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Teste de Bechdell e seis filmes incríveis

Dois mil e dezenove e estamos nós aqui falando sobre a forma como as mulheres são retratadas no cinema. (Meu Deus!) Eu gosto muito de acreditar que estamos cada vez mais longe de filmes que tratem mulheres como um objeto, mas sei que também estamos longe de receber um retrato fiel das nossas vidas na telona. Principalmente se o diretor/roteirista for homem. Confere?

Pensando justamente nesta questão, a cartunista Alison Bechdel criou uma série de critérios, mais conhecida por Teste de Bechdel, que tende a medir a distinção de gênero em Hollywood. Para ser “aprovada”, a trama deve ter: duas personagens com nome e uma cena em que elas conversem entre si, sendo que a conversa não pode ser sobre homens. Pensa que é fácil? Então pensa aí nos últimos filmes que você viu recentemente e me conta. Hoje, selecionei seis excelentes para você conferir!

Thelma e Louise (1991)

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Esse filme é um clássico que volta e meia aparece em alguma lista de “indispensáveis”. E não é à toa. Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Susan Sarandon e Geena Davis, “Thelma e Louise” conta a história de duas amigas que saem em uma road trip pelos Estados Unidos, mas as coisas acabam não saindo exatamente como o esperado. No elenco, Brad Pitt e Harvey Keitel fazem os papeis masculinos.

Por que é tão bom? Além da fotografia sensacional, a última cena é simplesmente espetacular!

Adoráveis Mulheres (1994)

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Baseado no livro “Mulherzinhas”, de Louisa May Alcott, conta a história das mulheres da família March durante a Guerra Civil nos Estados Unidos. Com o pai lutando no front, Amy, Beth, Jo e Meg tem que lutar para se sustentar, com a ajuda da mãe (olha a Susan Sarandon aí novamente), da tia e dos vizinhos. Draminha leve e açucarado, mas muito fofo!

Por que é tão bom? Porque tem Winona Ryder no auge e Christian Bale pré-Batman!

A vida secreta das Abelhas (2008)

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A vida na Carolina do Norte na década de 1960 não era fácil para as mulheres negras – aliás, nem para os homens. Mas na casa das Boatwright, a vida parece mais leve. Inclusive para a pequena Lily Owens, que aparece por lá fugindo do pai agressivo e ansiosa por descobrir o passado da mãe, que morreu quando ela ainda era bebê.

Por que é tão bom? Porque além de uma história linda, a gente fica babando na atuação de Queen Latifah e Alicia Keys, que arrasam no cinema também!

Histórias Cruzadas (2011)

Estrelado por Viola Davis, Octavia Spencer e Emma Stone, o filme também se passa nos anos 1960, durante o movimento dos Direitos Civis. Emma Stone é Skeeper, uma jornalista que decide contar a história das domésticas do Mississippi, denunciando os maus-tratos por parte das patroas e a contribuição destas mulheres na criação das crianças brancas.

Por que é tão bom? Porque qualquer filme que tenha Viola Davis é espetacular!

Frozen (2013)

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Há quem torça o nariz para histórias de princesa, mas Frozen inovou ao contar a história de Anna e Elsa, duas irmãs separadas ainda crianças. Enquanto Elsa se isola em um castelo de gelo, Anna sai em busca da irmã e luta para trazer o verão de volta ao reino de Arendell. E o príncipe? Totalmente coadjuvante.

Por que é tão bom? Let it go – a música-tema – é viciante! Mas veja o filme dublado: Fábio Porchat como o boneco de neve Olaf está impagável!

Estrelas Além do Tempo (2016)

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Enquanto Estados Unidos e Rússia se digladiavam durante a corrida especial, as mulheres na NASA mostravam cada vez mais o seu valor. Conhecida por “computadores” – numa época em que uma máquina ocupava uma sala inteira – eram elas as responsáveis por boa parte dos cálculos necessários para os lançamentos dos foguetes. Três, em especial se destacaram: Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monae). Corre que ainda dá pra ver no cinema!

Por que é tão bom? Porque a história é cativante. E sou só eu que fico muito feliz de ver cantoras arrasando como atriz? 😉

Moda e cinema: cinco fashion filmes imperdíveis

Moda e cinema sempre andaram de mãos dadas. Na verdade, é quase impossível pensar no seu filme preferido sem se lembrar de algum detalhe do figurino. O que seria de “Bonequinha de Luxo” sem o pretinho básico de Holly Golightly ou de Julia Roberts sem seu vestido vermelho em “Uma Linda Mulher”? (Aliás, falei sobre o figurino de Mamma Mia aqui!) E, para nossa sorte, a Netflix está cheio de títulos bacanas para quem ama moda. Entre filmes, séries e documentários, divido com vocês meus preferidos!

