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Etiqueta: moda

Quatro estampas eternas para animar seu guarda-roupa

A gente sempre bate na tecla de ter um guarda-roupa atemporal, com peças que funcionem entre si, sem a “necessidade” de comprar roupa o tempo todo, certo? Mas isso não significa que nosso armário deva ter só cores neutras e peças lisas. Algumas estampas são eternas e é sobre elas que a gente conversa hoje. Anota aí as quatro prints que você pode combinar sem medo, inclusive entre si!

Listras

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Há algum tempo rolava um mito de que listras horizontais só podiam ser usadas por mulheres extremamente magras porque “ah, engorda, né?”. Enfim essa história caiu por terra e hoje as mulheres já aprenderam que podem usar o que quiser, sem se preocupar com regrinhas de moda que sabe lá Deus quem inventou. Pois a partir de agora tá liberado usar listras P&B, bem ao estilo navy, listras coloridas, combinadas com outras estampas (fica lindo com floral) e do jeito que você sentir vontade.

Onde encontrar? Gávia e Mork 

Poá

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Tudo bem, a estampa de bolinha lembra a sua avó, mas essa é toda a graça. Afinal, você pode tanto assumir o ar vintage da print ou modernizar o look com truques simples: tênis pesado, sapatos masculinos, shorts mais curtos, jeans ou acessórios mais marcantes.

Onde encontrar? Gávia e Ziovara

Animal print

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Você é dessas que torce o nariz para estampa de oncinha? Então, vale rever seus conceitos. A oncinha perdeu o ar sexy de antigamente e hoje fica perfeita em produções mais modernas e esportivas. Vale combinar com jaquetas de couro, jeans, camisetas de banda, etc. O truque para não parecer sensual demais – se a ideia for passar despercebida – é optar por peças mais amplas.

Onde encontrar? Garimppo e C&A

Floral

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Aqui, o céu é o limite. Estampas com flores miudinhas são boas para quem quer optar por um look mais discreto. Mas, se a ideia não for essa, pode se jogar nas flores maiores. Uma maneira bacana de quebrar o excesso de “romantismo” dos vestidos é usá-los com tênis, botas ou sapatos mais pesados.

Onde encontrar? BazisFARM

E aí, qual dessas não pode faltar no seu armário? Comenta aqui embaixo!

Cem Anos de Solidão e as joias da Soy Marina

Cem Anos de Solidão é aquele tipo de livro que todo mundo deve ler, pelo menos, uma vez na vida. A obra-prima do colombiano Gabriel García Márquez a história da família Buendía, com todos os seus Aurelianos e José Arcadios. Sim, os nomes se repetem, as histórias se misturam, e nem sempre a leitura flui facilmente, mas o esforço é recompensado a cada capítulo.

A história ambientada na fictícia Macondo é tão marcante que serviu de inspiração para a Soy Marina, uma joalheria e cheia de estilo do Recife. Conversei com a própria Marina – criadora da marca – e ela conta um pouquinho como tudo surgiu.  Bora conhecer?

Como surgiu a Soy Marina?

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Então, eu estava recém-formada em publicidade, sem vontade nenhuma de trabalhar na área. Depois desse fechamento de ciclo decidi me dedicar a algo que sempre me moveu: a criação e o fazer manual. Desde pequena eu crio e faço coisinhas: já fiz máscaras de carnaval, já fiz colares, de tudo eu inventava. Então, já que não havia um caminho profissional muito claro para mim, fui buscar um curso de ourivesaria em Buenos Aires. Já tinha referências de prata em Buenos Aires e por ser uma cidade  que respira design, seria uma junção interessante. Além de ser uma cidade latina, onde eu não me sentiria tão estranha em passar uma temporada. Foi lá que me apaixonei pelo oficio e comecei a desenvolver bem primariamente a Soy Marina. Na volta pra Recife eu soube da incubação de marcas locais que acontece no Marco Pernambucano da Moda e me candidatei para participar. Entrei e lá dentro consegui ter mais noção do que eu queria para Soy Marina, foi lá realmente que o projeto tomou forma e é quem é hoje.

