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Você conhece o seu público-alvo?

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Desde que eu comecei a trabalhar com produção de conteúdo, uma situação se repete com frequência. Ao perguntar para um cliente qual é o público-alvo da sua empresa a resposta geralmente é: “todo mundo”. Ou o clássico “classe A”. É como se fosse o dia da marmota para quem trabalha com posicionamento de marcas.  Frustração define. Porque a verdade é que dificilmente um produto – com exceção das Havaianas – pode ser assim, pra “todo mundo”. Por mais maravilhoso que ele seja.

É natural e até compreensível. Quem é dono de uma marca quer atingir um grande número de pessoas possível, ou passar a ideia de exclusividade. Mas na hora de comunicar o que você faz é preciso focar. Ou melhor, se POSICIONAR. E para isso, definir o público-alvo é fundamental. ⠀⠀⠀

Tá, mas o que é público-alvo? Trata-se de um grupo de pessoas com características ou comportamentos semelhantes. É com base neste grupo que você vai definir suas estratégias de marketing. Como chegar a ele? Te conto neste post!

# 1 – Faça uma pesquisa entre os seus clientes

Crie formulários personalizados, use as enquetes dos stories, use o TypeForm. Não importa a ferramenta, o essencial é fazer as perguntas certas. E lembre-se: um incentivo pode ajudar a captar mais respostas. Vai dizer que você nunca ganhou uma entrada do Outback depois de responder uma pesquisa?

# 2 – Faça as perguntas certas

Há alguns anos, os dados demográficos e a classe social eram suficientes para definir o consumidor, mas hoje é preciso ir além. Pesquise sobre hábitos de consumo, comportamento de compra, consumo de conteúdo, e o que mais você conseguir reunir de informação. Perguntas como maior medo, maior sonho, problemas que quer resolver não cabem numa pesquisa quantitativa, mas uma simples caixa de perguntas no Instagram já pode te ajudar!

#3 – Use o que você já tem

Se a sua marca tem um site ou está presente nas redes sociais você já tem acesso a uma infinidade de dados. Use as informações do Facebook, Instagram, Google Analytics, Google Adwords Tools. Qualquer tutorial no YouTube é capaz de te ensinar o básico, e o resto você pega com o tempo.

#4 – Observe a concorrência

Por mais que seu público-alvo não seja exatamente o mesmo que o do seu concorrente há grandes chances de que eles tenham semelhanças entre si. Entre nas redes sociais, observe, faça perguntas – só não seja invasivo.

#5 – Converse

Seu negócio é físico? Você tem um ponto de vendas? Tire proveito disso e observe. Preste atenção em quem entra na sua loja, quem de fato consome seu produto e quem passa direto. O mesmo vale para as redes sociais. Qualquer comentário é uma chance de criar relacionamento e, consequentemente, conseguir novas informações sobre o público-alvo.

E saiba: este processo de “autoconhecimento” nem sempre é simples e leva tempo, mas é absurdamente recompensador. Quem conhece seu público-alvo vende muito mais gastando muito menos! 😉

Por que você deve ler A Menina da Montanha?

tara-westoverNós, brasileiros, temos uma noção clara do que é privilégio: não se perguntar de onde vem a próxima refeição, não estar afundado em dívidas, dormir sem o som de tiros, ir para a escola bem alimentado, não se preocupar com as chuvas fortes. Com o nosso cenário, é até difícil pensar que, em alguns lugares do mundo, simplesmente há quem não queira uma educação formal para os filhos. Talvez por isso “A Menina da Montanha” tenha me impactado tanto.

Esta não é uma história sobre mormonismo. Mas é.

Pra começar, já aviso que você vai precisar vencer a barreira do título. Educated, no original, traduz muito melhor a ideia-base da narrativa de Tara Westover. Filha de uma família de sobrevivencialistas, Tara foi criada no estado de Idaho, nos Estados Unidos, dentro de uma das maiores comunidades mórmons do país. Apesar de deixar claro desde a primeira página que o livro não se trata de uma história sobre mormonismo, a religião permeia a vida da menina, que só foi pisar em uma sala de aula pela primeira vez aos 17 anos.

