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Etiqueta: rio de Janeiro

Rio: o melhor do Flamengo (e Catete e Laranjeiras!)

O Flamengo tem um dos parques urbanos mais lindos do mundo, mas ainda assim é um bairro pouco visitado por quem não mora por ali. E olha que a área e seus arredores – Catete e Largo do Machado – é cheia de boas opções de lazer, gastronomia e cultura. Hoje eu te conto os meus passeios preferidos por ali. Porque se hoje eu moro (e adoro Copa!), meu coração é todinho Flamengo! <3

Aterro do Flamengo

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Vou chover um pouco no molhado aqui, mas é necessário. Tem muito carioca que ainda tem medo do Aterro por achar ermo, com pouco policiamento. Bobagem! Pela manhã, a orla fica cheia de gente correndo, caminhando, andando de bike e famílias inteiras fazendo piqueniques. Há até quem se aventure nas águas da Baía. Não é muito a minha praia – sou Leme com orgulho -, mas quem frequenta diz não querer outra coisa. Além dos jardins desenhados por Burle Marx, por ali você ainda encontra o Museu Carmem Miranda, o Monumento aos Pracinhas e diversas quadras poliesportivas.

Palácio do Catete

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E por falar em área verde, também vale conhecer o Palácio do Catete. Antiga residência de Getúlio Vargas, hoje abriga o Museu da República. Por lá, dá para visitar o quarto do presidente – com o pijama usado no dia da sua morte – e outras dependências. O jardim recebe diversas exposições ao longo do ano e uma feira de livros bem bacana. Superbem localizado, ele fica bem pertinho do metrô do Catete.

Hotel Regina

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Ao lado do Palácio do Catete, fica o hotel Regina. Mesmo quem é carioca precisa conhecer este lugar, que tem um dos melhores cafés da manhã da cidade. O buffet é aberto ao público, e por R$ 42 você come muito, muito bem! Fora o atendimento sempre excepcional da equipe. Semowyk, o maitre, também é especialista em indicar bons passeios no Rio. Vale muito a pena conhecer!

Beta de Aquarius

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Como não incluir uma livraria nesta lista? A Beta de Aquarius é, na verdade, um sebo na rua Buarque de Macedo. E um dos meus lugares favoritos no Flamengo. Reserve um tempo para se perder entre as estantes, cheias de livros de literatura brasileira, estrangeira, quadrinhos, filosofia, cinema e etc. Eles também compram livros, então, se você quer passar adiante parte da sua coleção, vale passar por lá. Quem sabe você não leva um dos meus para casa? 😉

São Salvador & Luigi’s

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Um dos meus cantinhos preferidos no Rio, a praça São Salvador fica espremidinha entre o Flamengo e Laranjeiras. Tem vários bares em volta, mas eu gosto mesmo é de passar no zona sul, comprar uma skol beats gelada e tomar ali, sentada no coreto mesmo. Mas, se você não bebe sem antes jantar, minha sugestão é passar no Luigi’s, um restaurante italiano famoso pela boa comida e pelos preços justos. Dica: vá no Happy Hour!

Deixei passar alguma coisa? Conta aqui nos comentários!

Botafogo: o que fazer no bairro mais descolado do Rio

Quem é do Rio deve se lembrar da época em que Botafogo era considerado um bairro “de passagem”. Diziam que ninguém, de fato, IA lá. Só passava por ali a caminho do Jardim Botânico, Lagoa ou Copacabana. Mas isso tem muito tempo, e agora a área é uma das mais bacanas da cidade. Tem de tudo: boa gastronomia, bons botecos, ótimas casas noturnas, cinemas, teatros e o que mais você imaginar. Fiz uma listinha com meus cinco programas favoritos. Bora?

Cinemas da Voluntários

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Nada melhor do que dar uma passada na Livraria da Travessa e depois entrar em uma das salas de cinema da Voluntários e esquecer do mundo. O NET Rio e o NET Botafogo são excelentes tanto para assistir aos blockbusters quanto para filmes mais cults, fora do circuito tradicional. Além disso, sempre tem gente interessante circulando por ali. No fim de tarde, vale também encerrar a sessão passando na Void, logo ali do lado.

Canastra Rosé

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Depois do sucesso abissal em Ipanema, o Canastra abriu as portas também em Botafogo. Na nova casa, ali na Álvaro Ramos, você também encontra um cardápio delicioso e uma ótima carta de vinhos. Mas o melhor é o ambiente. No terraço, o lugar é perfeito para um date. No térreo, mesas e sofás acomodam com conforto os grupos de amigos. Se for na sexta, chegue cedo. O Canastra costuma lotar com a galera que vai fazer a pré e depois partir para o Bukowski.