Bonequinha de Luxo (1961)

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Não é todo mundo que percebe à primeira vista, mas o filme inspirado na obra de Truman Capote trata de uma prostituta. Interpretada por Audrey Hepburn, Holli Golightly é na verdade uma garota de programa que adora tomar seu café da manhã observando a vitrine da Tiffany’s. Além das joias, o filme também ajudou a eternizar o pretinho básico de Givenchy e o trench coat da Burberry, até hoje peças-desejo no guarda-roupa das mulheres.

Cinderela em Paris (1957)

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E por falar em Audrey Hepburn, ela também ajudou a associar o rosa à feminilidade com este filme, de 1957. Nele, a atriz apresenta Jo Stockton, uma jovem nada vaidosa descoberta pelo fotógrafo Dick Avery. Contratado por uma revista de moda, ele convence sua editora a levar Jo para Paris, onde ela vai participar de um ensaio. O figurino foi elaborado pela lendária Edith Head e as peças criadas por Givenchy.

As Patricinhas de Beverly Hills (1995)

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Quem tem mais de 30 anos com certeza vai se lembrar deste filme, inspirado no romance Emma, de Jane Austen. Cher (Alicia Silverstone) é a garota mais popular – e fashionista – do colégio. Sua vida começa a mudar quando ela percebe que está apaixonada por Josh (Paul Rudd). Acontece que o rapaz é o enteado de seu pai, e totalmente diferente da patricinha. O figurino é o retrato dos anos 1990: blazer ovesized, xadrez (no auge do grunge), conjuntinhos, e sobreposições.

O Diabo Veste Prada (2006)

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Baseado no livro de Lauren Weisberg, ex-assistente de Anna Wintour, o filme é quase uma aula sobre carreira. Andy (Anne Hathaway) sonha em ser uma jornalista “séria”, mas consegue um emprego na revista “Runway”. Lá, ela vai trabalhar com a editora Miranda Priestley (Meryl Streep), uma chefe extremamente exigente. Preste atenção na cena no cinto. Ela explica exatamente como funciona a indústria da moda.

Coco Antes de Chanel (2009)

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Uma coisa é inegável: Chanel é um dos grandes nomes da moda mundial. Foi ela que libertou as mulheres do espartilho e redefiniu a silhueta feminina (obrigada!). Mas a verdade é que sua personalidade é controversa. Ela chegou até a ser acusada de ser espiã de Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. Neste filme, conhecemos um pouco mais de Gabrielle, antes de se tornar a grande estilista que foi. Sua infância, juventude e dificuldades amorosas são muito bem retratadas com Audrey Tatou no papel principal. Vale assistir!

Maratona do Oscar 2018: Parte II

Vamos então para a segunda parte da nossa Maratona do Oscar 2018! A primeira, com Dunkirk, Corra!, e The Post está aqui. Hoje, é a vez de Lady Bird, Destino de uma Nação, e o mega comentado Me Chame Pelo Nome. Vamos a eles?

Me Chame pelo seu nome

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Baseado no livro de André Aciman (que você pode comprar aqui), Call me by your name é um dos favoritos desse ano e até merecia um post só sobre ele. Com direção de Lucas Guadagnino, o filme conta a história de Elio, um adolescente de 17 anos que está passando o verão com a família, e Oliver, um estudante de mestrado que chega na casa para ajudar o pai de Elio em uma pesquisa. Eles se conhecem, se apaixonam, e o resto você vai ter que ver para saber.

Queria fazer a blasé e dizer que achei superestimado, mas não deu. O amor dos dois é uma das coisas mais bonitas e sensíveis que eu já vi no cinema, a música de Surfja Stevens é maravilhosa e todos os personagens, sem exceção, são puro carisma. Menção honrosa para Timothée Chalamet, indicado ao prêmio de Melhor Ator, e pra Armie Hammer, que sempre me pareceu meio bonecão do posto, mas tá brilhando no filme. Spoiler alert: você nunca mais vai comer um pêssego da mesma forma.

Indicações: Melhor Filme, Melhor Ator (para Timothée Chalamet), Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Canção Original.

Aposta para o Oscar: merece cada prêmio para o qual foi indicado, mas acho que perde para Gary Oldman o de Melhor Ator. Para o melhor filme, é sem dúvida, o meu favorito. Pelo menos até agora! 😉

Lady Bird

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Fui ver porque tinha que ver, estava na lista, e meta é meta. Mas confesso que ver mais um coming of age, com uma personagem principal adolescente, não era assim a minha ideia de programa ideal. E durante a primeira meia hora, eu estava achando o filme bem ok. Lembrava uma versão mais caretinha de Juno e Saoirse Ronan nem é uma das minhas preferidas, confesso.

