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Etiqueta: gastronomia

Êtta Bar: mais um gastrobar incrível em Botafogo

Botafogo é O lugar para quem gosta de comer bem e já é conhecido como polo gastronômico do Rio. Além dos botecos clássicos da Nelson Mandela, os tradicionais Aurora e Plebeu, o bairro tem também o Etta Bar, ali na Real Grandeza esquina com a rua Henrique de Novaes (para os cariocas, mais conhecida como “rua da Casa da Matriz”). Se vale a pena? Vem ver.

Vamos beber?

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O Etta funciona como um gastrobar, com focos em drinks e petiscos saborosos. Por lá, meu preferido da ala etílica é o Êêêêêêttaaa, feito com Absolut Vanilla, purê de morango, mix cítrico e pepino. Doce e refrescante ao mesmo tempo! Mas quem gosta de cerveja artesanal ou vinho também não vai se decepcionar. A carta é variada com preços justos.

Para petiscar

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Quem acompanha esse blog sabe o quanto eu sou viciada em burrata. Já comi tantas que dá até pra fazer um top 5 aqui no blog. Para minha sorte, a do Etta não decepciona. Acompanhada de pesto, tomate seco e torradas, é um bom começo para o jantar. O mesmo vale para a porção de parma, servida com torradinhas. Felicidade no prato, juro!

Quem curte peixe e frutos do mar também tem ótimas opções. Uma delas é o tartar de salmão, muito bem temperado (de verdade, até eu que não sou fã de peixe pediria novamente). Também vale pedir a porção de lula com camarões. E pode ir sem medo que o prato é bem servido.

E se você não come carne, recomendo fortemente as duplas de bruschetta. A de cogumelos é simplesmente maravilhosa!

E o ambiente?

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É aconchegante, daqueles que não dá vontade de ir embora. Se você procura algo mais intimista (olha o #tinderdate aí!), vale ficar no salão que tem iluminação mais baixa. Se a ideia é juntar a galera, fique do lado de fora. O atendimento é excelente nos dois espaços – coisa raríssima no Rio!

Curtiu a dica? Então, conta aqui nos comentários o seu bar preferido na cidade!

Salomé Bistrô: vinho bom e comida deli no Leme

E aí que o ano mal começou e eu já tenho um novo amor gastronômico! Quem acompanha este blog já deve ter percebido que poucas coisas me deixam mais feliz do que vinho e comida. Mas a combinação de vinho a preço justo + burrata gostosa + ambiente aconchegante ganha meu coração. É o caso do Salomé Bistrô, no Leme.

Aconchego com vista para o mar

Quem é do Rio logo nota a semelhança. O Salomé lembra muito o Canastra, bar já tradicional em Ipanema. A proposta é parecida – o dono é o mesmo! -, mas o Salomé tem um bônus: vista para o mar. Sim, pra visita ficar gostosa mesmo, a dica é aproveitar o fim de tarde por lá, curtindo a área externa.

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O menu que deixa qualquer happy hour mais feliz!

Às quartas, o programa fica ainda melhor com a dose dupla de espumante rosé no happy hour. E quando você está lá, embriagada de emoção (a dose dupla nada tem a ver com isso), vem o menu. O que eu recomendo que você peça de olhos fechados? A burrata com pesto e tomatinhos, o carpaccio com batatas fritas e a tábua de queijos e frios.

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E os bons drinks?

Para quem gosta de frutos do mar, o Salomé Bistrô também tem ótimas opções. Mas, por motivos de alergia, não posso recomendar nenhum prato específico. Já os drinks… Esses eu experimento feliz, né? Minha dica é pedir um Aperol Spritz, que já virou um clássico nos bares cariocas. Por lá, vale experimentar também a gin tônica.

E já adiantando as perguntas: sim, o Salomé é perfeito para um date, já que o ambiente é bem intimista. Mas claro, sempre vale reunir as amigas em um bar com vinho, né? 😉

Endereço: Avenida Atlântica, 994 – Leme

Rio: os três melhores couverts da cidade

Eu viveria fácil de entradinhas e petiscos. Na verdade, já perdi a conta de quantas vezes escolhi o restaurante pelo couvert ou deixei de pedir o prato principal porque já estava plenamente satisfeita. E é pensando em você, que fica feliz só de ver uma travessa de pão e pastinhas, que eu montei esse post com três couverts que você P-R-E-C-I-S-A experimentar!