Como sobrevivencialistas, seus pais estavam constantemente preocupados com o fim do mundo e operavam sob uma lógica diferente. Isso incluía se opor ao governo, ao sistema de saúde e a educação fornecida pelo Estado. E isso, além de manter as crianças fora da escola, também significa mantê-las longe de hospitais e médicos. Em um ferro-velho – a principal forma de sustento da família – é de se imaginar que as crianças sofriam ferimentos constantes. E graves. Neste contexto, queimaduras de terceiro grau, traumatismos cranianos, e cortes profundos eram tratados da mesma forma: com ervas manipuladas pela mãe de Tara.

Para que uma educação formal?

Além dos abusos físicos, os emocionais também eram constantes. Tara frequentemente era agredida pelo irmão mais velho e, ao decidir denunciar, foi desacreditada pela própria mãe. Dentro desta realidade, é muito espantoso que alguém que só pisou em uma sala de aula pela primeira aos 17 anos – sem saber o significado da palavra “holocausto” – tenha chegado a completar o doutorado em Cambridge apenas 10 anos depois. Mas a verdade é que nada na história de Tara é comum. E é isso que torna “A Menina da Montanha” tão especial.

O gap de aprendizado não está relacionado apenas às questões básicas de história, geografia, matemática. Mas representa um abismo na percepção de mundo de uma personalidade que está se formando. Para usarmos um exemplo simples, você se lembra do seu primeiro dia de aula na faculdade? Foi tenso, difícil? Você estava nervoso, apreensivo, ansioso? Provavelmente, como todos nós, você viveu todas estas emoções sem perceber que o simples fato de ter frequentado uma escola já te tornava apto a pertencer àquele grupo de universitários. Consegue imaginar sua vida sem esta experiência?

Por que ler A Menina da Montanha?

E porque falar de Tara aqui? Porque a história desta mulher é um tapa na cara, e a lembrança constante que nós – infinitamente mais privilegiados que ela – temos a obrigação de transformar nosso conhecimento em ação. Aliás, ações, no plural. Ações que permitam que outras mulheres tenham acesso à educação, que nos possibilitem ganhar dinheiro, fazer a economia girar, transformar vidas ao nosso redor. Em um momento em que o Brasil vive uma crise gravíssima na educação, ler “A Menina da Montanha” é quase um manifesto. Mulheres como estas, sim, devem servir de exemplo.

Então, que fique aqui esta dica: leia, inspire-se, passe adiante. Histórias como estas merecem ser lidas, discutidas e relembradas de tempos em tempos.

O que a nova versão de “O Rei Leão” pode te ensinar sobre produção de conteúdo?

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“O Rei Leão” em versão live-action acabou de chegar aos cinemas e já é um sucesso de bilheteria. Só no Brasil, no fim de semana de estreia, foi assistido por mais de 1 milhão de espectadores. Eu já vi e claro que me encantei, me emocionei com a morte do Mufasa, torci pelo Simba e cantei juntos as músicas da infância. Mas lá pelo meio do filme comecei a refletir sobre tudo o que ele nos ensina sobre produção de conteúdo e selecionei três tópicos pra gente debater aqui!

Original é diferente de autêntico

“O Rei Leão” está longe de ser uma história original. A trama é baseada em Hamlet, tragédia de Shakespeare onde um jovem príncipe perde o pai depois de um golpe de seu tio. Mas isso não impede que a história seja autêntica. Mergulhamos na Savana, acreditamos nos personagens, torcemos por eles, nos conectamos. O bom conteúdo é assim: mesmo que não seja original deve passar verdade. É ok traduzir um artigo para o português, criar algo diferente com base em um livro que leu. O importante é que este conteúdo entregue valor e autenticidade, que tenha de fato a ver com você e sua marca.

Inovar é importante

Há quem diga que “O Rei Leão” não pode ser considerado um live-action pela ausência da chamada “captura de performance”, ou seja, atores atuando no set. O diretor Jon Fraveau concorda e define a tecnologia inédita como um “jogo multiplayer em realidade virtual”, onde câmeras utilizam sinais infravermelhos e sensores 3D para criar cenários, personagens, e o que mais a imaginação do cineasta mandar. Mas não é preciso criar novas tecnologias para passar sua mensagem com precisão. Saber usar de maneiras inovadoras os recursos disponíveis é mais importante. Isso significa pensar em formatos diferentes para as redes onde seu público já está. Qual foi a última vez que você criou um story inusitado? O Instagram é exemplo de uma rede que está sempre se renovando, e aproveitar estes formatos é uma excelente maneira de diversificar seu conteúdo.

