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Ferramentas que vão bombar sua produtividade

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Segundo semestre começando é quase um Réveillon no meio do ano. E por falar nele, como andam as suas metas para 2019? Fiz essa autoanálise nos últimos dias e vi que a peça-chave para alcançar meus objetivos até o final de dezembro é a tal da produtividade. Manter o foco total é a única maneira de riscar algumas metas da minha lista. Por isso, hoje divido com vocês algumas ferramentas que venho usando e que estão me ajudando muito a matar de vez a procrastinação. Quem sabe não te ajudam também?

Pomodoro Tracker

Para quem não conhece, a Técnica Pomodoro (inspirada naqueles timers de cozinha) é uma das mais importantes para quem exercitar a produtividade. Ela quebra o seu período de trabalho em dois momentos, estimulando paradas de 5 minutos para cada 25 de trabalho intenso. Na prática, isso significa uma pausa muito bem-vinda no dia, ou até aquele momento curtinho em que você vai ler um e-mail, marcar uma consulta ou dar aquela olhada nas redes sociais. Você pode tanto usar o timer do seu celular quanto usar o site, o importante é tentar mesmo se manter focado durante os 25 minutos. Honestamente, nem sei mais viver sem isso.

Trello

Quando implementaram o uso do Trello na agência que eu trabalho, eu confesso que torci um pouco o nariz. Acostumada com diversas planilhas, a ferramenta me pareceu um pouco confusa de início. Mas não precisei de mais do que duas semanas para introduzi-la completamente na minha rotina. A interface é simples: quadros, colunas e cards ajudam você a acompanhar o fluxo de determinado trabalho – basta categorizar as tarefas por cor e arrastar. Hoje eu uso não só para o trabalho, mas também para o blog, rotina pessoal e até para finanças.

Bullet Journal

Já falei do BuJo no blog, mas sempre volto a esse assunto porque foi assim que minha produtividade começou a bombar – ou a existir, para ser sincera. Confesso que não sigo a técnica ao pé da letra, acabei adaptando para a minha realidade. Também não tenho tempo – nem talento – para criar novas fontes ou testar novas canetas. Vou no básico que dá certo: calendário mensal, acompanhamento da rotina, metas mensais e semanais, finanças e agenda diária. Você também pode se inspirar nos inúmeros sites que existem por aí para criar sessões personalizadas. Minhas leituras se tornaram muito mais constantes depois do planejamento no BuJo.

Google Agenda

Algumas coisas me atraem nesta agenda: a interface amigável, a possibilidade de compartilhar compromissos com quem você quiser e a sincronização fácil com o celular. Está tudo na sua mão, fácil acesso, com a possibilidade de configurar alarmes, convidar a equipe para reuniões, etc. É preciso se esforçar para perder um compromisso usando o Google Agenda.

E você, tem alguma ferramenta que facilite muito seu dia a dia?

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Rio: o melhor do Flamengo (e Catete e Laranjeiras!)

O Flamengo tem um dos parques urbanos mais lindos do mundo, mas ainda assim é um bairro pouco visitado por quem não mora por ali. E olha que a área e seus arredores – Catete e Largo do Machado – é cheia de boas opções de lazer, gastronomia e cultura. Hoje eu te conto os meus passeios preferidos por ali. Porque se hoje eu moro (e adoro Copa!), meu coração é todinho Flamengo! <3

Aterro do Flamengo

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Vou chover um pouco no molhado aqui, mas é necessário. Tem muito carioca que ainda tem medo do Aterro por achar ermo, com pouco policiamento. Bobagem! Pela manhã, a orla fica cheia de gente correndo, caminhando, andando de bike e famílias inteiras fazendo piqueniques. Há até quem se aventure nas águas da Baía. Não é muito a minha praia – sou Leme com orgulho -, mas quem frequenta diz não querer outra coisa. Além dos jardins desenhados por Burle Marx, por ali você ainda encontra o Museu Carmem Miranda, o Monumento aos Pracinhas e diversas quadras poliesportivas.

Palácio do Catete

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E por falar em área verde, também vale conhecer o Palácio do Catete. Antiga residência de Getúlio Vargas, hoje abriga o Museu da República. Por lá, dá para visitar o quarto do presidente – com o pijama usado no dia da sua morte – e outras dependências. O jardim recebe diversas exposições ao longo do ano e uma feira de livros bem bacana. Superbem localizado, ele fica bem pertinho do metrô do Catete.