La Mole

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Vamos começar pelos clássicos do clássicos? Super tradicional no Rio (não sei se tem em outras cidades), o La Mole ficou famoso pelo seu super couvert. Tem brioche, grissini, torradinhas com parmesão, pizza branca, patê de fígado e o melhor patê de ricota da história. Você pode tanto pedir no restaurante quanto em casa, numa versão bem mais farta. Excelente pedida na hora de receber os amigos!

Via Farani

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Meio italiano, meio japonês, o Via Farani é um daqueles restaurantes que pouca gente conhece, mas que quem conhece AMA. Um dos motivos é claro, o couvert. O ponto alto? A pizza branca, o pãozinho de banana, o antepasto de berinjela e os picles. Serve tranquilamente duas pessoas, mas quando eu estou empolgada, peço um só pra mim. 😛

Casa do Couvert

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E quando a gente acha que não poderia ficar melhor, transformaram nossos sonhos em realidade. A Casa do Couvert é especializada em delivery de entradinhas, cada uma mais gostosa do que a outra. Um dos meus combos preferidos é o Couvert Mexicano, com tortillas chips, tortilla de trigo e recheios pra você montar sua própria quesadilla. Maravilhoso!

E você, incluiria mais algum nessa lista?

Rio: os melhores lugares para tomar um bom vinho

Vinho é bom e todo mundo gosta! E por mais que o Rio combine muito com chopp, cerveja e caipirinha, cada vez mais surgem bares incríveis para tomar um bom vinho (a preços variados) na cidade. Hoje eu te conto meus três preferidos, mas ó, a lista tende a aumentar!

Bar Canastra

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Localizado numa ruazinha de Ipanema, bem ao lado da estação General Osório, o Canastra chama a atenção pelos contrastes. No nível da rua, um bar intimista, bom para reunir as amigas. No subsolo, um porão com cara de “inferninho”, para quem quer juntar a galera ou levar o crush para um espaço mais íntimo. Mas o meu programa preferido mesmo é sentar na mureta do metrô e saborear ali mesmo uma porção de Presunto na Faca do Beni, com uma garrafa de rosé Don Guerino. Às terças, chegam ostras fresquinhas para acompanhar os vinhos gelados. O preço é justo, os petiscos são saborosos e a energia é boa! Ah, eles só aceitam cartão de débito, ok? Vá avisado! 😉
Endereço: Rua Jangadeiros, 42 – Ipanema

SeteHum

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A fórmula do SeteHum é certeira: ambiente acolhedor, comida sensacional, preço honesto… e excelente carta de vinhos. E o melhor, assim como o Canastra, é bem eclético, perfeito para dates, reuniões da galera ou até jantares de família. A dica é começar pelo trio de bruschettas: pomodoro, cogumelo paris e salmão com caviar de tangerina. As tiras de mignon com molho roti são uma excelente pedida de prato principal, mas é a sobremesa que faz o passeio valer a pena. Peça a rabanada com doce de leite e ganache de brigadeiro. Ah, mas estamos aqui pra falar de vinho, certo? A dica é ir de Prunus, para quem gosta de um bom tinto português, ou pedir um Klein Kloof, para quem curte um sauvignon blanc da África do Sul.
Endereço: Rua Martins Ferreira, 71 – Botafogo

El Born

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E já que estamos falando de gastrobar, vale conhecer o El Born, em Copacabana. O bar leva o nome de um dos bairros mais boêmios de Barcelona e tem um cardápio ideal para quem gosta de tapas – os famosos petiscos espanhóis. Meus favoritos? A coca de jamon e as papas bravas! Outra boa notícia é que por lá vale muito a pena pedir uma taça de vinho. Ela vem muito bem servida e compensa o valor gasto por lá, já que o El Born não é a opção mais barata desta lista. Mas olha, vale cada centavo!
Endereço: Rua Bolívar, 17 – Copacabana

E aí, conhece mais algum lugar perfeito para tomar um vinho? Conta aqui nos comentários!

Dona Désirée: cozinha contemporânea com o tempero de Minas!