Chame quem entende do assunto

A escolha do elenco foi crucial para o sucesso da nova versão. No original, Donald Glover (conhecido pela série Atlanta e pelo excelente clipe “This is America”) e Beyoncé dão voz ao Simba e a Nala. No Brasil, a escolha foi por Ícaro Silva e Iza. Em ambos os países, a Disney teve a preocupação de convidar personalidades importantes para a comunidade negra. Em uma época onde a representatividade é assunto cada vez mais em pauta, é de extrema importância chamar para o projeto quem realmente é capaz de agregar valor à narrativa. No caso da criação de conteúdo, não hesite em fazer colabs. Passe a ver quem faz conteúdo para o seu nicho como parceiro, e não como concorrência.  

E você, teve algum insight assistindo a algum filme? Conta aqui nos comentários!

Ferramentas que vão bombar sua produtividade

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Segundo semestre começando é quase um Réveillon no meio do ano. E por falar nele, como andam as suas metas para 2019? Fiz essa autoanálise nos últimos dias e vi que a peça-chave para alcançar meus objetivos até o final de dezembro é a tal da produtividade. Manter o foco total é a única maneira de riscar algumas metas da minha lista. Por isso, hoje divido com vocês algumas ferramentas que venho usando e que estão me ajudando muito a matar de vez a procrastinação. Quem sabe não te ajudam também?

Pomodoro Tracker

Para quem não conhece, a Técnica Pomodoro (inspirada naqueles timers de cozinha) é uma das mais importantes para quem exercitar a produtividade. Ela quebra o seu período de trabalho em dois momentos, estimulando paradas de 5 minutos para cada 25 de trabalho intenso. Na prática, isso significa uma pausa muito bem-vinda no dia, ou até aquele momento curtinho em que você vai ler um e-mail, marcar uma consulta ou dar aquela olhada nas redes sociais. Você pode tanto usar o timer do seu celular quanto usar o site, o importante é tentar mesmo se manter focado durante os 25 minutos. Honestamente, nem sei mais viver sem isso.

Trello

Quando implementaram o uso do Trello na agência que eu trabalho, eu confesso que torci um pouco o nariz. Acostumada com diversas planilhas, a ferramenta me pareceu um pouco confusa de início. Mas não precisei de mais do que duas semanas para introduzi-la completamente na minha rotina. A interface é simples: quadros, colunas e cards ajudam você a acompanhar o fluxo de determinado trabalho – basta categorizar as tarefas por cor e arrastar. Hoje eu uso não só para o trabalho, mas também para o blog, rotina pessoal e até para finanças.

Bullet Journal

Já falei do BuJo no blog, mas sempre volto a esse assunto porque foi assim que minha produtividade começou a bombar – ou a existir, para ser sincera. Confesso que não sigo a técnica ao pé da letra, acabei adaptando para a minha realidade. Também não tenho tempo – nem talento – para criar novas fontes ou testar novas canetas. Vou no básico que dá certo: calendário mensal, acompanhamento da rotina, metas mensais e semanais, finanças e agenda diária. Você também pode se inspirar nos inúmeros sites que existem por aí para criar sessões personalizadas. Minhas leituras se tornaram muito mais constantes depois do planejamento no BuJo.

Google Agenda

Algumas coisas me atraem nesta agenda: a interface amigável, a possibilidade de compartilhar compromissos com quem você quiser e a sincronização fácil com o celular. Está tudo na sua mão, fácil acesso, com a possibilidade de configurar alarmes, convidar a equipe para reuniões, etc. É preciso se esforçar para perder um compromisso usando o Google Agenda.

E você, tem alguma ferramenta que facilite muito seu dia a dia?

Compartilha com a gente nos comentários!

 

Rio: o melhor do Flamengo (e Catete e Laranjeiras!)

