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Etiqueta: feminismo

Feminismo: cinco livros para entender o movimento

Vivemos tempos difíceis. Expor a opinião na internet é um direito de todos, mas também é dever de quem tem algo importante a dizer. E a gente só tem algo importante a dizer se estudar. E estudar muito. Quanto mais, melhor. Volta e meia alguma lembrança do Facebook me recorda quanta groselha eu já falei em relação ao feminismo. Por absoluta e total ignorância. Para não reviver estes tempos, só tive uma alternativa: mergulhar de cabeça no assunto e buscar mais informações. Alguns livros foram fundamentais e hoje eu divido esta listinha com vocês. Ah, para comprar na Amazon e ajudar este blog, você já sabe: só clicar no título.

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Um Teto Todo Seu

O assunto não é novo. Lá em 1929, Virginia Woolf já falava da importância de se ter um lugar próprio, onde fosse possível trabalhar em paz, sem interrupções, e sem ter que depender de homens para realizar algo. Foco no “sem depender de homens”. Quase cem anos se passaram, muito coisa mudou, avançamos muito, mas as questões mais básicas ainda estão por aí. Fora o assunto, a escrita de Virginia Woolf merece muito ser lida.

Os Homens explicam tudo para mim

Um belo dia a escritora Rebeca Solnit se viu diante de uma situação inusitada. Um homem tentava indicar um livro que ela TINHA QUE LER se quisesse entender sobre determinado assunto. O que escapou ao sujeito é que ela mesmo tinha escrito o tal livro. Surgia aí o termo mansplaining. E se você é mulher, com certeza já se deparou com uma situação dessas. É sobre esta e outras que Rebeca escreve neste livro de ensaios sobre o feminismo, tão importantes quanto bem-humorados.

A mãe de todas as perguntas

Assim como em “Os Homens explicam tudo para mim”, neste livro, Rebeca Solnit trata de temas extremamente importantes para o feminismo atual. Nestes ensaios, ela fala de maternidade, silenciamento, estupro, sempre com um viés irônico para falar de assuntos que não tem graça nenhuma. Necessário!

Má Feminista

Já falei sobre ele aqui, mas sempre vale falar sobre Roxane Gay novamente. No Rio, costumamos dizer que “funk se dança com uma mão no joelho e a outra na consciência”. Má Feminista fala exatamente sobre isso, e muitas outras coisas. Como conciliar o feminismo com a nossa cultura pop, tão repleta de exemplos de misoginia? A conclusão? Melhor ser uma “má feminista” do que não ser feminista de forma alguma. Tá aí uma verdade, não é mesmo?

Como criar crianças feministas

Se Chimamanda lançasse a sua lista de mercado, eu tenho certeza de que compraria na pré-venda. Depois de Sejamos Todos Feministas, ela lança mais um livro curto, mas repleto de dicas importantes. Neste, escrito em formato de carta, ela dá conselhos para quem quer educar os filhos de forma igualitária, usando exemplos práticos. A ideia é que tantos os pais de meninas quanto os pais de meninos possam aproveitar os ensinamentos. É um bom primeiro passo para criar uma sociedade mais justa.

Tem mais alguma dica? Compartilha aqui com a gente!

Dia da Mulher: quatro perfis feministas para seguir

Eu não costumo engrossar o coro de quem diz que não quer flores nem parabéns no Dia Internacional das Mulheres, e sim respeito. Acho que eles não são excludentes. Mas se eu pudesse desejar a todas nós algo mais do que respeito e igualdade hoje, seria informação. É pela falta dela que ainda encontramos mulheres que lutam por uma vida mais justa, mas não se dizem feministas. É pela falta dela que os homens torcem o nariz para mulheres que dizem com orgulho que são sim, feministas. E aí, mana, perco eu, perde você, e perde o movimento como um todo. Então, vamos disseminar informação por aí? Hoje eu selecionei três perfis feministas que você precisa seguir nas redes sociais!