Bar Bukowski

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Velho conhecido dos fãs de rock, o Bukowski também fica na Álvaro Ramos e lota aos fins de semana. O esquema ali é meio bar, meio night, com um bom espaço ao ar livre e direito à karaokê. Não é exatamente barato, mas numa cidade dominada pelo funk, vale o programa para escutar rock de verdade. O público também é mais velho. Então, se você já passou dos trinta e está com dificuldade de encontrar a sua galera, o Buko pode ser seu lugar.

SeteHum

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Se você gosta de vinho, bons drinks e boa comida, o SeteHum é a uma ótima opção (falei sobre ele aqui). Ali na Martins Ferreira, 71 (pegou, pegou? 😉), o gastrobar oferece gastronomia de qualidade a preços justos, preparada pelo chef Gui Ferreira. O espaço ainda tem dois salões, o que é ótimo para comemorar aniversários ou reunir os amigos para um happy hour. Minha dica: escolha a mesa mais próxima do bar e peça um drink para a Fabi, a melhor bartender do Rio de Janeiro! 😊

Baratos da Ribeiro

Botafogo05.Obviamente não poderia faltar uma livraria nesta lista. Aliás, um sebo. O Baratos da Ribeiro ficava em Copa (na rua Barata Ribeiro, para fazer jus ao trocadilho), mas se mudou para uma casa na rua Paulino Fernandes. O lugar é enorme, com títulos divididos por zilhões de sessões e uma boa oferta de LPs. É para ir com calma, degustando devagar cada estante.

Seu programa favorito em Bota está nessa lista? Não? Então, comenta aqui embaixo. Vamos trocar diquinhas!

Leme: conheça os meus programas preferidos no bairro!

O Leme tem um lugarzinho especial no meu coração. O bairro aparece em todos os meus roteiros preferidos pelo Rio e, apesar de não ser tão conhecido quanto Copacabana, pode ser ainda mais charmoso. Hoje eu divido com vocês alguns dos meus programas preferidos por lá.

Praia do Leme

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Parece óbvio, né? Mas esse é uma das minhas faixas de areia preferidas no Rio. Porque é democrática, porque não é insuportavelmente cheia, porque é aconchegante, porque é pertinho de casa. Rs. A minha dica é ficar ali no posto 1 (a barraca da Monica é a minha preferida) e depois já emendar um Belmonte no pós-praia!

Boteco Belmonte

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Um dos mais tradicionais do Rio, ele tem filiais espalhadas por toda a cidade, mas a do Leme é a minha preferida. Primeiro porque é grande, então as chances de você ter que beber em pé é bem reduzida. Depois, ele fica na distância ideal para uma caipirinha pós-praia: a uns três passos da areia. 😉 Por lá, vale pedir o espetinho de mignon com farofa e molho à campanha. Deli!

Salomé Bistrô

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Já falei mais sobre ele neste post aqui, mas a dica é sempre válida. Dos mesmos donos do Canastra, o Salomé é mega charmoso, perfeito para um date ou para um encontro com as amigas. Às quartas, o bar oferece um Happy Hour com dose dupla de espumante rosé e é tipo o paraíso na terra. Se pedir a burrata então, é só sucesso.

Pedra do Leme e Caminho dos Pescadores

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Um dos meus lugares preferidos no fim de tarde. Costumo pegar a bike e ir até lá quando eu quero tomar uma caipirinha com as amigas ou até ficar quietinha olhando o mar mesmo ou lendo um livro. Por ali você encontra também uma das estátuas mais bacanas do Rio: a da Clarice Lispector. Vale a foto!

Mundeco Bar

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O Mundeco é uma das grandes atrações do Leme. Pelo menos pra quem gosta de cervejas artesanais, drinks, hambúrgueres e pizzas. Ou seja, todo mundo, né? O espaço não é grande, a graça mesmo é ficar na rua, ou descer ao subsolo, onde rola um karaokê todas às quintas. Ah, também é um lugar excelente pra comemorar aniversários ou reunir os amigos! 😉

Fotos: Lu Marinho, Tati Guedes, redes sociais

Conhece algum outro passeio pelo Leme? Deixa aqui nos comentários!

Rio de Janeiro: cinco dicas para curtir o aniversariante de hoje!