De onde veio a ideia de criar uma coleção de joias com as ilustrações de Cem Anos de Solidão?

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Eu queria contar uma história por trás das peças, sabe? E através do livro Cem Anos de Solidão, do Gabo, eu podia desenvolver uma narrativa. Com os desenhos de Carybé, que conseguiu ilustrar tão bem o livro, eu consegui contar essa história.

Macondo, cidade onde se passa todos os acontecimentos do livro, é a América Latina toda, e eu também queria que estivesse representada na minha primeira coleção. E uma joia é eterna, é interessante ela ter uma história que pode ser passada de geração para geração. Era esse o objetivo!

Tem alguma peça que seja mais emblemática nessa coleção? Algo que represente tanto a obra quanto à marca?

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Acredito que o colar Macondo, que inclusive leva o nome da coleção, tem uma personalidade bem forte. Através das curvas orgânicas ele conversa bem com os traços de Carybé e com o fazer manual que a marca quer passar. Acho que ele passa bem isso.

Eu não sei vocês, mas eu saí apaixonada: por Gabo, por Cem Anos de Solidão e pela Soy Marina! Vale seguir a marca no instagram e ficar por dentro das novidades!

Três modelos de jaqueta para usar já!

Já comentei aqui no blog algumas vezes que o frio que eu sinto quando chega o Inverno não é de Deus. Eu moro no Rio de Janeiro, SEI que nosso inverno não é tão rigoroso assim, mas não dá, meu termostato tá sempre congelando. Talvez por isso eu seja a louca da terceira peça e completamente apaixonada por jaquetas.

Se você está procurando uma peça na qual investir nesta temporada, não tenha dúvida: escolha uma boa jaqueta (se for de couro, sintético, por favor!). O modelo? A gente te ajuda a escolher aqui!

Jaqueta Biker (ou perfecto)

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A mais clássica das jaquetas, a Biker é aquele modelo com pinta de rock’n’roll e rebeldia. Já explico o porquê.

O modelo foi criado por Irving Schott nos anos 20 a pedido da Harley Davidson, para os motociclistas.  Na década de 1950, a jaqueta foi destaque no figurino de filmes como O Selvagem, com Marlon Brando, e Juventude Transviada com James Dean. Pegou o link com a “rebeldia”?

Hoje ela ajuda a equilibrar looks muito “arrumadinhos”, trazendo um aspecto “sujo” à produção. Sujo entre muitas aspas, claro, porque o resultado é um visual moderno e bem estiloso. Vale combinar com jeans, escarpins, e até na hora de dar um tom mais invernal ao seu vestido fluido de verão.

Jaqueta Bomber (ou aviador)

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Quando pensamos em um look aviador, duas peças nos vêm à cabeça: o famoso Ray-ban e a jaqueta bomber. Ambas apareceram no filme Top Gun, da década de 90, lembra? Como esquecer de Tom Cruise, não é mesmo? Pois a jaqueta bomber fez este caminho: saiu da aeronáutica para Hollywood e de lá para o nosso armário.

Uma das características mais marcantes da jaqueta são os punhos ajustados, que deixam a peça com um ar mais esportivo. Se quiser quebrar esse ar informal, aposte em tecidos como a seda ou o cetim!

Jaqueta jeans (como não amar?)

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Essa é até café-com-leite, porque eu tenho certeza que você tem uma dessas no guarda-roupa. Dos modelos oversized às mais ajustadas ao corpo, a jaqueta jeans é coringa.O desafio é inovar, já que os looks mais clássicos são aqueles com jeans e camiseta. Vale misturar também com vestidos românticos, salto alto e até alfaiataria, fazendo aquele hi-low que sempre funciona.