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@modices

Acho que não tem ninguém aqui que não conheça Carla Lemos, certo? Mas peço licença para chover no molhado aqui porque foi o Modices que me pôs em contato com muitas questões importantes pra gente como autoestima, sororidade, empatia, saúde mental e mais um tanto de coisa. Vale ver, acompanhar, repostar…

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@eai.taboa

O “E aí, Tá boa?” é um perfil de entrevistas feito por e para mulheres. Comandada por Natália Fava, Mariana Hasselmann e Hariana Meinke, a plataforma conta com um tema por mês e entrevistas com várias minas diferentes, mostrando sempre novas perspectivas sobre um determinado assunto. É uma fonte infinita de inspiração e a prova de que, quando a gente se junta, projetos incríveis saem do papel.

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@maselenuncamebateu

Este perfil é do tipo “utilidade pública”. Ele mostra, de maneira rápida e direta, todos os tipos de agressão que as mulheres podem sofrer e porque nem sempre a vítima percebe o que está vivendo. Se você está sente que está em um relacionamento abusivo, mas não tem certeza, vale ler alguns dos relatos expostos ali.

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@letticia.muniz

O feminismo é, para muita gente, um assunto espinhoso. Para Letticia Muniz, a dona deste perfil, o humor é a maneira mais bacana de derrubar barreiras e explicar didaticamente o que é esta luta diária. De quebra, ela ainda torna o ambiente do humor (ainda misógino para os dias de hoje) um pouco mais inclusivo!

E aí, faltou algum perfil nesta lista? Deixa aqui nos comentários!

Sororidade: cinco dicas para praticar e incentivar as manas!

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Esse post ia ser completamente diferente. Há um bom tempo eu pretendo escrever um texto questionando as regras que outras mulheres nos impõem quando falamos de feminismo. A ideia era só fazer uma introdução e sugerir ações simples para incentivar outras minas. Tinha algumas ideias em mente, mas claro que apelei para o Google na hora de buscar dicas que fugissem do (meu) óbvio. Inocentemente joguei os termos “como incentivar uma mulher” na busca e… Bem, se eu quisesse fazer sexo lésbico, teria 11 dicas à minha disposição. Se eu fosse homem e quisesse convencer minha namorada a fazer um ménage à trois, acho que conseguiria também. Agora, se eu quiser simplesmente tornar a vida de outra mana mais fácil… aí, em bom português, DEU RUIM.

Fui obrigada a mudar o tema do post porque, né? Só a ausência no Google já mostra a importância de falarmos sobre a palavrinha da moda: a tal da sororidade. Então, te convido a fazer um questionamento. Quando foi a última vez que você ajudou uma mulher a fazer algo importante? Quando foi que você deu um conselho sem julgamento? Estendeu a mão a uma desconhecida? Apoiou um projeto feminino? 

Se você não consegue se lembrar (em tempo: eu também não consigo), esse post foi feito com carinho pra você.

Em briga de marido a mulher se mete a colher, sim!

Viu um boy sendo agressivo com uma mulher no meio da rua? É pra meter a colher, sim! Mesmo se ela estiver em um relacionamento com ele, é preciso que ela saiba que aquela situação não é normal (nem sempre quem está vivendo um relacionamento abusivo consegue perceber isso). E se ela não estiver, mais fácil ainda. Brigue, se imponha, faça um escândalo, mas mostre seu apoio. Cadê a sororidade?

Poupe a mana do seu julgamento

Não é porque você não usa saia curta que a mulher que usa é piranha. Não é porque você não está em um relacionamento abusivo que quem está é burra. Não é porque você optou por priorizar a sua carreira que quem optou por cuidar dos filhos está errada. Ser feminista é ter liberdade para ser/ fazer o que você quiser. Faça bom uso dessa liberdade e liberte os outros das suas críticas!

Elogie uma mulher

E seja sincera! Somos tão incentivadas a ver outras mulheres como rivais que é comum procurar defeitos. Mas ter um olhar generoso com outra mulher faz com que tenhamos um olhar generoso com nós mesmas. Todas temos qualidades e defeitos, mas já somos tão criticadas o tempo todo, que faz um bem danado receber um elogio de uma mana.

Empodere as manas!

Levante sua autoestima, mostre que ela é capaz, incentive seus projetos, apoie. Converse sobre feminismo, sobre igualdade de direitos, sororidade. Ser mulher não é fácil, mas se tivermos consciência do quanto podemos fazer unidas, a caminhada fica mais leve para todo mundo. 😉