Hotel Regina

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Ao lado do Palácio do Catete, fica o hotel Regina. Mesmo quem é carioca precisa conhecer este lugar, que tem um dos melhores cafés da manhã da cidade. O buffet é aberto ao público, e por R$ 42 você come muito, muito bem! Fora o atendimento sempre excepcional da equipe. Semowyk, o maitre, também é especialista em indicar bons passeios no Rio. Vale muito a pena conhecer!

Beta de Aquarius

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Como não incluir uma livraria nesta lista? A Beta de Aquarius é, na verdade, um sebo na rua Buarque de Macedo. E um dos meus lugares favoritos no Flamengo. Reserve um tempo para se perder entre as estantes, cheias de livros de literatura brasileira, estrangeira, quadrinhos, filosofia, cinema e etc. Eles também compram livros, então, se você quer passar adiante parte da sua coleção, vale passar por lá. Quem sabe você não leva um dos meus para casa? 😉

São Salvador & Luigi’s

Luigis

Um dos meus cantinhos preferidos no Rio, a praça São Salvador fica espremidinha entre o Flamengo e Laranjeiras. Tem vários bares em volta, mas eu gosto mesmo é de passar no zona sul, comprar uma skol beats gelada e tomar ali, sentada no coreto mesmo. Mas, se você não bebe sem antes jantar, minha sugestão é passar no Luigi’s, um restaurante italiano famoso pela boa comida e pelos preços justos. Dica: vá no Happy Hour!

Deixei passar alguma coisa? Conta aqui nos comentários!

Feminismo: cinco livros para entender o movimento

Vivemos tempos difíceis. Expor a opinião na internet é um direito de todos, mas também é dever de quem tem algo importante a dizer. E a gente só tem algo importante a dizer se estudar. E estudar muito. Quanto mais, melhor. Volta e meia alguma lembrança do Facebook me recorda quanta groselha eu já falei em relação ao feminismo. Por absoluta e total ignorância. Para não reviver estes tempos, só tive uma alternativa: mergulhar de cabeça no assunto e buscar mais informações. Alguns livros foram fundamentais e hoje eu divido esta listinha com vocês. Ah, para comprar na Amazon e ajudar este blog, você já sabe: só clicar no título.

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Um Teto Todo Seu

O assunto não é novo. Lá em 1929, Virginia Woolf já falava da importância de se ter um lugar próprio, onde fosse possível trabalhar em paz, sem interrupções, e sem ter que depender de homens para realizar algo. Foco no “sem depender de homens”. Quase cem anos se passaram, muito coisa mudou, avançamos muito, mas as questões mais básicas ainda estão por aí. Fora o assunto, a escrita de Virginia Woolf merece muito ser lida.

Os Homens explicam tudo para mim

Um belo dia a escritora Rebeca Solnit se viu diante de uma situação inusitada. Um homem tentava indicar um livro que ela TINHA QUE LER se quisesse entender sobre determinado assunto. O que escapou ao sujeito é que ela mesmo tinha escrito o tal livro. Surgia aí o termo mansplaining. E se você é mulher, com certeza já se deparou com uma situação dessas. É sobre esta e outras que Rebeca escreve neste livro de ensaios sobre o feminismo, tão importantes quanto bem-humorados.

A mãe de todas as perguntas

Assim como em “Os Homens explicam tudo para mim”, neste livro, Rebeca Solnit trata de temas extremamente importantes para o feminismo atual. Nestes ensaios, ela fala de maternidade, silenciamento, estupro, sempre com um viés irônico para falar de assuntos que não tem graça nenhuma. Necessário!

Má Feminista

Já falei sobre ele aqui, mas sempre vale falar sobre Roxane Gay novamente. No Rio, costumamos dizer que “funk se dança com uma mão no joelho e a outra na consciência”. Má Feminista fala exatamente sobre isso, e muitas outras coisas. Como conciliar o feminismo com a nossa cultura pop, tão repleta de exemplos de misoginia? A conclusão? Melhor ser uma “má feminista” do que não ser feminista de forma alguma. Tá aí uma verdade, não é mesmo?

Como criar crianças feministas

Se Chimamanda lançasse a sua lista de mercado, eu tenho certeza de que compraria na pré-venda. Depois de Sejamos Todos Feministas, ela lança mais um livro curto, mas repleto de dicas importantes. Neste, escrito em formato de carta, ela dá conselhos para quem quer educar os filhos de forma igualitária, usando exemplos práticos. A ideia é que tantos os pais de meninas quanto os pais de meninos possam aproveitar os ensinamentos. É um bom primeiro passo para criar uma sociedade mais justa.