E você? Tem alguma maneira diferente de usar seu modelo favorito?

Parka: conheça o casaco do inverno!

Você piscou e, de repente, só da ela. Quando foi que a parka virou o casaco oficial do inverno e a gente nem percebeu? De repente, ela está em todos os looks do instagram, nos blogs de moda, nos editoriais e, claro, nas lojas. Hoje a gente fala mais sobre a peça, de onde ela veio, para onde ela vai, e você decide se ela merece um lugar no seu guarda-roupa, beleza?

Afinal, o que é?

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Lá atrás, a parka surgiu como uma versão dos trajes dos esquimós, pesados e com capuz para proteger do frio rigoroso. Depois, ela foi incorporada pelo exército britânico e ganhou ares mais utilitários. Nos anos 80, chegou a ganhar até versões mais luxuosas em cetim. Hoje, a gente encontra diversos modelos, em uma infinidade de tecidos e cores.
Nas lojas de departamento, os tons mais comuns são aqueles que remetem ao estilo básico, utilitário: verde-militar, cinza, azul marinho, preto. Mas procurando bem, dá pra encontrar em tons de rosa, verde, azul… tudo vai depender da sua cartela de cores!

Como usar?

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Eu tenho uma única regra (e quem conhece o blog já sabe bem): equilíbrio. Como a parka não é uma peça  sequinha, prefiro usar com calças mais ajustadas ao corpo. Com peças mais soltas, como saias godês, vale acinturar a parka, com o próprio cordão ou até com um cintinho. Nos dias mais quentes, ela vai bem com shortinhos e camisetas e, no escritório, vale substituir pelo blazer!

Onde encontrar?

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Lojas como Renner, Riachuelo e C&A têm suas versões, mas as minhas preferidas estão nas araras da Bazis e da Gávia! Tons que vale a pena investir? Verde militar (Bazis) e o Pink (Gávia). Ambas as marcas tem e-commerce, vale conhecer!

Moda: cinco livros para entender mais sobre o assunto!

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Quem gosta de moda com certeza já foi julgado alguma vez na vida. “É fútil”, “é superficial”, “não tem nada na cabeça”. Eu, como jornalista, já ouvi muito a frase “porque você não vira uma repórter séria?”. Enfim, os preconceitos são inúmeros, mas a verdade é que a moda – não as roupas, a MODA mesmo – explica muito o mundo em que nós vivemos. E se debruçar sobre esse assunto é menos gostar de se produzir, e mais uma tentativa de entender o comportamento humano, e como nós nos mostramos para o mundo. Parece que eu viajei? Nada! Hoje eu mostro cinco livros imperdíveis de moda que você tem que, pelo menos, saber que existem!

100 anos de moda, Cally Blackman

Livros de fotografia, desses que a gente gosta de deixar na mesa de centro, frequentemente são confundidos com livros com pouca informação. Não é o caso deste. A autora reúne mais de 400 imagens que mudaram a história da moda para explicar movimentos importantes do século 20. Você ter um panorama geral de movimentos, estilos, e claro, estilistas como Coco Chanel, Jeanne Lanvin, Dior, Marc Jacobs e Karl Lagerfeld. Vale cada centavo!

Encontre aqui: 100 Anos de Moda!

A Era Chanel, de Edmonde Charles Roux

Pensei muito antes de colocar este livro na lista, já que ele está esgotado. Publicado pela antiga Cosac & Naify, hoje ele está fora de catálogo, mas vale muitíssimo a pena correr atrás dele em sebos físicos ou virtuais. Trata-se de uma das melhores biografias de Coco Chanel, começando pela sua infância até sua morte. Nada fica de fora e as imagens são absolutamente incríveis. Super necessário para quem quer conhecer uma das grandes mulheres do século 20.

