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Etiqueta: vida

Sobre novos cafajestes e velhos mimimis

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Outro dia um amigo veio perguntar o que eu achava de um texto que estava rolando por aí. O tema: o novo cafajeste, o “super sincero”. Ele me contou rapidamente do que se tratava e no meio da conversa eu já senti a bile subindo pela garganta. Preguiça mode on!

Curiosa que sou, fui dar uma olhada no Google. Caí no site de uma revista feminina (ó, Céus! Por que tão iguais? #saudadestpm), e fui tentar entender porque um cara sincero “is the new cafa”. Veio então a ideia desse post. Senta, pega a pipoca, que lá vem textão.

Aparentemente, o pecado agora é ser honesto. Se um cara diz que não tá afim de compromisso, mas continua saindo com você… Tsc, tsc. Presta atenção, alerta canalha! Afinal de contas, ele está abrindo o jogo e dividindo com você a responsabilidade de fazer o relacionamento dar certo (ou não). Tragédia anunciada para quem não sabe o que quer da vida e quer terceirizar a felicidade, botando todas as expectativas na mão do cara. Tenso, né? Mas segue o baile.

Lá pelas tantas, uma das personagens da matéria diz que se relacionou com um cara durante sete anos (SETE ANOS) e que ele faltava a todos os aniversários para não dar esperanças de nada sério. O resultado é que ela terminava todas as festas magoada. Ela chega a comentar que demorou um bom tempo pra ver que ele não ia mudar. Já mencionei que foram SETE anos?  Tem algumas coisas aí. Para começar, ninguém fica com uma mulher durante todo esse tempo se não gostar dela. Não é possível que esse relacionamento tenha sido um desperdício total. Depois, se algo te incomoda a ponto de você chorar no seu aniversário (sorry, é que pra mim é uma data quase sagrada), não vale uma conversa, uma tentativa de alinhar os ponteiros? Em terceiro lugar, onde está o amor-próprio de uma pessoa que demora tanto tempo pra sair de uma situação em que não está confortável?

Relacionamentos são feitos, basicamente, de combinações. E como diz o ditado, o combinado não sai caro. O problema começa quando a gente não se coloca, não deixa claro para o outro quais são os limites e espera que a outra parte adivinhe o que estamos querendo ou pensando. Como diz um amigo meu: “homens nascem com duas bolas, nenhuma delas é de cristal”. Então, né? Comunique-se!

Um pouco mais adiante, vem outra pérola da matéria: culpar o Tinder e outros aplicativos de namoro pela “facilidade” de entrar em relacionamentos não-monogâmicos. Sim, porque seres humanos sempre foram monogâmicos, e só agora com o Tinder resolveram testar “novas possibilidades”. Aham. Tá. Você desistiu de fazer dieta depois que baixou o  iFood ou sempre preferiu hambúrguer à salada?

O texto segue culpando os homens pela sinceridade, mas ainda não consegui entender a contra-proposta. Ficar com aqueles que mentem compulsivamente? Só sair com caras que querem namorar? A gente já não tem idade suficiente – ali todo mundo já passou dos 30 – para parar de tentar mudar o outro? 

Esse é um assunto recorrente não só entre as minhas amigas, mas também com os caras que eu saio. Chega uma hora da vida que nós – homens e mulheres – temos que nos responsabilizar pelas nossas escolhas, e começar a arcar com as consequências. Pagar conta é coisa de adulto, mas você já tentou parar de jogar a culpa no outro?

Projeto RUAS: vamos fazer a nossa parte?

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Eu sempre falo por aqui – e nas redes sociais! – do poder da gratidão. Quanto mais a gente agradece a vida que leva, melhor ela fica. Não só a nossa, mas a de todo mundo a sua volta. Eu já sabia disso, mas foi só quando eu conheci a HQT (agência maravilinda onde eu trabalho) que o ato de agradecer tomou outras proporções. Lá, devolver tudo de bom que a gente recebe para o Universo é “regra”. Se nós amamos tanto o que fazemos, se somos tão felizes assim no trabalho, porque não espalhar amor e felicidade por aí? É aí que entra o assunto deste post e um dos nossos clientes mais queridos: o Projeto RUAS!

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O projeto foi inspirado em uma outra iniciativa parecida: o SAPO (Somos Amigos em Prol do Outro), que atua no Centro do Rio. Marco Dobal, um dos fundadores do RUAS resolveu distribuir alimentos e itens de higiene pessoal pelas ruas do Leblon, Ipanema, Copacabana e Leme. Um mês depois, ele ganhou o reforço do Murillo Sabino, que hoje dedica seu tempo a promover o bem-estar e cidadania (palavrinha que infelizmente anda fora de moda, mas é super importante) da população em situação de rua.

