modelo em um croqui. Depois partimos para a modelagem plana, onde riscamos no papel, em tamanho real, a base do corpo da cliente e desenvolvemos o modelo que ela escolheu, tudo isso com ferramentas e técnicas específicas. A partir daí, mandamos para a costureira.

O FEMINISMO É ALGO MUITO PRESENTE NA SUA VIDA. COMO O TEMA SE INSERE NO SEU TRABALHO?

A própria ideia de “liberdade de vestir” para as mulheres já se insere no feminismo. Uma mulher que queira usar um decote profundo não pode deixar de usá-lo porque as pessoas podem achá-la vulgar. Decote não é vulgar, mostrar o corpo não é vulgaridade. O corpo é nosso, a sensualidade não é convite para julgamentos. Uma mulher não tem que esconder o que as pessoas e a indústria da moda estipulam como imperfeições. Valorizamos as mulheres, sempre! E criamos um laço com cada uma que vem falar com a gente, porque compartilhamos um pouco dos nossos ideais e isso sempre enriquece o nosso trabalho.

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QUEM É O SEU ÍCONE DE ESTILO? QUEM TE INSPIRA NO DIA A DIA?

Eu acho que não tenho um ícone. Admiro o trabalho de muitos artistas e designers, gosto de buscar profissionais que se aproximem dos ideais que carrego comigo. Estilo, pra mim, é uma coisa muito ligada ao humor, ao momento, sabe? Um dia estava no banheiro da minha mãe e vi um vidro de Alfazema,  que a gente encontra em farmácia. No rótulo tem uma mulher no campo, com calça jeans larga, cintura alta, um cinto e uma blusa branca larguinha pra dentro da calça. Amei, fui vestir!

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SE VOCÊ PUDESSE ABOLIR UMA TENDÊNCIA DO MUNDO, QUAL SERIA? TEM ALGUMA QUE VOCÊ ACHA QUE TODAS DEVERIAM ADERIR?

Eu acho “tendência” uma coisa meio perigosa. No início é muito bacana, mas depois a indústria satura todo mundo com aquela roupa “x”.  O grande problema, na minha opinião, tá aí. As tendências não deixam que você pense e realize “quem você é”, “o que você realmente gosta de vestir”. Te fazem pensar em “preciso comprar aquilo”, “preciso pertencer a esse grupo”. Não acho que isso seja uma verdade absoluta mas tenho minhas reservas com tendências justamente porque elas te impulsionam a sempre querer comprar mais.Aproveitando o gancho, acho que a tendência que todos deveríamos aderir é a de diminuir o ritmo das compras e se preocupar em como aquela roupa chegou até você.

 A moda me passa a ideia de liberdade de ser e de transmitir alguma coisa.

Como se vestir bem sem gastar muito dinheiro

Essa é a pergunta de um milhão de dólares. Porque por mais que a gente fale sempre que o estilo tem a ver com comunicação e personalidade, a indústria da moda segue batendo na tecla do consumo. Mas a verdade é que se vestir bem – de acordo com seu estilo de vida – é uma questão de autoconhecimento. E hoje eu te conto as dicas que recebi e que fizeram total sentido pra mim.

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#1 Entenda qual é o seu estilo

E saiba que ele está sempre em construção. Ou seja, ele não é imutável, mas precisa fazer sentido (aqui tem post sobre isso!). Se você é uma pessoa que ama estar confortável, comprar um salto agulha pode ser perda de dinheiro. Vale mais a pena investir em um bom par de tênis ou uma sapatilha. É importante também ter “marcas registradas”, aquelas peças que você repete sem medo e sabe que vai usar. Vale mais um bom jeans com caimento bacana do que a blusinha da temporada que você só vai usar uma vez.

#2 Conheça seu corpo

Pode reparar: sempre que a gente acha uma pessoa elegante, o caimento das roupas está sempre impecável. A camiseta não marca, a bainha da calça está na altura certa, o ombro da jaqueta está no lugar. Isso acontece quando a gente sabe exatamente o que quer valorizar e, principalmente, qual é o nosso tamanho. Eu APOSTO que você já comprou uma peça mais larga (ou mais justa) só porque se apaixonou por ela e a loja não tinha seu tamanho. Pode confessar, eu também já fiz isso.