Mas aí o filme foi se desenrolando, eu fui me envolvendo com os personagens e, quando vi, estava aos prantos no cinema. Mais do que isso. Passada a emoção eu fui percebendo a importância de a gente ter um filme com mulheres, feito por mulheres, falando de mulheres. Preste atenção, principalmente na relação de mãe e filha, muito bem construída ao longo da narrativa. Passa com louvor no Teste de Bechdel (mais sobre isso aqui) e ainda tem mais uma atuação incrível de Timothée Chalamet.

Indicações: Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro Original.

Aposta para o Oscar: queria MUITO ver Greta Gerwin ganhando Melhor Direção, mas acho difícil ganhar o prêmio principal.

Destino de uma Nação

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Quando vi Dunkirk pela primeira vez, fiquei com a sensação de que faltava um pedaço da história. Na verdade, o pedaço estava sendo contado em Destino de uma Nação, que conta como Winston Churchill se tornou primeiro ministro da Inglaterra e elaborou o plano de evacuação depois da batalha de Dunkirk. O filme tem cara de Oscar, inclusive com aquelas cenas memoráveis que a gente ama ver. Preste atenção às interpretações na cena do metrô, e claro, aquela com o famoso discurso de Churchill no parlamento inglês.

Gary Oldman está tão formidável no papel que eu esqueci completamente que era ele, e não o próprio Churchill. Sirius Black? Sei nem quem é! Ficou difícil para Timothée Chalamet, mas ele ainda vai ter tempo pra ganhar muitas e muitas estatuetas. Fora as interpretações, vale prestar atenção nos planos de Joe Wright. A câmera parece sempre estar no lugar certo, com a iluminação correta, e os atores bem posicionados. Um filme interessante de se ver hoje, nesses tempos estranhos com a extrema direita subindo ao poder.

Indicações: Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Fotografia, Melhor Maquiagem e Cabelo, Melhor Design de Produção.

Aposta para o Oscar: Melhor Ator já é do Gary Oldman! E se a Academia for justa, o prêmio de Melhor Maquiagem e Cabelo também é de Destino de uma Nação!

E quais são os seus preferidos até agora? Comenta aqui!

Maratona do Oscar 2018: Parte I

Todo ano eu tento, raramente eu consigo, nunca desisto! Estou falando (claro, o título já entrega) da Maratona do Oscar. No momento em que eu escrevo, já alcancei 1/3 da meta, com Dunkirk, Corra, e The Post devidamente vistos no cinema. Então, bora lá falar sobre esses filmes?

Corra!

Logo de cara, a premissa já me atraiu: filme de terror com protagonista negro no papel principal. O filme começa quando Chris (interpretado pelo maravilhoso Daniel Kaluuya) vai conhecer os pais da namorada branca (Alisson Williams). Conhecer os sogros nunca é uma situação confortável, mas acredite: piora bastante. O que começa como um suspense vai aos poucos se tornando uma história de terror digna de M.Night Shymalan.

Indicações: quatro! Melhor Filme, Melhor Diretor para Jordan Peele, Melhor Ator para Daniel Kaluuya e Roteiro Original.

Aposta para o Oscar: excelente, mas acho difícil ganhar nas categorias principais. Infelizmente!

Dunkirk

Dirigido pelo Christopher Nolan, Dunkirk retrata a evacuação da cidade durante a Segunda Guerra Mundial. Na praia, mais de 400 mil soldados ingleses esperam atravessar o canal da Mancha para voltar pra casa, mas logo de cara a gente fica sabendo que alguns serão deixados pra morrer. São diversos núcleos, vários focos, o que pode deixar o espectador confuso procurando o personagem principal. Mas o filme representa muito bem cada faceta da guerra: tem o medo, a insegurança, a responsabilidade, o heroísmo, a covardia, o patriotismo, os efeitos colaterais, os traumas, os veteranos. Tá tudo ali, exposto em cada núcleo. Além da estreia de Harry Styles no cinema (2017 foi um ano bom pro rapaz, viu?), o elenco ainda tem Tom Hardy, Cillian Murphy, Kenneth Branagh e Mark Rylance. Não passa no Teste de Bechdel, mas ainda assim é um puta elenco!

Indicações: Melhor Filme, Melhor Direção, Edição, Trilha Sonora Original, Mixagem de Som, Edição de Som, Fotografia e Direção de Arte.

Aposta para o Oscar: carinha de filme que conquista a Academia. Alta aposta!

The post: A Guerra Secreta 

Quando Steven Spielberg faz (mais) um filme com Tom Hanks e ainda coloca Mryl Streep no elenco, a gente tem que parar pra ver. E já aviso logo que para falar The Post eu perdi um pouco a objetividade, porque né? Sou jornalista. E não é sempre que essa profissão tão desvalorizada ganha destaque como nesse filme. Uma rápida sinopse: depois do The New York Times ser impedido pela justiça americana de divulgar documentos secretos que revelam a verdade sobre a Guerra do Vietnã, Katherine Graham, dona do Washington Post, se vê no meio de um dilema. Afinal, publicar ou não publicar a história que pode abalar o governo Nixon?