Tem mais alguma dica? Compartilha aqui com a gente!

Vale a pena ter um blog?

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Essa é uma pergunta que eu escuto (e me faço) muito. Depois do boom do Instagram, do sucesso estrondoso dos stories, e dos canais multimilionários do YouTube é comum que as pessoas se perguntem se ainda vale criar um blog em 2019. Depois deste BEDA, depois de passar 30 dias me dedicando a este blog, minha resposta é: sim, vale. E muito. Hoje te dou três motivos para isso.

Blog é conexão

Quando a gente começa a produzir conteúdo na internet, logo surgem diversos termos: SEO, KPI, Analytics, WordPress. Por um segundo esqueça tudo isso e lembre-se de quem está atrás da tela do computador. Foque nas pessoas. Ter um blog é basicamente se conectar através do seu conteúdo. Tem coisa mais importante do que isso hoje em dia? E não é porque você não está vendo seus leitores, mas apenas números – e no início, nem isso, vamos ser sinceros – que você vai deixar de se conectar com eles. Se você tem algo a dizer, comece logo.

Blog é casa própria na internet

Redes sociais vão e vem. Do Orkut ao Google +, é comum que elas comecem com poucos usuários, alcancem o auge em alguns anos e depois sejam substituídas por outras. Coloque nessa conta os algoritmos sobre os quais os usuários não tem nenhuma ingerência. São eles que tornam o seu conteúdo mais ou menos visível e a você cabe somente seguir as regras do jogo. O mesmo não acontece com um site ou blog. As únicas regras a serem seguidas são as suas – no máximo as do Google. Redes sociais são imóveis alugados, o blog é casa própria. Cuide bem dela!

Blogs são excelentes para gerar tráfego para o seu negócio

O Google AMA blogs. Inclusive, se você tem um site ou e-commerce, recomendo fortemente criar um. Quando bem utilizadas, as estratégias de SEO são capazes de levar mais usuários ao seu blog de maneira orgânica. E assim você reforça sua marca sem pagar nada mais por isso. Mas atenção: antes de começar a receber visitas, vale arrumar a casa. Escolha um bom layout (há vários gratuitos na internet), revise os textos e prepare-se para estudar muito sobre o assunto.

E o seu portfólio?

Quem trabalha com criação de conteúdo na internet sabe o quão importante é colocar suas ideias no mundo. Com tanta gente fazendo o mesmo, é importante se destacar da “concorrência” e encontrar uma voz, uma linha de raciocínio. Isso é especialmente válido se você for redator ou design, mas isso não significa que outras carreiras não podem se beneficiar com isso. Mesmo que você não tenha vontade de monetizar seu conteúdo, use o blog como uma ferramenta de branding e de marketing pessoal.

Se você produz conteúdo de qualidade, se tem algo a mostrar para o mundo, então vale sim, ter um blog. O início é árduo, a concorrência é alta, mas é extremamente gratificante saber que algo que você produziu é capaz de ajudar alguém.

Alguma dúvida? Deixa aqui nos comentários! Vou amar conversar mais sobre isso! 😉

Teste de Bechdell e seis filmes incríveis

Dois mil e dezenove e estamos nós aqui falando sobre a forma como as mulheres são retratadas no cinema. (Meu Deus!) Eu gosto muito de acreditar que estamos cada vez mais longe de filmes que tratem mulheres como um objeto, mas sei que também estamos longe de receber um retrato fiel das nossas vidas na telona. Principalmente se o diretor/roteirista for homem. Confere?

Pensando justamente nesta questão, a cartunista Alison Bechdel criou uma série de critérios, mais conhecida por Teste de Bechdel, que tende a medir a distinção de gênero em Hollywood. Para ser “aprovada”, a trama deve ter: duas personagens com nome e uma cena em que elas conversem entre si, sendo que a conversa não pode ser sobre homens. Pensa que é fácil? Então pensa aí nos últimos filmes que você viu recentemente e me conta. Hoje, selecionei seis excelentes para você conferir!

Thelma e Louise (1991)

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Esse filme é um clássico que volta e meia aparece em alguma lista de “indispensáveis”. E não é à toa. Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Susan Sarandon e Geena Davis, “Thelma e Louise” conta a história de duas amigas que saem em uma road trip pelos Estados Unidos, mas as coisas acabam não saindo exatamente como o esperado. No elenco, Brad Pitt e Harvey Keitel fazem os papeis masculinos.