Quem mora no Rio de Janeiro sabe, nossa paciência é colocada à prova todos os dias. Mas uma coisa é certa: mesmo com todos os problemas, a cidade continua MA-RA-VI-LHO-SA. Como o orgulho de ser carioca já faz parte do meu DNA, resolvi homenagear o aniversariante do dia e contar para vocês meus cinco programas preferidos por aqui. Alguns rola até de fazer no Carnaval, caso você queira fugir da folia! Bora conhecer?

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#1 – Corrida no Calçadão

Já comentei sobre isso no post que fiz sobre Copacabana, mas uma das coisas que mais me dá prazer na vida é acordar cedo e correr na orla. A cidade ainda não acordou direito e você fica com a sensação de que na ciclovia você só vai encontrar gente bacana. Gente buscando uma versão melhor de si mesma. Porque, vamos combinar, acordar cedo pra correr não é lá muito fácil. Se for seguir em direção ao Leme, vale levar óculos escuros para não se incomodar com o sol ainda baixo. Vale levar também uma garrafa d’água, porque o preço dos quiosques é sempre salgado.

#2 – Praia do Leme

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E já que estamos falando de Leme, vamos falar de uma das melhores faixas de areia do Rio de Janeiro. A praia é minha preferida não só por ficar pertinho de casa, mas também pela paisagem e ótimos bares no entorno (falei do Salomé Bistrô aqui). Além disso, a galera das barracas é sempre muito solícita. Minha preferida é a barraca da Mônica, coladinha no posto 1.

#3 – Livraria da Travessa

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Tá, eu sei que a Livraria da Travessa não é exclusividade do Rio de Janeiro, mas é sem dúvida uma das melhores do Rio. A rede tem lojas no Centro, na Barra, no Leblon, em Ipanema e em Botafogo, mas as duas últimas são minhas preferidas. O projeto de arquitetura é assinado por Bel Lobo e Bob Neri, ou seja, encanta logo de cara. Mas o melhor são os livreiros, que indicam livros com o maior amor e realmente sabem do que estão falando. Vale conhecer!

#4 – Cinema em Botafogo

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Meu combo preferido é cinema na Voluntários da Pátria + passadinha na Travessa + lanche na Depanneur. É que as salas da rua não têm aquela cara de cinema de shopping, com filme blockbuster. Por lá, você encontra filmes do tipo pipoca, clássicos de arte, de festival, etc. A galera que frequenta é superinteressante e você sai de lá sempre se sentindo mais inteligente. 😛

#5 – CCBB

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Eu tenho deliciosas memórias de infância no CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil). Enquanto morava no Rio de Janeiro, meu pai me levava lá sempre que surgia alguma exposição nova. Hoje vou bem menos do que gostaria, infelizmente. O espaço tem uma programação cultural intensa e variada, de mostras, cinema, teatro, entre outras. Agora, por exemplo, está em cartaz a exposição da Dreamworks, com mais de 400 itens relacionados aos filmes!

E você, sentiu falta de algo nessa lista? Compartilha aqui nos comentários!

Fotos: Tati Guedes, Alexandre Macieira e Grupo Estação

Copacabana: um roteiro rápido pela Princesinha do Mar

Não rolou de viajar esse feriado? Não tem problema! Uma das coisas mais bacanas (e econômicas) de se fazer é turistar pela própria cidade. Esse é, aliás, um excelente método para sair da bolha e começar a expandir seus horizontes, sem precisar ir muito longe. Tenho tentado fazer esse exercício com alguma frequência e hoje te dou um roteiro completo pra curtir o “meu país”, Copacabana. Ah, e vale também para quem não é do Rio e quer conhecer a “princesinha do mar”.

Comece com um bom café da manhã

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Se você não é ninguém antes de comer, comece seu passeio com um café da manhã de verdade. O lugar mais tradicional do bairro é a Confeitaria Colombo, dentro do Forte de Copacabana. A vista é espetacular e o menu, nem se fala. Outra opção é a padaria Pão & Companhia, que tem um buffet completíssimo com pães, bolos, tapiocas, frios, frutas, etc, etc, etc.

E vá gastar as calorias no calçadão!

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Eu sou apaixonada pela sensação de liberdade que correr na praia me proporciona. Quando eu vim morar no bairro há quatro anos, meu momento preferido da manhã era pegar a bicicleta e ir pedalando até o Leblon. Hoje, troquei a bike pela corrida, mas continua sendo a minha maneira preferida de começar o dia. Vale até dar um mergulho e tomar um banho rápido no posto.