O Flamengo tem um dos parques urbanos mais lindos do mundo, mas ainda assim é um bairro pouco visitado por quem não mora por ali. E olha que a área e seus arredores – Catete e Largo do Machado – é cheia de boas opções de lazer, gastronomia e cultura. Hoje eu te conto os meus passeios preferidos por ali. Porque se hoje eu moro (e adoro Copa!), meu coração é todinho Flamengo! <3

Aterro do Flamengo

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Vou chover um pouco no molhado aqui, mas é necessário. Tem muito carioca que ainda tem medo do Aterro por achar ermo, com pouco policiamento. Bobagem! Pela manhã, a orla fica cheia de gente correndo, caminhando, andando de bike e famílias inteiras fazendo piqueniques. Há até quem se aventure nas águas da Baía. Não é muito a minha praia – sou Leme com orgulho -, mas quem frequenta diz não querer outra coisa. Além dos jardins desenhados por Burle Marx, por ali você ainda encontra o Museu Carmem Miranda, o Monumento aos Pracinhas e diversas quadras poliesportivas.

Palácio do Catete

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E por falar em área verde, também vale conhecer o Palácio do Catete. Antiga residência de Getúlio Vargas, hoje abriga o Museu da República. Por lá, dá para visitar o quarto do presidente – com o pijama usado no dia da sua morte – e outras dependências. O jardim recebe diversas exposições ao longo do ano e uma feira de livros bem bacana. Superbem localizado, ele fica bem pertinho do metrô do Catete.

Hotel Regina

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Ao lado do Palácio do Catete, fica o hotel Regina. Mesmo quem é carioca precisa conhecer este lugar, que tem um dos melhores cafés da manhã da cidade. O buffet é aberto ao público, e por R$ 42 você come muito, muito bem! Fora o atendimento sempre excepcional da equipe. Semowyk, o maitre, também é especialista em indicar bons passeios no Rio. Vale muito a pena conhecer!

Beta de Aquarius

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Como não incluir uma livraria nesta lista? A Beta de Aquarius é, na verdade, um sebo na rua Buarque de Macedo. E um dos meus lugares favoritos no Flamengo. Reserve um tempo para se perder entre as estantes, cheias de livros de literatura brasileira, estrangeira, quadrinhos, filosofia, cinema e etc. Eles também compram livros, então, se você quer passar adiante parte da sua coleção, vale passar por lá. Quem sabe você não leva um dos meus para casa? 😉

São Salvador & Luigi’s

Luigis

Um dos meus cantinhos preferidos no Rio, a praça São Salvador fica espremidinha entre o Flamengo e Laranjeiras. Tem vários bares em volta, mas eu gosto mesmo é de passar no zona sul, comprar uma skol beats gelada e tomar ali, sentada no coreto mesmo. Mas, se você não bebe sem antes jantar, minha sugestão é passar no Luigi’s, um restaurante italiano famoso pela boa comida e pelos preços justos. Dica: vá no Happy Hour!

Deixei passar alguma coisa? Conta aqui nos comentários!

Feminismo: cinco livros para entender o movimento

Vivemos tempos difíceis. Expor a opinião na internet é um direito de todos, mas também é dever de quem tem algo importante a dizer. E a gente só tem algo importante a dizer se estudar. E estudar muito. Quanto mais, melhor. Volta e meia alguma lembrança do Facebook me recorda quanta groselha eu já falei em relação ao feminismo. Por absoluta e total ignorância. Para não reviver estes tempos, só tive uma alternativa: mergulhar de cabeça no assunto e buscar mais informações. Alguns livros foram fundamentais e hoje eu divido esta listinha com vocês. Ah, para comprar na Amazon e ajudar este blog, você já sabe: só clicar no título.

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Um Teto Todo Seu

O assunto não é novo. Lá em 1929, Virginia Woolf já falava da importância de se ter um lugar próprio, onde fosse possível trabalhar em paz, sem interrupções, e sem ter que depender de homens para realizar algo. Foco no “sem depender de homens”. Quase cem anos se passaram, muito coisa mudou, avançamos muito, mas as questões mais básicas ainda estão por aí. Fora o assunto, a escrita de Virginia Woolf merece muito ser lida.

Os Homens explicam tudo para mim

Um belo dia a escritora Rebeca Solnit se viu diante de uma situação inusitada. Um homem tentava indicar um livro que ela TINHA QUE LER se quisesse entender sobre determinado assunto. O que escapou ao sujeito é que ela mesmo tinha escrito o tal livro. Surgia aí o termo mansplaining. E se você é mulher, com certeza já se deparou com uma situação dessas. É sobre esta e outras que Rebeca escreve neste livro de ensaios sobre o feminismo, tão importantes quanto bem-humorados.