Com a ajuda da sociedade (leia-se eu, você e nossos amigos), os participantes providenciam identidade civil, fornecem artigos de higiene, dão noções básicas de saúde, mas principalmente, fazem com que essas pessoas voltem a se sentir, bem… pessoas de verdade! Com o autoconhecimento e a autoestima que nós todos, com um teto sobre as nossas cabeças, temos!  Mas a melhor pessoa para explicar a lindeza e a profundidade de tudo isso é um dos próprios criadores dessa história toda. Então, com a palavra, Murillo!

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– Como funciona o RUAS? Qualquer um pode participar?

Hoje o papel do RUAS é engajar residentes de bairros para que eles se conectem com a população de rua de sua região. O que fazemos é introduzir núcleos em diferentes bairros através de seus próprios moradores. Essas pessoas, por meio de um processo de capacitação, começam a realizar atividades semanais sempre no mesmo local, dia e horário, mas dessa vez levando temas diferentes que funcionam como fonte de informação e estimula a população em situação de rua. Já levamos aulas de yoga, aulas de pintura, palestras de médicos, palestra de sociólogos sobre a importância da mulher na sociedade, noções de ecologia e etc. Notamos que as pessoas são sedentas por informação, interação e conexões profundas. E naturalmente os residentes dos bairros começam a usar as suas próprias conexões, além das informações do RUAS, para ajudar. Por exemplo, usam o Facebook para encontrar famílias desaparecidas, amigos médicos, amigos com propostas de trabalho, etc.

– O que mais te chamou a atenção quando você começou a lidar com essas pessoas que, no dia a dia das grandes cidades, se tornam quase “invisíveis”?

O que me chamou atenção no início é que todas têm os mesmos sonhos e vontades. Todos sentem medo, todos sentem tesão, todos tem um time, todos tem uma cor favorita, tiveram ou tem desilusão amorosa, tem um flerte, tem necessidades fisiológicas e etc. A minha surpresa é que a minha vida levou a crer que eles eram seres diferentes de mim. O projeto me deu a oportunidade de enxergar que temos muito mais semelhanças que diferenças e que, por isso, conseguimos ter mais empatia e procurar ajuda profunda pras necessidades daqueles que querem ser ajudados.

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– Em 2016, você se empenhou muito para fazer o Projeto RUAS crescer e ajudar ainda mais gente. O que vai rolar em 2017?

Se 2016 foi o ano do plantio, 2017 vai ser o da colheita. Nos esforçamos muito para o RUAS crescer em estrutura interna e ganhar visibilidade. Também aprendemos muito dentro e fora do país com projetos de diferentes portes. Agora em 2017 temos três palavras-chave: captação, expansão e inovação. Começando pela última, inovação é o que corre nas nossas veias. As rondas em si já são uma inovação social. Mas queremos continuar provocando novas soluções a partir de nossos voluntários. Expansão, para levarmos o impacto do que já aprendemos a fazer para outros locais e também expandir projetos que estão prontos para serem implementados como é o caso do “Housing First” (método que é aplicado nos EUA em âmbito federal). Captação pra possibilitar que os dois itens anteriores aconteçam!

– Quem não mora perto dos locais das rondas, ou não pode participar ativamente, ainda pode ajudar o RUAS? De que forma?

Quem não mora perto das rondas pode participar sendo um voluntário digital e compor a Rede do RUAS. Ali, damos desafios semanais de como ajudar a população de rua com ações simples, além de informações sobre as nossas ações, informações sobre os nossos atendidos e voluntários e informações sobre outras iniciativas inovadoras em favor da população em situação de rua! É só acessar https://recorrente.benfeitoria.com/rededoruas e contribuir com valores mensais a partir de R$10 com cartão de crédito e sem taxa de inscrição ou cancelamento. É tipo uma assinatura de jornal, só que fazendo a vida de uma pessoa melhor.

Ou seja, com um pouquinho de boa vontade e empatia, a gente começa a melhorar o mundo ao nosso redor. Vamos todos? 😉

 

 

Sobre gratidão e como ela é capaz de transformar a sua vida

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Eu não sou dessas pessoas que usa “gratidão” no lugar de “obrigada” (e ainda não consegui me acostumar com quem faz isso), mas é uma das coisas que eu tento praticar diariamente. Parece papo de “abraçador de árvore”, né? Mas hoje o papo é sério, e tem respaldo científico.