#3 Mais peças eternas, menos tendências

Ninguém precisa se vestir como se tivesse saído de um guia de estilo. Sempre tenho a sensação de que eles padronizam todo mundo. Mas apostar no básico pode ser uma boa para criar um visual que funcione sem gastar demais. Por exemplo, não compre uma pantalona estampada antes de ter uma calça preta que monte cinco looks diferentes. Evite a blusa ciganinha se você não tem uma camiseta branca de qualidade. Não precisa comprar aquela jaqueta bordada com paetê se você ainda não tem uma jeans que vai com tudo. São escolhas inteligentes que montam um guarda-roupa mais funcional e uma conta bancária no azul.

#4 Tenha cuidado com as fast fashion

Elas podem ser uma benção ou uma maldição. Ao mesmo tempo em que oferecem peças bacanas por um preço (quase sempre) justo, elas são montadas para fazer você comprar o que não precisa. Foco é a palavra-chave. Só entre em uma se você souber exatamente o que está procurando. Esse negócio de “dar só uma olhadinha” é um verdadeiro RALO pro seu dinheiro.

#5 Organize seu armário

Juro, 90% das vezes em que eu disse “não tenho roupa”, eu tinha, só não conseguia ver. E em 90% das vezes que fiz alguma compra por impulso também. Organizar o armário é fundamental pra desapegar do que não serve mais, abrir espaço, e deixar à mostra tudo o que gosta de verdade. Neste processo, a gente também consegue pensar em novas combinações pra roupas que usamos sempre do mesmo jeito. O Pinterest pode te ajudar muito nisso! Saiba mais neste post aqui!

Mais alguma dica? Bora conversar aqui nos comentários!

Como desenvolver seu estilo em cinco passos

Até hoje muita gente associa a moda à futilidade. Mas você já parou pra pensar que você se veste diariamente? O que mais você faz todos os dias? Se alimenta, toma banho, escova os dentes, trabalha, dá atenção para sua família e seus amigos. Nada disso é futilidade. Por que a moda seria? O estilo nada mais é do que a sua personalidade traduzida em roupas. Por que não ajudar as pessoas a entender quem você é através da maneira pela qual você se veste? Encontrar seu estilo é um exercício de autoanálise e ainda te ajuda a economizar tempo em dinheiro. Afinal, suas escolhes ficam mais fáceis tanto na hora de comprar algo quanto na hora de se vestir pela manhã. Então, vamos começar?

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#1 – Faça perguntas

Encontrar e desenvolver um estilo próprio é como qualquer outro processo de autoconhecimento: você precisa se fazer as perguntas certas. O que é importante para você? Quais são os pontos fortes da sua personalidade? Como você gostaria de ser vista? Se você fosse uma loja, que loja seria? E por quê? Depois de descobrir quais são as suas referências é mais fácil encontrar um norte.

#2 – Descubra o que você quer destacar/disfarçar

Os tempos da “polícia da moda” já acabou e ninguém precisa seguir regras restritas do que usar ou não. Mas é sempre bom conhecer seus pontos fortes (o que você quer destacar) e os que prefere disfarçar. Eu, por exemplo, adoro meus ombros, mas não sou muito fã dos braços. As blusas “ciganinha” que deixam o colo à mostra e cobrem os bíceps são ideais para mim. Então, vale passar um tempo na frente do espelho – com olhar generoso, por favor – e descobrir o que você quer realçar.

#3 – Saiba quais são suas peças preferidas

Por mais que você goste de seguir tendências, com certeza tem no armário aquelas peças que usa há anos e não consegue se desfazer, independente da moda. A minha, por exemplo, é um short preto básico que vai da night ao trabalho. São essas peças que ditam seu estilo, mesmo que você ainda não saiba exatamente qual é ele. Também vale se perguntar com quais você se sente mais confortável. Não só aquelas roupas que te dão mobilidade, mas as que você usa e se reconhece de imediato.