Além de todo o drama político, a gente ainda acompanha o drama pessoal da mulher, que tem que comandar um jornal no meio de toda desconfiança masculina. Meryl está **BRILHANDO** no papel, e tem altas chances de levar o Oscar pra casa!

Indicações: Melhor Filme e Melhor Atriz para Meryl Streep

Aposta para o Oscar: é o tipo de filme que a Academia AMA premiar!

E você? Qual dessa lista já assistiu?

Favoritos de agosto!

Tinha tempo que eu não fazia um post com os favoritos do mês, né? Pra compensar a ausência até dei uma caprichada nas categorias! 😉 Então, sem mais delongas (to numa fase de gírias vintage), vamos a eles!

Livro: Enclausurado, do Ian McEwan

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Tenho uma paixãozinha por livros com narradores inusitados, então, o mais recente do Ian McEwan (autor de Reparação, que eu comentei aqui) me pegou já na sinopse. A novela é uma versão inusitada de Hamlet, narrada por um feto ainda no útero. Mas nada daquela linguagem infantil – quem leu Quarto, de Emma Donoghue sabe do que eu to falando. O narrador fala como um adulto erudito, é inteligente, irônico, e extremamente interessante. As frases são incrivelmente bem construídas e a leitura flui que é uma beleza. Se você ainda não leu nada do autor, pode ser uma boa começar por esse.

Filme: Em ritmo de fuga

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Se você ama as cenas de ação de Velozes e Furiosos, mas acha que a franquia já deu o que tinha que dar, com certeza vai gostar de Em Ritmo de Fuga (ou Baby Driver, no original). Ansel Engort interpreta um piloto de fuga que trabalha para uma quadrilha e é apaixonado por música. No elenco, estão ainda Kevin Spacey (eterno Frank Underwood), Jon Hamm (eterno Don Draper) e Jamie Foxx (o eterno Django e o que mais ele quiser porque o cara é f…!). Ah, dica: vai lembrando que é filme de ação e portanto, puro en-tre-te-ni-men-to. 😉

Série: Gipsy

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Mais uma produção Netflix um pouco controversa. Naomi Watts interpreta Jean Holloway, uma terapeuta com zero escrúpulo e sem o menor pudor de se envolver na vida pessoal dos pacientes. E quando eu digo pessoal, é pessoal MESMO. Ela chega a ter um caso com a namorada de um cliente, e põe em risco seu casamento com Michael (Billy Crudup). Daquelas séries lentas, mas que deixam o nível de expectativa crescer até beirar o desconforto. Indico principalmente para aqueles que amam enredos que se passam em um consultório.

Restaurante:  Botekim do Japa

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Olha, eu nem sou muito fã de comida japonesa (#teampizza), mas preciso confessar que o Botekim do Japa sempre supera minhas expectativas. A começar pelos especiais que eles oferecem assim que você senta, geralmente maravilhosos. Não costumo comer o rodízio, mas os combos são excelentes e os ingredientes estão sempre fresquinhos, além de ter um preço bem justo para o que entregam. Para quem não conhece, o Botekim fica em Copacabana, na Xavier da Silveira. De-lí-cia!

Música: All I Can Think About is You

O ingresso para o show do Coldplay em São Paulo está comprado, a playlist no Spotify está completa, e All I Can Think About is You está tocando no repeat. Pessoas que não gostam da banda: quem são, o que comem, onde vivem, por Deus, vocês já ouviram essa música?

Vídeo do YouTube: Car Pool com Chris Martin

E por falar em Coldplay, foi Chris Martin que me fez maratonar os vídeos do Car Pool, com James Corden. Se ainda não viu, por favor! Para tudo o que você tá fazendo e vai até o YouTube. Outros episódios igualmente sensacionais: Stevie Wonder, Adele e Katy Perry (explicando a treta com Taylow Swift). Tá fazendo dieta? Acordou de TPM? Brigou com o namorado? Vai com fé que Car Pool é a receita pra curar qualquer mau humor.

E você? O que tem feito sua cabeça nos últimos tempos? Compartilha aqui, vamos trocar figurinhas! 😛

 

Cinco filmes para assistir neste Dia dos Namorados

Vai fugir dos restaurantes lotados no Dia dos Namorados e ficar em casa vendo um filme com mozão? Vai pegar um cineminha? Tá solteira e planejando ficar em casa de conchinha com seu travesseiro comendo um brigadeiro de panela? Tamo junto! Não importa os seus planos para hoje: o que importa mesmo é que aqui tem cinco filmes que você vai curtir ver! Vamos a eles?