Por que é tão bom? Além da fotografia sensacional, a última cena é simplesmente espetacular!

Adoráveis Mulheres (1994)

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Baseado no livro “Mulherzinhas”, de Louisa May Alcott, conta a história das mulheres da família March durante a Guerra Civil nos Estados Unidos. Com o pai lutando no front, Amy, Beth, Jo e Meg tem que lutar para se sustentar, com a ajuda da mãe (olha a Susan Sarandon aí novamente), da tia e dos vizinhos. Draminha leve e açucarado, mas muito fofo!

Por que é tão bom? Porque tem Winona Ryder no auge e Christian Bale pré-Batman!

A vida secreta das Abelhas (2008)

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A vida na Carolina do Norte na década de 1960 não era fácil para as mulheres negras – aliás, nem para os homens. Mas na casa das Boatwright, a vida parece mais leve. Inclusive para a pequena Lily Owens, que aparece por lá fugindo do pai agressivo e ansiosa por descobrir o passado da mãe, que morreu quando ela ainda era bebê.

Por que é tão bom? Porque além de uma história linda, a gente fica babando na atuação de Queen Latifah e Alicia Keys, que arrasam no cinema também!

Histórias Cruzadas (2011)

Estrelado por Viola Davis, Octavia Spencer e Emma Stone, o filme também se passa nos anos 1960, durante o movimento dos Direitos Civis. Emma Stone é Skeeper, uma jornalista que decide contar a história das domésticas do Mississippi, denunciando os maus-tratos por parte das patroas e a contribuição destas mulheres na criação das crianças brancas.

Por que é tão bom? Porque qualquer filme que tenha Viola Davis é espetacular!

Frozen (2013)

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Há quem torça o nariz para histórias de princesa, mas Frozen inovou ao contar a história de Anna e Elsa, duas irmãs separadas ainda crianças. Enquanto Elsa se isola em um castelo de gelo, Anna sai em busca da irmã e luta para trazer o verão de volta ao reino de Arendell. E o príncipe? Totalmente coadjuvante.

Por que é tão bom? Let it go – a música-tema – é viciante! Mas veja o filme dublado: Fábio Porchat como o boneco de neve Olaf está impagável!

Estrelas Além do Tempo (2016)

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Enquanto Estados Unidos e Rússia se digladiavam durante a corrida especial, as mulheres na NASA mostravam cada vez mais o seu valor. Conhecida por “computadores” – numa época em que uma máquina ocupava uma sala inteira – eram elas as responsáveis por boa parte dos cálculos necessários para os lançamentos dos foguetes. Três, em especial se destacaram: Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monae). Corre que ainda dá pra ver no cinema!

Por que é tão bom? Porque a história é cativante. E sou só eu que fico muito feliz de ver cantoras arrasando como atriz? 😉

Três maneiras diferentes de usar short jeans!

Não existe outono no Rio de Janeiro. Ou se existe, ele ainda não chegou. Fato é que eu continuo colocando as pernas pra jogo com uma das minhas peças preferidas: o short jeans. Versátil, ele passeia por vários estilos, mesmo com uma pegada mais despojada. E foi pensando nessas diversas maneiras de usar, que eu pensei nessas inspirações aqui, vem ver!

Dá pra ser chique de short jeans?

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Claro! Óbvio que você não vai de jeans a uma festa passeio-completo, mas dependendo do comprimento e do seu ambiente de trabalho, ele vai até ao escritório. Combine com camisas de botão, blazers, coletes, jaquetas, salto alto e rasteiras mais elaboradas. Clutches também combinam superbem. O importante é equilibrar o “despojamento” do short com peças mais estruturadas, com uma pegada de alfaiataria. Fica lindo e bem moderno!

Look urbano

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Aquele sábado com as amigas, aquela volta de bike, um domingo preguiçoso… short jeans é o uniforme perfeito pra tudo isso. Junte a ele uma camiseta podrinha e seu tênis preferido e pronto. Escolha acessórios básicos com um relógio e óculos escuros e o look já ganha um charme a mais!

We <3 boho!

bohoDe longe meu estilo preferido, o boho continua na moda (amém!). Aqui, pode detonar os seus shorts sem medo. Quando mais desbotado/rasgado/ferrado, melhor. Para combinar, coreu neutras, estampas delicadas, regatas de renda e crochê, kimonos e muuuitos acessórios. Nos pés, botas ou flats com pedrarias, para entrar total no clima de show de rock. Mas cuidado, tá? Equilibre com peças neutras para não ficar com cara de quem acabou de sair de um álbum do Pinterest. 😉

Cinco TEDs que você PRECISA ver!