Já ficou provado que quando a gente reclama, nosso organismo é quem sai prejudicado. Reclamar, ouvir alguém reclamando ou ver notícias ruins o tempo todo (alô, mídias sociais), prejudica o funcionamento dos neurônios no hipocampo, prejudica a cognição (sua capacidade de entender as coisas) e a memória. Agradecer, por outro lado…

Ok, se eu disser pra alguém que está passando por uma fase realmente difícil para parar, olhar o entorno e simplesmente exercitar a gratidão, ele vai me mandar para um lugar bem feio. Justo. Mas depois de três semanas bem bizarras, com crises de ansiedade constantes e um diagnóstico de depressão, terapia intensiva e medicamentos, eu peço que você acredite em mim. Me fez um bem danado voltar ao antigo hábito de agradecer.

Por quê? Porque os remédios organizam o cérebro, acalmam os hormônios e fazem o corpo funcionar como deve, mas só a terapia e os seus próprios pensamentos podem te tirar daquele buraco escuro. É aí que entra a gratidão.

Qualquer pessoa. Repito: QUALQUER pessoa no mundo tem algo a agradecer. Os americanos tem o Thanksgiving, ou o Dia de Ação de Graças. Aqui no Brasil, somos mais acostumados a pedir do que agradecer, vocês não sentem isso? Pois façamos um teste: troque a reclamação do dia a dia por um “obrigada”. E vale ser grato por qualquer coisa: pais, amigos, casa, trabalho. Dos motivos mais importantes aos mais fúteis. Acredite, eu já me peguei agradecendo a nova temporada de Suits, veja só.

Agradeça pela vida, por mais que ela não esteja exatamente como você sonhou. “Estar vivo já é a maior sorte”, e blá, blá, blá. Mas depois de tudo o que vimos em 2016, não é que é mesmo? “Ah, mas de nada vale sem amor”. Ok, concordo. Mas quem disse que amor é o que a gente vê em novela da Globo e filme de Hollywood? A gente passa a vida na frente de uma tela invejando as amigas com os namorados no Instagram – é ok, todo mundo já fez isso uma vez na vida – ou vendo filme na Netflix. Resultado: a gente fica achando que se não tivermos um amor tipo Jack e Rose, Ross e Rachel, Noah e Allie, nossa vida não faz sentido. Mas não é porque a gente não tem um amor de filme americano, que a gente não tem AMOR. 

Acorde de manhã agradecendo por mais um dia. Pela sua família. Pelo seu trabalho. Pelos seus amigos – agradeça DEMAIS pelos seus amigos. No início você vai se sentir meio pateta, eu sei, falando coisas que não ainda não sabe se sente sozinha, parece que repetindo frase de livro de auto-ajuda. Mas depois você se acostuma a olhar em volta e a reconhecer as pequenas alegrias: um chocolate na mesa do trabalho num dia difícil, aquele convite pra aquela viagem de fim de semana, um áudio no whatsapp, uma carona até o médico, um convite pra almoçar e conversar. 

O “amor da sua vida” pode ser uma ilusão – ou não, não sabemos ainda. Mas agradecer o que se tem é uma forma de deixá-lo entrar – seja lá de que forma for – e, principalmente, deixar a vida mais leve.

E quer saber? Em época de crise financeira, pelo menos agradecer é de graça!


 

Resoluções para 2016: substituindo dinheiro por linhaça

Eu não sei vocês, mas para mim a parte mais bacana do final de ano é fazer de conta  pensar que nos próximos 365 dias tudo vai ser diferente. Que vamos ser pessoas melhores, mais magras e mais ricas. O resultado disso, quase sempre, é uma lista que se repete TODOS os anos, com os mesmos itens. Emagrecer, economizar, viajar, tirar a carteira de motorista. E cadê que a gente resolve? Resolve nunca! Em 2016, resolvi mudar e fazer tudo o que eu queria fazer e pensar em metas mais realistas. No melhor estilo Bela Gil, substitui alguns tópicos por outros assim, mais fáceis de cumprir. Vamos comigo, quem sabe você não se empolga também?

Você pode substituir  “emagrecer” por… levar uma vida mais saudável

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Isso inclui se alimentar melhor e fazer mais exercícios. Só que se o seu objetivo for esse, não dou nem 1 mês pra você (e eu!) se jogar no junkie food e ficar de bobeira no sofá vendo Netflix. Então, que tal prometer experimentar algo fit uma vez por semana? Se não der para ir na academia todo dia, substitua o elevador pela escada e vai na fé. Vai à praia? Então aproveita pra dar uma corridinha na areia! O importante é dar um passinho todos os dias.