Se tem uma coisa que eu gosto de fazer nessa vida é comer. O que é engraçado, porque eu fui uma criança bem fresca e, até uns dois anos atrás, abominava queijo. Juro, tinha ojeriza. Mas por sorte aprendi a experimentar coisas novas. E sorte de vocês também, essas seis pessoas que leem esse bloguinho, porque agora vai ter muito mais dica de restaurante por aqui. Como por exemplo, o Dona Désirée!

O que é o Dona Désirée?

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Quem é do Rio e tem seus trinta e poucos anos com certeza vai se lembrar de um lugar chamado Gente Fina, no Leblon. Tinha um bar no primeiro andar, uma nano boate no segundo, e fez a alegria de muitas noites de sábado. Pois bem, o bar fechou, mas graças a Deus abriu o Dona Désirée no espaço.

A proposta é simples, e como quase tudo o que é simples, maravilhosa. Homenagear a vó do dono com gastronomia brasileira contemporânea. A cozinha é comandada pelo chef mineiro Paulo Maneira, mas o Bernardo Montenegro – o neto da dona Désirée – também tem participação no cardápio, com o Hamburguer do Bê, entre outras coisas. Ainda não experimentei, mas pelas fotos que vi… Vale a ida ao restaurante!

O espaço

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Outra coisa que me chamou a atenção foi o cuidado com a decoração, que reproduz aquele clima de casa de vó. Livros, plantas, quadros – com todas as coisas que a dona Désirée gostava – louças e lustres fazem com que a gente tenha vontade de fazer zilhões de stories. (Me contive porque estava com fome). A ideia é ser um ambiente descontraído para um date, um jantar com a família, um almoço com as amigas. Tomar um drink antes da balada também pode ser uma boa pedida.

O que eu comi, afinal?

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Foi um sufoco pular o couvert, porque eu poderia me alimentar só disso. Mas preferi experimentar a porção de pão de queijo com barriga de porco, rúcula e maionese de limão, porque, né? Não é todo dia que a gente come um pão de queijo assim. Como prato principal, pedi uma picanha na brasa com aipim frito, farofa, molho à campanha e pão de alho.  Para acompanhar, tive que pedir uma porção de batata rústica com maionese do Bê, porque sou insuportável com abstinência de batata. 😛 Eu já estava encantada com o cardápio, mas aí veio a sobremesa e passei do flerte ao relacionamento sério: TEM ALGODÃO DOCE. Al-go-dão do-ce. Você está zoando meu paladar infantil a essa altura? Não ligo! Por que eu já falei que tem algodão doce? Gigante, num prato, com flores. Sim, você pode comer as flores. E o algodão doce! Dona Désirée já é o meu lugar no mundo.

Curtiu? Quer conhecer? Anota aí!

Dona Désirée

Av. General San Martin, 359 (esquina com Carlos Gois), Leblon

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Favoritos de outubro: Espinosa, japa delícia, Sarah Oliveira…

Às vezes eu tenho a sensação de que só tem post de Favoritos do Mês nesse blog. Mas é aquela coisa, né? Início de mês, muitas ideias de post, e lá pelo meio do caminho a gente se perde. Hehehehehe… Enfim, bora lá falar de tudo de bom que Outubro trouxe!

Livro: O silêncio da chuva

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Há séculos meu pai e minha madrasta me falaram de Espinosa, detetive carioca criado pelo escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza. E eu vivia adiando a leitura, até resolver descobrir se era bom mesmo. Bom, se você está esperando um Sherlock Holmes ou um Hercule Poirot dos trópicos, esquece. Espinosa não tem arrogância e nem inteligência acima da média (pelo menos nada que tenha saltado aos olhos nesse livro de estreia), pelo contrário. Ele é um cara comum, com uma vida amorosa falida e grande interesse por literatura e filosofia (com esse nome, a gente não podia esperar nada de diferente). Ou seja, muito mais fácil de a gente se identificar, certo? Na primeira aparição, o detetive vai tentar desvendar a morte de um empresário no centro do Rio que, a princípio, parece simples, mas vai ganhando complexidade a medida que pessoas vão desaparecendo. Bônus para os cariocas: reconhecer os cenários por onde os personagens passam é uma delícia à parte!