#4 – Tenha referências de estilo

Pode ser uma loja, uma amiga, influenciadoras digitais, artistas, filmes, séries e até o Pinterest (falamos sobre como ele pode te ajudar aqui). O importante é entender o que há no estilo dessas referências que te atrai tanto. E lógico, a ideia não é ser outra pessoa, mas sim se inspirar em elementos do guarda-roupa. Outra pergunta que pode ajudar: “fulana usaria isso? De que forma?”.

#5 – Fique atenta ao seu estilo de vida

Quando temos referências gringas e tentamos nos inspirar nelas na hora de criar um look, rapidamente notamos um abismo de diferenças. Como usar aquele casaco de pele? E aquela bolsa de mão que mal cabe o celular? Pois é, de nada adianta montar produções incríveis que simplesmente não funcionam na vida real. Se você tem filhos pequenos, talvez um scarpin de salto agulha não seja a melhor opção para você, assim como vestidos podem não funcionar em quem vai de bike para o trabalho. Vale lembrar que a roupa é feita para caber na sua vida. Não é sua vida que deve caber na roupa! Preste atenção a isso antes de investir seu dinheiro em uma peça linda, mas pouco funcional.

Mais dicas de como descobrir/desenvolver seu estilo? Deixa aqui nos comentários!

 

Três modelos de jaqueta para usar já!

Já comentei aqui no blog algumas vezes que o frio que eu sinto quando chega o Inverno não é de Deus. Eu moro no Rio de Janeiro, SEI que nosso inverno não é tão rigoroso assim, mas não dá, meu termostato tá sempre congelando. Talvez por isso eu seja a louca da terceira peça e completamente apaixonada por jaquetas.

Se você está procurando uma peça na qual investir nesta temporada, não tenha dúvida: escolha uma boa jaqueta (se for de couro, sintético, por favor!). O modelo? A gente te ajuda a escolher aqui!

Jaqueta Biker (ou perfecto)

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A mais clássica das jaquetas, a Biker é aquele modelo com pinta de rock’n’roll e rebeldia. Já explico o porquê.

O modelo foi criado por Irving Schott nos anos 20 a pedido da Harley Davidson, para os motociclistas.  Na década de 1950, a jaqueta foi destaque no figurino de filmes como O Selvagem, com Marlon Brando, e Juventude Transviada com James Dean. Pegou o link com a “rebeldia”?

Hoje ela ajuda a equilibrar looks muito “arrumadinhos”, trazendo um aspecto “sujo” à produção. Sujo entre muitas aspas, claro, porque o resultado é um visual moderno e bem estiloso. Vale combinar com jeans, escarpins, e até na hora de dar um tom mais invernal ao seu vestido fluido de verão.

Jaqueta Bomber (ou aviador)

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Quando pensamos em um look aviador, duas peças nos vêm à cabeça: o famoso Ray-ban e a jaqueta bomber. Ambas apareceram no filme Top Gun, da década de 90, lembra? Como esquecer de Tom Cruise, não é mesmo? Pois a jaqueta bomber fez este caminho: saiu da aeronáutica para Hollywood e de lá para o nosso armário.

Uma das características mais marcantes da jaqueta são os punhos ajustados, que deixam a peça com um ar mais esportivo. Se quiser quebrar esse ar informal, aposte em tecidos como a seda ou o cetim!

Jaqueta jeans (como não amar?)

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Essa é até café-com-leite, porque eu tenho certeza que você tem uma dessas no guarda-roupa. Dos modelos oversized às mais ajustadas ao corpo, a jaqueta jeans é coringa.O desafio é inovar, já que os looks mais clássicos são aqueles com jeans e camiseta. Vale misturar também com vestidos românticos, salto alto e até alfaiataria, fazendo aquele hi-low que sempre funciona.

E você? Tem alguma maneira diferente de usar seu modelo favorito?

Como o Pinterest pode te ajudar a desenvolver seu estilo

O Pinterest é aquela rede social com potencial altamente viciante. Basta entrar e pinar pra gente se perder durante horas pelos nossos boards preferidos. E mesmo sendo super visual, o Pinterest abriga conteúdo de qualidade e pode te ajudar a conhecer e desenvolver seu estilo. Sabendo usar, ele se transforma numa ferramenta de auto-conhecimento importante para quem ainda não pode contratar um personal stylist. Então, vamos às dicas?