Terapia do sexo

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O elenco é de comédia romântica, na Netflix está na sessão comédia, mas a verdade é que este é um draminha com alguns alívios cômicos. A trama gira em torno de três homens que estão se recuperando do vício em sexo:  Adam (Mark Ruffalo), Mike (Tim Robbins) e Neil (Josh Gad). As coisas se complicam quando Adam, depois de cinco anos “limpo” começa a namorar Phoebe (Gwyneth Paltrow) e tem que explicar porque não transa com ela. Ah, e ainda tem a Pink no elenco!

Disponível na Netflix!

Corra!

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Essa dica é especial para fãs de filme de terror. Se você ainda não viu, Corra! (Sorry, não resisti ao trocadilho) O filme, escrito e dirigido por Jordan Peele, é especial justamente por ter uma questão bem atual por trás dos sustos: o racismo. Chris (o lindo Daniel Kalluya) está indo conhecer os pais da namorada (Allison Williams), e logo nota algo de estranho na família. Mas o que ele achava que era um “simples” preconceito racial acaba se revelando algo bem mais sinistro. Prepare-se: o filme é angustiante do início ao fim. A ponto de você agradecer a cada aparição do comediante LilRel Howery, o alívio cômico da trama. Em resumo, Corra! é aquele terror de qualidade que deu uma revitalizada no gênero, já meio cansado de exorcismos e poltergeists.

Em cartaz nos cinemas!

Beleza Oculta

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Sabe aquele trailer que promete uma coisa e entrega outra? Beleza Oculta é mais ou menos assim. Quem viu o teaser começou achando que ia ver um drama de qualidade e acabou se deparando com a versão Sessão da Tarde de À Procura da Felicidade. Mas calma, é um BOM filme de sessão da tarde. O elenco é estrelado e tem Will Smith no papel principal. Ele interpreta Howard, um homem que perdeu a filha e começou a negligenciar o trabalho. Para salvar a agência de publicidade, seus sócios (Kate Winslet, Edward Norton e Michael Peña) resolvem contratar atores (Hellen Mirren, Keira Knightley e Jacob Latimore) para executar um plano bem arriscado. Divertido, mas força um pouco a barra na hora de tentar emocionar o expectador. Tem mais chance se te pegar na TPM (como foi o meu caso)! 😛

Em cartaz no NOW!

Jackie

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Se você buscar “a morte de JFK” no Google, vai se deparar com uma das cenas mais estranhas do século XX. Não à toa, foi um dos momentos mais incômodos de Jackie, filme com Natalie Portman no papel principal. O longa reconstrói uma entrevista que a ex-primeira dama concedeu ao jornalista Theodore H. White, da revista Life, contando como foi viver na casa Branca, a relação com John Kennedy e a sua morte. A direção de arte e o figurino estão impecáveis e é uma excelente forma de conhecer os Kennedy, considerados até hoje a família real americana.

Disponível no NOW!

Laerte-se

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Hipnotizante talvez seja a melhor palavra pra definir esse documentário, que conta a vida da famosa cartunista. Uma geração que convive com Liniquer, Thammy Gretchen e Pablo Vittar está acostumada (ok, quase!) a não se prender mais a questões de gênero, é verdade. Mas isso pode ser um pouco diferente com Laerte, que depois da idade adulta, resolveu se reconhecer como mulher. Nos 80 minutos do documentário, fica claro que no corpo – agora feminino – coragem e insegurança convivem pacificamente e que, independentemente da idade, aceitar uma outra identidade nunca é simples. A autocensura de Laerte chega a ser um pouco incômoda, mas exatamente por isso é super necessário assistir ao filme. Aqui, cabe um spoiler: Laerte é uma mulher interessantíssima.

Disponível na Netflix!

Já viu algum desses? Conta aqui nos comentários!

Livro x Filme: Reparação!

“Reparação” é um daqueles livros difíceis de definir. É sobre uma menina se tornando adulta, sobre mentiras e suas consequências, sobre a Segunda Guerra Mundial? Seria sobre um romance proibido?  Ou ainda seria sobre estupro? São tantos os temas que compõem a obra de Ian McEwan que é realmente incrível o autor não ter se perdido em meio a tantas subtramas. Mas esse é só um dos muuuuuitos méritos do livro que, para melhorar, ainda foi adaptado para o cinema com o nome de Desejo e Reparação. Terminei de ver/ler esse fim de semana e, óbvio, precisava vir aqui contar mais!

Sobre o livro

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Nunca ouviu falar da história? Então, uma breve sinopse! Em 1935, na Inglaterra, Briony é uma menina de 13 anos que está naquela transição difícil da infância para a idade adulta (já que naquela época, a adolescência ainda não existia com a definição que conhecemos hoje). Ainda tentando entender as mudanças todas que estão acontecendo ao seu redor, ela presencia uma cena da irmã Cecilia, com Robbie Turner, filho da empregada. Sem saber direito do que se trata, ela vai tomar decisões erradas que vão influenciar o destino de toda a família.