Educação, saúde, beleza, finanças, ciência. Para todo e qualquer assunto que você imaginar é possível encontrar um TED. O formato de palestras de 20 minutos é hoje uma fonte inesgotável de informações e uma ótima forma de entrar em contato com outras ideias e realidades. Hoje eu selecionei cinco dos meus preferidos, mas poderia selecionar muito mais. Vamos a eles?

Hackschooling me faz feliz | Logan LaPlante

O que é mais importante? Aprender a fórmula de bhaskara, orações subordinadas, mitose, meiose, ou aprender a ser feliz? Esse menino de 13 anos (sim, TREZE anos.) mostra que com oito passos simples você pode mudar a sua vida para melhor. E ele ainda faz uma pergunta interessante: por que nós não aprendemos ainda na escola o caminho para a felicidade?

Aparência não é tudo. Acredite em mim, eu sou modelo. | Cameron Russell

Cameron Russell é tudo o que a gente espera de uma modelo: ela é alta, magra, e muito, muito bonita. Mas ao invés de se contentar com o fato de ter ganho a loteria genética, ela mostra que a beleza pode ser sim, extremamente superficial e excludente. Ou seja, exatamente o tipo de discurso que a gente NÃO espera de uma modelo.

O Poder dos Introvertidos | Susan Cain

A história da minha vida, resumida em um único TED. A advogada Susan Cain explica a diferença entre tímidos e introspectivos e mostra que, apesar do mundo ser programado para os extrovertidos, tem espaço para todo mundo.  Perfeito para quem, assim como eu, sempre se sentiu meio fora da casinha.

O Perigo de uma história única | Chimamanda Ngozi Adiiche

Pouca gente explicou tão bem a importância da representatividade quanto a escritora Chimamanda. Nigeriana, ela começou a ler aos quatro anos e a escrever ainda criança. Mas apesar de hoje ser uma das escritoras mais importantes da África, no início, suas histórias eram bem diferentes. Nesse TED, ela fala um pouco sobre identidade e, principalmente, sobre a importância de não se contentar com os clichês.

O poder das mídias sociais | Arnaldo Neto

Eu juro que este TED não está na lista porque o Arnaldo é meu amigo (ex-chefe e atual coach). Mas este vídeo tinha que estar aqui porque, afinal de contas, as mídias sociais fazem parte da minha vida. Eu acompanhei de perto a trajetória do Naldo – até porque ela se confunde com a minha – e vi de perto como o bom uso destas ferramentas pode sim, transformar sua vida profissional. E para uma fã de produção de conteúdo na internet, não tem nada mais gratificante.

Seu preferido não está nessa lista? Joga o link aqui nos comentários! 😉

Roberta Freitas: consultoria de estilo, feminismo e sustentabilidade

Moda pra mim é mais do que roupa. É comportamento, é expressão visual, é a sua personalidade traduzida em tecidos, cores e formas. Exatamente por isso, a Consultoria de Estilo me encanta tanto. E quando eu conheci a Roberta Freitas, numa live sobre autoestima, de cara me identifiquei com ela. Porque além de trabalhar ajudando seus clientes a se conhecerem melhor, a Roberta está alinhada com tudo o que eu penso sobre moda, estilo, feminismo e o jeito que a gente leva a vida. Então, leia essa entrevista até o fim e apaixone-se também! <3

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Moda & Estilo

O que é a moda para você hoje? De onde surgiu a vontade de trabalhar com isso?
Moda, pra mim, sempre foi comunicação e uma maneira de expressar e praticar criatividade todos os dias. Hoje, mais do que isso, consigo perceber que também é história e política. Não sei de onde veio, mas eu sempre quis trabalhar com isso – não com o fazer das roupas, mas com o transformar.

Quem são seus ícones? Quem te inspira na hora de vestir?
Eu me inspiro muito em comportamento e moda de rua mesmo, mas se for pra pensar em ícones… Iris Apfel, Giovanna Battaglia, Luiza Brasil, Vanessa Rozan, Leandra Medine e Solange Knowles.