Glamour, da Diana Vreeland

Por falar em grandes mulheres, precisamos citar Diana Vreeland. Nos anos 1980, a famosa editora-chefe da Vogue e da Harper’s Bazaar fez uma seleção das suas imagens preferidas, com comentários sobre cada uma delas. É basicamente uma aula para quem quer entender o poder das imagens e a força que elas têm em uma indústria como a moda. Ah, e o prefácio foi escrito por Marc Jacobs. Também editado pela Cosac Naify, hoje o livro pode ser encomendado na Amazon, mas se prepara porque o preço está bem salgado.

A Moda Imita a Vida, André Carvalhal

Carvalhal é meu pastor e nada me faltará. Quem mora no Rio e conhece a Farm, com certeza conhece o André Carvalhal. Até alguns anos atrás, ele era a cabeça por trás do marketing da grife – uma das mais queridas do Brasil. Neste livro, ele divide com o leitor um pouco dos seus conhecimentos sobre a criação e gestão de marcas. Imperdível para quem quer entender mais sobre o mercado.

Encontre aqui: A Moda Imita a Vida. Como Construir Uma Marca de Moda

A roupa e a moda, James Laver

Não importa o que digam, que livros novos cheguem às livrarias. Para você entender a história da moda, compreender como saímos das peles e chegamos ao top cropped, você precisa ler James Laver! O livro da um panorama geral da história das vestimentas, contando sobre a invenção da agulha até a década de 1970. Em uma palavra? Necessário.

Encontre aqui: A Roupa e A Moda

E você, leu algum que não está nessa lista? Deixa aqui nos comentários! 😉

Estilo: por que investir nos básicos?

As estampas e as cores são o molho de qualquer look. Mas do mesmo jeito que a gente não pode viver de maionese e catchup (foi mal a metáfora, escrevo este texto com fome!), nosso guarda-roupa não sobrevive sem algumas peças-chave. Os famosos BÁSICOS. 

Cabe aqui uma explicação prévia. Esse post nem de longe é uma lista de coisas que VOCÊ TEM QUE TER no closet, porque eu acredito cada vez menos na imposição das modas. Pelo contrário, fiz uma listinha das peças que estavam/ estão faltando no meu armário para deixá-lo mais funcional. Tipo comprar três peças e montar uns 12 looks, sabe?

Calça jeans

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Parece óbvio, mas encontrar uma calça jeans, reta e básica, com uma lavagem “neutra” é quase uma missão. O esforço vale a pena, já que economiza um bom tempo na hora de montar o look. Dica extra: faça uma bainha intermediária, que te possibilite usar com salto, tênis ou sapatilhas!

Onde encontrar: Oqvestir, Amaro, Riachuelo

Calça preta de alfaiataria

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Funciona mais ou menos da mesma maneira que a calça jeans, mas consegue ser ainda mais versátil. Se você trabalha em um ambiente formal, é provável que já tenha uma no armário. Se não tem, deve estar se perguntando porque deveria. Escolhendo bem o tecido, ela é superconfortável e monta vários looks. A minha é de viscose e eu AMO porque consigo ir do escritório para o barzinho sem parecer que estou fantasiada para nenhum dos dois.

Onde encontrar: Garage, C&A, My Basic

Camisetas

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Item quase auto-explicativo, mas vamos chover no molhado? Pra ser básico tem que ser liso, mas não precisa ser um tédio. Gosto muito das que tem gola V porque acho que favorece o decote, mas você pode escolher a que gostar mais. Cores? Vou de branco, preto, cinza, azul-marinho e verde-militar.

Onde encontrar: Loja Três, Hering, Forever21

Jaqueta

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Friorentas, uni-vos! Ventou? Jaqueta. Ar-condicionado? Jaqueta. Tá achando a produção sem graça? Jaqueta. No Rio, acho que a jeans é uma excelente opção. Se você viaja muito/sente frio/ gosta, vale investir em uma de couro. Sintético, pelo amor de Deus. Obrigada.