Mas “Reparação” é muito mais do que isso. Se em um primeiro momento ficamos com muita raiva de Briony, no decorrer da história é muito difícil não se identificar com ela. Da mesma forma, é impossível não sofrer pelos outros personagens, não se sentir tocada com a descrição da guerra. E aqui, se prepare: o autor não vai te poupar dos detalhes. As descrições são gráficas e te colocam bem ali, no front, ao lado de Robbie Turner, e no hospital, ao lado de Briony trabalhando como enfermeira.

No final (CALMA,NÃO TEM SPOILER), a reflexão que fica é: seriam os escritores criaturas meio mágicas com o poder de alterar a realidade? Será que a história reescrita serve como reparação de erros passados? Quem já leu, comenta aqui embaixo!

Por que ver o filme?

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Porque é bom, oras! Joe Wright, diretor de Orgulho e Preconceito, começou acertando na escolha do elenco. E se em 2007, quando o filme foi lançado, ele não era tão estrelado assim, dez anos depois é puro sucesso. Além de Saoirse Ronan (atriz indicada ao Oscar por Brooklyn), temos Keira Knightley, James McAvoy, Benedict Cumberbatch, Alfie Allen (sim, o Theon Greyjoy!) e Vanessa Redgrave.

E olha, não deve ter sido fácil adaptar para as telas uma história em que os pensamentos são muito mais importantes do que o enredo, e onde uma única cena está sujeita a diversas interpretações. Mas Wright, utilizando elementos simples como trilha sonora e efeitos sonoros, consegue transmitir toda a força dessa narrativa. Preste atenção também aos barulhinhos das teclas da máquina de escrever, totalmente integrados à trilha.

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Vale também observar (e se inspirar) o figurino. Quem gosta de moda com certeza vai se lembrar do famoso vestido verde esmeralda usado por Cecilia Tallis. Apesar do filme se passar no período pré-guerra, os cortes do guarda-roupa da personagem são tão atemporais que as peças poderiam facilmente ser usadas ainda hoje, com minúsculos ajustes.

No mais, é preparar um brigadeiro, pegar a caixa de lenço e mergulhar na leitura e no filme. Imperdíveis, os dois!

Cinco filmes imperdíveis

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Uma das minhas resoluções semi-inúteis de 2017 é ver mais filmes e ler mais livros. E olha, neste início de ano o que nao falta é filme bom, tanto no cinema quanto na Netflix! Separei cinco preferidos até agora, e já já vamos começar o esquenta para o Oscar. Bora ver?

La La Land, de Damien Chazelle

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A frase “If I can make it there, I’ll make it anywhere” deveria se tratar de Los Angeles. Afinal, vencer por lá – em meio a zilhões de garçons, camareiras e motoristas tentando chegar a Hollywood – é ainda mais difícil do que se dar bem em Nova York. La la Land, o filme queridinho ao Oscar, fala sobre isso. Mia (Emma Stone) aspirante à atriz, e Sebastian (Ryan Gosling) pianista apaixonado por jazz, se conhecem, se apaixonam, e tem que se virar para alcançar os seus sonhos. Tudo isso, claro, com números incríveis de música e dança. Aliás, Emma Stone cantando é uma graça, assim como o figurino. Mas a parte mais divertida para os fãs de musicais é ir descobrindo as referências de filmes antigos. Vale muuuuuito a pena correr para o cinema!

Passageiros, de Morten Tyldum

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A Jennifer Lawrence pode gravar comercial de papel higiênico que eu não vou perder. Uma das melhores atrizes da sua geração, ela é Aurora, uma das protagonistas do filme Passageiros. Ao lado de Chris Pratt – geralmente insosso, mas bem no papel – ela acorda em uma nave espacial 90 anos antes de chegar ao destino final: um novo planeta a ser povoado. Com um ritmo inconstante, o filme alterna cenas de ação com romance e algumas boas tiradas de Arthur, um barman robô interpretado pelo excelente Michael Sheen. Dica: é um desses filmes que você pode esperar chegar no Now ou na Netflix sem problemas

Sully, de Clint Eastwood 

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A estreia de Sully foi adiada por conta do acidente com o avião da Chapecoense e, quando ele finalmente estreou – apesar de amar filmes baseados em histórias reais -, fiquei com a sensação de que dava pra esperar mais um pouco para contar esta história. Ao contrário do piloto da Lamia, Chesley Sully e seu co-piloto Jeef Skiles – Tom Hanks e Aaron Eckart – salvaram todos os 152 passageiros do seu voo, pousando no Rio Hudson, em Nova York, depois de uma pane nos dois motores. Só dois pensamentos me passaram pela cabeça: que todos os pilotos fossem assim e que todos os atores fossem como Tom Hanks.