Ah, e pra comprar, é só clicar no título lá em cima! Você economiza com os preços da Amazon e ainda ajuda o blog! 😉 

Filme: Ele está de volta

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Vivemos tempos sombrios. Em uma época em que políticos de extremamente intolerantes, como Jair Bolsonaro, vão se tornando cada vez mais populares, talvez seja uma boa assistir a este filme. “Ele está de volta” é uma comédia satírica que mostra o que aconteceria se Hitler ressurgisse na Alemanha nos dias de hoje. O que ele diria? O que pensaríamos sobre ele? Baseado no livro de Timus Vermes e dirigido por David Wnendt, o longa arranca risadas logo nas primeiras cenas (observe o Fürher reclamando com um professor de boas-maneiras que ninguém mais o cumprimenta adequadamente), mas não deixa de ser perturbador. Tudo começa quando um repórter freelancer “descobre” Hitler perdido na Alemanha do século XXI e resolve leva-lo para a TV. Lá, ele vira um comediante de sucesso com suas ideias polêmicas (para dizer o mínimo). Enquanto alguns apoiam, outros riem do ridículo. Alguma semelhança com a realidade?

Música: SOS, The Corrs

Quem foi adolescente no final dos anos 1990 deve se lembrar de uma banda irlandesa The Corrs. E, se a memória te falha, essa música vai te ajudar! Dreams tocava na rádio, em trilha de novela, e até a MTV fez um acústico (o melhor até hoje), com os quatro irmãos. Pois bem depois de um hiato gigantesco, a banda de folk voltou com SOS. É a melhor música? Não, tá longe de ser. Mas é um brinde muito justo à minha adolescência e eu to aqui esperando ansiosa os próximos lançamentos!

Ah, se você quer conhecer The Corrs DE VERDADE, escute esse álbum aqui!

Youtube: Canal da Sarah Oliveira

Por falar em adolescência, você com certeza se lembra do Disk MTV, né? A Sarah era presença certa nas tardes de todo adolescente no ínicio dos anos 2000 e até hoje sinto falta dela falando de música. Ou melhor, sentia. Recentemente, descobri o “Canal da Sarah Oliveira” no YouTube. Vale acompanhar a playlist “Minha Canção”, com compactos dos programas da rádio Eldorado, de São Paulo. Por lá, ela fala de artistas como Amy Winehouse, David Bowie, The Smiths, entre outros. Pra conhecer ou relembrar, vale a pena se inscrever!

Restaurante: Gurumê

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Sim, tem restaurante novo nos favoritos desse mês! Nem sempre essa categoria aparece por aqui, por um motivo simples: eu AMO repetir restaurante e, geralmente, costumo repetir até o prato. Então, o quesito novidade fica meio prejudicado. Mas vamos falar do Gurumê! Quem é do Rio já deve conhecer, se não pessoalmente, pelo menos de nome. Se você curte um bom japa e ainda não conhece, recomendo fortemente que você experimente, mesmo deixando por lá alguns golpinhos. Veja bem, o restaurante tem uma pegada moderna e aconchegante, e o cardápio segue a mesma proposta, com releituras de pratos da culinária japonesa. Não saia de lá sem comer: salmão guacamole, atum burrata e, claro, o brownie com cobertura de doce de leite e sorvete. Sem palavras, sério.

Favoritos de agosto!

Tinha tempo que eu não fazia um post com os favoritos do mês, né? Pra compensar a ausência até dei uma caprichada nas categorias! 😉 Então, sem mais delongas (to numa fase de gírias vintage), vamos a eles!

Livro: Enclausurado, do Ian McEwan

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Tenho uma paixãozinha por livros com narradores inusitados, então, o mais recente do Ian McEwan (autor de Reparação, que eu comentei aqui) me pegou já na sinopse. A novela é uma versão inusitada de Hamlet, narrada por um feto ainda no útero. Mas nada daquela linguagem infantil – quem leu Quarto, de Emma Donoghue sabe do que eu to falando. O narrador fala como um adulto erudito, é inteligente, irônico, e extremamente interessante. As frases são incrivelmente bem construídas e a leitura flui que é uma beleza. Se você ainda não leu nada do autor, pode ser uma boa começar por esse.