Um pouco de arte sempre faz bem

Copacabana não é famosa pelos seus museus, mas as suas galerias são um sucesso. Uma das minhas preferidas é a Movimento, dentro do Shopping Cassino Atlântico. Foi lá que eu vi de perto as obras do Toz pela primeira vez. Hoje, eles têm peças do Tinho e do Mateu Velasco. Vale a pena conhecer!

Bora comer?

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O que não falta por aqui é restaurante bacana. Um dos meus preferidos para almoço é o Cumpadres, na Av. Nossa Senhora de Copacabana com a República do Peru. Por lá, geralmente eu peço a Tábua Mediterrânea, com legumes grelhados e tapenade. Para finalizar, um brigadeirinho de panela, que ninguém aqui é de ferro.
À noite, o leque de opções é ainda melhor. Quem ama sanduíches tem que conhecer o Seu Vidal, ou o tradicionalíssimo Cervantes. Se a ideia é comer pizza, Zero Zero e Magistrale (falei dela aqui) são excelentes. Para drinks, o El Born, na Bolívar é o meu preferido.

E para curtir a noite?

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Eu não sou exatamente uma pessoa de balada, mas sei que Copacabana tem lugares ótimos pra quem curte virar a noite dançando. Além dos rooftops dos hotéis (o do Pestana é o meu preferido), e do pub Mud Bug, tem também a Fosfobox, para os mais alternativos.

E você? Tem algum cantinho preferido em Copa? Compartilha aqui nos comentários!

Projeto RUAS: vamos fazer a nossa parte?

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Eu sempre falo por aqui – e nas redes sociais! – do poder da gratidão. Quanto mais a gente agradece a vida que leva, melhor ela fica. Não só a nossa, mas a de todo mundo a sua volta. Eu já sabia disso, mas foi só quando eu conheci a HQT (agência maravilinda onde eu trabalho) que o ato de agradecer tomou outras proporções. Lá, devolver tudo de bom que a gente recebe para o Universo é “regra”. Se nós amamos tanto o que fazemos, se somos tão felizes assim no trabalho, porque não espalhar amor e felicidade por aí? É aí que entra o assunto deste post e um dos nossos clientes mais queridos: o Projeto RUAS!

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O projeto foi inspirado em uma outra iniciativa parecida: o SAPO (Somos Amigos em Prol do Outro), que atua no Centro do Rio. Marco Dobal, um dos fundadores do RUAS resolveu distribuir alimentos e itens de higiene pessoal pelas ruas do Leblon, Ipanema, Copacabana e Leme. Um mês depois, ele ganhou o reforço do Murillo Sabino, que hoje dedica seu tempo a promover o bem-estar e cidadania (palavrinha que infelizmente anda fora de moda, mas é super importante) da população em situação de rua.

Com a ajuda da sociedade (leia-se eu, você e nossos amigos), os participantes providenciam identidade civil, fornecem artigos de higiene, dão noções básicas de saúde, mas principalmente, fazem com que essas pessoas voltem a se sentir, bem… pessoas de verdade! Com o autoconhecimento e a autoestima que nós todos, com um teto sobre as nossas cabeças, temos!  Mas a melhor pessoa para explicar a lindeza e a profundidade de tudo isso é um dos próprios criadores dessa história toda. Então, com a palavra, Murillo!

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– Como funciona o RUAS? Qualquer um pode participar?

Hoje o papel do RUAS é engajar residentes de bairros para que eles se conectem com a população de rua de sua região. O que fazemos é introduzir núcleos em diferentes bairros através de seus próprios moradores. Essas pessoas, por meio de um processo de capacitação, começam a realizar atividades semanais sempre no mesmo local, dia e horário, mas dessa vez levando temas diferentes que funcionam como fonte de informação e estimula a população em situação de rua. Já levamos aulas de yoga, aulas de pintura, palestras de médicos, palestra de sociólogos sobre a importância da mulher na sociedade, noções de ecologia e etc. Notamos que as pessoas são sedentas por informação, interação e conexões profundas. E naturalmente os residentes dos bairros começam a usar as suas próprias conexões, além das informações do RUAS, para ajudar. Por exemplo, usam o Facebook para encontrar famílias desaparecidas, amigos médicos, amigos com propostas de trabalho, etc.

– O que mais te chamou a atenção quando você começou a lidar com essas pessoas que, no dia a dia das grandes cidades, se tornam quase “invisíveis”?