A mãe de todas as perguntas

Assim como em “Os Homens explicam tudo para mim”, neste livro, Rebeca Solnit trata de temas extremamente importantes para o feminismo atual. Nestes ensaios, ela fala de maternidade, silenciamento, estupro, sempre com um viés irônico para falar de assuntos que não tem graça nenhuma. Necessário!

Má Feminista

Já falei sobre ele aqui, mas sempre vale falar sobre Roxane Gay novamente. No Rio, costumamos dizer que “funk se dança com uma mão no joelho e a outra na consciência”. Má Feminista fala exatamente sobre isso, e muitas outras coisas. Como conciliar o feminismo com a nossa cultura pop, tão repleta de exemplos de misoginia? A conclusão? Melhor ser uma “má feminista” do que não ser feminista de forma alguma. Tá aí uma verdade, não é mesmo?

Como criar crianças feministas

Se Chimamanda lançasse a sua lista de mercado, eu tenho certeza de que compraria na pré-venda. Depois de Sejamos Todos Feministas, ela lança mais um livro curto, mas repleto de dicas importantes. Neste, escrito em formato de carta, ela dá conselhos para quem quer educar os filhos de forma igualitária, usando exemplos práticos. A ideia é que tantos os pais de meninas quanto os pais de meninos possam aproveitar os ensinamentos. É um bom primeiro passo para criar uma sociedade mais justa.

Tem mais alguma dica? Compartilha aqui com a gente!

Vale a pena ter um blog?

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Essa é uma pergunta que eu escuto (e me faço) muito. Depois do boom do Instagram, do sucesso estrondoso dos stories, e dos canais multimilionários do YouTube é comum que as pessoas se perguntem se ainda vale criar um blog em 2019. Depois deste BEDA, depois de passar 30 dias me dedicando a este blog, minha resposta é: sim, vale. E muito. Hoje te dou três motivos para isso.

Blog é conexão

Quando a gente começa a produzir conteúdo na internet, logo surgem diversos termos: SEO, KPI, Analytics, WordPress. Por um segundo esqueça tudo isso e lembre-se de quem está atrás da tela do computador. Foque nas pessoas. Ter um blog é basicamente se conectar através do seu conteúdo. Tem coisa mais importante do que isso hoje em dia? E não é porque você não está vendo seus leitores, mas apenas números – e no início, nem isso, vamos ser sinceros – que você vai deixar de se conectar com eles. Se você tem algo a dizer, comece logo.

Blog é casa própria na internet

Redes sociais vão e vem. Do Orkut ao Google +, é comum que elas comecem com poucos usuários, alcancem o auge em alguns anos e depois sejam substituídas por outras. Coloque nessa conta os algoritmos sobre os quais os usuários não tem nenhuma ingerência. São eles que tornam o seu conteúdo mais ou menos visível e a você cabe somente seguir as regras do jogo. O mesmo não acontece com um site ou blog. As únicas regras a serem seguidas são as suas – no máximo as do Google. Redes sociais são imóveis alugados, o blog é casa própria. Cuide bem dela!

Blogs são excelentes para gerar tráfego para o seu negócio

O Google AMA blogs. Inclusive, se você tem um site ou e-commerce, recomendo fortemente criar um. Quando bem utilizadas, as estratégias de SEO são capazes de levar mais usuários ao seu blog de maneira orgânica. E assim você reforça sua marca sem pagar nada mais por isso. Mas atenção: antes de começar a receber visitas, vale arrumar a casa. Escolha um bom layout (há vários gratuitos na internet), revise os textos e prepare-se para estudar muito sobre o assunto.

E o seu portfólio?

Quem trabalha com criação de conteúdo na internet sabe o quão importante é colocar suas ideias no mundo. Com tanta gente fazendo o mesmo, é importante se destacar da “concorrência” e encontrar uma voz, uma linha de raciocínio. Isso é especialmente válido se você for redator ou design, mas isso não significa que outras carreiras não podem se beneficiar com isso. Mesmo que você não tenha vontade de monetizar seu conteúdo, use o blog como uma ferramenta de branding e de marketing pessoal.

Se você produz conteúdo de qualidade, se tem algo a mostrar para o mundo, então vale sim, ter um blog. O início é árduo, a concorrência é alta, mas é extremamente gratificante saber que algo que você produziu é capaz de ajudar alguém.