Everest, de Baltasar Kolmákur

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Se alguém me chamasse pra ver um filme sobre alpinismo, eu provavelmente teria recusado o convite e ainda ficaria um pouco indignada de me conhecerem tão pouco. Mas acontece que meu primeiro contato com Everest veio, na verdade, através do livro “No ar rarefeito”, de Jon Krakauer. Tanto o livro quanto o filme tratam da tragédia de 1996, quando um grupo de alpinistas morreu tentando atingir o pico mais alto do mundo. No elenco, Jason Clarke e Jake Gyllenhaal, como Rob Hall e Scott Fischer, líderes das expedições. Excelente filme!

Barry, de Vikram Gandhi

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A gente sabe que Obama não nasceu presidente, mas é bem difícil de imaginá-lo no metrô de Nova York. O filme Barry, produzido pela Netflix, conta a história da juventude de Barack, da entrada na faculdade à auto-afirmação como negro em um ambiente predominantemente branco – Harvard, em 1981. Apesar de ouvirmos do personagem que “política é uma besteira”, é possível descobrir aqui e ali discursos que ele fez enquanto estava na presidência. No papel principal, o ator australiano Devon Terrell também dá um show à parte. Vale assistir!

Top 5: os preferidos de outubro!

Outubro foi mês de férias. O que significa dizer que, embora eu tenha tido muito tempo livre depois que elas começaram, o início do mês foi aquela correria para colocar tudo em ordem a tempo de viajar. Por falar nisso, já viram minha listinha de lugares preferidos na Vila Madalena em São Paulo? Viagem foi curta, porém incrível, e caso você esteja lendo isso na quarta-feira, dia 2, é bem provável que eu esteja esparramada em alguma praia de Búzios. Sem mais “delongas”, aqui vão meus preferidos de outubro!

Pequena Abelha

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Te desafio a entrar numa livraria, pegar o Pequena Abelha, ler a contracapa e não comprar! Você vai ver que a editora Intrínseca optou por contar bem pouco da história escrita por Chris Cleaver, e que isso é uma parte importantíssima da experiência. Como fazer com que você leia este livro sem estragar isso? Acho que contando que ele é sobre duas mulheres que se encontram em circunstâncias bem adversas e depois são obrigadas a encarar as consequências. E que a personagem que dá nome ao livro é uma das mais cativantes que eu já conheci. Vale também lembrar que este é um livro sobre perda, superação e o mais importante de tudo: amor ao próximo. Imperdível, inesquecível!

Ah, e comprando pela Amazon, você ajuda este blog a ganhar dinheirinho (para gastar em… livros, claro! :)) Basta clicar no nome do livro aí em cima!

A Garota do Livro

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Emily van Camp (lembra de Revenge?) trabalhando numa editora já me basta para ter vontade de ver um filme. E apesar de lá pela metade da narrativa você perceber que está um pouco afogada num oceano de clichês (o da garota-que-quer-ser-escritora-mas-não-consegue, o da adolescente-que-tem-um-caso-com-um-cara-mais-velho-com-ar-de-professor, o do pai-dominador-que-causa-problemas-no-relacionamento-da-filha-com-os-homens), a história de Alice acaba nos tocando em alguns pontos. Seja nos erros ou nos acertos, todo mundo tem um pouco de Alice, todo mundo tem um sonho que acaba deixando correr meio frouxo por medo e/ou insegurança. E se nada mais servir, o figurino da protagonista é uma boa inspiração para quem quer montar looks românticos para o trabalho. 😉

The O.C

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“Tanananananaaaam, tanananananaaaam, Califooooornia, here we cooooomeeeee!” Impossível pensar em The O.C e não se pegar cantando a musiquinha, né? Pois agora nessas férias eu decidi me entregar com força às lembranças da adolescência e revisitar Ryan, Marissa, Seth e Summer. Dez anos depois, é meio inevitável pensar no quanto as coisas mudaram no mundo. Whatsapp, Instagram, Snapchat, Facebook, o quanto todas essas mídias transformaram nossas vidas e o quanto alteraria o enredo da série? Viagens à parte, sempre uma delícia relembrar a juventude (e Adam Brody!).

Baiana System

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Eles acabaram de ganhar o prêmio de melhor disco no Multishow, fazem parte da trilha do Fifa 2016 e tem lugar cativo na minha playlist de verão no Spotify. Mas preciso confessar que eu demorei pra me acostumar com a sonoridade do Baiana System. É que o som da banda é bem diferente do que estamos acostumados a escutar. Algo como uma mistura de rap, rock, batidas eletrônicas e música baiana. Inclusive eles fazem muito sucesso no Carnaval de Salvador. Pra entender melhor só ouvindo! Comece pela excelente Playsom e pela Dia da Caça!