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Crie uma pasta chamada “Meu estilo”

São tantas referências bacanas, que a gente tende mesmo a sair “pinando” tudo o que acha bonito. Mas na hora de depurar seu estilo, é importante saber o que serve para você. Eu costumava ter uma pasta chamada Moda & Estilo e jogava tudo o que eu curtia ali, independente do lugar onde a foto foi tirada ou do corpo da menina que vestia aquele look. Com o tempo eu aprendi que eu deveria ter um board só com o que combinava com a minha vida, meu corpo, meu dia a dia. Foi ali que eu comecei a entender que, ao contrário do que eu pensava, meu estilo era mais básico do que boho. E eu precisei do Pinterest para entender que, na verdade, eu sonhava com coisas que nada tinham a ver comigo!

Explique porque você gostou daquela imagem

Sentiu aquela vontade de pinar um look? Aproveite para descrever na legenda porque você gostou tanto dele. É a combinação das cores? A proporção das peças? A blusa, a bolsa, o sapato? Observar atentamente e perceber o que atraiu seu olhar é mais uma forma de descobrir do que você realmente gosta.

Siga seus ícones e descubra o que gosta neles

E tenha ícones reais, que realmente tenham a ver com você! Afinal, um look que faz total sentido no corpo da Kim Kardashian pode não cair da mesma forma em quem for mais mignon. Que tal explorar a rede em busca de referências que te representem? Hoje tem influenciador e ícones de estilo para todos os gostos! Não tenha dó de excluir o que não combina com você e menos ainda de excluir o que te deixa pra baixo. Aproveite para ser mais gentil com você mesma.

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Antes de ir ao shopping, vá ao Pinterest

Pare para analisar os elementos que se repetem nos seus pins: cores, estampas, peças, combinações. No final das contas, os seus favoritos podem tanto ser peças que você já tem no guarda-roupa e ainda não descobriu a melhor forma de usar quanto o que falta para você compor looks mais harmoniosos. Assim, vale montar uma listinha e ir às compras com consciência! Lembre-se: ninguém precisa estourar o cartão de crédito para ter um guarda-roupa feliz e que funcione.

Tenha um board com peças parecidas com as que você tem no armário

Essa é uma das partes mais divertidas de usar o Pinterest para aprimorar seu estilo: descobrir novas combinações para as peças que você já tem! Como diz a Cris Guerra, do blog Hoje Vou Assim, do mesmo jeito que um estilista seleciona tecidos, estampas e texturas, nós fazemos o mesmo com o nosso armário. Todos os dias. Por isso, faça o mesmo com os seus boards no Pinterest.

No mais, divirta-se! Se conhecer é preciso, mas pode e deve ser divertido!

Estilo: por que investir nos básicos?

As estampas e as cores são o molho de qualquer look. Mas do mesmo jeito que a gente não pode viver de maionese e catchup (foi mal a metáfora, escrevo este texto com fome!), nosso guarda-roupa não sobrevive sem algumas peças-chave. Os famosos BÁSICOS. 

Cabe aqui uma explicação prévia. Esse post nem de longe é uma lista de coisas que VOCÊ TEM QUE TER no closet, porque eu acredito cada vez menos na imposição das modas. Pelo contrário, fiz uma listinha das peças que estavam/ estão faltando no meu armário para deixá-lo mais funcional. Tipo comprar três peças e montar uns 12 looks, sabe?

Calça jeans

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Parece óbvio, mas encontrar uma calça jeans, reta e básica, com uma lavagem “neutra” é quase uma missão. O esforço vale a pena, já que economiza um bom tempo na hora de montar o look. Dica extra: faça uma bainha intermediária, que te possibilite usar com salto, tênis ou sapatilhas!

Onde encontrar: Oqvestir, Amaro, Riachuelo

Calça preta de alfaiataria

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Funciona mais ou menos da mesma maneira que a calça jeans, mas consegue ser ainda mais versátil. Se você trabalha em um ambiente formal, é provável que já tenha uma no armário. Se não tem, deve estar se perguntando porque deveria. Escolhendo bem o tecido, ela é superconfortável e monta vários looks. A minha é de viscose e eu AMO porque consigo ir do escritório para o barzinho sem parecer que estou fantasiada para nenhum dos dois.