Seu estilo é muito autêntico, você tem marcas registradas bem marcantes, como os acessórios e as cores. Você sempre colocou sua personalidade na forma de se vestir? Como seu estilo mudou ao longo dos anos?
Por incrível que pareça, quando eu era bem novinha eu tinha uma dificuldade imensa em me vestir porque tava sempre buscando aprovação da minha mãe. Na adolescência comecei a me arriscar mais, passear por “tribos” diferentes pra experimentar, e eu acho que foi justamente isso que me deu repertório e recurso pra entender melhor o que fazia sentido pra mim e o que não fazia. Depois dos 30 – não que tenha a ver com idade, mas prioridades! – aos poucos comecei a sentir mais vontade de adaptar essa criatividade pra uma linguagem mais madura. É isso, a gente vai se transformando e o estilo caminhando junto.

Tem alguma peça que não pode faltar no seu armário? E no armário alheio?
Cor e acessórios extravagantes! rs Não consigo imaginar mais de um dia usando preto ou branco, e me sinto nua sem um acessório de personalidade. Gosto muito de camisas também.

A consultoria ajuda a estudar e traduzir as vontades de cada um, mas só a partir das prioridades, preferências e história de vida que a pessoa já tem. Não existe isso de uma peça obrigatória pra todo mundo. A peça que não pode faltar é a que te faz feliz.

Moda e feminismo

Vivemos uma nova onda feminista, e estamos muito voltadas para assuntos como aceitação, autoestima e quebra de padrões. Como todas estas mudanças se refletem na forma como as pessoas se vestem?
Essa nova onda abriu os canais de comunicação pra discutirmos e questionarmos os padrões, o que nos fez olhar pra nossa autoimagem por um outro viés. Isso é ótimo! Porém, na era da internet, tudo toma proporções extremas, e sinto que a moda da “autoestima e empoderamento” acabou se tornando mais uma pressão pra muita gente (“Por que todo mundo consegue se amar, menos eu? Preciso aceitar meu corpo!”). Isso desvia a atenção do que realmente importa no feminismo: a necessidade de ter mulheres (negras, especialmente) na política e no poder, a equidade racial, a violência patriarcal, e por aí vai.

É maravilhoso que estejamos aproveitando esse momento pra repensar nosso lugar no mundo e o que nosso corpo representa. Eu sou SUPER a favor (e falo isso no meu instagram diariamente!) de termos menos medo da roupa, de experimentarmos coisas novas e arriscarmos mais. Mas é importante respeitar o próprio tempo, respirar fundo, começar olhando pra dentro e questionar a origem desses medos e inseguranças.

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Consultoria de Imagem

Qual é a importância de uma Consultoria de Imagem e Estilo hoje?

Depende do ponto de vista, rs. Se pensarmos pelo lado pessoal, de quem contrata, a importância vai de acordo com a demanda de cada um: expressar personalidade, sentir mais segurança na vida, nos relacionamentos e no trabalho, ter uma rotina mais organizada, gastar menos com roupa, se estressar menos e se divertir mais ao abrir o guarda-roupa, etc. Em termos de sociedade, acho que o ponto mais importante é em relação ao impacto que a indústria da moda tem no planeta. Não se entender com seu armário e com seu estilo, na grande maioria das vezes, resulta em compras desenfreadas, desnecessárias e, geralmente, sem bons resultados. Isso só alimenta a velocidade do mercado e agrava a situação.

Como é o seu processo? Em que ele pode ajudar quem está em busca de seu estilo pessoal?

O meu processo é 100% conectado com a personalidade e os desejos da cliente. Fujo ao máximo de regras de adequação – a menos que solicitado, é claro -, e questiono a nossa necessidade de validação. Quando você passa a se entender melhor e conhecer as ferramentas necessárias e possibilidades de cor, forma, tecido, acessório, etc, que funcionam pra você, a diversão é um caminho sem volta!

Tem alguma dúvida ou desejo mais recorrente nas pessoas que te procuram?

A maior dificuldade, inicialmente, costuma ser na combinação de peças/cores e na tradução do gosto pessoal, mas ao longo do processo muitas catarses acontecem, hahaha!

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O estilo e o consumo consciente

Hoje falamos muito sobre consumo consciente. Como isso se relaciona com a consultoria de imagem?

Como falei acima, o mercado de moda nos instiga o tempo todo. A nossa falta de (auto)conhecimento deixa as portas abertas pra vontade de adquirir todas as tendências e preencher vazios com roupas novas. Quando nos conectamos com o nosso estilo e nossas reais demandas, aprendemos sobre tecidos, manutenção das peças e a aproveitar o nosso guarda-roupa em toda a sua potencialidade, comprar vai se tornando menos tentador e necessário e mais assertivo.

Que dica você daria para alguém que não se reconhece mais nas suas roupas?