Filme: Em ritmo de fuga

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Se você ama as cenas de ação de Velozes e Furiosos, mas acha que a franquia já deu o que tinha que dar, com certeza vai gostar de Em Ritmo de Fuga (ou Baby Driver, no original). Ansel Engort interpreta um piloto de fuga que trabalha para uma quadrilha e é apaixonado por música. No elenco, estão ainda Kevin Spacey (eterno Frank Underwood), Jon Hamm (eterno Don Draper) e Jamie Foxx (o eterno Django e o que mais ele quiser porque o cara é f…!). Ah, dica: vai lembrando que é filme de ação e portanto, puro en-tre-te-ni-men-to. 😉

Série: Gipsy

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Mais uma produção Netflix um pouco controversa. Naomi Watts interpreta Jean Holloway, uma terapeuta com zero escrúpulo e sem o menor pudor de se envolver na vida pessoal dos pacientes. E quando eu digo pessoal, é pessoal MESMO. Ela chega a ter um caso com a namorada de um cliente, e põe em risco seu casamento com Michael (Billy Crudup). Daquelas séries lentas, mas que deixam o nível de expectativa crescer até beirar o desconforto. Indico principalmente para aqueles que amam enredos que se passam em um consultório.

Restaurante:  Botekim do Japa

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Olha, eu nem sou muito fã de comida japonesa (#teampizza), mas preciso confessar que o Botekim do Japa sempre supera minhas expectativas. A começar pelos especiais que eles oferecem assim que você senta, geralmente maravilhosos. Não costumo comer o rodízio, mas os combos são excelentes e os ingredientes estão sempre fresquinhos, além de ter um preço bem justo para o que entregam. Para quem não conhece, o Botekim fica em Copacabana, na Xavier da Silveira. De-lí-cia!

Música: All I Can Think About is You

O ingresso para o show do Coldplay em São Paulo está comprado, a playlist no Spotify está completa, e All I Can Think About is You está tocando no repeat. Pessoas que não gostam da banda: quem são, o que comem, onde vivem, por Deus, vocês já ouviram essa música?

Vídeo do YouTube: Car Pool com Chris Martin

E por falar em Coldplay, foi Chris Martin que me fez maratonar os vídeos do Car Pool, com James Corden. Se ainda não viu, por favor! Para tudo o que você tá fazendo e vai até o YouTube. Outros episódios igualmente sensacionais: Stevie Wonder, Adele e Katy Perry (explicando a treta com Taylow Swift). Tá fazendo dieta? Acordou de TPM? Brigou com o namorado? Vai com fé que Car Pool é a receita pra curar qualquer mau humor.

E você? O que tem feito sua cabeça nos últimos tempos? Compartilha aqui, vamos trocar figurinhas! 😛

 

Pizza do Amor: sobre sabor e good vibes

Poucas coisas no mundo são tão gostosas quanto uma boa pizza. E quando ela vem com amor e uma boa história, então, é imbatível. Pensando que o Dia da Pizza merecia um post especial, fui atrás de uma das melhores que eu já comi na vida: a tal da Pizza do Amor. Criação do Bruno Meyer, essa delícia tem sua origem não no Rio, mas lá na Península de Maraú, na Bahia. Foi lá em Itacaré que ele decidiu mudar de vida e espalhar good vibes por aí.

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(mais…)

Bom, bonito e saudável: Graviola

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Antes de qualquer coisa, eu preciso confessar: alimentação saudável ainda é uma questão para mim. Cresci viciada em doces, total fã de fast-food, e salgadinhos de pacote. Só depois de adulta fui perceber que as consequências disso não vão só para o quadril, mas para o organismo como um todo. É aí que entra a Casa Graviola, restaurante incrível na Olegário Maciel, na Barra.

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Ali, ingredientes orgânicos e de produtores locais são o segredo do sucesso.  Segundo a Manoela Maia, uma das sócias de lá, “ter esse contato direto com o produtor não tem preço. Compramos muito em feiras de orgânicos direto com quem produz, negociando preços e ouvindo as histórias. Mexemos com comida e com amor”.