Poderoso Shampoozão & Poderoso Cremão

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Já fazia um bom tempo que eu queria experimentar os produtos da Lola, de tão apaixonada que eu estava pelas embalagens com uma pegada retrô. Depois de procurar um pouco e me indignar um pouco com os preços (em média R$ 40, cada um), resolvi testar. Como a marca é vegana (e cruelty free!), sem muita química, quem está acostumada com produto que faz muuuuita espuma pode estranhar um pouco. Mas relaxa, o resultado vem depois e é real! O cabelo fica mais leve, mais solto e com aquela cara de saudável, sabe? Aprovadíssimo!

 

 

Dia do Beijo e os melhores do cinema!

Eu bem que tentei encontrar algo, mas realmente não consegui pensar em nada que seja mais gostoso do que beijar. Tá, você pode até pensar em sexo, mas na real, até isso começa pelo beijo, certo? Não à toa, ele ganhou um dia próprio!

Ninguém sabe exatamente como ele surgiu, mas reza a lenda que tudo começou com o Enrique Porchello, italiano que beijava TODAS as mulheres da vila em que morava. Não escapava uma. No dia 13 de abril de 1882, o padre da paróquia local resolveu dar um prêmio em ouro à mulher que não tinha sido beijada por Enrique. Dizem que o tesouro ainda está escondido até hoje, já que ninguém apareceu para receber o prêmio.

Tá sem ninguém pra beijar hoje? Não tem problema. Faça um brigadeiro e se jogue na nossa lista dos 10 melhores beijos do cinema!

#10 – Simplesmente amor

Beijo-arranca-lágrimas. Imagine a cena: o cara está apaixonado pela mulher do melhor amigo e decide se declarar no Natal . Em troca, recebe um beijinho que assim… bom, assistam!

#9 – A Dama e o Vagabundo

Nem A Bela e a Fera, nem Aladdin. O beijo mais foto da história das animações sem dúvida é o do filma A Dama e o Vagabundo. O desenho de 1955 ficou famoso pela cena dos dois cachorrinhos dividindo uma macarronada com almôndegas. Como não se apaixonar?

#8 – Meu Primeiro Amor

Meu Primeiro Amor fez muita gente chorar depois do colégio, assistindo a Sessão da Tarde. E o beijo de Vada e Thomas é realmente muito fofo. Afinal, quem nunca ficou sem saber o que dizer depois de beijar alguém que gosta muito?

#7 – Hitch, o conselheiro amoroso

“O primeiro beijo conta tudo o que você precisa saber sobre um relacionamento”. A frase de Will Smith em Hitch pode até ser verdade, mas o que ficou na nossa memória, sem dúvida, foi a regra dos 90%. E claro, o beijo atrapalhado (e engraçadíssimo) do Albert.

#6 – Harry Potter e as relíquias da morte – Parte II

A cena mais esperada pelos fãs da série era mesmo o beijo entre Rony e Hermione. Ela só veio no final do último filme, logo depois que ela destrói uma das horcruxes. E apesar de ter sido do jeito que os fãs esperavam, houve quem ficasse meio decepcionado ao saber que para os atores não foi assim, uma grande coisa…

#5 – Sr. e Sra. Smith

Jennifer Aniston com certeza não compartilha dessa opinião, mas o beijo de Brad Pitt e Angelina Jolie em Sr. e Sra. Smith é dos melhores da história do cinema. Não à toa, eles acabaram se casando depois das filmagens, para tristeza do #TeamAniston. Mas que o beijo é bom é, viu?

#4 – A Praia

Leonardo di Caprio, a praia de Ko Phi Phi na Tailândia, a luz do luar, plânctons brilhando, e “Pure Shores” ao fundo. Diz aí se não é o cenário perfeito para um primeiro beijo?

#3 – Velozes e Furiosos

Há quem preste atenção nos carros, eu prefiro prestar atenção na química de Don e Letty, no primeiro Velozes e Furiosos. A cena da oficina em que ele levanta a Michelle Rodriguez pela bunda é… bom, vejam aí e tirem suas próprias conclusões.

#2– Top Gun

Beijo bom é aquele que começa com treta! Não sei se é a trilha sonora, se é o Tom Cruise, se é o pôr-do-sol, se é a tensão entre os dois, mas o beijo de Maverick e Charlie é, sem dúvida, um dos preferidos de muita gente!

#1 – Diário de uma paixão

Quem vê Ryan Gosling e Rachel McAdams se beijando na chuva com tanta paixão, mal pode imaginar que na época das filmagens os atores simplesmente se odiavam. Quem contou a história foi o diretor Nick Cassavettes, que chegou a fechar os dois numa sala para que eles pudessem gritar um com o outro e liberar as tensões.  O curioso é que os dois namoraram por quatro anos depois disso. Fala sério, quer beijo melhor que esse? 😉