Primeiro tentar entender o porquê. Foi alguma mudança na sua vida que gerou essa insatisfação, como uma mudança de emprego, gravidez ou separação? Se foi, você já pode fazer um planejamento pra entender como resolver a situação. Precisa de roupas mais formais, de balada, ou com modelagens que também vão te atender após o parto?

Se não, pode ser bacana você investigar suas demandas do dia a dia e fazer uma super revitalização no guarda-roupa. Deixar lá só o que você AMA, usa bastante e combina entre si, com boa variedade e uma proporção de mais partes de cima do que partes de baixo. Ah, partes debaixo incluem macacão e vestido!

Sentiu que tá faltando coisa? Faz uma listinha e vai comprando aos poucos, com cuidado, parcimônia e carinho. E mão na massa! Monte o máximo de looks que conseguir e fotografe também os que você tá usando no dia a dia. Isso super ajuda a visualizar as suas repetições, preferências e a pensar em maneiras de melhorar. o/

 

 

Dia Mundial do Livro: os cinco livros que mudaram minha vida

Este blog está cheio de dicas literárias. Volta e meia eu venho aqui comentar sobre algo que li e acho imperdível, comento algo que aprendi em algum livro, dou dicas e enalteço meus autores favoritos. Já falei sobre Liane Moriarty, Elena Ferrante, Stephen King. Mas nunca fiz um compilado dos meus livros favoritos da vida, aqueles que formaram o meu caráter e me fizeram refletir sobre algum tema específico. Mesmo sabendo que esta lista pode mudar da noite para o dia, resolvi aproveitar o Dia Mundial do Livro para falar daqueles que mudaram o meu mundo. Ah, e para comprar, você já sabe: é só clicar no título!

Livros_preferidos

Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez

“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o seu pai o levara para conhecer o gelo”. Este livro começa com uma das frases mais bonitas da literatura e todo o resto não fica atrás. Ao contar a saga dos Buendía – baseada livremente na história da própria família -, Gabo cria a narrativa que ficou conhecida como a base do realismo fantástico. Mesmo que o gênero tenha surgido centenas de anos antes, muito longe da Colômbia. A fictícia Macondo é parecida com diversas cidades do interior da América, mas ainda assim é um universo único, que todo mundo precisa conhecer.

A Casa dos Espíritos, de Isabel Allende

Há quem diga que a escritora tentou mimetizar neste romance a aura fantástica de Cem Anos de Solidão. Eu até reconheço alguns elementos, mas tenho que dizer que Isabel Allende fez um excelente trabalho no A Casa dos Espíritos. Aqui, ela conta a história de várias gerações da família Trueba, dos anos 1920 aos 1970, culminando na ditadura chilena. A mesma ditadura que matou Salvador Allende, tio da autora. Se Gabo foca nos personagens masculinas, as personagens femininas criadas por ela são simplesmente incríveis, numa mistura inusitada de delicadeza, sensualidade e força.

O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo

O Brasil também produz excelentes sagas familiares. Com sua trilogia sobre a família Cambará, Érico Veríssimo não nos deixa mentir. Nos sete livros de O Tempo e o Vento (dividido em três grandes partes), o autor mistura narrativas muito pessoais de seus personagens com a história do sul, desde a colonização até a Ditadura Militar (que existiu sim, tá gente?). Te desafio a não se apaixonar por Ana Terra e Rodrigo Cambará.

Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, de Marçal Aquino

Homens apaixonados rendem os melhores livros. O fotógrafo Cauby – solteirão convicto e totalmente cético no amor – decide se mudar de São Paulo para o interior do Pará. Lá ele conhece Lavínia, mulher de um pastor evangélico, que vira sua vida de cabeça para baixo. O ambiente é hostil a quem vem de fora, mas nada parece intimidar Cauby quando ele se apaixona por ela, nem a possibilidade de estar se envolvendo em um triângulo perigoso.

Harry Potter, de J.K. Rowling

Os sete livros de Harry Potter marcaram minha vida, da infância à idade adulta. Infância porque eu tinha 12 anos quando li o primeiro e adulta porque há uns dois anos resolvi reler todos e, para minha surpresa, vi que a saga envelheceu bem. Depois de anos, damos novas conotações aos acontecimentos e descobrimos significados que antes passavam totalmente batidos. Alguém aos 12 perceberia que os dementadores são uma excelente analogia para depressão?