O que me chamou atenção no início é que todas têm os mesmos sonhos e vontades. Todos sentem medo, todos sentem tesão, todos tem um time, todos tem uma cor favorita, tiveram ou tem desilusão amorosa, tem um flerte, tem necessidades fisiológicas e etc. A minha surpresa é que a minha vida levou a crer que eles eram seres diferentes de mim. O projeto me deu a oportunidade de enxergar que temos muito mais semelhanças que diferenças e que, por isso, conseguimos ter mais empatia e procurar ajuda profunda pras necessidades daqueles que querem ser ajudados.

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– Em 2016, você se empenhou muito para fazer o Projeto RUAS crescer e ajudar ainda mais gente. O que vai rolar em 2017?

Se 2016 foi o ano do plantio, 2017 vai ser o da colheita. Nos esforçamos muito para o RUAS crescer em estrutura interna e ganhar visibilidade. Também aprendemos muito dentro e fora do país com projetos de diferentes portes. Agora em 2017 temos três palavras-chave: captação, expansão e inovação. Começando pela última, inovação é o que corre nas nossas veias. As rondas em si já são uma inovação social. Mas queremos continuar provocando novas soluções a partir de nossos voluntários. Expansão, para levarmos o impacto do que já aprendemos a fazer para outros locais e também expandir projetos que estão prontos para serem implementados como é o caso do “Housing First” (método que é aplicado nos EUA em âmbito federal). Captação pra possibilitar que os dois itens anteriores aconteçam!

– Quem não mora perto dos locais das rondas, ou não pode participar ativamente, ainda pode ajudar o RUAS? De que forma?

Quem não mora perto das rondas pode participar sendo um voluntário digital e compor a Rede do RUAS. Ali, damos desafios semanais de como ajudar a população de rua com ações simples, além de informações sobre as nossas ações, informações sobre os nossos atendidos e voluntários e informações sobre outras iniciativas inovadoras em favor da população em situação de rua! É só acessar https://recorrente.benfeitoria.com/rededoruas e contribuir com valores mensais a partir de R$10 com cartão de crédito e sem taxa de inscrição ou cancelamento. É tipo uma assinatura de jornal, só que fazendo a vida de uma pessoa melhor.

Ou seja, com um pouquinho de boa vontade e empatia, a gente começa a melhorar o mundo ao nosso redor. Vamos todos? 😉

 

 

Lançamento Julio Lopes Art

Escrever sobre algo que se conhece muito pode ser tão complicado quanto escrever sobre algo que não se manja nada. Afinal, como descrever em poucas palavras o que você conhece em detalhes? É o caso do Julio Lopes Art, projeto que eu vi nascer, acompanhei de perto e… Me apaixonei!

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Não sabe do que se trata? Eu explico. O Julio é daquelas pessoas que amam registrar as paisagens por onde passam todos os dias. E depois de ver a quantidade enorme de curtidas que as fotos do Rio ganhavam no seu Instagram pessoal, ele decidiu abrir um novo, só para as fotos: o @juliolopesart. É ali que ele publica todos os dias suas imagens preferidas, clicadas e editadas ali mesmo no celular. Sem Photoshop ou qualquer programa com zilhões de funções que ninguém sabe ao certo para que serve.

Blog 02

E a ideia é essa mesmo. Simplificar. “Quero passar para as pessoas que não é preciso ter uma câmera profissional ou algo do tipo para tirar boas fotos. Com amor e dedicação à fotografia, todos podem fazer”.

Blog 03

Tanto amor e dedicação acabaram virando um quadro. Que depois viraram dois, dez, vinte, trinta. E assim, quase de uma hora pra outra, o projeto estava pronto. Domingo, na praia da Ipanema, foi dia de celebrar tudo isso em um lançamento incrível. Teve show do Luiz Paes Leme, teve biscoito Globo (não dava para ser outro, né?), teve Busca Vida, e muuuuita gente legal que passou por lá pra prestigiar e ver de perto o que até então, a gente só via no tela do celular.

E olha, a palavra é uma só: orgulho. De ver uma ideia aparentemente simples tomando forma, de ver uma galera reunida na mesma vibe, de ver o amigo feliz. Mas principalmente, como boa carioca, ver que o Rio tá cheio de lugar LINDO. É só a gente olhar com mais um tiquinho de boa vontade. Tipo essa que o Julio tem. 😉

Vídeo: Bruno Morieval

Fotos: Viviane Bittencourt