Onde encontrar: Zara, Hering, Ecletic

Shorts básicos

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Está aí uma peça que vale o dinheirinho investido. Porque eles são a base de qualquer look – dependendo de onde você trabalhe, dá até para ir para o escritório. Gosto de ter opções em jeans e em tecidos planos, que montam produções menos despojadas. Modelos? Jeans desfiado, clochards e os de alfaiataria (sempre ela). O shape vai variar de acordo com a sua preferência, mas eu amo aqueles de cintura alta.

Onde encontrar: Amaro, Ecletic, Bazis

Suéter e cardigan

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A terceira peça é um hino. Porque além de realmente USAR, você ainda pode jogar por cima dos ombros ou amarrar na cintura, dependendo do efeito de styling que preferir. Gosto muito do preto e do cinza, mas hoje você encontra um verdadeiro arco-íris nas lojas de departamento.

Onde encontrar: Zara, C&A, Dafiti

E aí, qual dessas peças você não vive sem? Conta aqui nos comentários!

FOTOS: Pinterest, Modices, RioEtc, Ju Romano

Três e-commerces incríveis para conhecer!

Acontece com todas as mulheres em algum momento da vida. De repente, você abre o seu armário e simplesmente não se reconhece nas peças que comprou, usou e se achou maravilhosa. E não adianta correr pra sua loja preferida e deixar o salário lá. O seu estilo mudou e essa é a hora de descobrir novos horizontes. Aconteceu comigo há alguns meses e hoje eu divido com vocês três marcas que eu descobri nessa nova fase, um pouco mais básica, minimalista, mas sempre com um toque divertido. Ah, todas elas tem e-commerce, viu? 😉

Ziovara

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A marca, criada por duas irmãs do interior de São Paulo, me conquistou pelas camisetas. No meu aniversário comprei uma T-Shirt das Spice Girls e desde então, ela se tornou uma das peças preferidas do meu armário. E por lá você encontra coisas muito bacanas. Além dos casacos sen-sa-cio-nais, ainda dá pra garimpar acessórios e objetos de decoração.

Quero já: essa jaqueta perfecto aqui, que vai com absolutamente tudo!

No insta: @ziovara

Bazis

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Eu tenho um carinho especial por essa marca porque foi com ela que eu passei minhas comemorações do aniversário mais maravilhoso da vida. Sim, sou um pouco superlativa, mas é que a Bazis marcou a minha transição de estilo: de peças suuuuuuper estampadas e coloridas, para algo mais minimalista e “adultinho”. O resultado é que eu me senti incrível, sem causar um rombo na conta bancária. Tem estampas, tem cortes joviais, mas todas as peças são muito versáteis. Pode ir do escritório para o barzinho (porque carioca se amarra em emendar um programa no outro) sem fazer feio!

Quero já: a calça Toda Hora, porque o nome é autoexplicativo, né?

No insta: @heybazis

Garimppo

garimppo

Com uma pegada moderninha, a Garimppo chama a atenção não só pelas roupas e acessórios, mas também pela comunicação incrível. Tem modelo plus size? Tem! Tem modelo negra? Tem! Tem modelo magrinha? Tem! Tem menina com o corpo normal? Tem também! Minha dica é você tirar uns bons minutos do seu dia e ir escolhendo com calma suas peças favoritas.

Quero já: macaquinho Ombro a Ombro, porque tá frio pra chuchu, mas eu já to na contagem regressiva para o verão!

No insta: @garimppo

Se apaixonou por alguma delas? Tem outras marcas bapho pra indicar? Deixa aqui nos comentários!

 

A volta do body: como aproveitar e montar looks com estilo!

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Cada vez que eu ouço a famosa frase “a moda é cíclica”, me dá vontade de responder com um graças a Deus. Porque olha, se não fosse a volta do body, eu não saberia o que fazer neste verão carioca.