Onde encontrar: Garage, C&A, My Basic

Camisetas

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Item quase auto-explicativo, mas vamos chover no molhado? Pra ser básico tem que ser liso, mas não precisa ser um tédio. Gosto muito das que tem gola V porque acho que favorece o decote, mas você pode escolher a que gostar mais. Cores? Vou de branco, preto, cinza, azul-marinho e verde-militar.

Onde encontrar: Loja Três, Hering, Forever21

Jaqueta

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Friorentas, uni-vos! Ventou? Jaqueta. Ar-condicionado? Jaqueta. Tá achando a produção sem graça? Jaqueta. No Rio, acho que a jeans é uma excelente opção. Se você viaja muito/sente frio/ gosta, vale investir em uma de couro. Sintético, pelo amor de Deus. Obrigada.

Onde encontrar: Zara, Hering, Ecletic

Shorts básicos

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Está aí uma peça que vale o dinheirinho investido. Porque eles são a base de qualquer look – dependendo de onde você trabalhe, dá até para ir para o escritório. Gosto de ter opções em jeans e em tecidos planos, que montam produções menos despojadas. Modelos? Jeans desfiado, clochards e os de alfaiataria (sempre ela). O shape vai variar de acordo com a sua preferência, mas eu amo aqueles de cintura alta.

Onde encontrar: Amaro, Ecletic, Bazis

Suéter e cardigan

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A terceira peça é um hino. Porque além de realmente USAR, você ainda pode jogar por cima dos ombros ou amarrar na cintura, dependendo do efeito de styling que preferir. Gosto muito do preto e do cinza, mas hoje você encontra um verdadeiro arco-íris nas lojas de departamento.

Onde encontrar: Zara, C&A, Dafiti

E aí, qual dessas peças você não vive sem? Conta aqui nos comentários!

FOTOS: Pinterest, Modices, RioEtc, Ju Romano

Rosa: dá para usar sem parecer uma Barbie!

“Às quartas usamos rosa”! Quem não se lembra da frase clássica de Regina George no filme “Garotas Malvadas”? Pois este filme talvez seja um dos responsáveis por dar à cor um ar fútil, infantilizado, quase bocó. Pura injustiça. Quando bem combinado, o rosa cai bem, independente da idade e do estilo. No post de hoje tem várias inspirações bacanas, para usar inclusive no escritório. Vem ver aqui!

Cinquenta tons de cinza

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A combinação está em alta! Não só na moda, mas também na decoração. E é uma boa ideia para quem gosta de tons mais claros – o famoso rosa bebê -, mas não quer parecer infantil. Para o trabalho, a dica é combinar também com peças de alfaiataria e tecidos planos. Para momentos mais relax, vale até moletom!  

Gente foi feita pra brilhar!

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E tem brilho para todos os gostos e todos os estilos: vale combinar a blusa de paetê com uma calça básica, em um high-low divertido; misturar o moletom com a saia mídi metalizada ou até ousar no conjunto e apostar no combo “volume + sequin”. Ou seja, vale tudo desde que você se olhe no espelho e se sinta bem!

E monocromático…?

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… Dá pra usar sem parecer uma Barbie? Dá! Mas nesse caso é melhor fugir das cores chapadas e tentar fazer uma combinação de diferentes tons de rosa e, de preferência, também um mix de texturas. Outra dica boa é combinar diferentes proporções, de acordo com a necessidade da sua silhueta. Assim, você destaca o que preferir e disfarça o que precisar, com uma saia mais ampla ou uma jaqueta mais ajustada, por exemplo.

“Pink is my new obsession…”

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Pink está na letra do Aerosmith, no famoso terno de David Bowie (e agora de Harry Styles) e nas camisas do Mick Jagger. E, como bem disse Paul Simonon, do The Clash: “o rosa é a única cor verdadeiramente rock and roll”. Pensando nisso, nada mal juntar o tom com outro ícone rocker, o couro. Vale jaqueta (o modelo biker é atemporal!), saia, short, calça e até aquela saia lápis que você jurou que não ia usar porque “ficava séria demais”.

E aí, já te convencemos a experimentar? 😉