O Sol é Para Todos, Harper Lee

Racismo, injustiça social, estupro. Os temas de “O Sol é Para Todos” são extremamente pesados, mas necessários no Brasil de hoje. Harper Lee se baseou livremente nas suas memórias de infância para escrever a história do advogado Atticus Finch. No sul dos Estados Unidos, ele decide defender um negro acusado de estuprar uma mulher branca. A narrativa é contada através da perspectiva de Scout, filha de Atticus, e surpreende pela voz infantil. Vale demais a leitura!

Seus preferidos estão aqui? Indica aqui nos comentários aqueles tem-que-ler!

Como melhorar a sua autoestima

Foram várias sessões de terapia, outras tantas de coaching e mais algumas hora de conversas com as amigas para eu perceber a falta que a autoestima faz na vida. Parece um papo meio bobo de “você tem que se amar antes de tudo”, “se você não se gostar, quem vai?”, mas é fato que existe verdade nos clichês. Sem a tal da autoestima a gente se enfia nos mais bizarros relacionamentos abusivos, aceita trabalhos aquém da nossa capacidade. Mais do que isso, a gente deixa de curtir a vida como ela pode ser, e se encaixa numa realidade bem sem-gracinha.

Hoje, eu divido algumas dicas com vocês, sem a MENOR pretensão de que isso vá resolver a vida de alguém. Pelo contrário, ganhar autoestima/autoconfiança é um processo de construção e, como todos, leva tempo! Mas a graça é justamente se entregar a ele agora, e colher os frutos no futuro.

autoestima

#1 Se conheça

A internet está cheia de memes que mostram a importância da terapia. E não é porque todo mundo é maluco, mas sim porque todo mundo precisa de AUTOCONHECIMENTO. Na era da internet, em que a gente passa o tempo todo rolando o feed do Instagram, se conhecer e saber quem você é de verdade é fundamental. Só assim a gente para de se colocar em situações desconfortáveis e começa a determinar o que, de fato, vale a pena viver. Vale pra relacionamento, vida profissional e até pra roupinha que você quer comprar sem ter o dinheiro. Quanto mais a gente se conhece, menos a gente quer impressionar os outros.

#2 Estude

Estude muito. Escolha temas do seu interesse e realmente se debruce sobre eles. Política (tem dicas ótimas aqui), culinária, moda, como cultivar um jardim, não importa. Escolha dois ou três assuntos e realmente se dedique a entendê-los a ponto de poder dar uma palestra sobre cada um. Conhecimento é algo que ninguém nunca vai tirar da gente, e quanto mais confiança ganhamos neste quesito, mais inteligente nos sentimos.

#3 Olhe para o lado

Não se compare, mas olhe para o lado. Principalmente se você for mulher, é extremamente provável que alguém do seu lado esteja passando pelo mesmo tipo de problema. Entenda que nessa de não se curtir, não estar satisfeito consigo mesma, dificilmente você estará sozinha. A autoestima feminina sempre foi atrelada a um homem e isso criou gerações inteiras de mulheres que se sentem assim, meio sem valor. Olhe para o lado, identifique quem está na mesma situação que você e se una. Crie grupos no whatsapp para debater questões em comum, marque encontros, fale sobre o que você sente.

#4 Valorize o ócio

A falta de autoestima faz a gente se cobrar o tempo todo. O tempo todo mesmo! Mas não há cérebro que dê conta de estar ligado 24 horas por dia. Em alguns momentos é preciso se entregar ao ócio. Veja uma série, leia um livro, medite. Fique quieta olhando para o teto. Mas se policie para, de fato, tirar um tempo para você. E nestes momentos – que podem durar meia hora, uma tarde ou um fim de semana inteiro – não deixe os sentimentos de culpa te pegarem!

#5 Cuide de você

Pra muita gente, vaidade é pecado. Para outras pessoas, é uma cobrança. Cabe a você encontrar o equilíbrio nisso tudo. Mas já te adianto: não há nada melhor para a autoestima do que dedicar um tempo a cuidar de você. Isso inclui exercícios frequentes – e com constância -, uma boa alimentação e bons hábitos. Até escrever um diário conta como autocuidado. Experimente!

#6 Valorize o que já é seu

Nem sempre a gente tem tudo o que quer, é verdade. Mas o sentimento de gratidão pelo que já se tem é fundamental. Aprenda a valorizar as pequenas coisas: os elogios sinceros daquela amiga que te ama, a sua disposição para o trabalho, as relações de família. Não é papo de autoajuda, é real. Vale até pegar um caderninho e anotar diariamente coisas pelas quais você é grata. Se a falta de autoestima mora nas ausências, vamos aprender a valorizar as presenças.