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Nos anos 80, eles eram mania absoluta para quem dançava ou gostava de malhar. Atrizes como Jane Fonda, Jamie Lee Curtis e Jennifer Beals ficaram famosas com a peça, que na época se chamava collant. Hoje, rebatizada de body ou one-piece, ela volta com tudo para nos salvar deste calor terrorista a qualquer momento do dia. Se você ainda não aderiu ou ainda tem dúvida de como usar, tem dicas aqui!

Escolha bem o tecido

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Você vai encontrar e tudo, de malha à lycra, de seda ao crepe, e até neoprene. Tudo é uma questão de gosto mas, experiência própria? Escolha os mais encorpados. Além de evitar uma transparência indesejada eles evitam marcar a silhueta criando dobrinhas inexistentes. Se elas existirem, mais fácil ainda: escolha uma peça bonita e confortável e se jogue sem medo!

Um modelo para cada ocasião

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Em uma voltinha rápida no shopping você vai encontrar mais opções do que é capaz de usar o ano inteiro. Mas vale lembrar daquela dica básica: decotados, muitos recortes, transparências e bordados ficam perfeitos à noite. De dia, coloridos e mega estampados valem para o almoço com as amigas, dates com o boy ou até para o trabalho – caso você trabalhe em um ambiente descontraído. Agora, se você trabalha em um escritório que pede seriedade no dress code, aposte nos lisos e mais básicos. Cores como preto, azul-marinho e verde militar também caem bem.

Aposte na cintura alta

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Sem fazer esforço, o body dá um ar retrô à produção. E a silhueta vai pedir uma cintura alta naturalmente. Vale usar com shorts, saias longas ou mídis, pantalona e jeans. Os sapatos ficam ao seu critério, mas lembre que calças com boca mais larga pedem um salto.

Preste atenção à proporção do look como um todo

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Um look harmônico geralmente tem as proporções bem definidas. Mais soltinho na parte de cima, mais ajustado embaixo, ou vice-versa. Pense nisso na hora de escolher a parte debaixo. A produção fica mais chique, a silhueta mais equilibrada, e você, mais à vontade. E essa não é a ideia de tudo o que a gente veste? 😉

Armário-cápsula: será que você consegue ter um?

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Uma das coisas que tem me feito pensar bastante na hora de escrever sobre moda aqui no blog é a crise econômica que estamos vivendo. A menos que você seja multimilionária, a economia do país te afetou de alguma forma e, arrisco dizer, afetou bastante seu guarda-roupa. Mas se engana quem pensa que todas as soluções estão centradas nas fast-fashion que vendem as peças do momento a preços baixos – absolutamente nada contra elas, pelo contrário, mas isso é assunto para outro post. A chave está no tal do consumo consciente, ou no chamado armário-cápsula.
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É praticamente impossível deixar de consumir. Ainda mais para quem o consumo funciona como válvula de escape. Mas eu andei lendo muito por aí e resolvi tentar me adaptar a esta ideia do guarda-roupa reduzido. Sabe o que significa? A ideia de um garmário com um número de peças reduzidas começou há muito tempo, na década de 1970, com a estilista Susie Faux. Na época, a ideia era construir um estilo com peças clássicas, outras atuais, e produzir os looks diferentes, mas cheios de identidade. Recentemente, a blogueira americana Caroline, do Un-fancy.com, resgatou a ideia e tentou montar o seu com apenas 37 peças a cada três meses. Será que é possível?

Selecionei algumas dicas pra gente testar juntas, tentar reduzir nosso consumo desenfreado e ainda guardar uma graninha!

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Entenda seu estilo

Antes de se desfazer de três quartos do seu armário, se observe. Entenda o seu estilo de vida, os programas que faz com mais frequência (trabalho, barzinho, balada?), as cores e as formas que mais te favorecem. Como a vida vai mudando e nosso gosto muda de tempos em tempos, vale até anotar num papel e deixar próximo ao armário. Dentro de três meses você vai rever tudo aquilo.