Alguma dúvida? Deixa aqui nos comentários! Vou amar conversar mais sobre isso! 😉

Teste de Bechdell e seis filmes incríveis

Dois mil e dezenove e estamos nós aqui falando sobre a forma como as mulheres são retratadas no cinema. (Meu Deus!) Eu gosto muito de acreditar que estamos cada vez mais longe de filmes que tratem mulheres como um objeto, mas sei que também estamos longe de receber um retrato fiel das nossas vidas na telona. Principalmente se o diretor/roteirista for homem. Confere?

Pensando justamente nesta questão, a cartunista Alison Bechdel criou uma série de critérios, mais conhecida por Teste de Bechdel, que tende a medir a distinção de gênero em Hollywood. Para ser “aprovada”, a trama deve ter: duas personagens com nome e uma cena em que elas conversem entre si, sendo que a conversa não pode ser sobre homens. Pensa que é fácil? Então pensa aí nos últimos filmes que você viu recentemente e me conta. Hoje, selecionei seis excelentes para você conferir!

Thelma e Louise (1991)

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Esse filme é um clássico que volta e meia aparece em alguma lista de “indispensáveis”. E não é à toa. Dirigido por Ridley Scott e estrelado por Susan Sarandon e Geena Davis, “Thelma e Louise” conta a história de duas amigas que saem em uma road trip pelos Estados Unidos, mas as coisas acabam não saindo exatamente como o esperado. No elenco, Brad Pitt e Harvey Keitel fazem os papeis masculinos.

Por que é tão bom? Além da fotografia sensacional, a última cena é simplesmente espetacular!

Adoráveis Mulheres (1994)

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Baseado no livro “Mulherzinhas”, de Louisa May Alcott, conta a história das mulheres da família March durante a Guerra Civil nos Estados Unidos. Com o pai lutando no front, Amy, Beth, Jo e Meg tem que lutar para se sustentar, com a ajuda da mãe (olha a Susan Sarandon aí novamente), da tia e dos vizinhos. Draminha leve e açucarado, mas muito fofo!

Por que é tão bom? Porque tem Winona Ryder no auge e Christian Bale pré-Batman!

A vida secreta das Abelhas (2008)

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A vida na Carolina do Norte na década de 1960 não era fácil para as mulheres negras – aliás, nem para os homens. Mas na casa das Boatwright, a vida parece mais leve. Inclusive para a pequena Lily Owens, que aparece por lá fugindo do pai agressivo e ansiosa por descobrir o passado da mãe, que morreu quando ela ainda era bebê.

Por que é tão bom? Porque além de uma história linda, a gente fica babando na atuação de Queen Latifah e Alicia Keys, que arrasam no cinema também!

Histórias Cruzadas (2011)

Estrelado por Viola Davis, Octavia Spencer e Emma Stone, o filme também se passa nos anos 1960, durante o movimento dos Direitos Civis. Emma Stone é Skeeper, uma jornalista que decide contar a história das domésticas do Mississippi, denunciando os maus-tratos por parte das patroas e a contribuição destas mulheres na criação das crianças brancas.

Por que é tão bom? Porque qualquer filme que tenha Viola Davis é espetacular!

Frozen (2013)

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Há quem torça o nariz para histórias de princesa, mas Frozen inovou ao contar a história de Anna e Elsa, duas irmãs separadas ainda crianças. Enquanto Elsa se isola em um castelo de gelo, Anna sai em busca da irmã e luta para trazer o verão de volta ao reino de Arendell. E o príncipe? Totalmente coadjuvante.

Por que é tão bom? Let it go – a música-tema – é viciante! Mas veja o filme dublado: Fábio Porchat como o boneco de neve Olaf está impagável!

Estrelas Além do Tempo (2016)

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Enquanto Estados Unidos e Rússia se digladiavam durante a corrida especial, as mulheres na NASA mostravam cada vez mais o seu valor. Conhecida por “computadores” – numa época em que uma máquina ocupava uma sala inteira – eram elas as responsáveis por boa parte dos cálculos necessários para os lançamentos dos foguetes. Três, em especial se destacaram: Katherine Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monae). Corre que ainda dá pra ver no cinema!

Por que é tão bom? Porque a história é cativante. E sou só eu que fico muito feliz de ver cantoras arrasando como atriz? 😉

Três maneiras diferentes de usar short jeans!