Você pode substituir “economizar” por ter mais consciência dos seus gastos

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Aprendi essa recentemente e vem dando resultados. Porque na nossa cabeça, economia quase sempre é sinônimo de privação e não de planejamento, como deveria ser. A ideia aqui é anotar cada micro coisinha que a gente compra. Você pode tanto usar o bloco de notas do celular quanto carregar um caderninho na bolsa. O importante é que você anote TODOS os gastos, desde a balinha no jornaleiro àquela blusa que você estava de olho há tempos. Só assim a gente descobre qual é o “ralo” por onde nosso salário está descendo e podemos fazer escolhas mais inteligentes!

Você pode substituir “fazer uma pós” por aprender algo novo

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Essa daí tá na minha lista desde que eu me formei na faculdade. Já fiz algumas, não terminei nenhuma e não me dei por satisfeita. Mas basta dar uma olhada na internet para saber que, bom, pelo menos por enquanto, a pós-graduação está bem fora dos limites do meu orçamento. Se você está na mesma situação, calma! Alguns dos melhores profissionais que eu conheço nem sequer terminaram a faculdade, e isso não foi desculpa para eles não se tornarem os melhores nas suas áreas. Faça uma lista de tudo o que você quer aprender, todos os temas nos quais quer se aprimorar e se joga, que os livros e a internet estão aí para isso mesmo.

Você pode substituir “doar dinheiro para caridade” por “doar seu tempo”

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Sim, a gente sabe que o que não falta por aí são instituições e ONGs precisando de ajuda financeira. Mas como a grana não tá sobrando pra ninguém, que tal doar algo ainda mais valioso, como o seu tempo? O Projeto Ruas tem rondas semanais pelo Leblon e por Botafogo e ajudam uma galera que está em situação de rua. Não só ajuda quem precisa, mas também nos dá uma nova perspectiva de vida. Uma boa maneira de começar seu 2016, não acha? Segue lá no Instagram! @projetoruas

Você pode substituir “arrumar um namorado” por “se amar mais”!

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Clichêzaço, né não? Mas em 2015 eu aprendi que isso é uma verdade monstruosa. Quer dizer, a gente fica muito tempo lamentando estar solteira até que nos damos conta das vantagens de estar “avulsa”. A primeira delas é justamente a mais usada como desculpa pelos boys solteiros convictos: a liberdade. Sabe aquele aniversário da avó do primo da amiga do vizinho do seu namorado? Você não precisa ir! Fazer média com a sogra? Que sogra, meu bem? Então, enquanto o amor da vida não vem, gaste seu tempo com você mesma, com os seus amigos, conheça gente nova e ponha em prática todas as resoluções de ano novo!

 

O que eu aprendi no workshop da Ale Garattoni

Eu acompanho a Ale Garattoni desde os tempos de Vogue e do it Girls, e sempre fui viciada em tudo o que ela escreve. (Sério, eu não sou mãe, mas não perco um post sobre maternidade no seu Tô Grávida. Então, quando ela anunciou no Instagram da AG Branding que vinha ao Rio dar um workshop sobre branding pessoal, corri para me inscrever. Afinal, esse é um assunto que vem despertando muito minha curiosidade de uns tempos pra cá.

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Não, eu não tirei foto, não pedi autógrafo, nem fiz a tiete. Mas quando ela sugeriu que escolhêssemos cinco profissionais para servir de inspiração, eu discretamente anotei o nome dela em um cantinho da apostila. Agora, eu divido cinco coisas que eu aprendi no workshop e acho que todo mundo deve saber.

“Branding é o que falam de você quando você não está na sala”.

E tenha certeza: sempre falam de você. Em outras palavras, todo mundo já tem uma imagem construída. Basta apropriar-se dela e usá-la ao seu favor, com mais estratégia e coerência. O resultado disso são novos clientes, novos negócios e relações pessoais mais transparentes, já que com uma imagem bem construída, o outro já sabe o que esperar de você, certo?

“Investir em imagem não é despesa, mas economia”

A frase é do publicitário Nizan Guanaes, e traduz com perfeição o que eu penso sobre auto-imagem. A gente só tem uma chance de causar uma boa primeira impressão (para citar outra frase citada por uma das participantes do workshop), então porque não trabalhar, estudar, e seu autoconhecer para que ela seja a melhor possível? Vale até mesmo separar uma verba mensal para investir em roupas, cursos, palestras e o que mais você achar importante.

“Como as pessoas te tratam é a história delas, como você reage é a sua”.