Encontre um equilíbrio entre o clássico e as tendências

Aquela camisa branca de botão, a T-shirt básica ou a calça jeans de corte reto quebram um galho no armário. Mas vale guardar um espacinho para as tendências – aquele body que você se apaixonou, aquele macaquinho bordado, etc.

Preste atenção na qualidade das peças

Se você vai reduzir a quantidade de peças que vai usar a cada estação, é importante que elas sejam de boa qualidade, certo? Então, antes de gastar seus reais numa peça clássica – que vai durar mais do que apenas três meses – observe o acabamento, a costura, e o tecido. Se possível, dispense os sintéticos, e invista mais um pouquinho nos naturais.

Se organize

A ideia do armário-cápsula é, inclusive, facilitar a sua vida na hora de se vestir. Deixe o guarda-roupa o mais organizado possível, facilitando a visualização das peças. Outra ideia bacana é fotografar cada peça – já que serão reduzidas – e montar um catálogo. Fica bem mais fácil de montar os looks, principalmente na hora da pressa. Ah, e entenda exatamente a quantidade de peças que você precisa. Partes de cima, de baixo, e claro, as “terceiras peças”, que fazem toda a diferença no look.

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Saiba o que conta e o que não conta

Nesta conta de 37 peças – ou um pouco mais, vai… – não entram peças íntimas, roupas de ginástica ou vestidos de festa. Afinal de contas, a ideia é tornar a vida mais fácil, e não complicar, certo? Ah, acessórios também estão liberados, já que são eles que variam o look. Mas calma, nada de colecionar bolsas e sapatos e lotar o armário, tá?

Reveja a cada estação

Lógico, a ideia não é se desfazer do armário a cada três meses. Mas simplesmente deixar guardadas as peças que você ama e não serão usadas por um tempo. Roupas de inverno, no geral, podem ficar guardadas numa caixa enquanto a vez delas não chega. E se você nem se lembrar de uma delas durante este período, pode doar sem só.

E aí, acha que consegue? Vamos tentar juntas?

Ombro a ombro: como usar o decote do verão!

Uma das maneiras mais simples de parecer mais magra e esguia é botar os ossinhos pra jogo. E é por isso que eu sou tão apaixonada por decotes ombro a ombro, que evidenciam uma das partes mais bonitas do corpo: o colo. Mas se ao pensar em tops assim você lembra logo do estilo gipsy, aquelas peças com carinhas de festival de música, vale rever seus conceitos. Para este verão elas chegam mais alinhadas, fazem sucesso com mulheres de todas as idades e, o melhor, de todos os biotipos.

Todo mundo pode usar?

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Sim! A peça é democrática e requer apenas alguns cuidados. Se você é do tipo mignon, com seios pequenos, invista nos modelos com babados e detalhes na área do busto. Se você tem ombros largos, opte por tons neutros e deixe cores vibrantes e estampas para a parte de baixo. A blusa ombro a ombro também é excelente para quem está acima do peso. Nada de se esconder: o colo é uma área que pode e deve ser valorizada. Prefira peças lisas e com a modelagem mais reta.

Mas pode usar a qualquer hora?

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Sim!  A tendência ombro a ombro vai bem do café da manhã com as amigas a um casamento, desde que você escolha os tecidos certos. Na hora de montar looks mais arrumados, vale a regra de sempre: invista em tecidos planos. Se a ideia é montar produções despojadas, invista em malha, algodão, jeans, tricôs, e etc. Vale também fazer o contraponto com a peça de baixo, sempre brincando com as proporções e informações do look!

E com o que posso combinar?

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Com quase tudo, vai depender da sua vontade e personalidade! Mas pantalonas, pantacourts, bermudas, saias longas, alpargatas, anabelas, rasteirinhas e colares mais compridos são peças que vão estar em alta neste verão. Vale apostar! 😉