Não existe outono no Rio de Janeiro. Ou se existe, ele ainda não chegou. Fato é que eu continuo colocando as pernas pra jogo com uma das minhas peças preferidas: o short jeans. Versátil, ele passeia por vários estilos, mesmo com uma pegada mais despojada. E foi pensando nessas diversas maneiras de usar, que eu pensei nessas inspirações aqui, vem ver!

Dá pra ser chique de short jeans?

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Claro! Óbvio que você não vai de jeans a uma festa passeio-completo, mas dependendo do comprimento e do seu ambiente de trabalho, ele vai até ao escritório. Combine com camisas de botão, blazers, coletes, jaquetas, salto alto e rasteiras mais elaboradas. Clutches também combinam superbem. O importante é equilibrar o “despojamento” do short com peças mais estruturadas, com uma pegada de alfaiataria. Fica lindo e bem moderno!

Look urbano

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Aquele sábado com as amigas, aquela volta de bike, um domingo preguiçoso… short jeans é o uniforme perfeito pra tudo isso. Junte a ele uma camiseta podrinha e seu tênis preferido e pronto. Escolha acessórios básicos com um relógio e óculos escuros e o look já ganha um charme a mais!

We <3 boho!

bohoDe longe meu estilo preferido, o boho continua na moda (amém!). Aqui, pode detonar os seus shorts sem medo. Quando mais desbotado/rasgado/ferrado, melhor. Para combinar, coreu neutras, estampas delicadas, regatas de renda e crochê, kimonos e muuuitos acessórios. Nos pés, botas ou flats com pedrarias, para entrar total no clima de show de rock. Mas cuidado, tá? Equilibre com peças neutras para não ficar com cara de quem acabou de sair de um álbum do Pinterest. 😉

Cinco TEDs que você PRECISA ver!

Educação, saúde, beleza, finanças, ciência. Para todo e qualquer assunto que você imaginar é possível encontrar um TED. O formato de palestras de 20 minutos é hoje uma fonte inesgotável de informações e uma ótima forma de entrar em contato com outras ideias e realidades. Hoje eu selecionei cinco dos meus preferidos, mas poderia selecionar muito mais. Vamos a eles?

Hackschooling me faz feliz | Logan LaPlante

O que é mais importante? Aprender a fórmula de bhaskara, orações subordinadas, mitose, meiose, ou aprender a ser feliz? Esse menino de 13 anos (sim, TREZE anos.) mostra que com oito passos simples você pode mudar a sua vida para melhor. E ele ainda faz uma pergunta interessante: por que nós não aprendemos ainda na escola o caminho para a felicidade?

Aparência não é tudo. Acredite em mim, eu sou modelo. | Cameron Russell

Cameron Russell é tudo o que a gente espera de uma modelo: ela é alta, magra, e muito, muito bonita. Mas ao invés de se contentar com o fato de ter ganho a loteria genética, ela mostra que a beleza pode ser sim, extremamente superficial e excludente. Ou seja, exatamente o tipo de discurso que a gente NÃO espera de uma modelo.

O Poder dos Introvertidos | Susan Cain

A história da minha vida, resumida em um único TED. A advogada Susan Cain explica a diferença entre tímidos e introspectivos e mostra que, apesar do mundo ser programado para os extrovertidos, tem espaço para todo mundo.  Perfeito para quem, assim como eu, sempre se sentiu meio fora da casinha.

O Perigo de uma história única | Chimamanda Ngozi Adiiche

Pouca gente explicou tão bem a importância da representatividade quanto a escritora Chimamanda. Nigeriana, ela começou a ler aos quatro anos e a escrever ainda criança. Mas apesar de hoje ser uma das escritoras mais importantes da África, no início, suas histórias eram bem diferentes. Nesse TED, ela fala um pouco sobre identidade e, principalmente, sobre a importância de não se contentar com os clichês.

O poder das mídias sociais | Arnaldo Neto

Eu juro que este TED não está na lista porque o Arnaldo é meu amigo (ex-chefe e atual coach). Mas este vídeo tinha que estar aqui porque, afinal de contas, as mídias sociais fazem parte da minha vida. Eu acompanhei de perto a trajetória do Naldo – até porque ela se confunde com a minha – e vi de perto como o bom uso destas ferramentas pode sim, transformar sua vida profissional. E para uma fã de produção de conteúdo na internet, não tem nada mais gratificante.

Seu preferido não está nessa lista? Joga o link aqui nos comentários! 😉