Ok. Isso não é exatamente uma novidade. Mas pra mim, que sempre bati nesta tecla, é sempre muito bom saber que a era da grosseria como forma de se fazer respeitar acabou. Ser legal é mais do que tendência, é sinal de ética e uma das qualidades mais bacanas que um profissional pode ter. Amém!

“Seja tão bom que não poderão te ignorar”

Por trás da frase de Steve Martin está uma das maiores verdades da vida, excelência e boa reputação chamam atenção de quem vê. E para alcançar tudo isso é preciso dar muita atenção aos quatro C’s: clareza, constância, consistência e credibilidade.

“As mídias sociais vem e vão, mas o ponto com é para sempre”

Se eu tinha alguma dúvida de que deveria voltar a blogar, ela acabou ali, naquela sala. Para “me convencer”, Ale usou alguns argumentos… Ter um blog é importante porque serve de vitrine para você e para o seu trabalho, é um treino extremamente válido (treinos constantes levam à excelência, lembram?) e uma ótima forma de fazer um network útil de verdade. Sobre a minha dificuldade de achar um foco e um nicho específico, ela me respondeu: “seja fiel à sua marca e você poderá falar de tudo. De moda à física quântica”. Anotado, Ale!

P.S: Se você se interessa sobre esse assunto (e vários outros!) e por acaso ainda não conhece o site da Ale, corre aqui! Também dá para receber todos os posts por e-mail! <3

 

 

4 truques para ser mais motivada na vida

Ok, eu sei que este blog está meio desaplaudido, meio abandonado, ficou até fora do ar um tempo. Mas o post de hoje é justamente sobre isso. Não sobre blogs largados de mão, mas sobre não deixar de lado as coisas que são importantes para nós.  Numa palavrinha bem simples: MOTIVADORES.

O que te motiva? O que faz você acordar todo dia com um sorriso no rosto e vontade de fazer mais? Andei selecionando algumas ideias bacanas que servem para a gente começar a criar hábitos saudáveis e – se manter neles! –, mas também dar o start naquele projeto que sempre acaba ficando para depois.

Faça colagens

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Quem foi adolescente nos anos 90 com certeza vai se lembrar daquelas agendas gordinhas, cheias de recortes de revistas. Pois é, aquilo nada mais era do que reunir em um só lugar todos os desejos e olhar para eles todos os dias – de uma viagem à Disney ao cinema com o crush. Acredite, essa é uma das formas mais simples – e certeiras! – de atingir uma meta: olhar para ela TODOS os dias. Além, é claro, de ser muito divertido. Depois de adulta, as colagens de revistas continuam valendo, mas o Pinterest está aí para ajudar. Sua ideia é economizar para conhecer Paris? Coloque uma foto da cidade no seu mural. Correr uma maratona? Vai para lá também. Mudar a alimentação? Já para o painel. Eu costumo selecionar minhas fotos na internet, fazer uma montagem no Picasa, e imprimir. Mas cada um faz como quiser! 😉

Use post-its a seu favor

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Não importa se você quer começar a correr ou terminar a monografia em um mês. A ideia do “calendário de flags” é essencial para os projetos que devem ser feitos assim, diariamente. Para cada dia em que você precisa se dedicar à tarefa, coloque um post-it com a data em um lugar visível. Cumpriu a tarefa? Jogue fora o post-it. Além de ter uma noção de evolução, você vai ver que dá uma certa vergoinha não tirar nenhuma flag da parede! 😉

Engorde o porquinho

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Ok, tem gente que só se mexe quando há dinheiro envolvido – os apps de recompensa para atividade física não nos deixam mentir. Mas há uma forma bacana de fazer isso, e ainda sair com uma blusinha no final. Presenteie seu cofrinho a cada vez que você der um passo em direção a sua meta. Comeu salada no almoço E no jantar ou deu aquela corridinha matinal? Coloque R$ 1. Acordou cedo no domingo para fazer exercício? Sábado e domingo valem R$ 2, vai… No final de um mês, conte seu dinheiro e se dê um presentinho.Ou quem sabe, engorde sua poupança para aquela viagem dos sonhos…

Vá aos pouquinhos

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Se perder 10 kg, terminar a monografia ou economizar R$ 10 mil reais pode parecer um pouco assustador, perder 1kg, finalizar um capítulo ou juntar 100 pratas, é mais tranquilo, certo? Pois dividir e subdividir suas metas pode ser o pulo do gato! De novo, visualização é tudo. Monte um calendário – bem colorido, de preferência – com tudo o que você precisa fazer em um mês. O que você quer realizar a cada dia? Com tudo ali, bem dividido e ao alcance dos olhos, você vai ver como a sua meta vai ser cumprida bem mais facilmente! 😉