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E o amor foi mesmo a origem de tudo. Ela e o marido Abner Lopes costumavam fazer jantares em casa para os amigos. Mas o cardápio mesmo só era revelado depois. “Ouvíamos ‘odeio batata doce e amei isso aqui’ ou ‘nossa, como isso é saudável e é tão bom’”. (Preciso dizer que eu, bem fresca para comer, me identifiquei total com isso).

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Foi daí que surgiu a ideia de um food truck, com um objetivo claro: “comer bem, comer saudável, comer o que é gostoso, comer com olhos”! Há um mês a Casa Graviola ganhou um ponto fixo e lá, de fato, se come com os olhos. O lugar chama a atenção pelo ambiente calmo, aconchegante, uma mistura de viagens feitas pelo casal: Jamaica, Turquia, Bali…

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O cuidado com os detalhes passa, obviamente, pelo cardápio. Além de releituras do truck, como spaguetti de palmito e hambúrguer de grão de bico, da cozinha saem pratos como tilápia com banana da terra e farofa de castanha e também o nhoque de raízes. Eu, particularmente, curti a tapioca de frango orgânico com queijo lac-free, e o delicioso creme de pitaya, aposta da estação.

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Pra finalizar, perguntei pra Manu o que fazer para entrar na onda da alimentação saudável. Ela respondeu que tudo é uma questão de adequar a rotina. “É muito mais fácil fazer o que sempre fizemos. Ter a noção do bem que faz e determinação para mudar é sem duvidas a chave para essa mudança”. Eu acrescentaria mais um detalhe: visitar mais vezes o Graviola!

Como conhecer São Paulo em dois dias

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O título ali em cima é, obviamente, uma brincadeira. É impossível conhecer uma cidade enorme como São Paulo em dois dias, mas dá sim para curtir lugares bem bacanas na Vila Madalena, onde eu fiquei. A passagem pela cidade foi bem rapidinha, só para fazer meu segundo workshop da AG Branding (falei sobre o primeiro aqui). Vamos às dicas?

Quitandinha

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O bar Quitandinha fica num cruzamento perfeito para quem quer comer bem e “badalar”, pra usar um termo bem paulista. Escolhi meio no chute, mas não me arrependi! Pra quem gosta de drinks, a carta é bem variada e o Sex on the Beach é delicioso, feito da maneira clássica. Para comer, não deixe de pedir a porção de coxinhas de frango! Pura felicidade! 

Rua Fidalga, 242 – Vila Madalena 

Le Pain Quotidien

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Por uma Le Pain Quotidien aqui no Rio já! Pra mim, que sou apaixonada por uma besteira, a “padaria-boutique” já sai na frente ao preparar pratos saudáveis com muuuuuito sabor! Fui tomar café da manhã por lá, e apesar de querer experimentar o cardápio inteiro, dei uma segurada e fiquei no suco de melancia e no pão de queijo (sem glúten, sem lactose e uma delícia). Dica amiga: sentar do lado de fora e ficar curtindo o movimento do bairro!

Rua Wisard, 138 – Vila Madalena

MinD Designs 

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Olha só como são as coisas… andando pela Rua Harmonia, dei de cara com uma lojinha micra, que chamava mais atenção pelo charme do que pelo tamanho. Fui olhar de perto e vi que era a MinD, uma loja de objetos de decoração com todos aqueles itens-desejo que a gente vê no Pinterest, mas não consegue encontrar na “vida real”. Conversando com a vendedora, descobri que eles têm e-commerce (!), acabaram de abrir uma loja no Rio (!!), do lado da casa da minha mãe(!!!). Olha, eu precisei vir pra São Paulo só pra ver o que eu ainda não tinha visto assim, bem na minha cara. #failgrandão O importante é que eu virei fã das peças, do preço, da marca, e já trouxe algumas coisinhas para o Tati’s Rooftop! <3

Rua Harmonia 322 – Vila Madalena

Livraria Cultura (Shopping Iguatemi)

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É óbvio que não tinha como faltar uma livraria no roteiro, né? Mas essa eu descobri meio por acaso, a caminho da praça de alimentação. É que por fora, a gente quase não dá nada por ela. Mas é chegar ao terceiro andar e… tchanãm! O paraíso! Uma área ampla, iluminada, com mesas e poltronas que te convidam a ficar ali horas e horas. Pode voltar já?

Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jardim Paulistano